No Hope-Interativa
3 Capítulo 1- Despairland
Notas iniciais
Cho Yoshida
“Sorte é somente outro nome para azar, a diferença é que o azar não é seu”
Uma jovem garota com cabelos azulados lentamente ela entrava por grandes portões pesados que dariam a entrada de um grande prédio, quando tudo se tornou desespero e escuridão eu desmaiei.
–Hãn *Esfrega os olhos* onde eu estou?- Perguntei a mim mesma
Boceja e olha para frente vendo um aviso no quadro.
Os calouros devem comparecer no ginásio as 3 em ponto para a recepção do diretor –FokuIA
–Já são quinze pras três acho que devo ir logo- Falei em tom acelerado
Eu sai da sala e caminhei através dos lindos corredores vermelhos, entrei por portas metálicas com a sensação de que estava no caminho correto, ao abrir a porta ela vi go que possivelmente seriam meus novos colegas alguns parecia já ter se enturmado eu decidi falar com uma garota loira de olhos verdes com laços pretos no cabelo que aparentava um pouco nervosa e andava em círculos.
–Olá- me nome é Yoshida Cho- Tentando ser simpática–Qual é o seu?-Ela me olhou com cara de nojo como se me esnobasse e continuou a andar.
–Grosseria de nível super colegial- Murmurei para mim mesma. Mas isso é curioso qual será a especialidade dela não é como se olhasse para a pessoa e pudéssemos ver qual é a especialidade dela, mas analisando pelas roupas dela ela deve ser uma enfermeira.
Enquanto eu tentava descobrir as classes das pessoas o tempo passou e do nada as luzes foram apagadas e holofotes iluminaram o centro de um palco e de trás de um palanque um urso de brinquedo com os olhos vermelhos e o tecido preto e branco saiu andando de detrás de tal.
–Olá meus pares de olhos eu sou seu diretor FokuIA mas podem me chamar somente de Foku- Disse o urso em um tom direto- Vocês são sortudos por poderem estudar aqui esta escola usa um método especial de formar os estudantes, vocês deveram matar alguém, sim simples assim um assassinato um desses seu colegas deve morrer ou vocês ficaram presos aqui para sempre.
–Você é retardado! Pare de dizer coisas estupidas brinquedo infantil! Nossa família sentira falta de nós!-Um garoto loiro de olhos verdes em tom irritado praguejou.
–Acalme-se Hisoka você já quer mostrar este seu lado problemático bem continuando não se esqueçam de que caso vocês matem alguém e sejam descobertos vocês sofreram uma punição, bem por enquanto é isso achem seus quartos e procurem se proteger, vocês podem brincar um pouco na areia, mas o mar daqui não é muito “seguro”- O Foku deixou o palco sem com que ninguém reparasse acho que foi inteligente ele dar tanta informação tão diretamente.
Acho que não deveria ser a única que tinha a cabeça rodando era muita informação para absorver sentia-me até um pouco mau talvez minha pressão tivesse caído, bem acho que deveria ir até o meu quarto ver se tinha alguma coisa minha lá afinal minhas malas não estavam comigo quando eu acordei.
°°°
Me perguntava o que o “Foku” dizia com areia e mar, quando passei por um portão e simplesmente vi que sairia daquela escola ao abri-lo. Mas tudo o que abrir aquele portão me trousse foi decepção estávamos em uma ilha areia e água até onde podíamos ver, vi outros estudantes na praia e fui falar com o garoto que tinha tido um ataque contra o Foku.
–Oi- Fiz um pequeno sorriso para tentar quebrar o clima de cativeiro que estávamos tendo que viver.
–Olá- Ele falou de modo tímido e simpático.
–Seu nome é Hisoka certo?
–Sim- Ele desviou o olhar.
–Prazer Yoshida Cho- Estendi a mão e ele correspondeu ao gesto.
–Vo-você é da onde?
Nossa conversa foi interrompida por um grito feminino e nós corremos para ver o que era, chegamos a uma sala e nos deparamos com uma garota caída no chão uma garota que eu ainda não tinha visto com certeza aparentemente ninguém sabia que ela estava ali exceto pela garota que estava caída no chão achando que poderia ter descoberto um cadáver.
–Saiam do caminho- Disse a mesma garota que me destratou hoje mais cedo- Ela ainda está respirando se acalmem, acho que ela só ainda não acordou do sono que fomos submetidos.
Ela pediu para que ajudássemos a levar a garota para seu quarto para que ela pudesse cuidar dela quando pegaram seu corpo reparei que com certeza ela não tinha a nossa idade.
–Sabe- Hisoka disse para mim- Eu já sabia que estava faltando alguém havia quarto que não estava sendo ocupado e a imagem pixelada que havia lá era de um garotinha.
°°°
Jibril Akiyama
“Não sei como vocês estão vivos até hoje”
Os olhos da garotinha lentamente se abriram eu ainda não sabia como explicar para praticamente uma criança que ela tinha que matar alguém ou ficar presa para sempre em uma ilha estupida.
–Olá!
–Aqui é a enfermaria da Hope’s Peak Academy? Eu me machuquei?
– Bem de certa forma, prazer sou a Jibril Akiyama enfermeira de nível super colegial
–Oi eu sou Eva Fiorenttina Prodígio Escolar de nível super colegial, o que ouve comigo
–Você... desmaiou
–Bem já está em horário de aulas?
–Vou ser franca com você todos nós aparentemente...
°°°
–Interessante, podemos montar uma jangada-Ela acreditou simplesmente assim incrível como as crianças acreditam em qualquer coisa, mas ela deveria estar mais surpresa ou incrédula.
–Você está sendo séria?
–Sim, quando você disse que eu simplesmente desmaiei notei um leve movimento que denunciou a mentira, já nesta nova afirmação o tique sumiu provando verdade, e ninguém bolaria uma história deste peso para uma “criança” a não ser que seja uma escritora de fábulas e como você já disse você é uma enfermeira.
–Você merece estar aqui, sua inteligência é incrível, me diga, como você aprendeu as coisas de arqueóloga.
–Bem foi fácil...
°°°
–Todos os alunos compareçam na sala de vídeo- A vós um pouco metálica de Foku ecoou pelo lugar.
Eu e Eva nos apressamos para não termos problemas, ao chegarmos lá vimos Foku parado na entrada e entregava a cada aluno que entrava um aparelho que lembrava um celular.
–Esta vendo aquela garota de boina azul.
–Sim- Respondeu Eva.
–Ela que te achou ciada na sala de aula.
–Olhe o garoto que está com ela o de cachecol, parece que não fomos as únicas que se enturmaram por aqui até parece que todo mundo esqueceu o que esta realmente acontecendo.
Estávamos todos dentro da sala de vídeo.
–Eu tenho algumas coisas a informar, primeiramente o aparelho que vocês receberam contem informações que vocês precisaram sobre as regras desta instituição ela recebera novas informações constantemente irei ler a regras em vós alta.
Regra1: Sem troca de quartos, se você quiser dividir um faça pelo seu próprio risco.
Regra2 : Está proibido mais de dois assassinatos por dia.
Regra3: Se você tiver um cumplice em seu assassinato a ultima pessoa a cometer o ato de esquartejar esfaquear envenenar espancar ou que seja devera ser que é punido.
Regra4: Se vocês errarem o culpado de um assassinato vocês deveram sacrificar um de vocês para agradar aquele que se foi injustamente.
–Hoje mais cedo me perguntaram sobre as famílias de vocês nos arquivos de video vocês obterão a resposta quanto a isso.
Todas as telas acenderam, eu não me preocupei muito quanto a isso então espiei a das outras pessoas, o garoto da minha frente não teve a tela ligada eu não sei o motivo, mas observei a da Eva que estava sentada do meu lado, na tela mostrou algo que me deu certeza de que o Foku era um demônio um por um os que pareciam ser os pais de Eva foram sendo assassinadas por um robô com a fisionomia dela mas com a cabeça daquele maldito urso de pelúcia que cortava a garganta do pai enquanto a mãe gritava por ajuda tentando arrastar a perna que ela havia quebrado tentando fugir do fogo que estava dilacerando a casa depois do massacre ter sido feito e o sangue recobrir a tela inteira uma mensagem apareceu que Foku fez questão de repetir.
–Vocês são os únicos que ainda estão vivos.
–Sabem o nome Foku ou Fooko lembra muito a pronuncia da pala fogo, isso porque eu estou levando cada um de vocês para o inferno onde vocês iram queimar!
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