Notas iniciais
Mais um cap, quero muitos comentários huahuahauhua
até a próxima.

Abri os olhos e olhei para a pessoa que tinha me segurado de uma queda feia. Não pude acreditar quando vi quem era.

- você está bem?

- sim obrigada. — tratei rapidamente de sair dos braços de orochimaru que me segurou.

- o que houve?

- não sei, estava bem e senti uma forte tontura.

- entendo... – ele era estranho.

- vou entrar, com licença. – ele me deu espaço e passei por ele sem olhar para trás. Meu pai estava sentado no sofá, conversava com kuneiai e kabuto entrei e os interrompi.

- pai, eu estou indo.

- mais já?

- sim, amanhã trabalho cedo. Vou acompanhar minha chefe a uma reunião.

- tudo bem, você tem como ir?

- ligarei para um taxi.

- eu a levarei em casa. – orochimaru surge do nada.

- não precisa se incomodar. – eu queria dispensá-lo.

- não será incomodo algum. Em que hotel esta?

- já disse que não precisa.

- filha, deixe que ele te leve, não quero que vá sozinha e orochimaru é um bom homem ficarei mais tranquilo sabendo que não está só. – droga, o que eu poderia dizer.

- tudo bem. – é só uma carona eu pensei.

- ótimo. – orochimaru disse. – Kabuto chame o motorista. – e kabuto pegou o telefone e ligou para alguém.

...

Entrei na limusine, ficamos só nós dois atrás, kabuto foi na frente com o motorista. Estranho.

- não precisa ficar nervosa, eu não mordo. – disse orochimaru.

- espero que não. – disse baixo, mais tive certeza que ele ouviu pois deu um sorriso malicioso. Ficamos em silencio por um tempo até que ele resolve quebra-lo.

- chegamos. – eu não tinha percebido que o carro parou. – o motorista abriu a porta para mim e eu rapidamente sai. Orochumaru saiu atrás.

- obrigada senhor.

- não precisa ser formal, pode me chamar pelo nome.

- me desculpe, mas prefiro assim.

- porque? O sasuke controlador não deixa? — como ele sabia que o sasuke era controlado?

- de onde o conhece?

- namorei a mãe dele. – antes que eu pudesse dizer algo ele segura meu mão e a beija. Foi repentino e me causou arrepios. – é uma pena que já pertença a outro. – corei. Ele sorriu ao perceber. Puxei minha mão da dele e disse.

- preciso ir, obrigada pela carona. – dei as costas e sair praticamente correndo de lá e entrei no hotel. O que foi aquilo? Rezei para que nunca mais visse aquele homem novamente.

Entrei no quarto e tenten estava ao telefone com alguém. Ela olhou pra mim e depois foi para o banheiro. Sentei na cama pensando no que tinha acabado de acontecer, aquele homem me dava medo. algum tempo depois tenten retorna me tirando de meus devaneios.

- nossa sakura você demorou. – nesse momento olho para o relógio e vejo que eram meia noite e cinco. – o sasuke ligou para o quarto. Ele disse que estava tentando falar com você mais só dava caixa. Ele disse pra você ligar assim que chegasse. – procurei meu telefone em minha bolsa mais eu não o encontrava. Eu o havia perdido, e só podia ser em um lugar. No carro. No carro do homem que me causava arrepios.

- obrigada, vou ligar pra ele.

- como foi com seu pai?

- foi bem, o jantar foi tranquilo exceto por uma coisa.

- que coisa.

- o sócio do meu pai. Um cara estranho.

- qual o nome dele?

- orochimaru.

- ele é mesmo de dar medo.

- e você o conhece?

- sim. Ele é japonês. Neji já me falou sobre ele. Ele não é boa coisa.

- entendo. – nesse momento o telefone do quarto tocou.

- quem será uma hora dessa. – tenten disse.

- pode deixa que eu atendo. – eu já suspeitava quem poderia ser. – alô.

- onde diabos você se meteu? Estou te ligando a horas e só da caixa.

- perdi meu celular.

- você quer me matar de preocupação. Se continuar assim nunca mais deixo você viajar sozinha denovo.

- você não deixa? Está louco ou o que? Você não manda em mim.

- claro que mando.

- olha sasuke não quero discutir isso com você agora, já está tarde, eu perdi meu celular e amanhã acordo cedo. já estou no hotel, pode dormir em paz agora. Tchau.

- durma bem sakura. – droga, eu odiava brigar com ele. Nessa noite tive dificuldade para dormir.

...

Estava me arrumando para sair com tenten para um de seus compromissos quando o telefone do quarto toca. Como tenten ainda estava no banheiro eu atendi.

- Alô.

- bom dia bela sakura. – era ele.

- bom dia senhor orochimaru.

- vejo que reconheceu minha voz.

- e você a minha.

- reconheceria sua voz em qualquer lugar.

- não quero ser grosseira mais porque está me ligando a essa hora? E o que mais me preocupa como soube o numero do quarto em que estou?

- não me ofende menina. Estou te ligando pois tenho algo que lhe pertence. E como soube o quarto onde está, isso é um segredinho meu.

- e o que você tem que me pertence?

- não deu por falta de nada? – droga meu celular.

- meu celular.

- isso. O encontrei no meu carro e supus que você o quer de volta.

- sim eu quero. Onde posso pega-lo? Ou se preferir pode deixar na casa do meu pai que eu pego depois.

- pensei em algo melhor.

- em que pensou?

- que tal você almoçar comigo e então te devolvo o celular.

- desculpe senhor mais não posso.

- não pode ou não quer? – ele era insistente.

- um pouco dos dois.

- entendo. Se fosse minha também não gostaria que saísse com outro.

- que bom que entende.

- então como faço para lhe entregar o celular.

- faça como eu disse. Deixe na casa do meu pai que na hora do almoço eu pego.

- tudo bem.

- obrigada. – e desligamos.

...

A reunião se estendeu por horas, aquilo era muito chato olhei para tenten e ela também estava com uma cara de quem estava odiando estar ali. Eu só precisava aguentar mais um dia, pois no dia seguinte voltaríamos para casa. Ao meio dia ela me dispensou e pude ir à casa do meu pai. Ao entrar na casa do meu pai tenho uma surpresa ao me deparar com Orochimaru rindo para mim. Ele veio até mim e me cumprimentou, segurou minha mão e a beijou.

- onde está meu pai?

- ainda está trabalhando, kurenai me deixou entrar.

- e aonde esta kurenai?

- provavelmente no quarto se arrumando. – ele sorriu. – estamos só nós dois aqui.

- pode me dar meu celular?

- há claro, desculpe. Ele colocou a mão no bolso e de la tirou meu celular me entregando em seguida.

- obrigada.

- não há de que bela sakura. – eu nunca esperarei pelo que ele fosse fazer. Ele segurou meu pulso com forçar.

- hei, me solta. Você é louco?

- não querida. Só quero provar você.

- o que?

- quero saber que gosto tem seus lábios.

- NÃO. – eu gritei. Mais era tarde demais, ele segurou meu rosto e selou nossos lábios com força. Eu fiquei com muita raiva, o empurrei e dei um forte tapa em seu rosto. – NUNCA MAIS TOQUE EM MIM!! – eu gritei. Minha respiração falhou, minha cabeça doeu muito e tudo ficou escuro.

Notas finais
Fiquem com raiva, muita raiva. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk