Notas iniciais
passei todo o fim de semana lendo um livro e me esqueci de tudo ahuahuahua
mais um cap, não tá lá essas coias.

Passamos duas semanas inteiras em uma casinha no fim do mundo no Canadá. Fazia frio e passávamos praticamente todos os dias na cama. Sasuke praticamente não saiu de cima de mim. Saímos poucas vezes na pequena cidade. Voltamos para casa, eu agora estava acostumada com ele.

...

Tinha conversado com sasuke e decidimos quer dizer ele decidiu que eu iria para uma faculdade no japão, ele era muito controlardor, fazia questão de que o motorista me levasse e buscasse todos os dias. Eu tinha começado e estava no primeiro semestre de administração. Estava em casa lendo um livro quando meu telefone toca.

- Alô.

- sakura. Posso ir pra sua casa? – era Hinata e ela estava com voz de choro.

- o que aconteceu hina?

- meu pai.

- o que aconteceu com ele?

- não. Meu pai entregou minha mão em casamento para alguém.

- o que? – eu estava chocada. Em que século estamos? Primeiro comigo e agora Hinata. Nesse instante sasuke entra na sala.

- sakura, estou saindo. Volto as 7h, esteja pronta pois vamos sair para jantar.

- Hina, um segundo. – e olhei para ele. – ok sasuke. Mais não poderei sair com você hoje. – ele me olha intrigado.

- e por quê? Tem planos para hoje a noite?

- sim. – ele fez cara feia. Aquele olhar me intimidava. – Hinata está vindo pra cá e tenho que preparar um quarto pra ela. Estou com ela no telefone, além do mais tenho uma consulta marcada para as 5h acho que não estarei aqui às sete.

- você está doente? Porque não me disse nada?

- não estou doente sasuke. Conversei com a ino e ela me disse para ir.

- que medico?

- sasuke, não quero falar disso com você.

- e porque não?

- é muito constrangedor.

-tudo bem. Já entendi. – fala disso era muito vergonhoso.

– é só uma consulta de rotina. Agora vá depois conversamos. — ele saiu. – pronto hina, desculpe, pode continuar.

- sem problema sakura. Então, ele veio aqui pedir minha mão, disse que gostou de mim.

- isso é um absurdo.

- aconteceu o mesmo com você.

- por isso mesmo. Sei como está se sentindo Hina. Vem pra cá e agente conversa aí você me conta tudo.

- ok. Beijos.

- hina? Seu pai vai permitir que você viaje até minha casa no japão?

- não sei. Mais já tenho 19 anos. Até mais. – e desligou. Coitada da minha amiga. Eu tive sorte de acabar gostando do sasuke mais ela? Me imaginei numa vida sem amor com um homem que não gosto. A noite conversei com o sasuke.

- quando você disse que sua amiga viria pensei que era hoje.

- não ela chega amanhã.

- poderíamos ter saído hoje. – ele estava emburrado.

- quer sair agora?

- não. Quero outra coisa. – no menos minuto ele estava em cima de mim distribuindo beijos pelo meu pescoço. – o que sua amiga tinha? – ele disse ocasionalmente.

- acredita que aquele seu amigo a pediu em casamento.

- o naruto?

- sim. Você acredita que ele pediu a mão da Hinata em casamento. – ele parecia não se importar muito. Continuava a distribuir beijos pelo meu corpo.

- sim, eu sabia.

- o que?

- sakura ele é meu amigo. Ele me contou.

- e você o apoiou nisso?

- sim. Não sou hipócrita. Fiz a mesma coisa com você. Eu a quis e agora você é minha. – eu o empurrei.

- você fala como se eu fosse uma coisa.

- você sabe que não é isso.

- isso é bizarro, apesar de não estarmos mais no século XIX isso parece ser comum.

- sim sakura, isso é muito comum. Não se preocupe, pelo que o idiota do Naruto me disse ele gosta de sua amiga.

- gosta? Mais ele mal a conhece.

- claro que conhece. Os uzumakis e hyugas se conhecem do mundo dos negócios.

- ainda assim. Isso não me parece certo.

- você não entende o desejo de um homem. Somos capazes de tudo pra conseguir o que queremos. Agora vamos parar de conversar porque quero amar você. – fiquei vermelha. Ele voltou a beijar meu pescoço.

- espera.

- o que? – ele estava ficando nervoso.

- preciso tomar meu remédio. É rapidinho.

- que remédio? O que você tem ?

- nada. É só uma pulula. – me levantei e mexi na bolsa. Antes que eu percebesse ele estava ao meu lado. Pegou a cartela de minha mão e a atirou longe.

- você não vai tomar isso. Você devia ter me consultado.

- consultado? Porque?

- porque somos um casal sakura. Você não pode tomar decisões sem me consultar.

- mais eu preciso me prevenir.

- vamos deixar a natureza cuidar disso. Se for pra você ter um filho meu você terá.

- não posso ter filhos agora.

- porque não? Não quer ter filhos comigo?

- sasuke, eu sou nova e acabei de entrar na faculdade um filho agora estragaria tudo.

- é assim que pensa?

- sim. Além do mais acabamos de nos casar, quero curtir você. – ele estava com raiva.

- você não tomará isso.

- você não pode decidi isso por mim. Não pode me forçar a ter um filho.

- jamais faria isso sakura. – ele me pareceu triste. – uma criança é uma benção sakura. – disse isso e foi para a porta do quarto. – da forma que você fala parece uma maldição. – e saiu. Não o vi mais.

Acordei cedo e sasuke já tinha ido para o trabalho. Eu faltei a faculdade para poder buscar hinata. As 11h eu fui busca-la no aeroporto. As 12 estavamos em minha casa. Ela estava nervosa e só tinha trazido uma mochila nas costas.

- hina, me conte tudo.

- então, ele também é do japão e é amigo do sasuke.

- serio? Qual o nome dele?

- lembra-se do loiro que estava no seu casamento? Pois é, é ele.

- ele é amigo de infância do sasuke. Eu vi você dois conversando. Pensei at´que você tinha gostado dele.

- sim, eu o conhecia mais nunca tivemos contato. Os uzumakis são famosos, têm grandes negócios pelo mundo. Eu tive contato com ele no seu casamento, o conheci e até achei ele um cara legal mais casar. Ele é loco, eu mal o conheço e ainda é mais velho que eu. Ele foi à minha casa e conversou com meu pai.

- e por que ele aceitou isso hina?

- casamento arranjado ainda é muito comum entre as famílias com grandes empresas. É uma forma de fundi negócios.

- e o que você vai fazer?

- não sei. Posso ficar aqui?

- mais é claro! Mais você trousse pouca roupa.

- eu fugi.

- meu Deus Hina.

- eu sei. Nem eu estou acreditando nisso. Nunca pensei que eu teria coragem para isso.

- você pode ficar aqui pelo tempo que quiser.

- obrigada, mais e o sasuke?

- o que tem ele?

- ele não vai se importar?

- acho que não, mais quem se importa com ele?! – minha voz saiu carregada de raiva.

- o que ouve? Vocês brigaram?

- sim. Ele é um idiota.

- o que ele fez?

- acredita que ele brigou comigo porque estou tomando pílula? Isso é ridículo.

- não sakura. Você não entende.

- não entendo o que? Por um acaso você concorda com ele? Acha que eu devo ter um filho agora?

- não. Mais entenda. Sasuke perdeu toda a família muito cedo. Ele sempre foi um homem solitário. Quando você disse não querer filhos, você negou a ele a chance de ter uma família. Ele deve ter ficado magoado com você. – droga. Agora eu estava me sentindo mal. E o pior era que ela tinha razão.

- mais o que eu podia fazer hinata?

- sinceramente eu não sei. Converse com ele.

- agora me sinto culpada. Droga.

- não se sinta. Vocês vão se entender. – eu não estou preparada para isso.

- tudo bem. Agora vamos a você.

- não quero pensar nisso. Podemos só curtir enquanto estou aqui?

- claro. – e a abracei. – senti sua falta.

- eu também. – Passamos à tarde de bobeira e esquecemos de tudo.

Notas finais
problemas... é disso que o povo gosta kkkkkkkk
bjs até a próxima.