Notas iniciais
Mais um cap, quero muito comentário. Não estou respondendo mais leio todos. Esse fim de semestre está me matando, mais só mais uma semana e acaba o/o/

Estava saindo para ir à casa do meu pai quando meu telefone toca.

- alô.

- sinto sua falta. – era sasuke.

- e eu a sua. – Ele parecia uma criança.

- onde você está agora?

- saindo.

- para??...

- vou visitar meu pai?

- SAKURA. Eu disse para você não ir la sozinha.

- sasuke para de se preocupar, não acontecerá nada. Onde você esta agora?

- Londres. Vim resolver algumas coisas de uma filial.

- quando você volta para casa?

- amanhã. – alguém bate na porta: ‘’senhora seu taxi chegou.’’ O funcionário do hotel veio me avisar.

- sasuke, preciso desligar meu tai chegou.

- tudo bem, tome cuidado. Quando estiver de volta me liga.

- tudo bem. Mais será muito tarde em Londres por causa do fuso horário.

- não importa. Quero que me ligue.

- ok senhor mandão. Tchau. Amo você. – e desliguei.

...

O taxi me deixou no portão da casa que há algum tempo atrás eu chamei de minha. Era estranho, nostálgico e um pouco perturbador. Passei pelos portões e entrei em casa. Papai estava na sala conversando com kurenai, havia mais dois homens que estavam de costas para mim, não pude saber quem eram. Meu pai ao me ver abriu um sorriso, veio até mim e me abraçou.

- minha menina, que saudade.

- também senti sua falta pai. – ele me soltou do abraço e me olhou da cabeça aos pés.

- você cresceu. E como está linda.

- sou a mesma pai.

- aquele Uchiha está cuidando bem de você?

- está. – ele segurou minha mão e me levou para onde estavam os outros dois convidados.

- venha quero que conheça meu sócio. – eu não queria conhecer ninguém, pensei que passaria um tempo só com meu pai. Me aproximei dele. Era um homem estranho, tinha a pela muito branca, cabelos lisos negros e longos, possuía um sorriso malicioso. Ele me causava arrepios. O outro que estava com ele era mais jovem, devia ter a idade do meu esposo não sei, tinha cabelos prateado e usava óculos. Meu pai nos apresentou – filha este é meu sócio o Senhor orochimaru e este jovem é seu assessor Kabuto. – orochimaru segurou minha mão e a beijou.

- Es mais bela do que pensei. – fiquei sem graça com esse comentário. Ele sorriu percebendo que me deixou sem graça. kabuto apenas me deu um aperto de mão. – sasuke é um homem de sorte por ter uma mulher tão bela. – ele o chamou pelo primeiro nome, deduzi que ele o conhecia.

- conhece meu marido senhor?

- e quem não conhece? Sasuke é muito conhecido no mundo dos negócios. Assim como o pai dele era. – nesse momento kurenai entra na sala e pela primeira vez eu fiquei aliviada pela presença dela.

- senhores o jantar estar servido. – ela anunciou, então olhou para mim. – sakura queria que bom te ver. – veio até mim e me abraçou. – senti tanto a sua falta. – tive vontade de joga-la no chão mais me controlei. Sentamos a mesa e o tal do orochimaru não tirava os olhos de mim, era constrangedor. Fora isso o jantar foi tranquilo, meu pai me contou de como a empresa dele cresceu depois que formou sociedade com o senhor orochimaru.

Após o jantar voltamos para a sala, todos nos sentamos para conversar uma típica noite em família. Contei a meu pai que estava fazendo faculdade e que trabalhava numa empresa de arquitetura.

- para qual empresa trabalha senhorita sakura.

- senhora. Sou uma mulher casada senhor. – fiz questão de lembrar isso a ele.

- desculpe meu esquecimento senhora. Não me esquecerei mais deste pequeno detalhe. – pequeno detalhe o que ele quis dizer com isso. Não quis perguntar.

– trabalho para a senhora mitsashi arquitetura.

- haaa trabalha para a senhora Hyuga. – foi uma afirmação.

- sim. O senhor a conhece?

- sim. Esse mundo dos negócios é pequeno sakura. – ele me chamou pelo primeiro nome. Nesse momento meu celular toca. Olhei para o visor, era o sasuke.

- com licença. – e sai, fui para a varanda atender ao telefone. Antes que eu dissesse alguma coisa sasuke já foi falando.

- por que não me ligou. Eu mandei que me ligasse.

- por que ainda não cheguei no hotel.

- você ainda está na casa do seu pai?

- sim. – olhei no relógio e vi que eram 23:30.

- vai ficar mais quanto tempo.

- não sei sasuke. Pare de ser paranoico.

- não sou paranoico, só me preocupo com você.

- ok.

- como foi com seu pai?

- bem, apensar de não termos conversado muito.

- e porque não?

- ele tinha convidados.

- no plural?

- sim. Seu sócio e o assistente dele. – sasuke ficou mudo por alguns instantes. – sasuke? ... ainda está ai?

- sakura, quero que fique longe deste homem entendeu? E isto não é um pedido.

- porque?

- apenas me obedeça. Entendeu?

- não sasuke, você não pode querer me dar ordens sem motivos.

- não é sem motivos sakura. Eu já te disse uma vez que ele não é boa coisa. Me prometa que ficará longe dele. – agora foi minha vez de ficar muda. – sakura?

- estou aqui.

- então me prometa.

- não gosto quando age como um louco.

- por favor.

- ok, se isso te dará um pouco de paz.

- ótimo. Quando volta para o hotel?

- daqui a pouco.

- quando chegar me liga. E isto não é um pedido.

- pare com isso. Se continuar com sua paranoia eu não vou ligar.

- não sou paranoico.

- ok senhor louco, eu ligo pra você quando estiver no hotel.

- obrigada.

- agora vou desligar. Eu te amo mesmo você sendo um maluco.

- eu também te amo sakura e sinto sua falta. Volte logo, quero fazer amor com você. – mesmo eu não estando perto dele ele tinha o poder de me fazer corar. – você fica linda quando está com vergonha.

- e como sabe que estou com vergonha?

- porque te conheço bem, sei que está vermelha. Gosto de te deixar assim.

- ok senhor convencido.

- diga que me pertence. – se é que era possível fiquei ainda mais vermelha.

- não vou dizer isso aqui.

- e porque não?

- porque alguém pode ouvir.

- e qual o problema?

- isso me deixa com vergonha.

- tem vergonha de ser minha?

- não sasuke. Não tenho vergonha.

- então diga. Quero ouvir.

- sou sua.

- não sabe o quanto me faz bem ouvir isso.

- logo estarei de volta.

- vou te esperar ansiosamente.

- agora vou desligar.

- ok. – desliguei. Fiquei alguns minutos parada na varanda observando o jardim. Nada tinha mudado, era tudo como eu me lembrava antes. Ia voltar para dentro de casa quando senti uma forte tontura, me desequilibrei e senti que ia cair no chão. Fechei os olhos e Me preparei para o baque mais não aconteceu alguém me segurou nos braço. Abri os olhos e olhei para a pessoa que tinha me segurado de uma queda feia. Não pude acreditar quando vi quem era.

Notas finais
Fic chegando ao fim. Já estou pensando na próxima. Alguma sugestão? rsrsrsrs