No Limite do Divórcio
25 Epílogo
Notas iniciais
Dessa vez foi rápido né? eu avisei. Agora que to de férias a coisa anda!
No final a gente conversa
bjss e boa leitura.
Narrador
5 anos depois
- Vamos antes que eu desista! — Disse Edward abrindo a porta da filial da Photo Designer, em Nova York.
Depois de tudo que havia acontecido, Edward e Bella decidiram voltar a morar em Nova York após terem os gêmeos no Brasil. Haviam sentido falta de seus amigos e parentes e, mesmo gostando de morar no Brasil, os laços permaneciam com as pessoas que moravam nos EUA.
Com a Photo Designer no auge, quatro anos após sua mudança, Bella decidiu montar uma filial em Nova York. Mesmo que a do Brasil rendesse maravilhosamente bem, gostava de trabalhar. E com os gêmeos já com quatro anos e na pré-escola, poderia se dedicar ao seu estúdio.
Edward havia pedido transferência para trabalhar no hospital de Carlisle, que mesmo sendo seu pai, havia colocado seu filho em tempo de experiência, que passou com louvor.
Rosalie e Emmett continuavam com suas brigas e reconciliações exageradas, mesmo com Carl, seu filho de 6 meses. Alice e Jasper tiveram mais dois filhos, gêmeos também: Ronald e Michel. Ao contrário da Julinha, que hoje estava com 6 anos e que era meiga como o pai, os gêmeos eram o que se chama de pestinhas, puxando ao temperamento hiperativo da mãe. Com os poucos quatro anos de idade, as pegadinhas se aprimoravam com o tempo e que, claro, obitinham o apoio completo do padrinho: Emmett.
- Deixa de ser rabujento amor! — Disse empurrando Edward para o estúdio que havia acabado de ser construído. Ainda podia se sentir o cheiro de tinta.
- Bella, eu não levo jeito pra ser modelo! Eu sou médico, lembra?
- Edward! Nós já conversamos sobre isso. Quando eu construí a do Brasil você se negou a me apoiar.
- E eu me arrependo disso. — Interviu Edward.
- Eu sei! Você negou o meu pedido de posar para o anúncio da Photo Designer. Posando para o anúncio dessa filial, você vai se redimir pela outra.
- Isso é chantagem emocional Bella! — Disse Edward se sentando na cadeira com da recepção.
- Eu sei amor, mas é o único jeito! — Disse se ajoelhando à sua frente. — Faz isso por mim. Por favor? Você já chegou até aqui.
Edward olhou para o rosto de Bella. Por que aquela maldita mulher conseguia tudo que queria dele? Os cabelos dela agora estavam cumpridos e a sua pele mais clara já que não moravam mais no calor do Brasil. Ele a amava, era só por isso.
- Ok.
- Aiiii!!! Obrigada! Obrigada! Obrigada! — Bella sentou em seu colo e lhe deu um longo beijo. — Eu te amo sabia.
- É bom a gente ir logo por que se não eu vou te prender agora nessa cadeira e fazer coisas bem mais legais que tirar foto. — Disse dando um tapinha na bunda de Bella.
- Eu adoraria, mas não podemos. O povo vai chegar em uma hora e nós temos que fazer logo essa foto. — Disse Bella abrindo a porta da sala de fotografia. — Tira logo a camisa.
Edward obedeceu desconfortável. Não levava jeito pra aquilo. Bella o maquiou, entre carinhos e beijos, e depois se afastou. A seção de fotos começou e Bella não estava gostando muito do resultado.
-Edward, você tem que relaxar! Seja natural.
- Não há como ser natural com três quilos de maquiagem, uma luz te cegando, uma câmera espiando tudo que você está fazendo e... espere um momento. Por que você não vem tirar foto comigo?
- Eu? Edward eu não levo jeito.
- Eu também não. Dois sem jeito é melhor do que um.
Edward foi até ela, tirou sua mão da câmera que estava em um tripé, e a programou para tirar fotos automaticamente. Puxou Bella para frente da câmera e começou a beijá-la.
E no momento, esqueceram dos flashs emitidos constantemente pela câmera. Eram sorrisos, carinhos, beijos, testas coladas... Totalmente natural. Porque entre eles sempre era assim, independente do que havia a sua volta.
Nesses cinco anos existiram brigas, choro, mas como haviam aprendido com a experiência, houve também a conversa. E o melhor de tudo: a reconciliação. Permaneciam em clima de início de namoro até a próxima briga, e assim continuava o ciclo.
Após trinta minutos de flashs, Edward vestiu a camisa e eles começaram a analisar as fotos, com Bella deitada no peito de Edward, no sofá.
- Eu gostei mais dessa. — Mostrou uma foto em que ela estava em seu colo, enquanto este beijava seu queixo. — O que achou?
- Gostei dessa, mas teve uma outra também que eu achei legal. — Edward clicou no botão de voltar quatro vezes.
-EDWARD! — A foto mostrava ele beijanto o inicio do seio de Bella. — Você é um besta sabia?
- Besta é? Eu to tão besta que você pode se aproveitar de mim. — Disse virando Bella rapidamente e a colocando sentada em seu colo, de frente pra ele.
- Posso é? — Disse Bella colocando a câmera na mesinha de centro.
- Pode...
Ela o beijou com luxúria, enquanto este aproximava mais a mulher pela bunda. Não seguiu muito em frente pois a porta se abriu rapidamente, com dois pequenos vultos de cabelo cor de cobre correndo. Bella caiu no chão com o susto, e Edward pegou uma almofada e colocou no colo.
- Mamãe, você ta bem? — Perguntou uma menininha de olhos verdes.
- To bem querida. Então Carlie e Luca, como foi a escolinha?
- Foi boa, aprendi os númelos.
- Números, filha. — Corrigiu Edward a filha dois minutos mais nova. — Ei ei ei! Isso aqui não é brinquedo, garotão! — Disse tirando a câmera da mão do filho antes que ele visse a fotos dos pais se pegando.
- Mas eu queria ver as fotos que vocês tiraram. — Disse o Luca fazendo bico. Este já possuía os olhos da mãe, mas o rosto era bem parecido com o do pai.
- Quando a gente escolher mostra pra vocês ok? — Disse Bella se sentando no sofá. — Agora eu quero meus beijos.
Os dois deram beijos no rosto da mãe.
— Analisando o perímetro, Águia. — Disse um garotinho loiro que acabava de entrar no estúdio. — Parece estar seguro, câmbio. — Disse segurando um walkie talkie.- Não baixe a guarda, Camaleão. — Outro garotinho idêntico ao primeiro, também segurando um walkie talkie, entrou agachado. — Olha lá! O monstro do lado esquerdo da muralha, câmbio.
- Eu não sou um monstro, Ronald! — Carlie cruzou os braços, fazendo bico.
- É sim. Toda garota é um monstro. — Implicou Michel.
- Meu filhos, eu já disse pra vocês não chamarem a sua prima de monstro. — Brigou Jasper, segurando a mão de Julinha que, ao ver os padrinhos, correu para abraçá-los.
- Dindinha, Dindo!
- Hey princesinha! — Disse Edward. — Como foi a escola?
- Foi boa. Eu quero ver as fotos.
Bella imediatamente ficou corada.
- Quando escolhermos a gente mostra, ta bom? — Disse Bella.
- E aí B1 e B2, — Falou Edward com os sobrinhos, chamando-os pelo apelido dado em homenagem aos “Bananas de Pijama” — Deixando seus pais loucos?
- Sempre! — Responderam juntos.
- Eu já disse que não Emmett. Não quero meu filho retardado. — Disse Rosalie entrando no estúdio, segurando o pequeno Carl. Este mexia no colar da mãe.
- Mas Rose, Barney é cultura! Ajuda no desenvolvimento da criança.
- E você sabe o que é desenvolvimento Emmett? — Parou Rose, olhando pra o marido.
- Desenvolvimento. O desenvolvimento er... ok o desenvolvimento quer dizer que desenho, que vem do grego “desen”, envolve, que vem do grego “vovlvimento”, a criança. Logo, Barney é bom porque é um desenho que envolve a criança em um mundo melhor.
Os adultos olharam abismados para Emmett.
- Até que tem sentido. — Disse Jasper.
- O que você acaba de me provar é que uma pessoa que assiste Barney pelo menos quatro vezes por dia tem uma imaginação sem limites. — Ralhou Rose. — Imaginação é bom para as crianças. Mas vamos colocar um limite, ok?
- Claro minha ursinha, claro! — Disse Emmett beijando a mulher.
- Eca. — Disseram as crianças em uníssono.
- Cheguei!! A Licinha maravilha acaba de entrar e... — Alice caiu de cara no chão.
- Mamãeee, não era pra ser você. — Disse Michel correndo até a mãe, que tentava se levantar. No fim da porta, havia um fio de nylon preso, com o propósito de que alguém tropessasse nela.
- Vocês estão passando do limite! Em casa conversamos. — Disse Jasper ajudando a mulher a se levantar.
Os outros adultos caíram na gargalhada.
- Palhaços! É por que não foi com vocês. — Disse Alice limpando a blusa.
- Bom, a gente vai conhecer o estúdio ou não vai? — Disse Rosalie.
- Sintam-se a vontade. Vasculhem o que quiser. E Ronald e Michel, olha lá o que vão aprontar! — Disse Bella.
- Não se preocupe Bella, Eu me preveni contra isso. — Jasper tirou da mochila uma coleira de crianças.
(n/a): Eu acho esse negócio terrível e ridículo, sou contra o uso dela, mas coloquei na fic pq acho que caberia na situação. Lembrando que essa fic é de comédia e portanto, a coleira de criança tem como fim rir da situação e não apoiar.
- Não papai, isso é humilhante! — Disse Michel.
- Um ultraje! — Completou Ronald.
- Uma afronta aos Direitos Humanos.
- Uma vergonha nacional.
- Não aprontem mais e eu prometo não usar mais isso. — Disse Jasper, colocando a coleira nos gêmeos.
- Quem são os monstrinhos agora? — Disse Carlie provocando os primos.
- Tudo que vai volta! — Resmungou Ronald.
- É! O mundo dá voltas! — Completou Michel.
- Ok, vamos fazer um tour. — Disse Emmett.
Uma vez sozinhos, Bella e Edward se beijaram.
- É tão bom ver a sua alegria com a chegada da inauguração da Photo Designer. Eu fui um idiota em não ter te apoiado antes.
- Já combinamos de não falar sobre isso. — Disse Bella mordendo o lábio inferior do marido. — Sabe... tem um banheiro a uns 5 metros da gente.
- Tem é? — Disse colocando Bella em sua cintura. — Eu tava mesmo afim de fazer as minha maiores necessiades. Desde que eu cheguei aqui.
Os dois correram até o banheiro e se amaram pela milésima vez. Seria sempre assim.
Até o fim das suas vidas.
Gostou dessa fic? Que tal dar uma passadinha na minha nova fic "Universo Paralelo". Beijos e espero vocês lá: https://www.fanfiction.com.br/historia/231180/Universo_Paralelo
Notas finais
Mas uma fanfic concluída e acompanhada daquela dorzinha no coração. Foi perfeita enquanto durou.
Nós autores, a cada vez que terminamos uma fanfic, sentimos como se concluíssemos uma etapa. E cada etapa trazendo uma dose de experiencia e amadurecimento. Sabemos o que erramos e tentamos a todo custo não repetir o erro. Mas as vezes acontece.
Toda fanfic que eu faço, tento buscar uma lição nela. Fanfics vagas é o que mais há nesse mundo e eu não quero que as minhas sejam assim. NLDD pode ter sido uma fanfic de comédia, mas também levou a uma lição.
Desistir do que queremos, do que acreditamos, nos leva ao fracasso. Isso é certo. A maioria das minhas leitoras estão nas faixa dos 16 anos. Época de vestibular e de escolha de profissão. Escolha o que vocês quiserem e não dê ouvidos a ninguém. A vida é sua e faça dela o que quiser. Não interessa se seus pais querem que você faça Direito, Medicina ou o diabo a quatro. O que você realmente quer? Quer estudar Física, estude. Quer ser músico? Seja. QUER SER GARI? Seja gari. Seguir o que você quer e correr atrás da sua escolha lhe trará um futuro feliz e saudável. O Edward deixou de ser feliz por dois anos até tomar vergonha na cara e ir atrás do que queria. E você? Prefere fazer o que seu pais lhe impoem e viver uma vida infeliz, ou correr atrás de seu sonho?
Uau! Sou um sucesso como livro de auto-ajuda! kkkkkkkkkk
Beijos fofas e espero que nunca se esqueçam de mim e dessa fanfic. Beijos e quero ver você lá em Universo Paralelo em?
https://www.fanfiction.com.br/historia/231180/Universo_Paralelo
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