No Limite do Divórcio

23 Felicidade - Parte I


Notas iniciais
Geeeeente, manera nos tomates!!!
Eu sei que eu havia dado uma data, mas realmente não deu. Eu coloquei tudo em dia graças a semana santa, se não fosse ela eu estaria simplesmente FERRADA. E provavelmente eu não postaria hoje.
Ok galera, vou explicar a situação: eu não queria postar em duas partes. Pra fazer esse capítulo eu tive que reler a fic, não totalmente, mas por cima sabe. e bateu uma SAUDADE INFELIZ! ai eu resolvi aumentar o conteúdo do ultimo capítulo.
Vamos ao que interessa logo!
beijo gente, e até o próximo capítulo (que não tem previsão :/ )

CAPÍTULO 21

B. Cullen


Eu terminava de me arrumar em frente ao espelho.


http://1.bp.blogspot.com/-AZVLksFzCbk/Ts4vXhN33kI/AAAAAAAAByI/StxlHSBjVWM/s1600/Imagem9.png [Vermelho tá!]


Estava na casa de Carlisle e Esme, especificamente no quarto que um dia foi de Edward, enquanto o último havia decido para ver as coisas da festa. Uma ideia de Alice, e que todos acataram com empolgação. Seria uma festa de comemoração da minha reconciliação com Edward. E como sempre, Alice proibiu a intromissão de qualquer pessoa nos preparos. Isso era um tanto inconveniente, se tinha uma coisa eu não gostava nela era essa sua mania em organizar tudo sozinha. Mas isso era característica dela, e quando se gosta de Alice, tem que aceitar essa seu defeito.

A porta abriu e meu olhar automaticamente foi na direção dela, por onde passava meu marido. Ele estava perfeito no smoking que eu tive o cuidado de escolher. Seu sorriso torto apareceu quando me viu e em seguida abraçou-me por trás dando, um beijo em meu pescoço livre devido ao meu penteado: um coque frouxo com flores impregnadas de strass.

– Você está linda.

Me virei e ajeitei o laço de sua gravata borboleta que estava torta.

– Só quando estou do seu lado.

– Isso é uma mentira das grandes. – Eu ri.

Nos beijamos enquanto ele tomava cuidado para não amassar meu vestido.

– Você deveria ter maneirado no decote. – Ele fez um biquinho mostrando o desgosto. Eu particularmente adorava essas ceninhas de ciúmes sem sentido de Edward. Essas que não nos leva a brigar ou deixa ele de mau humor. – Vai ter muito futuro cadáver olhando para o que é meu.

– E quem disse que eu sou sua? – fiz ceninha.

– Essa marquinha rocha nas suas costas. – Disse arrogante.

Olhei desesperadamente para ver do que ele se referia. O vestido cobria parte dela, deixando-a quase imperceptível.

– Eu juro que eu te matava se o vestido não disfarçasse. – Ele riu da minha raiva. Homens são uns idiotas né? Gostam quando a parceira mostra sua marca de posse. ISSO! MIJA EM MIM EDWARD CULLEN!

Terminei de arrumar meu cabelo enquanto Edward me observava sentado na cama. Virei para ele e mordi os lábios.

– A forma como você está mordendo os lábios é porque quer me perguntar alguma coisa. Vamos logo, manda a bomba.

– Não é bomba. – Passei a mão no vestido e me coloquei a frente dele. – Olha pra mim. Você está vendo alguma coisa diferente? Em mim ou no meu corpo.

– Claro que sim. Senti o cheiro de maconha daqui. Você andou fumando, meu amor?

– EDWARD! É sério.

– Mas eu estou sério. Você que começou com umas viagem muito doida ai. – Olhei impaciente para ele e Edward me abraçou. – Não, meu amor, você não está gorda, seu cabelo não está feio nem sua maquiagem está borrada. Eu sou inteligente ao ponto de saber o que você queria, só estava brincando.

Não Edward você é um burro. UM BURRO!

Escondi a decepção após receber a resposta que não queria e o beijei. A qual é, um Edward só pra mim é para viver beijando né?! Morram de inveja.

– Estou um pouco nervosa. – Disse ainda abraçada ao meu marido.

– Relaxe querida, só quem estarão aqui são uns amigos íntimos.

– Você viu a lista de convidados? – Disse surpresa.

– Não, mas Alice garantiu que...

Nós paramos e nos entreolhamos. Merda!

– Não acredito que eu cai nessa! – Edward passou as mãos no cabelo.

– Nem eu! Para a Alice qualquer pessoa que lhe dá bom dia, do carteiro ao gari, é íntimo.

– Não me surpreenderia se aquela anã chamasse para a festa o garçom que ela deu gorjeta.

– Eu espero que a anã não seja eu!

Alice entrou, colocando suas mãos na cintura e nos olhando desafiadoramente. Ela me dava medo. O quê? Não acredita? Teve uma vez que ela jogou o gato da vizinha na cabeça de Emmett porque ele a chamou de barraqueira. Eu sei, eu sei, tadinho do gato, não merecia a cabeça do Emmett para afiar suas lindas unhas. Mas isso não aconteceria agora porque ela estava feliz com a festa.

– Alice, quem foi que você convidou? – Perguntei temerosa enquanto sentia a mão de Edward nas minhas costas.

– Desçam e vejam. Eles já começaram a chegar, então está na hora de vocês descerem e cumprimentarem os convidados. VAMOS! O QUE ESTÃO ESPERANDO?

– Calma, tamo indo, tamo indo.

Edward pegou minha mão e me levou correndo para baixo. Mas é um cagão mesmo né! Que eu tenha medo da Alice tudo bem, mas ele?


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E. Cullen


Eu não vou ficar falando o quanto a festa tava bonita porque isso é coisa de boiolão e eu sou muito macho. Prova disso era a mina que eu tinha como minha esposa ao meu lado e olhava com admiração para a ornamentação cuidada milimetricamente por Alice. Eu agradecerei pelo resto da vida a ligação de Jasper e Emmett para mim naquele congresso. Só em pensar que a essa hora Bella e o projeto de Hulk poderiam estar casados...

Peraí que eu vou vomitar...

Fomos para mesa da nossa família, onde estavam meu pai praticamente engolindo a boca da minha mãe (que nojo, são meus pais cara!), Jasper coçando o saco, Emmett enfiando cinco salgadinhos inteiros na boca (e o pior que eu acho que cabia mais), Rosalie levantando o dedinho mínimo ao beber o vinho, Charlie recitando uma música sertaneja de amor para Renné, enquanto ela olhava para ele vendo-o como a oitava maravilha do mundo. Ele e aquele bigode mexicano.

Mal sabe ela que a oitava maravilha do mundo era eu. Me tornei a nona depois que Bella nasceu. Mas o que são números?

– Papai, você devia cantar lá no palco ao invés da banda que contratamos. Faria mais sucesso com certeza! – Bella beijou o pai ainda segurando minha mão.

– Não, nem todos podem ter a honra de escutar minha voz. – Brincou meu sogro.

– Ela é tão excitante. – Renné mordeu os lábios.

–Argh mãe! – Bella fez cara de nojo.

Esses pais deveriam tomar vergonha na cara. Carlisle ta comendo Esme no canto enquanto Charlie e Renné foram interrompidos em suas preliminares.

Olhei para o meu coroa e dei um tapa em sua cabeça.

– Ei comedor de mamães, tem gente na mesa.

– Sério? Pensei que eram borboletas. – Ironizou Carlisle.

– O Jasper é. – Disse Emmett. Pelo menos foi o que eu entendi entre o que ele queria dizer e os inúmeros salgadinhos que ele continuava botando na boca.

Em resposta, Jasper deu um peteleco da orelha de Emmett, o que fez com que Emmett colocasse a mão nela e gemesse de dor.

– Ai seu puto! Precisava ser com... – E ai Emmet engasgou com o Buffett que ele ainda não havia engolido, mas que ainda estava em sua boca. Carlisle, já acostumado com primeiros socorros devido a profissão, abraçou Emmett por trás (gay, mas não vai deixar o cara morrer) e impulsionou o dedo abaixo da caixa torácica.

He he. Será que você é capaz de adivinhar em que decote a cauda do camarão, cheio de baba, que estava empanado foi parar?

No da Rosalie, que já adora o Emmett por natureza. Ela lentamente, com as mãos tremendo e ficando vermelha como a Bella com raiva, pegou a cauda e olhou-a atentamente. Três... dois... um

– SEU FILHO DA PUTA. É HOJE QUE EU ACABO COM VOCÊ MCCARTY!

Rosalie voou no pescoço dele, mas o brutamontes conseguiu escapar e correr, sendo seguido pela loira demoníaca. Daí então nós já não nos preocupamos, essa era uma cena tão normal para nós. Rosalie correndo com sede de sangue do Emmett.

Normal demais.

– Devemos nos preocupar? — Disse minha mãe com o cenho franzindo.

– Não amor, é mais fácil o Jasper domar nossa filha do que esses dois pararem de brigar. — Jasper olhou incrédulo para Carlisle.

– Não olhe para ele assim. Todo mundo sabe a Alice é o macho alfa da casa. — Disse meu sogrão. Olha lá o tiozão zuando com a cara do boiola do meu cunhado.

– Eu domo a Alice sim. Ela faz tudo que eu quero. — A mesa caiu na gargalhada. O nerd pensa que manda na maluca da minha irmã. — Vocês vão ver! Eu vou mostrar pra todo mundo que a Alice me obedece. E é hoje.

Jasper se levantou e foi pra dentro da casa.

– Será que ele ficou magoado? — Perguntou Renneé.

– Não, Jasper deve estar aprontando alguma. — Eu disse.

– EDWARD E ISABELLA CULLEN. — Tem vezes que a voz da minha irmã é irritante. Ela segurava minha afilhada nos braços, que mexia no colar de diamantes da capeta. — Vá cumprimentar os convidados! Tem gente sentada em outras mesas. Vocês estão cegos?

Eu realmente não tinha visto e... Como assim esse ser está aqui?


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B. Cullen


Eu não acredito nisso. Sério, eu realmente não acredito que aquela bola rosa e fedorenta está aqui. Também não acredito que o seu dono, a bola mor, está aqui. O QUE A ALICE TEM NA CABEÇA? COCÔ?

– Óia Pitomba! São os dois esquizitões do Brasil!

Qual era o nome dele mesmo em? Ah! Já sei! É o Trecy, aquele porco que tinha outro porco, e ofereceu a caminhonete porca para nos levar para aquela cidade porca. Sem exageros. Calma Bella, é só fingir que não conhece e o cara vai embora pensando que está na festa errada. Passa reto, não olha, passa reto, não olha...

– Ocês não estão me reconhecendo? Eles não tão me reconhecendo Pitomba! — O porco roncou. — Já sei. Sou eu, o papai noer lembra. Ocês devem lembrar de mim por esse nome!

AAAAAAAAA! Ele tinha que me lembrar disso. Meus filhos não vão ter mais natal, porque ao invés de eu associar o natal ao Papai Noel, vou associar ao Porco Noel, ou melhor, Porco Noer e seu ajudante, o duende Pitomba.

– Ahhh, claro. — Disse Edward fingindo ânimo. — É que você está diferente nessa roupa.

– Gostou da minha beca? — Disse dando uma voltinha. — Eu até tomei banho pra festança de ocês. — Eu não escutei isso. — Óia! O Pitomba ta de calça. Fiz questão que ele viesse com a sua roupa de domingo.

O porco tinha roupa de domingo. O porco tinha roupa de domingo. O PORCO TINHA ROUPA DE DOMINGO! A porra da bola rosa e fedida estava de calça e blusa social! Agora me diga: o que esse animal (estou me referindo ao menor) está fazendo na minha festa? Eu não sei!

Tentei me controlar. Apesar de tudo, o cara tinha nos ajudado né?! (O cara, não o porco. Sei que vocês não souberam diferenciar, mas aqui estou eu para ajudar vocês gatas!) Nos deu carona para aquele inferno de cidade. Ele tinha um bom coração, e é isso que importa. Dei um sorriso, um pouco falso, e olhei para o porco que roncou colocando as patas dianteiras na mesa.

– Ele está muito bonito Trecy. E você também — Edward olhou para mim surpreso, zoando comigo. Eu retribuir dando uma pisada no pé dele. Ahhhh, o amor...

– Eu estou muito feliz que vocês se reconciliaram. De coração.

– Nós também, Trecy. Estamos feliz que você e o... seu porco... estejam aqui. — Disse Edward olhando para a bola rosa que comia o salgado. Santo Deus!

– Cuidado Pitomba! Vai engasgar assim! — Trecy se concentrou no Pitomba e nos afastamos discretamente.


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E. Cullen


– O que essa mulherzinha interesseira está fazendo aqui?

Só fui entender o que minha mulher sem juízo estava falando quando vi a Dona Senna, aquela que era dona do hotel em Hindson, acompanhada da neta interesseira dela, Jane, que estava sentada na cadeira com os braços cruzados.

Eu não fiquei preocupado com a relação entre Bella e Jane, mas sim com os problemas mentais que minha irmã possui. Sério, porque ela convida logo a Jane, a mulher que Bella quase espancou porque deu em cima de mim.

– Olá queridos. — Dona Senna estendeu a mão e acenou para nós.

Arrastei uma Bella contrariada e dei um abraço na coroa. De Jane... É melhor nem chegar perto.

– Deixo bem claro que só estou aqui porquê minha avó me arrastou.

– Pois pode ir embora que eu não faço questão de ter você aqui. — Bella apoiou as mãos na mesa e inclinou o corpo pra frente. Jane imitou seu gesto, deixando seu rosto bem perto do de Bella.

– Ah é? E quem vai me tirar daqui? Você? — Fisicamente falando? Isso é impossível se tratando do peso e altura desproporcionais entre Bella e Jane. Credo! Pareço o Jasper falando!

– Olha Renato!! Elas vão se beijar! — Disse o filho da vizinha pro amiguinho. Que juventude tarada! Muito bem moleque, assim que o mundo vai pra frente: sexo, sexo, sexo!

Bella e Jane no mesmo momento se afastaram, como se tivessem levado um choque, mas não sem antes se olharem com nojo. Ignorando-a totalmente, Bella cumprimentou Dona Senna com carinho, procurando não lembrar no aposento nojento que ela tinha. Mas fazer o quê né? Era o único daquela merda de cidade.

Encontramos também Sue e Harry, que me socorreram quando os bandidos roubaram nosso dinheiro e a vã ridícula que eram dos palhaços, sem contar a surra que levei dos ladrões. Eu nunca contei a Bella, mas eu nunca tive tanto medo em minha vida. Só de pensar em Bella sendo tocada contra sua vontade. Foi terrível.

Então eu vi quem eu não queria ver: o tal carinha do hotel em Las Vegas. E Bella com esse buraco gigante chamado decote. O nome dele se não me engano é Embry, o frangote tarado da recepção do hotel. Segurei Bella pela cintura, choquei seu corpo no meu, quase rompendo a lei da física que dizia que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço, e a devorei, beijando-a e deixando claro que a mulher era minha.

O estranho é que ela fazia o mesmo. Não reclamou ou discutiu comigo, apenas me apertou mais ainda, como se tivesse a mesma intenção que eu.

– Olá!

Ahhhh, ta explicado agora. Tentei desgrudar minha boca dela mais ela não deixou. Não que eu esteja reclamando mas eu não podia deixar a Júlia parada aqui vendo Bella me estuprar.

A contra gosto, Bella me soltou, com uma boquinha vermelha que deu vontade de morder, e se virou para Júlia, dando um sorriso falso. Essa minha patroa...

– Olá querida! Não esperava você por aqui.

– Eu to muito feliz que vocês se reconciliaram. Dava pra ver que o Edward era louco por você. Acredita que ele não prestava atenção em nada que eu falava, só olhando você dançar.

– É mesmo? — Disse Bella começando a ceder.

Mulher é um bicho engraçado. Ela teve que ouvir de outra mulher, uma mulher que ela a dois segundos atrás, pra acreditar que eu amava ela. Tem lógica? Não, não tem! Homens não! Eles não tem essa coisa. Pra homens, uma vez inimigo é sempre inimigo.

– Você devia ser mais segura de si. É uma mulher linda. — Blá blá blá — Mas enfim onde eu sento?

– Oi!

Perai que agora sou eu que vou estuprar Bella. Segurei-a com uma força desnecessária, deixando claro para aquele garotinho xexelento que a mulher na qual ele estava olhando a porra do decote era minha.

– Oi Embry. — Disse Bella sorrindo.

Ta de brincadeira comigo né?

– Essa daqui é Júlia Salvatore, uma amiga de Edward.

Naaahhhhhh, Agora esse frangote ta olhando pros peitos da Júlia. Ele deve ter sido reprimido na infância... EITA PORRA! Que sorrisinho é esse na boca da Júlia. Hummm safadxenha.

– Vocês podem se sentar em qualquer mesa. Separados oooou juntos, né?! — Segurei Bella pela mão e nos afastamos um pouco.

– O que houve amor?

– Só queria te beijar.

E foi o que eu fiz. Porque eu amava essa mulher, seja ela com raiva ou feliz. Amava de uma forma especial. Uma forma que eu jamais conseguiria explicar aqui ou contar para alguém. Era uma forma que só eu e ela entenderíamos.

– Olha os pombos negros da noite fúnebre Mike. Estão confraternizando a morte.

A voz fria de Jéssica me fez separar de Bella. E sabe de uma coisa? Eu estava feliz em vê-los. Era um casal meio doido, mas com que eu gostei de passar os dias na casa ridícula deles. Jéssica estava vestida com uma de suas roupas pretas, e Mike exibia um grande sorriso, com sua roupa de hippie, segurando três flores com raiz na qual eu reconheci imediatamente: era a flor Bella.

– Olá estrelas de luz!

Abracei Mike enquanto Bella abraçava Jéssica.

–Que bom que vocês estão aqui! A festa não seria a mesma sem vocês. — Disse minha mulher, roubando minha palavras.

– Eu sei! Alguém tem que trazer o real significado da morte para a festa.

– Claro Jéssica. — Eu já não ligava para esses comentários dela. Era seu jeito, fazer o quê?

– Para presentea-los, trouxe a flor que Edward colocou nome. A Bella agora está com raiz e aquela baixinha iluminada pelo deus da alegria disse que ia plantá-las ainda hoje. — Disse Mike. Deus da alegria é? Tá mais pro deus da piração.

Bella sorriu e me deu um selinho. Mulher gosta dessas coisas, dessas declarações de amor. Sou expert cara! Nível 963732535743.

– Obrigada Mike. Fiquei muito chateada quando a flor que Edward me deu muchou.

– É só cultivá-la para o espírito sábio e da morte não levá-la para seu refúgio. — Jéssica é óbvio.

– Claro. — Disse.

– Fiquem a vontade.

Indicamos uma mesa para o casal e nossa atenção foi chamada (nossa e de todo mundo) pelo grito que escutamos.

– AAAAAAA FINALMENTE! O CHEIRO DA RIQUEZA. Olá gente bonita e rica, o Lunácios aqui trouxe felicidade, amor e muita purpurina para a festa de vocês. OH! ALI ESTÁ MEU TARZAN! OI TARZAN.

Me escondi atrás de Bella, como se isso fosse possível, mas aquela pomba já tinha me visto e veio correndo até mim. Eu estava prevendo uma morte para hoje. Uma biba a menos para esse mundo. Mas parece que minha mulher também mataria alguém hoje. A garçonete que deu em cima de mim e era amiga do Senhor Purpurina, Bianca, vinha atrás dele.


(CONTINUA)



Notas finais
Galera, me referindo ao aviso que dei, eu realmente não esperava tanta compreensão. nossa, fiquei muito feliz com o apoio de vocês, obrigada mesmo. Infelizmente nós não vivemos de fanfic e há coisas mais importantes que elas. e pelo jeito vcs concordam.
Bjs!!!