Notas iniciais
Oi gente... Tô em período de prova mais senti falta de escrever então decidi postar um cap. Minhas provas vão até quinta que vem. ou seja mais uma semana sem postar como costumo fazer. =/
espero que gostem do cap tá um pouco curto mais da uma evolução enorme na história.
bjs

Chegamos à casa de sasuke. Desci do carro e ele me levou até o sofá.

- agora você vai me contar tudo que aconteceu com você desde que você saiu daqui.

- você já sabe o que me aconteceu. Não preciso lhe contar nada.

- sim você precisa e vai. Ou te tranco aqui até que me conte.

- você não faria isso.

- você não sabe do que sou capaz. Agora me diz logo, pois estou perdendo a paciência.

- meu pai de bateu, pronto. Satisfeito?

- mais porque ele fez isso? Pensei que meu aviso de ontem tivesse sido suficiente.

- é mais não foi. Ele me bateu porque pensou que eu tinha vindo me queixar pra você. Agora pode me deixar em paz e seguir meu caminho?

- não. Tem algo mais que você não quer me contar. – ele se aproximou de mim. – pode confiar em mim sakura.

- não me toque. Nunca mais me toque. – tentei me afastar mais ele impediu.

- não vai fugir de mim até me contar o que houve. Não brinque comigo sakura. Não sou nenhum moleque.

- já que insiste tanto eu direi. Já sei do seu romance com minha madrasta na faculdade e que quando voltou você procurou por ela, mais como ela não lhe quis você quis uma substituta. – ele ficou em silencio. – seu silencio só prova que tudo que eu disse é verdade.

- diga-me sakura. Kurenai te disse isso?

- sim.

- você por algum momento pensou em me perguntar algo antes de direcionar todo seu ódio a mim?

- não. Sua fama mostra que tudo que kurenai disse é verdade.

- minha fama?

- sim. E você sabe muito bem disso.

- sakura nunca fui santo admito. Mais jamais procuraria uma mulher casada. Tenho meus princípios.

- mais kurenai me disse com todas as letras que você a procurou.

- ela mentiu.

- e porque ela faria isso?

- kurenai e eu ficamos na faculdade. Ela era poucos anos mais vela e tinha um corpo escultural. A conheci numa dessas festas de república. Tinha ido à festa a contragosto com alguns amigos. Depois de um tempo ela começou a correr atrás de mim e um dia quando cheguei no meu quarto ela estava deitada na minha cama. Nua. Sou homem, e na época não tinha a experiência que tenho hoje. Acabei não resistindo e fui para a cama com ela. Depois disso transavamos sempre mais ela nunca foi minha namorada. E confesso que ficava com outras garotas. Depois de um tempo eu a dispensei. Ela era muito grudenta. Ela sempre foi uma mulher gananciosa e eu sempre soube que ela queria meu dinheiro. Anos depois soube que ela se asou com seu pai. – eu não dizia nada então ele continuou. – então alguns meses atrás eu fiquei sabendo que sua família não estava indo bem. Procurei seu pai e conversei com ele disse que estava disposta a ajuda-lo. Um dia liguei para sua casa para confirmar minha presença no jantar e kurenai atendeu. Ela disse que queria me ver para relembrar os velhos tempos. Mais eu a dispensei, disse que não gosto de mulheres casadas. E isso foi tudo que aconteceu.

- e onde eu entro nessa historia?

- sakura. Eu a quis desde o primeiro momento em que a vi nessa casa deitada na minha cama.

- e por isso me forçou a aceitar ser sua esposa.

- sim. Eu achava que com o tempo você iria me amar. Uma pretensão minha. – ele me pegou no colo e me levou até o quarto me colocando na cama. – tentou me dar um beijo mais me afastei. Eu ainda precisava digerir tudo aquilo que ele me disse.

- não sou nenhuma inválida. Posso muito bem andar. Saia da minha frente. Vou embora. – ele não disse nada saiu pela porta fechando-a. levantei rapidamente tentando abrir a porta mais foi em vão. – ME TIRA DAQUI. SEU MALUCO.

- nem que você pudesse eu a deixaria ir. Vou acertar as contas com seu pai e kurenai. Por enquanto fique aí. – ele disse do outro lado da porta e tudo ficou em silencio. Silencio...

- sasuke... sasuke... – droga. Ele havia saído. Fiquei preocupada com o que ele poderia fazer com meu pai. Peguei meu celular e liguei para meu pai. Chamou varia vezes mais ninguém atendeu. Eu estava me desesperando. Olhei para a janela. Fui até a mesma e olhei para baixo. Era muito alta para mim. A queda seria feia. Achei melhor me acalmar e esperar que sasuke voltasse.

As horas passaram e nada. Acabei tomando um banho. Minha mochila tinha ficado no carro de sasuke então entrei no closet dele e vesti uma camisa dele e deitei na cama. Estava começando a escurecer e toda aquela calmaria me fez pegar no sono. Acordei e estava tudo escuro. Senti uma mão acariciando meus cabelos.

- desculpa por ter te acordado. Você estava tão linda dormindo que não resisti e tive que te tocar.

- onde estava? Porque me trancou?

- tive uma conversa com seu pai.

- o que você fez com ele?

- o mesmo que ele fez com você.

- porque sasuke? Você não tinha esse direito.

- tenho todo direito. Você ainda o defende depois de tudo. – ele estava certo. Eu deveria odiar meu pai por tudo. Mais não odiava. – está com raiva de mim?

- não. Eu deveria mais não estou. – ele sorriu e me deu um selinho.

- e kurenai?

- digamos que não tive tempo para conversar com ela. Ocupei-me com seu pai. – comecei a chorar. Ele não disse nada. Só me abraçou. Chorei por um tempo até que parei. – melhor?

- um pouco. Isso tudo é culpa minha. Devia ter sido eu a morrer e não minha mãe.

- nunca mais diga isso denovo. Entendeu?

- sim. Me desculpa.

- eu vou cuidar de você. – ele me abraçou.

- obrigada. — Eu o beijei. Ele se afastou.

- por favor não faça isso.

- não quer?

- quero muito. E esse é o problema. Se você não me quer não precisa me beijar só porque está agradecida.

- e quem disse que eu não te quero?

- você. Muitas vezes.

- uma você me disse que me faria mudar de ideia. – ele levantou uma sobrancelha.

- e fiz? – o beijei.

- isso responde sua pergunta? – ele sorriu e voltou a me beijar.

Notas finais
E ai?