No Limite do Divórcio
11 O Cassino
Notas iniciais
Mas um capítulo prontinho que acaba de sair do forno!
E NLDD recebeu mais uma recomendação!!!! A Ines TMM escreveu e eu fiquei mttt feliz! Quem é autora sabe como é maravilhoso receber uma! VIVA A INES!!!!!! Obrigado fofa, adorei a recomendação!
Eu vou falar logo pq sei que vocês estão curiosas sobre o sorteio. Então, ele já foi feito e eu mandei uma mensagem para a sorteada. Poréeeeem, ainda não obtive resposta e ela tem até domingo para me responder. Caso isso não conteça, um novo sorteio será feito. Sei que ela pode estar viajando ou de castigo (pais sem coração esses nossos :D Não entendem como é bom ler uma fic) ou doente e etc mas eu tenho um prazo e preciso escrever né?!
A sorteada foi a LORA 15 e eu espero que ela leia isso aqui. OIE! VOCÊ TÁ LENDO ISSO LORA 15? OLHA EU AQUI _o/
Beleza Labap ¬¬
Bom gente, vamos parar de ler essa lezera aqui e vamos ao que interessa!
Bjs e espero que gostem!
- Quê? Como assim? – Ao me notar indo em direção a moto, começou a gritar baixinho. – Bella, volte aqui. Isso é roubo. Bella!
Não dei ouvidos e sentei na moto ligando-a. Que é? Achava que eu não sabia dirigir? O problema era que os funcionários que estavam no bar notaram o barulho do motor e estavam vindo em nossa direção.
- Você vem ou não vem?
Edward olhou os homens que estavam furiosos e não pensou duas vezes antes de subir na moto e agarrar minha cintura. Dei partida a 140 km/h e deixamos os trouxas para trás. Senti a respiração ofegante de Edward atrás.
- Não vem me dizer que esta com medo Edward. Na hora de roubar a van você estava bem confiante.
- O que? — Edward pareceu aproximar mais nossos corpos e pareceu ficar mais ofegante, mas deve ser impressão minha. – Ah! É por isso mesmo que eu estou ofegante. É isso sim.
Edward é um imbecil mesmo. Ele rouba e eu não posso roubar. Não que eu goste, de forma alguma. Mas já que eu estou no inferno mesmo, vamos abraçar o capeta.
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CAPÍTULO 10
E. Cullen
Tentávamos nos equilibrar de alguma forma escrota na moto. A cesta de comida estava em meu colo enquanto as duas trouxinhas estavam penduradas uma de cada lado do guidom. Era deprimente.
Achavam que eu estava falando da moto roubada. Não, nenhum pouco. Quer dizer, não que eu quisesse roubar motos e vans que parecem o arco-íris, mas não era bem isso que me atormentava.
Bella com seus corpo delicioso roçando levemente em meu companheiro de guerra era a razão do meu tormento. Pensei em chamar novamente pela minha mãe, mas até quando eu a chamaria para resolver minhas frustrações sexuais com Bella?
Vocês acham que a cesta de comida em meu colo estava lá por pura conhecidência? Eu sou um estrategista de primeira. Não seria muito legal um carro passar por nós e ver meu amigão acordado. Não mesmo! O exército deveria me contratar como estrategista. Então, ao invés de chamar pela minha mãe, eu chamei pela cesta de quitutes da Sue. E ela resolveu me atender.
Não sabia se Bella havia percebido, mas pelo visto não notou nada, senão estaria tagarelando e virado um tomate motorista de motos.
Ficaram surpresos por ela saber dirigir motos. Engraçado, porque eu também. Será que ela não entendia o quanto era perigoso dirigir uma moto? Mas eu já sabia porquê ela quis aprender. O Mister Esteróides dirige uma moto e deve ter incentivado ela a dirigir. Logo ele que não está nem ai pra ela. Se ela morrer ele nem vai ligar.
Depois de uns trinta minutos, Bella foi parando a moto. Ela desceu e falou.
- Vamos guardar essas coisas e pegar o capacete. Sai dai para eu abri o porta-capacete. [N/A: Não sei se o nome é esse, mas vocês sabem do que eu estou falando.]
- NÃO! – Bella se assustou com meu grito. Se eu descesse Bella notaria meu estado. – Er… não. To cansado.
Ela me olhou como se eu fosse um doido e revirou os olhos.
- Então vá mais pra frente. – Fiz o que ela mandou e Bella abriu o porta-capacete. Tirou de lá dois capacetes e pôs no chão. – Me dá uma trouxinha e a cesta de comida.
- NÃO!
- Dá pra você para de gritar como se eu fosse surda. Me da logo essa merda e uma trouxinha. A outra vai ficar entre eu e você. – Disse se estressando.
Bella estressada é um Edward psicologicamente traumatizado. Ou fisicamente também.
Em um movimento rápido, peguei uma trouxinha e coloquei no meu colo. Dei a cesta e a outra trouxinha pra ela e Bella retirou de lá o mapa que ela havia roubado de dona Senna. Analisou bem e falou:
- Estamos no caminho certo.
Bella guardou as coisas. Fiquei feliz em saber que aquela troxinha impediria meu contado com Bella. Seria menos constrangedor se eu chegasse em Las Vegas com meu amigão dormindo.
Bella me deu um capacete e colocou o outro. Subiu na moto e voltou a dirigir.
- Começou a dirigir a moto porque aquele babaca te incentivou não foi?
- Não. Aprendi a dirigir quando ainda estava casada com você.
- O QUÊ? – Gritei. Não é possível.
- Para de gritar seu imbecil! Você não me deixava fazer nada porque dizia que eu iria me machucar. Se tivesse seguido seu conselho eu deixaria de ter aprendido muita coisa.
- Era verdade, moto é perigoso demais. Eu so queria te proteger Bella! O que mais você fez que eu não soube?
- Sei saltar de paraquedas, asadelta, fazer trilha…
- Pode parar! Não quero mais saber. E quando foi que você aprendeu a fazer tudo isso?
- Enquanto você inventava que estava trabalhando.
- Mas eu estava trabalhando!
- E eu estava em casa me preparando para cuidar dos filhos, fazendo o jantar e sendo uma boa esposa para quando você chegar do trabalho cansado eu massagear seus pés. Me poupe Edward. E eu não quero mais falar sobre isso!
Ela se recusava a acreditar em mim. E a única que mentia era ela. Será queBella não entendia que eu não poderia viver sem ela? Eu a amava e não suportaria perdê-la. Sem contar que eu jamais pediria para ela massagear meus pés ou ser uma subimissa. Quem tinha que ser massageada era ela, ser tratada como uma rainha. Só queria o bem dela, por isso rejeitava a a idéia dela trabalhar, era estressante e não queria que ela se chateasse ou sofresse quando não conseguisse algo. Rainhas não trabalham!
Isso antigamente, é claro. Hoje eu nem ligo. To pouco me lixando pra ela. Se ela se machucasse eu nem me importaria. Está muito claro nas entrelinhas, não é?! [N/A: Não foi isso que você disse anteriormente, Edward.]
Se passaram longas horas até avistarmos uma placa cheia de luzes onde estava escrito: Bem vindo à Las Vegas. Sorri, era ali que eu iria ficar rico. Era ali onde eu sairia desse inferno, onde eu poderia me hospedar em um hotel de luxo ao invés de dormir em uma fazenda ou um hotel caindo aos pedaços. Comprar uma Ferrari ao invés de uma van para viados. Ta bom. Eu estou exagerando na parte da Ferrari, mas com certeza dormiria melhor.
Mas de uma coisa eu tenho certeza: não dormiria sozinho hoje! Finalmente eu vou dar o que meu parceiro de guerra tanto quer:
SEXO! Pois é amigão, hoje nós vamos nos divertir!
A cidade era incrivelmente iluminada. Eu e Bella quando casados já pensamos em passar uma das nossas milhares de luas de mel aqui. Duas vezes por ano nós viajávamos para repetir a lua de mel. Mas eu não vou entrar nessa história. Ela é passado. Morreu.
Bella estacionou no primeiro cassino que apareceu. Ele era grande, com letras chamativas como toda a cidade. Pegamos a trouxinha que ficou do lado de fora e entramos no lugar.
Cara. Sabe aquela sensação de que você é o patinho feio? O nerd do colégio? Não que eu fosse feio, longe disso. BEEEEM LONGE DISSO! Mas eu e Bella estávamos vestidos tortalmente fora da ocasião. As pessoas estavam vestidas de traje fino e eu e Bella estávamos de traje esporte. Muito bom!
Tentei não reparar nisso e vi que Bella tambem havia notado esse infortúnio.
- Edward, nós estamos…
- Eu sei. Mas vamos ignorar isso ok? Por onde começamos? – Disse analisando o cassino. Mesas de Poker, Roulette, Bingo e por ai vai.
- É melhor começar por aquela máquina ali. – Disse apontando para uma no meio do cassino. Ela tinhas três telas onde se aparecesse figuras iguais nessas três telas nós levariamos o dinheiro.
Nos aproximamos e vimos que o prêmio era de US$ 20.000,00. Suei frio agora viu?! Nós tinhamos que gastar US$ 10,00.
- Será que vale a pena? – Perguntei. Bom, se gastasse todo o nosso dinheiro, pelo menos estaríamos bem alimentados graças aos quitutes da Sue.
- Não estamos com fome. Isso ja é alguma coisa. Vamos logo antes que eu desista! – Eu peguei o dinheiro e paguei pela fichinha. Coloquei-a na maquina e cruzei os dedos. Depois de alguns segundos apareceu o resultado:
Maçã; Maçã; Pêra.
- DROGA! – Gritou Bella.
A próxima hora foi assim. Jogando, perdendo e gastando dinheiro. Até sobrar apenas US$ 5,00. Pois é… US$ 45,00 foram para o ralo.
- E agora? – Perguntou Bella olhando a nota de US$ 5,00.
- Eu acho melho a gente arriscar. E se não ganhar a gente arranja um jeito de ganhar dinheiro. Sempre dá certo, até agora não passamos fome.
- Você tem razão! E se não ganharmos, nós não teremos onde dormir. Que se foda né? Isso nem é importante! Agora vamos até o Roulette.
Sabia que Bella tava se mijando de medo, e não era pra menos. Mas ela sempre se fez de forte e decidida mesmo que estivesse tremendo que nem bambu por dentro. E eu adimirava isso nela. Não era uma mulher frágil como muitas outras por ai.
Roulette é um jogo onde você aposta em dois números de um à cem. Tem uma roleta onde tem os números e é posto nela uma bolinha. A roleta gira e se a bolinha parar no número em que você apostar, levará US$ 10.000,00 pra casa.
Eu paguei os justos US$ 5,00 que valia a aposta e eu e Bella escolhemos dois números.
- 31. – Disse Bella.
- 77. – Me virei para o juiz e disse. – Eu aposto no 31 e no 77.
Feito as apostas eu fechei os olhos quando a roleta começou a girar. Depois de alguns segundos eu ouvi:
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH! Nós ganhamos! Nós ganhamos! – Bella gritou ao meu lado. – E não me venham, dizer que parou no 21, 41, 51… Parou no 31! Parou no 31, seus idiotas perdedores! Se fuderam!!! Os US$ 10.000,00 são meus!
Abri os meus olhos e mal acreditei no que vi. A bolinha estava ali parada, no numero 31, sem ter idéia da felicidade que trazia a mim e a Bella. Hotel de luxo… ai vou eu!
B. Swan
A roleta girava, girava, girava… e a desgraçada não parava. Eu estava quase dando um berro no juiz por ter girado tão forte quando a roleta começou a dar indício de que iria parar. Edward estava ao meu lado que nem um boiola ao ver um beijo entre heteros, [N/A: Nada contra gays ou lésbicas. Sou totalmente contra a homofobia]de olhos fechados. E foi parando, parando, parando, até que…
AI CARALHO!!! AQUELE NUMERO ALI É O TRINTA E UM?
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH! Nós ganhamos! Nós ganhamos! – Bella gritou ao meu lado. – E não me venham, dizer que parou no 21, 41, 51… Parou no 31! Parou no 31, seus idiotas perdedores! Se fuderam!!! Os US$ 10.000,00 são meus!
Edward abriu os olhos e sorriu com cara de bobão. Eu estava tão feliz, mas tão feliz, que eu simplismente pulei no seu colo, arrodenado sua cintura com minhas pernas, e o abracei. Ele passou a mão em minha cintura e começou a pular abraçado a mim.
- ESTAMOS RICOS BELLA! ESTAMOS RICOS!
- YEAH! ESTAMOS RICOS!
Depois desse momento gay eu fiz questão de abraçar o juiz e agradecer pela sua lentidão irritante com a roleta. Ele deu um papel a mim e disse para ir pegar o prêmio no balcão.
Ao receber o dinheiro e contar tudo tintim por timtim, quase chorei. Nada havia sido descontado. Os 100% estavam lá, sem nenhum desconto de 80%.
- A senhora está bem? – Disse o tesoureiro me olhando.
- Não descontaram nada? – Disse sorrindo.
- Por que descontaríamos?
- Por causa dos veterinários. – Eu sei que não estava falando coisa com coisa, mas o trauma de Hindson havia sido grande. – Ah! Vocês não precisaram usar né?! Eu não enforquei nenhuma máquina.
- HA! HA! HA! A minha mulher é uma graça! Não é? – Edward forçou um riso e olhou para o tesoureiro que riu igualmente forçado. Eu guardei o dinheiro no decote, sei que é brega, mas não posso correr o risto de ser roubada. – Vamos querida, vamos para casa.
Edward passou o braço por minha cintura enquanto a outra segurava a trouxinha, e nós fomos em direção a saida.
- Você está maluca? – Cochichou Edward.
- Meu filho… eu tenho US$ 10.000,00 em meu decote. Tenho todo o direito de estar maluca. – Edward riu e saimos daquele Cassino. Quando tudo passasse, eu voltaria ali.
- No decote é? – Fez aquele sorriso torto-safado-malicoso-gostoso.
Olhei pra cara dele e revirei os olhos. Ele só fez rir que nem um hiena.
Nós passamos de moto por 7 hoteis, mas nenhum deles era cinco estrelas. Sim, porquê hoje eu só aceitaria se fosse luxuoso. Mas diga ai? Nós mereciamos, não é?
Dobramos uma rua até que encontramos o que procurávamos. HOTEL PLAZA PALACE – 5 estrelas. Parei em frente ao hotel e o manobrista veio pegar minha moto. Eu ridiculamente e humilhantemente tirei aquela trouxinha que estava na moto. E nem dava pra comprar uma mala descente porque na moto não cabia.
- Isso parece o paraiso. – Disse Edward analizando a recepção. Não que normalmente não tivéssemos dinheiro para pagar um 5 estrelas, mas depois do que passamos nos sentíamos que nem um cego ao ver o mundo pela primeira vez.
Fomos até o único recepcionista do lugar. Olhei que horas eram e vi que se aproximava das 20:00.
- Bom noite Madame, Boa noite Senhor. Meu nome é Embry. Em que posso ajudá-los? – Disse o carinha. Ele era novinho, devia ter uns 23 anos. Até bonitinho.
- Uma suite, a melhor de preferência. – Disse Edward.
Embry olhou o monitor.
- Suite 2053, com vista para toda a cidade.
- Essa mesma. – Disse orgulhosa.
- A diária dela por pessoa é US$ 1.800, com café da manhã e almoço incluso. O pagamento é feito agora. O Hotel possui academia, piscina, sauna, play ground, cinema, salão de festa e uma Lan House.
Tirei do meu decote US$ 3.600,00 sob o olhar bobo de Embry. Ri internamente, esses jovens de hoje em dia…
Edward pigarreou e o coitado desviou o olhar sem graça
- Muito bem. – Disse ao receber o dinheiro. – Os documentos, por favor.
Errr… Bem, eu não tinha pensado nisso, vocês tinham? Porque afinal de contas até agora não foi necessário mostrar meus documentos pra ninguém. Nem para o hotel de dona Senna (se aquilo pode ser chamado de hotel), afinal era de cidade pequena e não tinha tantas regras. Edward ficou mais branco do que já era e eu tentei parecer normal.
Porque eu sou normal, vocês sabem disso.
- Documentos? Pra quê documentos? Você não está vendo eu aqui não? Sou de carne e osso, lhe garanto! – Disse Edward gritando. Ele fazia isso quando estava nervoso.
- Sinto muito Senhor. Regras do hotel.
Me aproximei dele tentando ser sensual (não que eu não fosse, mas a ocasião não deixava me concentrar direito) e me debrucei diante dele.
- Vamos lá Embry, uma ajudinha e você esquece as regras do hotel. – Disse tirando uma nota de US$ 100,00 do decote. Embry tremia olhando o decote.
- Eu vou ser demitido madame. – Disse sem tirar os olhos do decote.
Caramba… To me sentido agora, viu?!
Me aproximei mais e acariciei seu rosto. Colei minha bochecha na dele e mordi lentamente sua orelha. Depois sussurei em seu ouvido.
- Por favor, Embry.
Me afastei um pouco, ficando frente a frente com ele. Ele estava de olhos fechados e um pouco ofegante. Afirmou com a cabeça lentamente e eu dei um selinho rápido nele.
Eu não considero isso traição. Traição com Jacob foi o que eu fiz com Edward. E eu imploro aos céus que Jacob nunca descubra isso.
- Senhor e Senhora Ficher, as chaves da suite 2053 estão aqui. – Disse me entregando dois cartões.
Foi quando olhei para Edward que me olhava incrédulo e ao mesmo tempo raivoso.
- Ela consegue tudo que quer assim? – Perguntou Embry sussurando para Edward.
Ele rosnou? Foi isso mesmo?
Não riam de mim, mas eu me preocupei em que fase da lua nós estamos. Por que se for lua cheia eu vou fugir pra bem longe. Vai que Edward é um lobisomen? Os lobisomens rosnam quando estão com raiva.
Eu acho.
Nós fomos para o elevador calados. A porta se fechou e eu olhei para Edward que continuava com a mesma cara.
- Que é? Cara feia pra mim é fome.
- Como você pode em? – Disse indignado. – Você fica ai se esfregando com qualquer homem pra conseguir o que quer. É sempre assim?
Me poupe!
- Edward, eu não devo satisfação a você, só para o Jake.
- Mas e-eu t-o t-o defendendo o Black. – Gaguejou o Edward e fez um careta ao escutar o que tinha falado. – Nós homens temos um… um… um código de honra.
O elevador se abriu e saímos dele.
- Aaaaah! Mas você não pensou nesse tal “código de honra” – Fiz sinal de aspas com a mão. – Quando quase me comeu na estrada e na casa de Sue. E aonde está o Incrível Hulk Marron, ou o Mister Esteróides ou sei lá quantos apelidos ridículos você tenha dado a ele? Hum?
Edward ficou emburrado e depois falou:
- Não importa! Você não pode sair por aí se oferecendo e chantageando os homens. Sua imagem vai ficar suja.
- E desde quando você se importa?
O silêncio instalou no lugar.
- Eu não me importo. – Disse Edward cruzando os braços e olhando para qualquer coisa que não fosse eu.
Também fiquei calada sabe? Eu estou cansada desse lenga-lenga de Edward. Parece criança mimada que faz de tudo para irritar as pessoas.
Achamos nossa suíte e entramos.
E puta que pariu… A suíte é foda.
Iluminado, com dois sofás cor de tabaco enormes e confortáveis. Entre eles tinha um abajú. Da varanda dava pra toda Las Vegas. A televisão era enorme e de plasma. Tinha uma mesa redonda da mesma cor que o sofá e um lustre em cima dela. O carpete era beje claro. O hacker era a mistura das cores do sofá e do carpete.
O quarto era maravilhoso. Uma cama enorme e fofinha de frente para outra TV de plasma. De cada lado havia um abaju. O banheiro possuia uma banheira de hidromassagem e ao lado dela tinha vários sais para pele.
Como eu sentia falta daquele luxo todo!
Edward sentou no sofá e fechou os olhos.
- Olha, eu quero ir a uma boate. Sei que nós não devíamos gastar muito dinheiro, mas nós precisamos também nos divertir.
- Eu sei. – Edward abriu os olhos. – Mas eu perdi a vontade. – Disse Edward passando as mãos pelos cabelos.
- Olha aqui Edward! Você pare de ser criança, ok?! Eu vou em alguma loja que não seja cara e vou comprar roupas adequadas para irmos a uma boate. Pelo que percebi você continua com as mesmas medidas então eu vou comprar pra você. Vá tomando banho e espere até eu trazer as roupas e também higiene pessoal que daqui a pouco vai acabar a que temos. Daqui a duas horas eu volto e espero que já tenha tomado banho. Estamos entendidos?
Falei tudo isso com as mãos na cintura e provavelmente vermelha de raiva. Ah! Tenha dó!
- Ok, Bella.
- Até mais. – Sai e fechei a porta.
Esse homem tá precisando de umas boas palmadas!
Ai. Ai. Ai. Ai.Ai. Seu Edward bobão!
LORA 15, leia as notas do capítulo!
Notas finais
E eu sinto dentro de mim que esse dinheiro não durará muito tempo…
Quais são os palpites de vocês?
O que acham que acontecerá na boate? E porque esse dinheiro não duraria muito tempo?
Aguardo as respostas ansiosamente!
Bjs e até o próximo capítulo!
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