No! I Shouldve Like Someone Else.
3 Oh Yea! It's a pleasure to meet you.
Acordei normalmente, menos nervosa pois havia com certeza despejado em meu corpo uma carga maior de adrenalina. Primeiro, eu trombei com um menino extremamente lindo. Segundo minha melhor amiga está apaixonada. Terceiro minha melhor amiga pode estar completamente apaixonada por esse menino maravilhoso no qual trombei ontem. Quarto, eu queria me matar.
Entrei em meu banheiro e fiz minha rotina higienica diária. Me vesti, com uma calça jeans simples, uma camiseta branca e um cardigan preto. Um tenis simples e lá estava eu indo para a escola. Que ficava umas 5 quadras da minha casa. Ia todo dia caminhando. Mas algo em especial hoje na escola, me fazia sentir como se quisesse estar bem longe dali. Vinte minutos depois estava entrando no portão da escola, entrando e indo direto ao meu armário.
Faltavam vinte minutos para bater o sinal, não haviam muitas pessoas na escola. Coloquei meus fones e fui para debaixo da arvore, teria alguns minutos para pensar um pouco.
E novamente sinto algo esbarrar em mim, mas sou segurada antes mesmo de tocar o chão.
Xx- Dessa vez eu te peguei antes — ele sorria com as mãos segurando fortemente minha cintura.
D- Fato desnecessário de olhasse por onde anda! — disse seca.
N- Sou eu Nick,lembra de mim? — tentei me livrar de seus braços.
D- Sim Nicholas, sei que é você. Mas estou ocupada e preciso ir a algum lugar, o mesmo que estava tentando ontem, mas fui atingida tão forte e fiquei mais tonta do que uma barata ao ingerir o detefon.
N- Bom Dia! Sabia que tomar café antes de ir a escola ajuda a diminuir esse estresse? — ele depositou um beijo em minha bocheca e saiu andando.
D- Idiota — gritei e ambos sorrimos.
Eu odiava pelos simples fato de um só toque daquele infeliz mexer com todo meu corpo. Minhas palavras foram de pura arrogancia, mas ele ao menos ligou, ao menos se importou. Tinha virado uma especie e brincadeira. Sorri com o pensamento.
Finalmente, sentei debaixo de minha arvore e coloquei meus fones. Até ouvir alguns gritos e notar Selena de longe. Eu sai novamente debaixo de minha sombra e fui andando de encontro a ela.
S- É definitivo. — ela sorriu. — Estou apaixonada pelo Nick, Demi. Pode acreditar nisso?!
D- Você o conhece bem? Você precisa entender o que realmente sente por ele Selena, isso pode ficar chato para você e para ele mais tarde se algo não der certo.
S- Eu sei que ele não gosta de mim — ela abaixou a cabeça. — Mas nunca desisti antes, e nunca irei desistir. Quem sabe? — ela sorriu.
D- Só faça a coisa certa. — disse indiferente.
S- Eu preciso apresentá-lo a...
Novamente no chão. O que será que acontecia ali? Senti um corpo em cima do meu, e minha cabeça doia. Quando dou por mim , ela ele . Novamente havia me derrubado.
D- Olha aqui moleque eu estou ficando sem paciencia! Eu até entendi das outras vezes. DAS OUTRAS DUAS VEZES! Mas será que não dá pra olhar ao menos por onde anda, pois eu estou com os meus dois braços roxos , e não tenho culpa se é destrambelhado, ou não consegue ter freio em seus pés! — disse a todos pulmões.
Ele gargalhava. Como assim? Eu estava explodindo e ele ria?
N- Eu tropecei, e espero ser a ultima vez a fazer isso! — ele ria.
S- NICKEEEEEE! — Selena se jogava em seus braços. Essa não! .
N- SEL! — ele sorriu e a abraçou e bagunçou seu cabelo.
S — Tudo bem? — ela fazia voz de criança(?)
D- Blargh! Tchau Sel, e Você. TOMA CUIDADO POR ONDE ANDA.
N- Falo então baixinha nervosa.
D- Cabelo Duro! — eu ri vitoriosa. E fui andando para minha sala.
Aula de Anatomia. Ótimo, ao menos uma aula na qual eu me senti a vontade. Logo após era o intervalo. Fui a procura de Sel, mas não conseguia localiza-la. Foi quando em um canto do refeitório, estava sentada lá com umas amigas e Nicholas e sua gangue.
Eu apenas observava de longe. A cada palavra dita Selena enconstava no braço do garoto, e ela forçava sorrisos e vozes, admito era esquisito e de certo modo irritante. Eu já havia visto ela dessa forma. Ela me avistou e eu fui andando na direção deles. Meus passos eram lentos e ritmados de acordo com minha música, meus cabelos caiam em minha face, afastava os da mesma tudo em contorno com a música. Minhas atitudes soavam teatrais, porém todas funcionavam de acordo com o som da música, que vinha de acordo com o meu humor.
Eu estava enfim, perto do grupo que quase ria e gritava escandalosamente. Lancei olhares em comprimentos e recebi alguns em troca. Selena voltava a se pronunciar ao garoto com uma voz de criança pidona, na qual fala com seu ídolo vestido de palhaço. Ela comia o com os olhos de modo que parecia um leão em jejum. O garoto, ou disfarçava, ou era simplesmente um tonto.
N- Olá estressada!
D- Olá desastrado — sorrimos.
Selena desesperadamente fazia algo para voltar sua atenção. Eram poucas as vezes que ele voltava sua atenção. Ele levantava os olhos e mostrava um assunto diferente. Eu tentava levar um assunto, porém Selena deixava isso quase impossivel, tentava me imitar e isso me irritava.
Sai dizendo que precisava estudar. Pronto ótima desculpa! Ninguém me impediria disso. Porém fora convidada pela professora para auxilia-la no laboratório, já que um de seus ajudantes não havia comparecido.
D- Claro! Eu posso auxilia-la sim professora. — respondi sorridente.
P- Ótimo, não sabe de quão ajuda isso me serve Demi. Estarei no quarto laboratório. Uma turma do terceiro ano D. Certo?
D- Certo... Eu estarei lá.
Havia dado o horário, eu coloquei meu avental, luvas e prendi meu cabelo de modo que ficasse alguns fios soltos. Eu ajudaria a professora numa turma em um grau quantitativo a minha. Sempre havia auxiiado turmas menores, porém a professora disse que confiava em mim e precisava de minha ajuda.
Entro na sala e sou notada e vejo ele sentado ao canto rindo.
D- Pensei que fazia espanhol com Selena.. — disse atonita.
N- Sim estressada, eu faço. Mas Espanhol é uma aula extra, e somos da mesma turma. — assenti e voltei ao meu devido lugar, ao lado da professora.
A professora explicou bem aos alunos, e disse que eu os ajudaria caso necessario. A professora pediu que tomasse conta da sala. Estava vagando pelo grande laboratório quando um dos alunos bate as mãos em um dos frascos e vira o liquido no chão. Desastrada como sou, passava perto. Além de ter um frasco carrissimo todo quebrado no chão, eu cairia e provavelmente me cortaria toda. Se não fossem as mãos macias, e olhos profundamente claros me segurando a poucos centimetros do chão.
D- Whoa! Você me salvou, mesmo obrigada! — disse por fim.
Xx.- Sterling — disse estendendo a mão. — E a bela moça de olhos castanhos tem nome? — disse ele sorrindo.
D- Demetria. — disse pegando em sua mão. — É um prazer...
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