No Limite Do Desejo
12 Capítulo 12
Notas iniciais
Eu estava irritado. Vim a essa cidade para fechar um negocio mais acabei encontrando com um antigo amigo do meu pai. Fiquei sabendo que esse amigo estava com dificuldades e por coincidência acabamos nos encontrado em um evento social. Ele me disse que estava procurando novos investidores para seu negocio. Eu não disse sim, mas ele me fez prometer que o encontraria para conversar.
Minha secretaria tinha esquecido-se de ligar para o Haruno marcando nossa reunião. Sempre fui um homem pratico acabei ligando eu mesmo, mas me arrependi no momento em que atenderam o telefone.
- sasuke querido, quanto tempo.
- como esta?
- estou bem.
- quero falar com o senhor Haruno.
- meu marido não está mais direi que telefonou.
- certo. Minha secretária ligará para ele, obrigada.
- espere. O que acha de me ver para conversarmos. E quem sabe relembrar os velhos tempos.
- não obrigada. – aquela mulher me irritava. – Não há nada de bom naquele tempo que precise ser lembrado. – não esperei que ela respondesse. Desliguei a telefone. Segundos depois meu celular toca. Era meu amigo Naruto.
- sasuke baka. Estou sabendo que esta na cidade. O que acha de sairmos hoje para beber e pegar garotas. – ter mulheres nunca foi problema pra mim. Mas todas são muito entediantes, fúteis, chatas e grudentas por isso nunca passavam de uma noite.
- que horas?
- as 7h.
- ok. Me passa o endereço que te encontro lá. – encontrei naruto num boate vip. Não precisei me identificar para o segurança e fui logo entrando. Acabei ficando com uma garota ou duas, nem me lembro. Voltei para a casa tarde. Eu tinha acabado de comprar aquela casa e ainda não havia muita coisa nela. Subi direto para o meu quarto. Foi quando a vi.
Uma linda garota deitada em minha cama. Me aproximei e vi que ela tinha cabelos rosas. Só me lembro de uma garota em toda minha vida que possuía cabelos dessa cor. Não resisti e acariciei seus cabelos... então ela acordou. Ela estava assustada. Pensou que eu fosse lhe fazer algum mal.
- quem é você e o que está fazendo na minha cama? – eu disse. Ela não respondeu. – se não me disser nada vou chamar a policia. Você invadiu minha casa e meu quarto. – eu estava nervoso. Encontrar uma estranha no meu quarto foi um susto pra mim.
– me... me desculpe. – ela disse. — Eu pensei que a casa ainda estava abandonada por isso entrei. Precisava de um lugar para passar a noite. Me desculpe já estou saindo de sua casa. – rapidamente ela se levantou, mais fui rápido e segurei seu braço. Ela me olhou e pareceu assustada. Os olhos dela me hipnotizavam. Eu nunca tinha sentido isso quando olhava para uma mulher.
– não vou machuca-la menina. Se quiser pode passar a noite aqui em um dos quartos. – tentei acalma-la.
– não obrigada já vou indo, meu pai deve estar preocupado comigo. – e foi. Saiu praticamente correndo. Eu não sabia quem ela era e nem sabia seu nome. Mais sabia que queria vê-la denovo. Não consegui dormir aquela noite pensando nos olhos dela. No outro dia veio o convite para ir ao jantar na casa dos Haruno. Eu não queria ir mais acabei indo assim mesmo, não sei porque. Quando cheguei, kenshi Haruno e kurenai me tratavam como se eu fosse um Deus. Aquilo estava me enojando. Estavamos conversando quando kenshi olhou para o lado e disse:
– sasuke, quero que conheça minha filha sakura. – olhei para onde ele estava olhando e ela estava lá. A garota que encontrei em minha cama. Peguei sua mão e a beijei. Agi como se nunca a tivesse visto antes. Ela estava linda, mais o vestido era vulgar demais para uma beleza delicada como a dela. Me peguei imaginando como seria despi-la. Repreendi-me mentalmente por isso. Desde quando eu ficava ansioso por uma mulher.
– muito prazer senhor uchiha.
– o prazer é todo meu menina. – ela tinha se tornado uma linda mulher.
– bom, vou deixa-los conversar em paz. – com essa desculpa ela saiu.
Não consegui prestar atenção em mais nada. Tudo que eu queria era poder conversar com ela. Leva-la pra cama como faço com todas as outras. Dei uma desculpa esfarrapada e sai da sala. Fui para a varanda e lá estava ela. As costas estavam nuas e eu tive vontade de toca-la mas me segurei. Eu não agia assim.
– finalmente consigo ficar a sós com você. – eu disse.
– o que quer? – ela foi rude. Nunca uma mulher tinha sido rude comigo antes.
– nada. Apenas o prazer da sua companhia. Ou vai ser rude com um convidado do seu pai? – vi que ela ficou se jeito.
– não. Jamais faria isso. – me aproximei e toquei seu ombro. Notei que pelo corpo dela tinha marcas roxas.
– você se machucou. – não foi uma pergunta.
– não foi nada. Sou muito descuidada. – ela puxou a echarpe para cobrir o ombro e se afastou, tive vontade de traze-la para perto. – porque agiu como se não me conhecesse?
– não foi melhor assim? Queria que eu dissesse para o seu pai que você estava em minha cama ontem? – ela ficou vermelha. Era muito jovem e pelo jeito inexperiente. Seria uma presa fácil para mim.
– é melhor eu voltar para a festa. – quando ela deu as costa a segurei pelo braço – me solta!
– tem uma coisa que quero fazer desde que te vi deitada em minha cama. – não esperei mais. Apenas selei nossos lábios. Explorei sua boca com luxuria, percebi que ela não tinha muita experiência e isso me deixou excitado. Parei. Não queria fazer nada ali. Queria saboreá-la aos poucos. Ela se aproveitou para me empurrar e sair correndo. A vi se afastar e dei um sorriso. Eu queria aquela mulher para mim e faria qualquer coisa para conseguir.
...
No dia seguinte procurei kenshi e fiz minha proposta.
- sasuke meu rapaz que bom vê-lo logo pela manhã.
- serei rápido, pois não tenho tempo.
- diga o que quer então?
- quero sua filha. – fui direto ao ponto.
- o que?
- quero me casar com ela. E já digo que só ajudei você se ela se casar comigo. – ela deu um sorriso e disse:
- não sabe o quando me deixa feliz por querer desposar minha filha. Se você a quer ela será sua. – ele nem pensou no assunto. Que tipo de pai entrega a filha assim para um homem com uma fama como a minha? Mais eu não me importei. Eu a queria e faria de tudo para tê-la. O fato dela ter me rejeitado só me fazia a querer mais.
- quantos anos ela tem?
- 17.
- bem, provavelmente uma garota de 17 anos não vai querer se casar com um homem como eu.
- dou minha palavra que ela casará. Quando será o casamento de você?
- ela ainda está na escola?
- sim. Mais se você quiser ela deixa a escola.
- não! Ela terminará a escola e depois nos casamos. Ela pensa em fazer faculdade?
- a partir do momento em que estiverem casados você decidirá isso. – aquele homem era nojento. Estaria fazendo um favor tirando a filha dele de lá. Conversamos por mais alguns minutos e fui embora, voltaria para o almoço e ele me disse que falaria com sakura. Passei o resto da manhã em uma reunião chata e as 12:30 cheguei a casa dos Haruno. Kenshi me recebeu. Estávamos sentados no sofá quando sakura entrou na sala. Kenshi saiu a sala nos deixando a sós. Ela estava tensa e evitava me olhar.
– não precisa ficar nervosa. Eu não mordo.
– o que você pretende com isso?
– não pretendo nada.
– então me libere. Isso é um absurdo, você só me viu uma vez.
– duas! Não se esqueça da noite em que a encontrei em minha cama.
– não sou apropriada para você. Senhor Uchiha, você é bonito pode ter a mulher que quiser. Então porque não me esquece? Tenho certeza que qualquer outra ficaria muito feliz em ser sua esposa. – então ela me achava bonito...
– eu não quero outra. Além do mas, todas são muito tediantes e grudentas, fazem de tudo pra me agradar e bajular. Isso me irrita.
– então é isso? Você quer um passatempo?
– de certa forma sim.
– maldito. Por isso que fez aquilo ontem?
– você não gostou?
– não!
– não foi o que me pareceu.
– então você não entende nada de mulheres.
– entendo muito mais do que pensa menina. E fiz aquilo ontem porque me deu vontade. – tive vontade de beija-la mais antes que pudesse fazer qualquer coisa fomos chamados para o almoço. Ela permaneceu calada o tempo todo. E quando o almoço terminou ela iria se retirar e eu disse:
– senhor e senhora Haruno devo me retirar agora pois tenho negócios a tratar. Sakura, gostaria que me acompanhasse hoje a noite a um jantar.
– desculpe senhor uchiha mais hoje não poderei sair. Tenho que arrumar minhas coisas pois volto para o colégio na segunda. – não gostei dela me chamando de senhor, isso deixava bem evidente nossa diferença de idade.
– pode deixa que uma das empregadas faz isso por você. Você pode ir com o sasuke. – a família dela realmente queria que ela se casasse comigo. Eu sabia que ela não queria mais de certa forma não me importei. Eu achava que com o tempo ela iria me amar. – passo aqui as 19:00. –beijei sua mão. – agora devo ir.
– sakura acompanhe o sasuke até a porta. – disse o pai dela. Ela a contragosto obedeceu. Ela estava tensa e afastada de mim. me aproximei e toquei seu rosto notando que ali também havia uma marca.
– o que houve com seu rosto?
– nada. – ela estava mentindo e eu descobriria o que tinha acontecido com ela. Rapidamente eu a puxei e beijei, ela como sempre se afastou. Aquilo era frustrante pra mim. Nunca uma mulher resistiu tanto.
– não gosta que eu a toque?
– não.
– você esconde seus sentimentos, mais isso vai mudar.
– quem lhe garante isso?
– eu. – disse isso e sai.
Fui para a empresa que eu tinha acabado de comprar. Vi que essa empresa ainda teria chances de se recuperar. Faria isso e então venderia ela na bolsa. A noite fui encontrar sakura. Mais antes passei em casa e peguei algo para lhe presentear. Quando a vi descendo a escada tive vontade de possui-la ali mesmo. Ela usava um vestido longo com uma fenda que ia até a linha da calcinha o que me fez pensar: será que ela está usando uma? Quando ela chegou perto o suficiente eu disse:
– você está linda.
– obrigada.
– tenho um presente para você. – tirei do meu bolso um anel e coloquei no dedo dela.
– sasuke, é lindo mais não posso aceitar. É muito caro.
– sakura não seja tola. – disse kurenai que estava na sala com o pai da sakura.
– não é nada de mais. É só um anel de noivado. Para que todos saibam que será minha.
– noivado? Mais eu não aceitei nada. – me virei para kenshi e disse:
– como não? Seu pai me disse que você tinha aceitado e acertamos tudo. Não foi isso que aconteceu? – ela olhou para o pai e disse:
– sim foi exatamente como meu pai lhe disse. – ela não foi convincente.
– bom, é melhor irmos. – e virei para kenshi e falei: — vou cuidar bem dela.
– tenho certeza que sim. – ele disse sorrindo.
A levei em um restaurante fino. Queria saber se ela saberia se comportar em um ambiente como esse. Fomos guiados ate a mesa e ela estava em completo silencio.
– não precisa ficar nervosa perto de mim. não sou um monstro.
– sim você é. – então era assim que ela me via.
– o que quer dizer com isso.
– se não fosse não estaria me forçando a isso.
– forçando? Seu pai de disse que estaria aqui de livre e espontânea vontade.
– ele disse? – por favor não diga nada ele. – ela parecia com medo. – Por favor.
– seu pai lhe bateu não foi?
– não! De onde tirou isso? Que absurdo.
– no dia em que nos conhecemos oficialmente você estava com uma marca no ombro, que mesmo tentando esconder com maquiagem eu percebi, um dia depois você aparece com uma marca no rosto. Isso me fez supor que alguém está machucando você. E pelos olhares que seu pai lhe deu creio que só pode ser ele. – tive vontade de matar aquele homem, como pode bater na própria filha a esse ponto?
– não é nada disso. Eu apenas cai. – ela esta mentindo pra mim. ela não confiava em mim.
– duas vezes?
– sim. Como te disse sou desastrada.
– não insulte minha inteligência menina. – eu estava irritado. – foi por isso que entrou na minha casa aquela noite não foi? Você estava fugindo dele. – ela abaixou a cabeça. Aquilo foi a resposta que eu precisava. – sua reação diz tudo. – ela pareceu que iria chorar – desculpe. Não queria te assustar. Mais terei uma conversa com seu pai sobre isso. É um absurdo o que ele fez.
– por favor não! Eu lhe imploro! Por favor. Farei qualquer coisa, mais não diga nada a ele. – levantei-me fui até ela e fiquei de joelhos limpando suas lagrimas com a mão.
– tudo bem menina, se é assim que prefere. Mais só me você me prometer uma coisa.
– o que?
– que se ele encostar em você denovo você irá me contar. – porque eu estava me importando com isso. Normalmente eu traia ela para jantar transaria com ela e depois nunca mais a veria – prometo. – ela disse e eu voltei para o meu lugar.
– agora porque não aproveitamos o jantar para nos conhecermos melhor.
– tudo bem.
– não precisa ter medo de mim. Prometo não forçar você a nada. – eu jamais forçaria uma mulher a fazer algo, apesar dessa ser minha vontade no momento.
– então vamos acabar com essa história de casamento e cada um segue sua vida.
– não. – chamei o garçom e fiz os pedidos. Comemos em silencio. Notei que ela bebia vinha compulsivamente então tive que intervir.
– já chega. É muito jovem para beber.
– também sou jovem para me casar. Ainda mais com o senhor.
– me chame pelo primeiro nome. Acho que temos essa intimidade.
– não, não temos. – ela já estava me irritando.
– quando mais se afasta mais se torna desejável. É um desafio sakura.
– então é isso. – sim, ela havia se tornado um desafio para mim. faria bem ao meu ego conquista-la.
– não. Minha idade te incomoda?
– não é sua idade que me incomoda senhor Uchiha.
– o que é então?
– você. Não gosto de você. Todos conhecem sua fama de conquistador. Com tantas mulheres disponíveis e você quer infernizar minha vida. – me irritei.
– acho melhor irmos. Você bebeu um pouco além da conta.- tive vontade de dar uns tapas nela. Mas nunca fiz isso com uma mulher e nem o farei.
– sim é melhor irmos. E não, não bebi além da conta. – ela pegou meu copo e virou. Eu não estava bebendo vinho e sim whisky.
Paguei a conta e saímos. Vi que ela não estava bem. Então a levei para minha casa. Eu podia me aproveitar da situação mais não queria isso. A queria bem consciente quando a possuísse. Parei o carro e tentei ajuda-la.
– posso andar sozinha. Não me toque. – ela se desequilibrou então a peguei no colo e a levei até o sofá. – onde estamos?
– não reconhece? Estamos na minha casa...
– por que me trouxe pra cá? Vou embora agora mesmo. – ela tentou se levantar mais a segurei.
– fique quieta. Você não está em condições de sair por ai andando sozinho no meio da noite.
– me leva pra casa.
– quer que seu pai veja o estado em que está?
– estou bem. Serio.
– vou buscar um café bem forte para você beber. Não durma. – fui até a cozinha para pegar algo para ela beber quando voltei ela estava tentando sair de casa. – aonde pensa que vai?
– embora. – olhei pra ela com tanta raiva que ela sentiu medo.
– sente-se logo. – ela obedeceu. –beba isso. –ela bebeu e quando sentei ao seu lado ela se afastou. – você não deve mais beber. Lembrarei disso quando for minha esposa. – ela abaixou a cabeça e disse:
– meu pai me bateu porque disse que não me casaria com você. – fiquei chocado com o que ela me disse.
– o que? Vou matar ele. Como ele pode? Não quero que se case comigo assim. Vou cancelar o casamento.
– não sasuke por favor. Se fizer isso ele vai ficar com raiva e descontar em mim.
– não permitirei que ele te machuque.
– o que você pode fazer? Ele é meu pai e você um cara que conheço a pouco tempo.
– seja minha e cuidarei de você para sempre. – eu não estava mentindo.
– você até que é legal. – não resisti e comecei a beijar seu ombro. Logo eu estava em cima dela. Deslizei minha mão e acariciei sua coxa macia pela abertuda do vestido. – NÃO! – ela me empurrou com força. Estava desesperada e apesar da minha excitação eu parei.
– o que foi? Sente tanta repulsa assim por mim?
– não.
– o que é então
– só não quero fazer isso.
– uma mulher que usa um vestido como esse é porque espera ser despida. – acariciei seus seios por cima do vestido. Essa menina estava me deixando louco.
– Não! Se afaste de mim. Me leve pra casa por favor.
– ok. – a levei para casa mas não voltei para a minha. Eu estava com muita raiva. Quem essa garota pensa que é para me rejeitar dessa forma. Liguei para o naruto e ele me disse que estava com neji e gaara em um barzinho. Fui me encontrar com eles. 3 garotas se aproximaram de nós e se sentaram na mesa.
- me desculpe meninas mais sou casado e devo ir. – disse neji se retirando. Acabei ficando com 2 garotas e apesar de saciar todo meu desejo sexual não conseguia tirar a garota de cabelos rosas da cabeça.
...
Um mês havia se passado. Eu estava trabalhando muito. Sai com algumas garotas mais todas eram muito entediantes. Resolvi que já era hora de ver sakura. Liguei para o pai dela e ele me deu o endereço da escola. Fui até lá e falei com a diretora. Não precisei me explicar muito. Quando ela soube quem eu era abriu um sorriso para mim. logo sakura estava na sala comigo.
– senhor uchiha o que faz aqui? – odeio quando ela me chama de senhor.
– quantas vezes tenho que te dizer para me chamar de sasuke? E o que você acha que estou fazendo aqui? Vim ver minha noiva oras. Anda, vamos sair para almoçar fora.
– não é permitido que as alunas saiam sem permissão dos pais.
– sou seu futuro marido. Já falei com a diretora e ela deu permissão.
– mais eu não quero ir.
– eu dei uma pausa no meu trabalho só para passar o dia de hoje com você então nós vamos sair você querendo ou não. – eu a arrastaria a força e fosse preciso.
– não quero ficar sozinha com você.
– se está com medo eu lhe toque como naquela noite não precisa ter medo. Passei dos limites admito. É que você provoca essa reação em mim. mais agora que sei da sua condição isso não acontecerá mais. – não devia ter dito isso, pois não sei se poderei manter as mãos longe dela. – a menos que queira.
– que condição?
– de virgem. – eu havia percebido isso no momento em que a toquei.
– quem te disse isso?
– sua reação naquela noite. Percebi que não era tão experiente como aparentava ser. Não precisa ficar com vergonha. Serei paciente. – isso me excitava.
– podemos não falar nisso por favor.
– como queira. – olhei para sua mão e disse: – porque não está usando o anel?
– não queria perde-lo.
– pois quero que uso sempre. Se o perder lhe darei outro. Agora vá buscar o anel que eu estou lhe esperando na porta da escola. Você tem cinco minutos.– ela foi para o quarto e eu a esperei do lado de fora da escola. — demorei?
– não. Mais você usou 2 minutos a mais do que lhe dei. – abri a porta para ela e ela entrou – aonde vamos?
– é uma surpresa. Espero que goste... – a levei de helicóptero para minha casa eu tinha muitas casas ao redor do mundo e sempre ficava em todas por causa dos negócios mais aquela casa em especial era meu lar. O lugar onde eu havia vivido com a minha família. E apesar dos protestos dela no fim ela acabou cedendo. Eu queria conhece-la melhor. Chegamos em casa e chyo mostrou o quarto onde ela iria ficar. A verdade é que eu queria que dormíssemos juntos. mas tudo a seu tempo.
Acabei descobrindo que ela assim como eu tocava piano. Tentei conversar com ela mais ela estava sempre na defensiva comigo. Fui atender um telefonema e quando voltei ela não estava mais na casa. Acabei por avista-la na praia e fui a seu encontro.
– pensei ter dito que eu queria trazer você aqui.
– você tem que parar com isso ou vou morrer de enfarto antes dos 30.
– posso me sentar ao seu lado? – não esperei que ela respondesse.
– esse lugar é lindo. Você deve vir aqui sempre, eu viria.
– fico feliz em saber que gostou já que virá morar aqui quando for minha esposa. – queria transar com ela ali.
– podemos não falar disso por favor.
– te desagrada tanto assim?
– é tudo muito estranho pra mim. Eu nunca tinha pensado em me casar. Não agora.
– entendo... – fazia tempo que não vinha aqui.
– serio. Você mora num lugar como esse e não aproveita.
– não tenho tido muito tempo. Vinha muito aqui com minha mãe quando era pequeno.
– e onde ela está agora?
– morreu.
– sinto muito.
– tudo bem. Já superei isso. Não eu não tinha superado, mais estava sobrevivendo. A sakura me lembrava um pouco ela. – quantos anos você tinha quando ela morreu?
– 15. Ela, meu pai e meu irmão iram fazer uma visita a uma tia minha. Eu não fui pois estava chateado com meu irmão por uma coisa boba que eu nem me lembro mais o que era. – eu estava me abrindo. Nunca tinha falo sobre isso com ninguem. – meu pai perdeu o controle do carro e o carro bateu num caminhão. Não houve sobreviventes.
– deve ter sido muito difícil para você. Me desculpe por te fazer lembrar dessas coisas.
– tudo bem. Eu nunca tinha falado disso com alguém antes. Mais você deve me entender. Sei que sua mãe também morreu em um acidente de carro. – eu sabia, pois eu conheci a mãe dela.
Silvia Haruno era amiga de infância da minha mãe. Lembro-me de quando ela se casou eu tinha 10 anos e quando eu tinha 13 ela teve a sakura eu gostava de brincar com ela quando bebê. Silvia ou tia silvia como eu a chamava na época era uma mulher muito amável e frequentava nossa casa sempre. Ela tocava piano e lembro-me que ela me ensinou os primeiros acordes. Quando minha familia morreu, ela me apoiou e ofereceu sua casa para que eu morasse com ela. Eu estava muito deprimido e queria ficar sozinho por isso acabei não aceitando. Alguns anos depois ela morreu também em um acidente de carro. Depois disso não tive mais contato com sakura até quando soube que kenshi Haruno estava com problemas financeiros. Decidi ajuda-los e depois que vi sakura soube que a queria pra mim.
– sim. – ela me respondeu me tirando dos meus devaneios.
– percebi também que não se dá bem com sua madrasta.
– você é muito observador.
– é uma característica minha. – acabei beijando-a
– já está escurecendo. Acho melhor voltarmos.
Após o jantas tivemos nossa primeira conversa sem que ela me rejeitasse. Tocamos piano juntos e eu ensinei a ela alguns acordes. A levei até a porta do quarto e lhe dei um beijo de boa noite. Não consegui dormi naquela noite. Fiquei olhando fotos antigas da minha familia, tinha algumas fotos com sakura bebê. E uma em que eu com meus quase 15 anos segurava uma garotinha de 3.
No dia seguinte a levei para conhecer a cidade. O dia foi agradável e a tempos eu não relaxava assim. Ela acabou dormindo na volta para casa e eu a peguei no colo e coloquei na cama. Minha cama. Ela acordou assustada.
– shiiii. Não vou tocar em você. Só quero ficar ao seu lado. – e me deitei ao seu lado. A verdade era que eu queria toca-la e ama-la. Mais ela era diferente das mulheres com que eu ficava. Acho que eu realmente gostava dela. Dormimos juntos e abraçados.
Acordei pela manhã com sakura se mexendo na cama.
- droga. – eu disse e fui praticamente correndo para o banheiro. Eu estava excitado. Passei a manhã toda no escritório resolvendo algumas pendencias da empresa. Quando percebi já era quase hora do almoço. Nesse momento meu celular toca. Era o Naruto.
- hey cara onde você está?
- estou em casa naruto.
- qual dela?
- a minha casa.
- nossa, você está no japão?
- sim. O que você quer?
- iria te convidar para vir a minha casa na França eu, Gaara e Neji estamos aqui.
- não posso.
- a qual é. Larga um pouco o trabalho.
- não é isso.
- é o que então?
- trouxe a sakura comigo.
- haaaaaa seu safado. – naruto rio. – então você está se aproveitando da doce menina.
- você sabe que não.
- só estou zuando com você seu mal humorado.
- tem sido difícil ficar perto dela.
- é sasuke você foi fisgado.
- não diga bobagens seu baka. – naruto rio alto.
- mais e ai?
- e aí oque?
- vocês já transaram?
- não!
- serio?! Esse não é você. Por que vocês ainda não fizeram?
- ela é virgem e tem medo de mim. – ele soltou uma gargalhada. – IMBECIL!
- desculpe sasuke mais é muito engraçado. Logo você que sempre teve as garotas aos seus pés. Mais pense pelo lado bom. Virgindade é artigo raro hoje em dia. Ela deve ser uma delicia.
- idiota. Se estivesse aqui quebrava sua cara.
- não fique zangado. Só estou tirando uma com sua cara. É que eu nunca imaginei você esperando por uma garota. Deve gostar mesmo dela.
- isso não é de sua conta. – eu não queria admitir.
- bom melhor eu desligar. Aproveite sua linda garota. – antes que eu o xingasse ele desligou.
Em encontrei com sakura para o almoço e pela tarde fizemos um piquenique na praia.
– está calada. Algum problema?
– não. Está tudo bem.
– algo te incomoda.
– não tem nada me incomodando.
– o que acha de tomarmos um banho de mar?
– não estou com roupa para isso.
– toma banho com a roupa então. Se bem que eu prefiro que você não use nada. – falei sem querer. Eu nunca perdia o controle mais ela me deixava assim.
– nunca. Não vou mostrar meu corpo pra você.
– sakura, logo você será minha esposa. Terá que se acostumar a ficar nua na minha frente.
– eu não vou ficar nua na sua frente.
– não? E como faremos amor? – ela ficou vermelha
– não faremos. – segurei seu braço com força. Ela me irritou. Que garota irritante
– pare de agir como uma criança mimada. Tenho sido paciente com você mais minha paciência tem limite.
– me solta ta me machucando. – percebi que fui ride e a soltei
– me desculpe. – ela se levantou e foi em direção ao mar. – o que pensa que vai fazer?
– tomar um banho que mar como o senhor sugeriu. – ela entrou no mar. Corri atrás dela e a segurei pela cintura. – hey, me solta. – ela se afastou. Fiquei por um tempo para me acalmar. Voltei e disse:
– estou cansado de você agindo como criança. – a beijei com brutalidade. – nunca precisei insistir tanto para ter uma mulher. Mais agora chega. Chega de brincadeiras infantis. – fiquei por cima dela impedindo que fugisse. Sua respiração pesada fazia seus seios subir e descer sob o tecido molhado do vestido.
Deslizei as duas alças do vestido dela de uma vez deixando os seios expostos. Ela era linda. Observei por alguns segundos os seios com os bicos rosados. Ela seria minha. Não importa o que eu tivesse que fazer para isso. Deslizei minha boca do pescoço para o seio esquerdo dela, chupei com força enquanto apertava o outro com os dedos.
– diga que não gosta disso sakura. – deu um chupão com força e ela gemeu. – não sabe o quanto te desejo.
– não. Me solta. – ela começou a chorar. – você me disse. Você me prometeu que nunca ia me forçar a nada. EU TE ODEIO. – sai de cima dela me sentindo o pior dos homens. Eu também me odiava naquele momento.
– me desculpa. – ela tremia. – eu não sei o que deu em mim.
– fique longe de mim. – ela chorava e ajeitou o vestido.
– isso nunca me aconteceu antes. Você me tira do serio menina.
– por favor quero ir embora.
– como quiser. – tentei ajuda-la a se levantar mais ela recusou.
– posso me levantar sozinha, não se aproxime mais de mim.
Na segunda de manhã eu a levei de volta para o colégio. Nos dois meses seguintes eu mergulhei no trabalho. Viajava de um país a outro. Kenshi me ligava tentando alguma forma de amizade comigo mais eu sempre dava desculpas. Não queria contato com um homem como ele. Primeiro pelo o que ele fez com a sakura e segundo porque toda vez que eu ia à casa dele kurenai dava em cima de mim. Duas semanas após sakura ter terminado a escola e voltado para casa eu fui vê-la.
Quando a vi ela estava linda. Em apenas dois meses o corpo dela tinha mudado. A cintura estava mais curvilínea e os seios um pouco maiores. Kenshi ficou falando o quando o negocio dele estava prosperando. Mais é claro que iria prosperar tudo que coloco a mão prospera.
– sem a sua ajuda nada disso seria possível sasuke. – kenshi disse. – você realmente sabe como levantar qualquer negocio. Seu pai também era assim em tudo que tocava rendia dinheiro.
– só quis ajudar o amigo do meu pai. – menti. Meu pai sempre me disse que ele não era flor que se cheire. Foram amigos na faculdade mais kenshi sempre esteve envolvido com coisas ilegais. Só o aturava por causa da minha mãe a sua amizade com silvia.
– é mais a que preço? – eu não disse nada apenas peguei sua mão quando ia leva-la a boca notei mais uma marca.
– o que é isso em seu pulso sakura?
– nada. Eu cai. – ela tentou desconversar e esconder o pulso. Virei-me para kenshi com muita raiva.
– QUE TIPO DE HOMEM É VOCÊ AFINAL? QUE TIPO DE HOMEM BATE EM UMA MULHER INDEFESA AINDA MAIS ESTA SENDO SUA FILHA QUE VOCÊ DEVERIA AMAR E CUIDAR. – meu corpo fervia. Eu queria mata-lo. Eu iria mata-lo.
– sasuke meu jovem houve um mal entendido eu não fiz nada com a sakura. – e se virou para sakura. – não é querida?
– claro. Sasuke eu já te disse que sou desastrada.- estava na cara que ela mentia.
– PARE COM ISSO SAKURA! PARE DE ESCONDER OS ERROS DO SEU PAI. ESSA NÃO É A PRIMEIRA VEZ QUE EU VEJO MARCAS EM VOCÊ. E VOCÊ SEU MISERÁVEL. – e disse a ele. – EU DEVERIA TE DAR UMA SURRA E TE LEVAR A POLICIA. – ela chorou e eu fui para cima dele. Só parei porque sakura ficou entre nós dois e eu não queria machuca-la.
– sasuke por favor pare. Não foi nada. Eu estou bem. – ela tremia.
– não vou bater em um velho, não sou covarde como você. – eu tinha que me controlar – vamos. Vou tirar você daqui agora.
– não pode levar minha filha. – ele ainda tinha coragem de chama-la de filha.
– Tente me impedir! Ou quer que eu a deixe aqui para você bater mais nela?
– eu nunca faria isso. Foi só um acidente.
– eu deveria retirar toda a ajuda que eu te dei.
– não faça isso. Eu juro que isso nunca mais irá se repetir.
– e não vai mesmo. Vou tirar sakura daqui.
– não. Você não pode fazer isso. – ela disse. – sakure, vou me casar com você. Quando isso acontecer vamos morar juntos. Por enquanto é melhor que eu fique aqui. Agora se acalme por favor.
– tudo bem. Mais vamos sair daqui agora. – tudo que eu queria era tira-la daquela casa.
– não sasuke.
– sakura, eu estou realmente muito tentado a dar uma surra em seu pai. Se você não sair dessa casa comigo agora é exatamente isso que farei. – eu praticamente a arrastei de lá.
Estávamos no carro. Eu sempre fui um homem frio e por essa garota eu perdi o controle.
– sasuke por que fez isso?
– não é obvio? – as vezes ele me irritava com tanta inocência.
– não precisava ter feito isso. Isso é um assunto de família. Sasuke... eu te pedi tanto...
– sakura você será minha esposa e o que desrespeito a você é assunto meu. Ainda mais isso. – peguei sua mão e toquei seu pulso.
– sasuke, acho que está criando caso por nada.
– então você quer que ele continue fazendo isso com você?
– não. – silencio... – acho melhor eu voltar pra casa. – ela tentou sair do caro mas eu travei as portas.
– não mesmo.
– quero que amanhã você pegue suas coisas e venha pra minha casa. vamos nos casar daqui a duas semanas mesmo então não vejo problema.
– duas semanas? Mais já?
– sim. Foi isso que vim falar com você hoje. Mais devido as circunstancias as coisas não saíram como o planejado.
– sasuke, eu não vou morar na sua casa. me desculpe.
– entendo... – não eu não entendia. Eu deveria força-la a morar comigo. — creio que depois dessa cena de hoje seu ai não ousará encostar em você. E daqui a duas semanas nada disso importará mais. Por enquanto, pelo menos por hoje você passará a noite em minha casa.
– mais...
– sem mais. Seu pai deve esta com raiva e sabe-se lá o que pode fazer com você se você voltar agora.
– me desculpe... por causar tantos problemas. – ela não me causava problemas. Ela era a solução. A solução da minha solidão.
– você não tem culpa disso.
– estou muito envergonhada por tudo isso.
– não precisa ter vergonha de nada quando está comigo. – não disse nada, liguei o carro.
– para onde vamos?
– para minha casa.
– não faça essa cara. Não vou tentar fazer amor com você se é o que está pensando.
– não estou pensando nada. – ela poderia não está pensando mais eu estava...
A peguei no colo e a levei para meu quarto. Deitei-me ao seu lado e pela primeira vez ela me beijou. Aquilo me deixou feliz. Quando ela tentou se afastar eu segurei seu queixo e a beijei com luxuria. Eu estava ficando excitado.
– melhor pararmos por aqui. – me levantei.
– não vai. Fica aqui comigo.
– não acha que o que me pede é muito? – era uma tortura ficar ao lado dela.
– por favor.
– que Kami me ajude. – ela deitou e meu peito e acabou adormecendo.
Pela manhã acordei primeiro que ela. Tomei café e fui para o meu escritório. Peguei o telefone e liguei para o Naruto.
- hey sasuke. Onde você está?
- naruto o pai da sakura a agrediu denovo. – fui direto. Eu já tinha comentado com ele sobre isso. Primeiro que desconfiava e depois que ela tinha me confessado.
- porra. O que você fez?
- minha vontade era de mata-lo. Mais não fiz nada apenas tirei sakura de lá.
- fez certo.
- te liguei porque quero que você seja meu padrinho de casamento.
- então você está mesmo caído por ela.
- imbecil.
- cara será uma honra ser seu padrinho.
- agora vou desligar.
- ok.
Quando voltei para o quarto sakura não estava lá. Não achei que fosse necessário me preocupar com o pai dela depois da cena de ontem. Então fui para a empresa. Tinha negócios urgentes a tratar.
...
Liguei para o celular de sakura algumas vezes e ela não atendeu. Resolvi ligar para a casa. A voz melosa de kurenai atendeu o telefone.
- é o sasuke. Onde está a sakura? – fui curto e grosso.
- oi querido. Sua noivinha está dormindo desde que chegou da sua casa. Pelo jeito você acabou com ela ontem. – ela disse com malícia. – agora que já teve o que queria pode parar com essa cena de casamento.
- não é cena. Eu realmente vou me casar com ela.
- não? – ela sorriu. – então o que um homem como você quer com uma garota sem graça como ela?
- sakura tem uma beleza muito melhor que a sua.
- duvido muito disso. Olha sasuke sei que precisa de uma mulher para fazer o papel de esposa. Por isso a sakura né? Ela é inexperiente e você poderá enrola-la.
- você é desprezível. Isso tudo é despeito? Pois preferi ela?
- jamais.
- bom não vou perder meu tempo com você. – desliguei o telefone na cara dela. Droga. Agora eu estava muito irritado. Meia hora depois sakura me liga.
– sakura. Até que enfim. Estava preocupado. Quando voltei ao quarto você tinha saído... Está tudo bem com você?... sakura?
– estava mesmo? – o tom de voz dela estava estranho.
– claro.
– está tudo bem sim. Eu caí no sono quando cheguei em casa. Só isso. – não me convenceu.
– sua madrasta me disse quando telefonei. Eu queria ir até aí mais tinha uma reunião e não podia adiar.
– minha madrasta. Vocês são bem amigos...
– o que quer dizer com isso?
– nada. Estou bem sasuke.
– mais tarde passo ai para te pegar. Agora tenho mais uma reunião.
– não precisa.
– eu insisto.
– ok. – ela desligou o telefone. Eu sabia que tinha algo de errado então peguei o carro e fui até ela. Quando cheguei no portão de sua casa ela estava na porta com uma mochila nas costas.
– entre. – eu disse.
– o que faz aqui?
– mandei entrar.
– porque está aqui?
– sabia que estava mentindo pelo seu tom de voz. – sai do carro e a peguei pelo braço. Ela se encolheu. Levantei a manda de sua blusa e vi varias marcas — Aquele cretino bateu em você denovo. Vou mata-lo.
– não. Pare com isso. Eu estou indo embora dessa casa. E não quero mais saber de nada dessas pessoas aqui.
– ótimo, venha vou te levar pra casa.
– não vou par sua casa sasuke.
– não? E pra onde vai?
– para casa de uma amiga.
– não mesmo. – eu a levaria a força se fosse preciso.
– para. Não vê que já estou me sentindo mal o suficiente. Me deixa resolver minhas coisas. Eu não quero sua ajuda.
– vamos logo. – ela entrou no carro.
– aonde vai me levar?
– primeiro a um medico. Preciso saber se está bem. Depois vamos a policia.
– NÃO! Não vou a lugar algum. Pare a carro agora. ME DEIXA EM PAZ. NÃO QUERO MAIS VÊ-LO.
– o que deu em você?
– nada. Só me deixa em paz. Some da minha vida.
– fique quieta.
– vai fazer o que? Me da uma surra? – ela foi irônica
– Não. Não sou capaz de tamanha covardia. Agora fique quieta. – eu a levei ao medico por sorte eram apenas alguns hematomas e escoriações.
– senhor uchiha eu o conheço bem por isso não vou perguntar como essa garota acabou nesse estado. – disse o medico.
– eu não a machuquei se é o que está insinuando. – aquilo me ofendia.
– jamais pensaria isso. Não insinuei nada. Como disse te conheço a bastante tempo. Sei que nunca machucaria uma garota ainda mais esta sendo sua noiva. – e se virou para ela. – quem de deixou assim querida?
– ninguém. Eu cai.
– não acredito em você. Pode confiar sou medico e mantenho o sigilo entre medico e paciente. – fiquei em silencio.
– o pai a agradiu. – eu disse com ódio.
– vão denuncia-lo?
– Não! – ela disse
– sim, vamos.
– não é uma decisão sua.
– então você quer que eu fique apenas olhando enquanto ele te machuca?
– mesmo depois de tudo ele ainda é o meu pai. Ele é a única pessoa que eu tenho.
– agora você tem a mim. – disse aquilo por impulso. Mais minha vontade era coloca-la no colo e nunca mais soltar.
– sasuke, vou sai de casa. Isso não acontecerá mais. Nunca mais. – nos despedimos do medico e saímos do hospital.
– vou pegar um taxi. – olhei para ela com uma cara feia.
– vamos para minha casa e você vai me dizer o que aconteceu para você está me tratando dessa forma. Até ontem você me pediu para não deixa-la sozinha e dormiu agarrada comigo. Agora sem motivo algum você me quer longe.
– não tenho que lhe dar satisfações. Só me deixe em paz. Você fala tanto do meu pai e não vala nada tanto quanto ele. – alguém disse algo para ela. Isso estava na cara.
– o que quer dizer com isso. Se tem algo a me dizer diga de uma vez.
– não tenho nada a lhe dizer.
– entre logo. – fui grosso. Ao chegar em casa eu a pressionei.
– agora você vai me contar tudo que aconteceu com você desde que você saiu daqui.
– você já sabe o que me aconteceu. Não preciso lhe contar nada.
– sim você precisa e vai. Ou te tranco aqui até que me conte. – eu sabia o que aconteceu mais queria ouvir da boca dela.
– você não faria isso.
– você não sabe do que sou capaz. Agora me diz logo, pois estou perdendo a paciência.
– meu pai de bateu, pronto. Satisfeito?
– mais porque ele fez isso? Pensei que meu aviso de ontem tivesse sido suficiente.
– é mais não foi. Ele me bateu porque pensou que eu tinha vindo me queixar pra você. Agora pode me deixar em paz e seguir meu caminho?
– não. Tem algo mais que você não quer me contar. – me aproximei. – pode confiar em mim sakura.
– não me toque. Nunca mais me toque. – ela tentou se afastar mais a impedi.
– não vai fugir de mim até me contar o que houve. Não brinque comigo sakura. Não sou nenhum moleque.
– já que insiste tanto eu direi. Já sei do seu romance com minha madrasta na faculdade e que quando voltou você procurou por ela, mais como ela não lhe quis você quis uma substituta. – fiquei em silencio. Então era isso. – seu silencio só prova que tudo que eu disse é verdade.
– diga-me sakura. Kurenai te disse isso?
– sim.
– você por algum momento pensou em me perguntar algo antes de direcionar todo seu ódio a mim? – ela não confiava em mim e isso me deixou com raiva.
– não. Sua fama mostra que tudo que kurenai disse é verdade.
– minha fama?
– sim. E você sabe muito bem disso.
– sakura nunca fui santo admito. Mais jamais procuraria uma mulher casada. Tenho meus princípios.
– mais kurenai me disse com todas as letras que você a procurou.
– ela mentiu.
– e porque ela faria isso? – contei a ela tudo que aconteceu comigo e kurenai na época da faculdade.
– e onde eu entro nessa historia?
– sakura. Eu a quis desde o primeiro momento em que a vi nessa casa deitada na minha cama. – não contei a ela que eu conheci sua mãe. Ela era muito pequena para se lembrar de mim.
– e por isso me forçou a aceitar ser sua esposa.
– sim. Eu achava que com o tempo você iria me amar. Uma pretensão minha. – a peguei no colo, levei até o quarto e a coloquei na cama. Tentei beija-la mais ela se esquivou.
– não sou nenhuma inválida. Posso muito bem andar. Saia da minha frente. Vou embora. – eu não disse nada. Apenas sai pela porta e a tranquei. – ME TIRA DAQUI. SEU MALUCO.
– nem que você pudesse eu a deixaria ir. Vou acertar as contas com seu pai e kurenai. Por enquanto fique aí. – deixei sakura trancada no meu quarto e sai. Sai a procura de kenshi. Iria acertar as contas com ele.
Entre na casa dos Haruno sem bater. Kenshi estava sentado no sofá lendo um jornal. Quando me viu sorriu para mim. eu o segurei pelo colarinho na camisa e lhe dei um soco. Ele caiu no chão sua boca sangrava.
- está louco? O que houve?
- isso é por você ter encostado suas mãos imundas em minha mulher. – outro soco. Ele tentou se defender me dando um soco mais eu desviei.
- o que aquela vadiazinha foi falar pra você? Seja lá o que tenha sido é mentira.
- sakura não me disse nada. Eu vi. Vi com meus próprios olhos como você a deixou. – o empurrei e ele caiu sobre a mesinha de centro. – e nunca mais a chame assim denovo. Vou acabar com você. – nesse momento kurenai entra correndo pela sala e se coloca a frente do marido.
- pare com isso sasuke. Se quiser bater nele terá que bater em mim também. Tudo isso por uma virgem? O que deu um você? Você não é esse tipo de homem.
- você não sabe o tipo de homem que sou. E cale-se. Sei muito bem o que você andou falando pra sakura. Está ofendida porque eu lhe rejeitei. – olhei para o kenshi. – isso mesmo sua mulher deu em cima de mim mas eu não a quis. Ela pode ser bela por fora mais por dentro é podre. Assim como você. Não quero que nenhum dos dois cheguem perto da sakura outra vez. Se eu souber que você ousou está a 10 metros perto dela levo você a falência. – e sai de la.
Voltei para casa. Fui direto para o quarto e destranquei a porta. Sakura estava dormindo. Acariciei seus cabelos e ela acordou.
– desculpa por ter te acordado. Você estava tão linda dormindo que não resisti e tive que te tocar.
– onde estava? Porque me trancou?
– tive uma conversa com seu pai.
– o que você fez com ele?
– o mesmo que ele fez com você.
– porque sasuke? Você não tinha esse direito.
– tenho todo direito. Você ainda o defende depois de tudo. Está com raiva de mim?
– não. Eu deveria mais não estou. – sorri e lhe dei um beijo.
– e kurenai?
– digamos que não tive tempo para conversar com ela. Ocupei-me com seu pai. – ela começou a chora. Eu não disse nada apenas a abracei até que ela parasse. – melhor?
– um pouco. Isso tudo é culpa minha. Devia ter sido eu a morrer e não minha mãe.
– nunca mais diga isso denovo. Entendeu?
– sim. Me desculpa.
– eu vou cuidar de você. – a abracei.
– obrigada. – ela me beijou mas me afastei.
– por favor não faça isso.
– não quer?
– quero muito. E esse é o problema. Se você não me quer não precisa me beijar só porque está agradecida. – eu a queria, mais ela tinha que me querer também.
– e quem disse que eu não te quero?
– você. Muitas vezes.
– uma você me disse que me faria mudar de ideia.
– e fiz? – ela me beijou
– isso responde sua pergunta? – sorri para ela e voltei a beija-la. Não poderia está mais feliz...
Nas duas semanas que seguiram nosso relacionamento melhorou e muito. Ela finalmente tinha me aceitado. Só discutimos uma vez sobre ela ir para a faculdade. Eu não me importava que ela fosse. Mais teria que ser uma faculdade perto de mim.
- você não manda em mim. Vou pra faculdade que eu quiser.
– a faculdade que você irá é muito melhor do que essa que você ganhou a bolsa.
– mesmo assim. Você não pode tomar essa decisão por mim.
– quando você vai deixar de ser teimosa? – não disse mais nada apenas a beijei. O beijo começou lento mais. Meu corpo pegou fogo e logo eu estava abrindo os botões da blusa dela. Eu queria toca-la. Ela segurou minha mão.
– só quero tocar você. Prometo não fazer nada que não queira. – disse isso e minha boca foi direto para o seu pescoço. Logo eu tinha tirado a blusa dela deixando os belos seios expostos. – você é linda. – distribuir vários beijos e chupei os mamilos, soube que ela estava gostando pois gemiu.eu sabia que se não parasse naquele momento eu iria possui-la ali mesmo. – melhor pararmos por aqui ou vou te possuir aqui mesmo e não quero que seja assim. – ela não disse nada, estava ofegante. Toquei seus seios de leve e logo depois comecei a fechar sua blusa.
...
Estávamos deitados na cama em silencio.
– o que você tem? – eu disse.
– nada.
– está estranha. Algo a incomoda?
– não sasuke está tudo bem. Só estou nervosa porque amanhã vamos nos casar. Qualquer garota estaria.
– entendo... – a puxei para um beijo e enfiei minha mão por baixo de sua blusa. Ela ficou tensa. Então era isso. Ela tinha medo de mim. – está nervosa porque amanhã finalmente será minha e faremos amor. – foi uma afirmação.
– nada haver.
– tudo bem. Teremos tempo pra tudo. Agora vou voltar para o meu quarto. Boa noite.
– fica.
– melhor não.
– porque?
– estou muito tentado a toca-la. – e sai.
...
O casamento fui tranquilo. Eu mal podia esperar para tudo aquilo acabar e eu finalmente ficar sozinho com ela. A cerimonia me pareceu durar uma eternidade e quando o padre finalmente disse ‘’pode beijar a noiva’’ eu sorri. Soube que ela era minha pra sempre. A recepção chata, mais sakura parecia estar se divertindo.
– sakura, quero que conheça meu amigo Naruto.
– é um prazer finalmente conhece-la. – ele a abraçou com força. Não gostei.
– Naruto solte-a.
– desculpe.
– tudo bem. –ela disse. Eu não prestei atenção no que acontecia ao meu redor. Só olhava para ela que estava perfeita. Eu sabia que ela estava triste por o pai não a ter levado ao altar. As 22h fomos para casa. Nosso voo sairia as 10h do dia seguinte. Escolhi um chalé no Canadá para ficarmos juntos. o lugar tinha privacidade e fazia frio. Mais uma desculpa para ficar colado nela. Chegamos em casa e não havia ninguém. Todos tinham saído deixando a casa só para nós dois. Ela estava muito nervosa. então eu disse:
– quer beber alguma coisa?
– sim. – coloquei um pouco de uísque pra ela e ela virou o copo de vez.
– vai com calma.
– outra. – ela estendeu o copo pra mim
– acho que pra você chega.
– não. Só mais uma dose, por favor.
– não precisa se embriagar. Sei que está nervosa. Suba. Irei subi daqui a quinze minutos. – queria dar um tempo pra ela. Então esperei uns 20 minutos e fui para o meu quarto. Ela não estava lá. Procurei no quarto que ela ocupava e lá estava ela deitada na cama enrolada no lençol.
– o que está fazendo aqui?
– esse é meu quarto.
– não mais. Seu quarto é meu quarto agora.
– estou bem aqui. – me aproximei e sentei na cama. Toquei seus cabelos e ela tremeu.
– pare de besteira. – desde quando eu falava assim? Puxei o lençol para olha-la. – não precisa ter medo de mim. Não vou machucar você.
– me desculpe. Sou mesmo uma idiota. – lhe dei um beijo na testa.
– tudo bem. Você é só uma garota e te disse que seria paciente. Agora venha, vamos para o nosso quarto. – a peguei no colo e a levei para o nosso quarto. Coloquei-a na cama e comecei a desabotoar a camisa. Vi que ela estava em estado de choque e quase chorando. Eu não sabia como lidar com isso.
– quero beber mais um pouco por favor.
– não. Quero você consciente. Por Deus sakura, não sou um monstro.
– desculpe.
- fui até ela e me abaixei para ficarmos na mesma altura. Segurei seu queixo e disse:
– olhe pra mim. – nada. – abra os olhos sakura. – ela obedeceu, peguei sua mão e beijei. – vejo que não está pronta. Podemos deixar isso pra outra hora.
– podemos adiar pra sempre? – isso me fez sorrir.
– não menina. Você será minha. Agora levante. – levantei e estendi a mão para ela que hesitou. – venha. Quero lhe mostrar algo. – chegou a hora de mostrar para ela as fotos e contar que há tempo nos conhecíamos...
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