No Meu Pégaso Branco

9 Praia, Corrida e muuuitas surpresas


Notas iniciais
Geeeeeeente, esse cap vai pra Milena e pra Mari, finalmente um cap mtmtmtmt bom de presente pros amores que deixaram recomendacao, muitas emocoes hein, se preparem! Espero muito que gostem, sabe, estamos cada vez mais perto da nossa profecia, da missão, quero que saibam que esse cap me emociona muito, espero que gostem de ler tanto quanto eu gostei de escrever, vejo vocês lá em baixo.

Comecei a descer, que é particularmente mais difícil que subir, uma vez que você tem que se segurar, olhar pra baixo e fazer força pra descer, mas se fizer força demais... Bom, todos sabem o que acontece. Sem falar que tudo isso fica muito mais difícil quando acompanhado de lava, pedras e flechas.

Sortuda como eu claro que não escapei sem algumas pedradas na cabeça e duas flechas que passaram raspando no meu braço direito. Cheguei lá em baixo e sentei no chão, resolvi o problema do penteado desfeito devido às pedradas e os arranhões e fui procurar Duda, ela estava atrás da parede de escalada.

- E aí filha de Poseidon, vamos fazer o que agora? – É, tenho passado muito tempo com ela, afinal ela só tem o Percy de irmão e ele ou está em missão ou em treinos diferenciados, ou sendo professor, então na maior parte do tempo ela acaba sozinha, já no meu caso eu tenho várias irmãs mas nenhuma costuma se dignar a comparecer ao treino.

- Bom... – Ela falou tirando um papel do bolso checando o horário e quando achou o que queria deu um salto de felicidade. – Nadar na praia com as nereidas!!!!

- Hahaha, está bem animada hein.

- Minha parte preferida do dia! – Ela falou ainda comemorando.

- Ótimo, partiu. Mais algum chalé aí? – Perguntei olhando o horário dela.

- Hermes...

- Bom, você já desculpou o Stoll então podemos ir relaxadas. – Falei enquanto íamos caminhando pela estradinha que conduzia o caminha para a praia.

Fomos as primeiras a chegar, entramos na água e ficamos um tempo só nadando – de biquíni, mesmo podendo nos secar – até que começaram a chegar os primeiros filhos de Hermes, Travis e Connor foram dos últimos.

Tive uma ideia...

- Ei Duda, vem comigo. – Falei puxando o braço dela e indo o mais fundo possível, ficamos lá em baixo quietinhas até que aparecessem as pernas de Travis e Connor, aí foi só catar duas algas bem grossas e fomos subindo devagarzinho, cada uma pegou uma das algas e arrastou de leve na perna deles, ambos levaram um susto, mas se aquietaram.

- Humpf... – Eduarda bufou, mas aí teve outra ideia, voltamos para o fundo, pegamos algumas pedrinhas e montamos uma boca cheia de dentes para nosso bicho, voltamos e passamos as pontinhas afiadas, em alguns segundos só sobrou o rastro deles pela água.

Subimos o mais rápido possível a tempo de ver os dois apavorados na areia, começamos a rir descontroladamente.

- Gatinha, isso não se faz! – Travis gritou se fingindo de ofendido e então os dois voltaram para a água.

- Isso foi pela adaga. – Falei quando os dois se aproximaram.

- Não. – Eduarda falou, depois deu um tapa bem dolorido na cabeça de cada um. – Isso foi pela adaga.

Ficamos um tempo ali nadando, até que as nereidas mandaram que voltássemos para areia, tivemos que correr – O que eu achei que foi muita injustiça já que os competidores em questão eram do chalé de Hermes – depois era corrida, carregando alguém nas costas, nem esperei nada e pulei nas costas de Travis.

- É bom não me deixar cair, ou alguém vai ter roupas combinadas para o resto da vida! – Ele levou a ameaça a sério, como a corrida era ir até o limite da praia e voltar, deu tempo de Travis e Connor que eram os mais velhos ficarem bem na frente.

- Vai Connor, você vai perder pro seu irmão?!? – Eduarda gritava enfurecida com o Stoll, que estava um pouco atrás de Travis e eu.

- Vamos Travis!!!! – gritei o animando a continuar correndo, chegamos no final da praia e começamos a voltar.

De repente algo derrubou Travis, Connor, mas acabaram os dois Stolls caídos e eu e Eduarda estressadas.

- Vai seu lerdo! Se levanta e corre! – Demorou alguns segundos para os dois se tocarem do que tinha acontecido, o suficiente para o resto de seus irmãos se aproximarem bastante.

Os dois levantaram num pulo e continuaram, com cinco duplas apenas alguns metros atrás.

A disputa foi realmente acirrada, chegamos juntos, logo depois mais cinco duplas, começamos a rolar pela areia e nos sujar todos.

- Levantem! – Uma das nereidas gritou.

Nos levantamos e fomos pra água tirar a areia, quando voltamos tivemos uma pequena prática de luta corpo a corpo, eu lutei com um dos irmãos de Travis, 13 anos também.

- Prazer, sou Victoria. – Falei apertando sua mão antes de começarmos.

- Eu sou Josh! – Ele falou apertando mais a minha e balançando.

Nos viramos e ouvimos as instruções, como devíamos fazer cada golpe e como nos defender.

Alguns minutos depois aquilo parecia uma leva de semideuses empanados, todos incrivelmente sujos de areia e molhados. Eduarda estava lutando com um pequenino, cheguei a sentir pena dele, ela levinho e ela o fazia voar de um lado para o outro. Travos e Connor lutaram juntos, não tinha nenhuma desigualdade na luta.

Acabamos todos exaustos, depois de alguns minutos brincando na beira da água, fomos tomar banho, me despedi de Duda e segui pro meu chalé.

Cheguei lá e o chalé estava cheio, eu estava com a roupa molhada, o cabelo encharcado, pingando água salgada por onde passava.

- Pelo visto nossa nova irmã gosta de participar das atividades! – Tara falou me observando quando eu cheguei.

- Vocês deviam tentar também, em vez de falar da vida dos outros, deem um motivo para os outros falarem das suas! – Retruquei, ela e mais duas me olharam com caras de desentendidas. – Se continuarem assim vão ser só as frescas de Afrodite que em uma batalha só servem pra aumentar o número de mortos. – Daí foram três fases, primeiro elas entenderam, depois se sentiram ofendidas, por último elas deixaram de lado, pois perceberam que era verdade e que não pretendiam mudar isso.

Segui direto para o chuveiro, tomei um banho bem relaxante e lavei o cabelo com todos os cremes de hidratação que vi pela frente. Saí e me sequei com minha toalha rosa fofinha, coloquei meu robe cor de rosa de toalha e fui escolher uma roupa no meu armário.

Hoje decidi fazer diferente, coloquei um vestido florido um pouco acima do joelho, sem mangas e fiz duas tranças soltas meio desarrumadas. Fiz uma maquiagem de leve e saí para dar uma volta, já tinha escurecido, a maioria estava em seus chalés se arrumando pro jantar.

Fui até o chalé de Apolo falar com Zack, precisava esclarecer o que tinha acontecido mais cedo. Ele estava sentado na varanda tocando violão, “The Zephyr Song” do Red Hot Chilli Peppers.

- Adoro essa música. – Falei me aproximando dele, que não parou de tocar.

- Eu também! Resolveu o problema de hoje mais cedo?

- Resolver é relativo, os Stolls tinham sabotado a adaga da Eduarda, filha de Poseidon. – Ele fez uma cara de: “Agora está tudo explicado”. – Como foi seu dia?

- Bom, cuidei de uma garotinha de Atena que se machucou aprendendo esgrima, dei algumas aulas de arco e flecha e depois vim pra cá, e você?

- Bom, eu andei de Pégaso e agora tenho um Pégaso só meu, quero dizer, meu ele não é, mas ninguém mais chega perto do Pietro. Depois fui pra parede de escalada e por último pra praia. Foi bem divertido! – Falei lembrando do meu dia, só não falei da visita do Nico, não achei necessário. – Mas faltou uma coisa...

- O que? – Ele perguntou sem entender, só entendeu quando aproximei meus lábios dos seus, quase, dessa vez quase que consigo beijar o filho de apolo...

- ZACKARIE! VENHA AQUI AGORA! — Uma voz
feminina gritou de dentro do chalé.

- Fica pra depois... – Eu falei enquanto ele entrava.

Fui dar uma volta, ver se arranjava alguma coisa pra fazer até a hora do jantar, decidi ir até o chalé de Nico.

- Eeei, tem alguém aí? – Perguntei batendo várias vezes seguidas na porta.

- Calma pequena, já vou abrir! – Nico gritou lá de dentro, alguns instantes depois abriu a porta, estava com uma calça jeans, uma camiseta preta do Queen e a jaqueta de couro na mão. – Vestido? É a primeira vez que te vejo de vestido pequena.

- Não costumo usar vestidos... – Falei mexendo na barra da saia. – Então, posso entrar para conhecer o misterioso chalé de Hades? – Perguntei já entrando.

- Claro que pode. – Ele falou irônico quando eu já estava lá.

As paredes eram todas pretas, tudo iluminado por um tipo de fogo verde, algumas beliches na parede da esquerda, todas com aparência de serem feitas de ossos, apenas uma aparentava ser usada, estava toda bagunçada e cheia de roupas, aliás o quarto inteiro estava uma bagunça.

- Nico diÂngelo você não arruma este quarto? – Perguntei com o mesmo tom de voz da inspetora do orfanato, nós dois começamos a rir desenfreadamente. – Eu dou um jeito nisso... – Falei me concentrando e de repente as coisas começaram a voltar para seus devidos lugares.

- Ótimo, agora que a Sra. Gomez – A inspetora do orfanato. – já cuidou do meu chalé, vamos dar uma volta que está quase na hora do jantar mocinha.

- Já que me quer fora desse chalé, ainda vou descobrir um segredo seu aqui... – Falei enquanto passava pela porta e a sola das minhas sapatilhas entravam em contato com a grama gelada.

- É, boa sorte com isso... – Ele falou com as mãos nos bolsos, observando a Lua. – Aquela sua amiga, irmã do Percy, ela não tem namorado não, né?

- Por que, está interessado nela? Nico diAngelo está interessado em uma garota? – Perguntei olhando pra ele com uma cara – muito – insinuadora.

- Talvez, não sei... – Ele falou olhando preocupado para alguma coisa longe de nós. – Tem alguma coisa errada com o chalé de Apolo! – Ele gritou antes de sair correndo, eu o segui.

Vários filhos e filhas de Apolo estavam do lado de fora do chalé, desesperados.

- O que houve? – Nico perguntou para um dos garotos que estava lá.

- Nós achamos uma caixa preta que fazia um barulho estranho lá dentro, Zack e Diana mandaram todos saírem e ficaram lá dentro. – O garoto falou apontando para a silhueta dos dois pela janela.

- Eu vou lá dentro! – Nico falou andando em direção a porta, mas uma pequena loirinha de olhos azuis o impediu.

- Não! Didi disse que ninguém pode entrar no ch...

CABUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUM! Ouvi um estrondo antes de me jogar no chão, assim como todos à minha volta, o chalé de Apolo foi pelos ares.

Notas finais
Geeeeeeeeeeeeeeeeeente, esse cap me emociona muito sério, sabe, a ponto de eu não conseguir escrever muita coisa aqui, só quero agradecer de novo a Milena e a Mari por terem deixado duas recomendações liiindas de morrer e pedir mais reviews, mas com essa explosão acho que vocês com certeza vão deixar reviews né, bom, estou esperando.
Bjinhos,
Vicky