No! I Shouldve Like Someone Else.
17 It comes naturally
Notas iniciais
Acordei totalemente desesperada com meu despertador e com minha cabeça latejando. Afinal fui dormir faz menos de duas horas, me culpando pela "liberdade" que adquiri com o Nicholas, eu me sentenciava sozinha sem ao menos nos meus "suicidios" ter contato a verdade para a Selena. Mas eu precisava fazer isso? Era mesmo necessário, afinal, nada havia ocorrido, certo? Eu precisava parar de fazer certas perguntas a mim mesma...
Sai do banheiro pronta se enrroscando nos meus próprios cadarços. Peguei minha mochila e sai em disparada a porta da sala de estar.
M: Demetria não se esqueça de que sua irmã vem aqui hoje tirar suas medidas e do Nicholas para o casamento.
D: Okay mãe, eu o aviso — eu sai fechando a porta sem ao menos olhar para frente ou para qualquer coisa. — Ouch!
Bato em alguma coisa , precisamente em alguém. Vacilo para trás, mas sou rapidamente segurada por fortes braços, eu os reconhecia.
D: Nicholas, por favor! Toque a campainha da proxima vez.- pude sentir seu riso abafado em meu rosto novamente.
N: Bom dia — ele vem em direção ao meu rosto, eu queria desviar, mas era o mesmo que empurrar a pareda da direção contrária a que foi feita. Apenas mudei de assunto.
D: Minha irma virá novamente em casa e deseja seu padrinho de casamento presente. Ela quer tirar nossas medidas — disse abaixando a cabeça.
N: Certamente — disse com seu melhor sorriso. — Como seu servo, vim obrigar a ir de carona comigo. Vejo que está atrasada- disse olhando no relogio — e que não conseguirá pegar o onibus a tempo.
D: Obrigada — sorri para ele. Ele pegou em minha mão, abriu a porta e me deixou entrar em seu carro. Entramos e fomo direto a escola.
Seguimos caminhos diferentes que levavam a nossos armários ele havia respeitado meu espaço. Ele não faria quesão de disfarçar, pois assim como ontem, Selena não estava presente, e ninguém sabia do envolvimento dos dois.
O dia havia passado rápido, nada de confuso como os demais dias havia ocorrido. Eu estava um quanto apreensiva as atitudes dele, mas logo o sentimento passava.
N: Você poderia ir almoçar em casa- disse passando os braços ao redor de minha cintura. — Meu tio estará lá.
D: Certamente... Meu psicologo com sua familia, é algo deveras reconfortante. E alias, temos as medidas hoje. Passe em casa depois de seu almoço. — ele já estava em frente a minha casa. — Te vejo mais tarde — eu por impulso selei nossos lábios, mal havia percebido, mas ele havia notado e eu tinha certeza disso.
Quando eu sai do carro que cai por mim e vi o que tinha feito. Eu o havia beijado? Sim, e logo depois de culpa-lo por tanto tempo? Sim. Minha nossa sou mais burra e lerda do que imaginava. Fiquei parada no jardim de minha casa perdida em pensamentos e gritos frustrados, não de felicidades e sim de raiva. Suas mãos me viram totalmente para encarar seu rosto. Ele sorria, de modo tão fácil. Ele sempre fora um cara sério, de meio sorriso e de ar misterioso, mas agora não. Aparentava estar tão, feliz, sincero, aberto.
N: Eu juro que pensei que esse dia nunca fosse acontecer- ele sorria e sua proximidade de meu rosto era a da grossura de uma Vougue Italiana.
D: P-Por... — minha palavra mal fora concluida e ele ja tinha seus lábios nos meus, em um beijo urgente porém apaixonado. Suas mãos eram suaves, uma em minha cintura a outra em minha nuca. Eu pedindo folego nos separara do beijo apenas com um sorriso. Dei um beijo em sua face e entrei correndo em minha casa. Subi rapidamente ao quarto e fui em minha janela.
Ele continuava lá fitando a porta com o sorriso mais bobo e lindo que ele ja tinha mostrado. Ele murmurava algo e saia dançando pelo gramado. Isso de algum modo de reacendera. Ele tinha alguma influencia sobre mim, sua felicidade refletia na minha e isso era automatico. Ouço a porta do meu quarto ser aberta, porém acho que a pessoa não queria ser notada. Quando allguém, ou melhor algo pula em cima de mim.
Xx: AWN, FOI LINDO DEMI — havia virado uma especie de trampolim. — ELE FOI UM CAVALHEIRO. ELE TE AMA. ESCOLHI O CARA CERTO.
D: Dallas, shhh. Quer ficar quieta. Caso contrário anuncie no jornal local. — eu disse saindo debaixo dela. — Ou melhor não anuncie, a mãe de Selena assina esse jornal — disse com medo, depois de anos deixei de duvidar da minha irma.
Dallas: Mas o que diabos aquela menina insuportável tem a ver com isso. — Eu expliquei e vi Dallas de olhos arregalados no decorrer da história. — Oh! Ela nasceu para te atrapalhar minha irma, confie em mim! — Ela disse convicta.
D: Ela é minha melhor amiga. Enfim, esqueça. Vou tomar um banho, assim tiramos as medidas logo, você me prometeu um banho de lojas hoje! — disse aos sorrisos.
Dallas: E eu não esqueci. Mas chame o seu "amigo" — ela riu.
D: Oh, mande lhe uma mensagem. O numero dele está na discagem rápida. — disse entrando no chuveiro.
Tomo um banho calmo, e permaneco no banheiro por pouco mais que vinte minutos, estaria pronta para a prova de roupas, assim também estaria pronta para o shopping. Quando eu sai do banheiro me deparei com Dallas risonha na cama.
D: O que?! — disse me analisando, ainda de toalha, para ver se havia algo errado.
Ao terminar de dizer a porta é aberta quase que por um chute e de lá sai, Nicholas...
N: Eu vim o mais rápido que pude. O que acon..- ele me analisava de cima a baixo agora, e meu rosto estava queimando, só não sei se de raiva ou vergonha. — Whoa! — ele sacudia a cabeça.
D: O que faz aqui? — eu disse.
N: Eu recebi uma mensagem sua pedindo ajuda, e dizendo que estava em sua casa. Eu fiquei preocupado e vim o mais rapido que pude e... — ele me olhava novamente e sacudia sua cabeça. Será mesmo que havia algo de errado?
Dallas: Confesso! Fui eu.. mas olha... Eu mandei a mensagem faz cinco minutos .. Isso só prova o quanto ele te ama, ele saiu correndo e largou o que estava fazendo para ver se você estava bem... — disse rindo.
N: Bem... É verdade- disse piscando para mim.
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