No! I Shouldve Like Someone Else.

6 Yes! I think we're friends


Notas iniciais
Genteeeem não me matem, estou pelo mobile, e aqui não tem como fazer as alteraçoes especiais e tal. Mas espero que gostem, esta meio curto.

Suas atitudes em comparação a minham eram extremamente "cavalheiresca", e eu o tratava feito um bobo. Mas eu acho melhor continuar o tratando desse jeito, assim não corro o risco de sofrer maiores interesses, e ao menos permitir algo a mais. É o que eu penso.

N: Onde você mora? — disse ele me colocando gentilmente no chão, proximo a quadra.

D: Nada muito longe, algumas quadas daqui. Eu vou andando, e muito obrigada. — beijei seu rosto e pretendi seguir meu caminho até ser segurada por seus braços.

N: Sim, sou um completo imbecil, e deixarei realmente uma menina que acabou de desmaiar voltar pra casa sozinha andando.

D: Você não dirige, dirige?! — peguei mimha bolsa que estava posicionada no chão.

N: Não, mas te levarei. — ele me puxou para si e levantou no colo.

D: Eu posso andar ! — porém ele ao menos ligava.

Haviamos andados umas duas quadras e eu já estava me sentind incomodada.

D: Por favor me deixe ir andando ao menos? Eu me apoio em você, mas me ponha no chão? — ele me olhou e cedeu.

N: Certo. Deixarei, mas ficará perto de mim.- ele me colocou novamente no chão. E suas mãos se fechavam como cadeados em torno de mimha cintura. — Como prometi mais cedo, passaremos em uma sorveteria.

D: Certo estou morrendo de vontade de tomar um sorvete por sua culpa- bati de leve em seu ombro.

Entramos em uma sorveteria, era um lugar calmo e cheio de crianças a frente. Ele ainda me vigiava, seu braços me seguravam, cair era a ultima coisa de que tinha certeza que aconteceria comigo naquele momento. Pedi meu sorvete e sentamos a mesa. Eu estava saboreando meu sorvete a tal gosto, ele ria e me observava. Foi só então que percebi que ele não tinha pego um sorvete para ele.

D: Porque não pegou um sorvete pra você? — o olhei .

N: Estou sem vontade . — ele olhava para o meu pote e ainda esfregava a lingua em seus lábios. Sem vontade era a ultma coisa que estaria no momento.

D: E a verdade é? — perguntei rindo.

N: É, complicado. — ele abaixou a cabeça.

Acompanhei seu olhos. E levantei seu queixo com a ponta de meus dedos.

D: Pensei que eramos amigos... — disse em meio sorriso.

N: Verdade, é.... — ele parecia nervoso. — Eu... Sou diabético. — ele disse dando um suspiro por fim.

D: Mas porque me trouxe a uma sorveteria? Não injusto, não comerei mais, vamos embora. — ele me segurou rindo.

N: Pare de ser boba. — ele dizia entre o riso. — Te ver comendo é melhor do que experimentar todo sorvete do mundo. Você é totalmente desastrada. — ele disse me entregando um guardanapo.

D: Galante de sua parte me dizer isso! — disse rindo.

N: Não tem por onde. — ele olhou para o meu pote, agora vazio — Vamos? — eu assenti e novamente seus braços me seguravam..

Algumas quadras depois eu estava em frente a minha casa. Eu sorri e o convidei para entrar, porém disse que o convite ficava para uma proxima, pois tinha compromisso. Ele foi embora e eu entrei em casa. Expliquei o ocorrido a minha mãe, e subi ao meu quarto. Tirei um tempo para estudar. Quando noto no relógio que ja passava das sete. E recebo uma ligaçao de Selena.

S: Está tudo bem mesmo?

D: Está, mas eu estaria melhor se a minha amiga tivesse me ajudado. Ai eu não precisaria ver a cara da enfermeira doidona.

S: Ele não é fofo amiga?

D: Eu sei que a enfermeira tem bigóde, mas ela não é homem não Sel- disse em meio ao riso.

S: Não! O Nick amiga...

D: Ele foi muito gentil me ajudando.

S: Hoje ele me chamou de baixinha. — disse suspirando.

D: hum, e ?

S: E o que?

D: O que mais ele te disse? — disse confusa.

S: Só isso. — minha gargalhada soou mais alto do pretendia. — Ah ele ao menos me deu um apelido.

D: Você precisa trabalhar esse miolos moles. Vou desligar, estou cansada e ao menos jantei... Até amanha.

Desligamos o telefone. Desci jantei e assisti um pouco de tv. Mas ao menos prestava atença, tinha flashs momentaneos do meu dia com Nick. Ele é diferente dos outros, nele algo me chama atenção, não sei se são os olhos que me puxam, ou o sorriso brilhante e acoledor, eu só sentia algo diferente. Mas ele pertence a Selena e é a quem pertencerá. Neguei com a vabeça e fui para o meu quarto. Talvez fosse sono e eu a vitima.

Meu despertador grita, e eu acordo assustada. Fui ao banheiro sem me preocupar com o horario. Quando sou interrompida bruscamente por três batidas na porta.

D: Mãe?!

M: Sim querida! Tem alguém te esperando, e não demore senão irá se atrasar.

Eu me assustei. Como assim? Quem me esperavam devia ser Selena, tomara que tenha vindo de carro, não quero andar.

D: Bom dia. — desci as escadas sorrindo.

Xx: Achei que queria companhia para a escola... Então... Vamos?

Notas finais
Reviews? *-*