Notas iniciais
Lindonaaaaaaaaaaaas, preparadas para mais um capítulo de montanha russa? HAHAHAHA Esse casal veio bem mais ousado do que na primeira temporada hein?! Preparem-se! HAHA Eu curti escrever esse capítulo, acho que está bem Brutinha, só um pouco mais amadurecido, espero que gostem, COMENTEM HEIN, se não acho que ninguém ta gostando poxa :/

Bruno: Como é que é a história Maria de Fátima? – ele estava parado na porta do quarto com o olhar sério penetrado nela.

Fat: Oi amor, está aí há muito tempo? – ela trocou um olhar com Lia e depois encarou o marido com um sorriso nervoso. Ela sabia que ele tinha ouvido e sabia o que vinha agora.

Bruno: Tempo suficiente para ouvir você falar de um garoto e nem adianta mudar de assunto. – ele continuava com o olhar sério penetrado nela.

Fat: Não estou mudando de assunto, não sou mulher disso, você deveria saber – sorri sem mostrar os dentes. Alice começou a ficar agitada em seu colo, olhando atentamente para onde a voz do pai vinha. – Estava falando de um garoto sim, um veterano da minha faculdade, por quê? Estou proibida de olhar e falar de outros garotos?

Bruno: Proibida você não está de nada, vai da sua consciência isso, se quer faltar o respeito com seu marido, falte. – respira fundo soltando todo o ar que havia prendido.

Fat: Você não é meu marido e eu não fiz nada de demais para estar faltando ao respeito ou não. Apenas olhei e conversei com o garoto. – Alice começou a fazer cara de choro e ficou mais agitada.

Lia: Ei, ei, ei, vamos acalmar os ânimos né? – levantou balançando Gustavo tentando fazer com que a testa franzida dele se desmanchasse. O garoto acordou logo que ouviu a voz do pai. — Boa Noite Bruno – olha para ele e só então ele percebe que a menina estava ali.

Bruno: Oi Lia, desculpa, não te vi ai – sorri para ela sem muita vontade. Já estava irritado, nada mudaria isso nele. – E o que você falou vai ficar bem guardado aqui – aponta para cabeça — conversaremos mais tarde – encarou a loira saindo do quarto e na mesma hora Alice começou a chorar.

Ao ouvir a filha chorar, Bruno chutou o ar e voltou para pegá-la. Ele se aproximou de Fatinha para pegar a filha e a loira virou de costas para ele impedindo o ato.

Fat: Eu acalmo ela, pode deixar, vá você esfriar a cabeça. Discussão desnecessária. –revira os olhos.

Porém Alice continuou a chorar e Gustavo começou a ensaiar uma cara de choro, então Lia olhou séria para amiga.

Lia: Fat deixa ele pegar a Alice, tá na cara que ela quer ele. – a loira segurou as lágrimas e entregou a filha ao moreno, saindo em seguida do quarto.

Assim que Bruno pegou a menina no colo e começou a conversar com ela num tom de voz calmo, sereno e meio com voz de neném, ela se acalmou e ficou observando o pai atento. Com uma mãozinha segurando firme o dedo enorme do pai.

Bruno: Papai te ama tanto princesinha, você é tão pequena, mas ocupa um espaço tão grande no coração desse pai aqui – sorri dando um cheiro na filha que sorri abertamente para ele. Bruno se derretia a cada sorriso daquele.

Fatinha passou pela porta do quarto e viu essa cena. Ela sabia que o moreno tinha ficado irritado e não tirava a razão dele, ela no lugar ficaria muito mais brava que ele. E para completar ela ainda tinha tocado em sua ferida falando que eles não eram casados. Ela estava decidida, ia pedir perdão a ele.

Ela desceu as escadas indo esquentar a comida dos dois. Após alguns minutos, Lia e Bruno desceram as escadas conversando e rindo. Lia foi logo se despedindo e negando o convite da loira de jantar lá, ela sabia que o casal precisava conversar. Ao mesmo tempo em que ela queria falar com o moreno e resolver tudo, ela estava receosa que virasse uma briga muito maior. Sabia o temperamento dele e dela, e como ele se transformava quando tinha ciúmes.

Eles jantaram em silencio, subiram em silencio, ela foi tomar banho e ele ficou vendo televisão, sem trocarem uma palavra. Quando ele foi tomar banho, ela se preparou psicologicamente para falar com ele assim que o visse saindo daquele banheiro. Ela sentou na ponta da cama. Assim que ele saiu do banheiro enrolado na toalha com o peitoral de fora, ela arfou se perdendo em seus pensamentos e sendo tomada por um branco no cérebro, não sabia mais o que falar, como falar, nada.

Ele voltou para o banheiro, colocou uma calça de moletom cinza e saiu do banheiro indo deitar. Antes que ele pudesse alcançar a cama, ela levantou e ficou na frente dele.

Bruno: Eu quero dormir Fatinha, estou cansado. – tentou passar por ela, mas ela o impediu. Ele respirou fundo. – O que você quer? A briga de mais cedo não foi suficiente? – falou em um tom ríspido sem olhá-la.

Fat: Você vai ficar me tratando assim? – ele não respondeu. – Bruno, olha pra mim – ela pediu e nada, ele continuava a olhar pra baixo. – Bruno, por favor. – ele levantou a cabeça a encarando sério.

Bruno: Se você não vai me deixar dormir aqui, então vou para o quarto de hóspedes, boa noite. – ele ia saindo do quarto, mas ela foi mais rápida e segurou o braço dele o parando. Sem dizer nada ela segurou seu rosto e o beijou.

De inicio ele resistiu, não cedendo ao beijo dela, então ela passou a unha de leve pelo peitoral dele e ele deu espaço para que suas línguas se encontrassem e bailassem em um ritmo perfeito. As mãos dele que estavam paradas ao lado do corpo foram parar na cintura dela apertando de leve. Ela continuou arranhando o peitoral dele, depois passou para as costas e depois para a nuca , ele se arrepiou. Ele colocou a mão no cabelo dela puxando a mais pra si, como se pudessem virar um só. Pegou ela pelas pernas e colocou sentada na cômoda que estava mais próxima deles. Ela entrelaçou as pernas na cintura do moreno e ele começou a descer os beijos pelo pescoço dela apertando sua coxa de leve. A loira soltou um suspiro seguido de um gemido baixo. Ele voltou a beija-la e parou bruscamente como se estivesse voltando a si e a encarou.

Bruno: O que está acontecendo aqui não vai te fazer se livrar de uma conversa e de uma cara feia minha ao longo da semana.

Fat: Eu sei disso meu amor – ela disse sem alterar a voz, passando as mãos pelo rosto dele – Me desculpa, eu fui uma idiota, você é meu marido no coração, na alma, você esta cravado em mim, não sai nunca mais. E veterano nenhum te tira esse lugar. Você é meu amante, meu amor, meu amigo, meu parceiro, meu tudo. Eu te amo – ela sorriu para ele e ele só pode retribuir.

Bruno não disse nada, apenas a pegou no colo a levando para cama a deitando. Ele deitou sobre ela beijando seus lábios, seu pescoço, seu colo, subiu as mãos pela perna dela dando leves apertos e aproveitando para tirar a camisola que ela vestia. Ela desceu suas mãos pelo peitoral dele tirando a calça de moletom, em menos de segundos suas peças íntimas foram parar no mesmo lugar das outras peças, no chão. Bruno esticou a mão para pegar o preservativo no criado mudo, colocou, beijou os lábios de Fatinha que já estava totalmente entregue, olhou nos olhos dela e sussurrou.

Bruno: Eu te amo, você é a mulher da minha vida.

Ela o puxou beijando-o com desejo, com fogo, e eles fizeram amor, se uniram formando um só. O ritmo deles era perfeito, eles se completavam, se moldavam um ao outro, e como sempre, em sintonia, chegaram juntos ao ápice do prazer.

Bruno deitou ao lado dela a puxando para que ela deitasse a cabeça em seu peito. Ele acariciou os cabelos dela. Ela o olhou.

Fat: Quem disse que o melhor da briga é a reconciliação estava super certo, nossa – sorri pra ele lhe dando um selinho.

Bruno: Ô se tava! Mas não pense que vou me satisfazer com apenas uma noite não ok? São quarenta dias sem comparecimento, se prepare para muito amor – ele deu um selinho nela e mordeu seu queixo de leve.

Fat: Seu tarado, aproveite que as crianças estão permitindo isso.

Bruno: Acho que eles sabem que brigamos e precisávamos nos reconciliar – sorri pra ela.

Quando ela ia responder, os bebes começaram a chorar. Afinal, eles tinham dado tempo suficiente para a safadeza dos pais né.

Fat: Eu vou lá – levanta e coloca sua camisola que estava no chão.

Bruno: Claro né, eu não tenho peitos pra isso – ela taca uma almofada nele que sorri divertido e levanta colocando a calça indo atrás dela.

E a noite foi assim, de muito amor, a loira amamentava os filhos sentada em uma poltrona e Bruno acariciava os cabelos dela e cantarolava uma música de ninar, inventada por ele, sentado em um pufe ao seu lado.

A semana passou normal, Fatinha tinha começado as aulas na quarta-feira, tinha participado do trote e o tal veterano estava lá. Apesar de estar receosa de ser excluída dos eventos da turma por já ser quase casada e ter dois filhos, ela contou a todos sua situação. E todos reagiram bem, algumas meninas da sua faculdade também já tinham filhos, só não eram quase casadas. E por ela ser super alto astral, simpática e linda, a loira conquistava a todos fácil, que até esqueciam que ela já era madura por obrigação da vida. Bruno foi busca-la sábado na faculdade, é ela estudava sábado, pois se não se formaria só em 10 anos devido a poucas matérias feitas durante a semana. As amigas da loira babaram por seu moreno e claro que ela não gostou e fechou a cara.

Fat: Você está proibido de vir me buscar ok? – falou colocando o cinto de segurança do carro e cruzando os braços.

Bruno: Estou adorando isso, é bom para você ver como é maravilhoso ter ciúmes – ele deu um sorrisinho saindo com o carro.

Fat: Acho que alguém quer dormir no quarto de hóspedes hoje né?

Bruno: Nem vou poder, dona Miranda está lá em casa, esqueceu? Acho que vou ter que dormir na casa de uma das suas amigas ai da faculdade. Peraí que vou parar o carro e vou ali rapidinho perguntar se posso – ele foi diminuindo a velocidade e descendo o vídeo. A loira arregalou os olhos e deu um tapa no ombro dele. Ele fez cara de dor e riu.

Fat: Para de provocar e vamos logo seu idiota. Você vai dormir bem colado comigo, pode parar de assanhamento – ele riu e ela segurou o sorriso que queria brotar ali.

Ao chegarem em casa encontraram Lavinia sentada no sofá da sala com Alice no colo, a menina sempre ficava imóvel quando botavam os nenéns no colo dela. Miranda estava ao lado segurando a cabecinha de Alice e Gustavo estava no carrinho observando tudo. Max estava no chão olhando atentamente aquele bolo cor de rosa no colo de Lavinia sem entender muito bem o que era.

Fat: Cadê os filhotes mais lindos da mamãe? — fala com voz de neném e Max sai correndo em direção a ela. Ela olha o cachorro e brinca com ele. – Vice também e filhote da mamãe peludo – brinca um pouco com ele e vai lavar a mão para pegar os filhos que estavam na fase de dar gritos como se estivessem tentando falar.

Fatinha pegou Gustavo no colo e o menino começou a sacudir as mãos e as perninhas soltando seus gritinhos como se quisesse falar.

Fat: Ai que neném agitado, ai mamãe do céu – ele começou a sorrir com suas covinhas aparecendo e Lavinia que via a cena começou a gargalhar. Sempre que eles sorriam a menina ria junto. – Olha a tia babona filho, fala com a tia fala. – ela colocou o menino um pouco sentado para que ele pudesse ver a menina.

Lala: Oi principezinho da tia, você pode crescer logo pra gente brincar? – fala com voz de neném sorrindo sem alguns dentes. O neném começou a sorrir e a fazer esforço como se quisesse responde-la. – Não entendo a língua deles, por que eles não falam direito? – faz bico e a loira sorri.

Fat: Ninguém entende meu amor, eles são muito pequeninos ainda, e cadê o beijo da irmã? – Lavinia agarra o pescoço da irmã e dá um beijo estalado nela.

Bruno: E eu não ganho não? – Alice que estava quase cochilando no colo do pai, franziu a testa pra ele ao ouvir sua voz. Ele olhou pra menina e começou a falar com voz de neném – É a outra princesa do papai filhota, é a tia Lala, é sim – cheia a filha que solta um som parecido com um riso.

Lavinia da um beijo em Bruno e aproveita pra brincar com Alice.

Lala: Eu que ajudei a escolher as roupas deles – pisca o olho pra Bruno e Fatinha que riem do gesto dela.

Miranda: É verdade, ela montou o look todo, inclusive os sapatinhos que já estão no chão porque os danados são tão agitados que tiram tudo – ri e se levanta dando beijo na testa dos netos e bisnetos, indo para cozinha fazer o almoço.

Lala: Quando eu crescer quero fazer Moda, vou criar uma linha de roupas de bebe baseadas nos meus sobrinhos – sorri e Fatinha se emociona ao ver que o amor da irmã pelos seus filhos era tão grande quanto o dela pela menina.

Eles continuam conversando e rindo das pérolas de Lavinia, até soar o alarme da amamentação. A loira subiu para amamenta-los, Gustavo era o mais escandaloso, berrava de fome. Brunos subiu atrás para ajuda-la. Depois que os bebes dormiram, eles desceram para almoçar e eles passaram a tarde juntos vendo filme, inclusive dona Miranda e Lavinia.

A noite as duas foram embora e os papais foram comer alguma coisa, namoraram um pouquinho sem muitas carícias ousadas, pois estavam cansados. Ela adormeceu recebendo carinho no cabelo e Bruno adormeceu ouvindo a respiração suave e sentindo o corpo quente da loira aconchegado ao seu. Havia muito amor ali, isso era inegável.

Notas finais
Espero que vocês tenham gostado, não deixem de comentar, por favor. Me sinto abandonada sem comentários, é como se ninguém estivesse lendo/gostando ))): Beijooos, até o próximo