No Hope

1 Capítulo 01


Notas iniciais
Oi *-* Como tinha dito, aqui está a nova fanfic, espero que vocês gostem. Eu não vou fazer com a linguagem de antigamente por que acho muito entediante, sendo assim vou fazer com a linguagem normal, usando algumas palavras mais formais. Como já diz na sinopse, é uma estória preconceituosa, mas eu NÃO sou preconceituosa, então esta sendo muito difícil pra mim escrever. Espero realmente que vocês gostem e comentem como vocês estão fazendo na outra. ♥

Meu nome é Lucinda Biscoe, mas isso você já deve saber. Sou filha de um dos homens mais ricos da cidade, sempre ando com os melhores vestidos e por onde eu paço, sempre tem homens me cortejando, não querendo me gabar, mas sinceramente sou a garota de 17 anos, mais linda da cidade, meus cabelos negros com lindos cachos batem até a metade das minhas costas, tenho uma pele branquinha da qual me orgulho muito. Moro em uma casa no campo, mas não uma casa de palha caindo aos pedaços, mas uma casa feita de pedras, firme e forte e incrivelmente linda, o terreno é enorme, então temos muitos escravos para cuidar dele, bando de pessoas repugnantes, nem todos são negros, mas só de pensar em um chegando perto de mim, me da nojo, não sou preconceituosa, mas eles são sujos, não tem educação e devem ser cheios de doenças também.

Acordei com alguns raios de sol entrando pela janela, já havia amanhecido, sempre acordava cedo para ir a cidade com a minha mãe, eu tenho namorado o nobre e rico Trevor, mas eu tenho que admitir que ser cortejada por todos os homens da cidade me enche de prazer, era satisfatório saber que todos me achavam bonita e ver as garotas revirarem os olhos e bufarem me dava vontade de rir, eu não tenho culpa se elas não tem a minha beleza e nem meu corpo que para uma menina de 17 anos é muito bem formado, seios fartos, cintura fina e barriga lisinha, me orgulhava muito do meu corpo e é claro, da minha pele branquinha também, de pele escura já bastavam aqueles escravos nojentos, se bem que nem todos tem uma pele escura, mas mesmo assim são todos sujos e sem educação. Abri meus olhos de vagar, a luz estava incomodando meus lindos olhos, me sentei na cama e esfreguei os mesmo, assim que consegui me acostumar com a luz do ambiente olhei ao redor para ver se encontrava a minha serva, aquela inútil, aonde ela tinha se metido dessa vez ?

– SERVA! – Gritei, imediatamente ela entrou pela porta do meu quarto.

– Sim, senhora. – Disse ela com a cabeça baixa, para ser sincera nem lembrava mais do nome dela, acho que é Ariane.

– Eu quero me levantar. – Disse. Ela andou até o canto do quarto, pegou meu hobby e parou na frente da cama, me levantei e esperei ela colocar o hobby em meus braços.

– Que vestido minha mão separou para eu usar hoje ? – Perguntei.

– Por aqui senhora. – Respondeu, a segui e paramos em frente a um divisório onde tinha um vestido pendurado. Simples, de mangas compridas e com um decote não muito grande o vestido tinha vários tons de vermelho, eu gostei, afinal eu não precisava de muito para chamar atenção mesmo.

Tirei o hobby e coloquei o vestido, as mãos ágeis de Ariane me ajudaram a colocar, tenho que admitir, a serva não era tão inútil assim. Assim que arrumei meus lindos e grandes cabelos, fui para cozinha me encontrar com minha mãe e meu pai para tomarmos café da manhã, entrei na cozinha e eles já estavam sendo servidos, assim que me viram ambos sorriram, parei na entrada e fiz uma referencia aos dois.

– Esse vestido ficou lindo em você, querida. – Disse minha mãe.

– Verdade filha, você está parecendo uma princesa. – Foi à vez do meu pai, sorri e abracei os dois. A mesa estava farta, muita comida para três pessoas comerem, mas todo dia era assim, o que sobrava os escravos comiam, meu pai era muito generoso.

Assim que acabamos o café, minha mãe e eu saímos da cozinha em direção a frente da casa, tinha uma carruagem nos esperando e um daqueles escravos nojentos, claro que ele não ia dentro da carruagem com a gente né, mas ter que andar pelas ruas junto com uma pessoa como ele, era repugnante, mas precisávamos dele para carregar nossas compras.

– Qual o seu nome querido ? – Ouvi minha mãe perguntando ao escravo, não consigo entender como ela consegue ter tanta simpatia com um homem como ele.

– Roland, senhora. – Disse ele com a cabeça baixa.

Entramos na carruagem e fomos em direção à cidade, não demoramos muito, nós morávamos no campo, mas não tão distante da cidade, assim que saímos da carruagem os olhares já começaram a nos bombardear, a família Biscoe era uma das mais ricas da cidade. Meu pai batalhou muito para isso, todos sabiam de seus esforços para conquistar tudo o que ele já conquistou, ele é um exemplo para mim e creio que para a cidade toda, até as outras famílias ricas viviam o homenageando, principalmente a família do Trevor, eles viviam fazendo jantares para a nossa família, foi assim que eu e o Trevor nos conhecemos, logo já me apaixonei por ele, sempre sonhei com um príncipe encantado, pra ser sincera, eu sou sim da altura de uma princesa, mas amo o Trevor e sei que ele também me ama, em breve vamos nos casar, eu mal posso esperar por esse dia.

A cidade estava cheia como sempre, todos acordavam cedo para seus trabalhos, a loja que continha os vestidos mais lindos que eu já vira, ficava bem no centro, então parávamos na entrada da cidade e íamos andando, minha mãe gostava de fazer isso, ela gostava de observar as pessoas, todos a adoravam, ela é doce e gentil, sempre carinhosa e compreensiva, até mesmo com os escravos, eu entendia essa atitude dela com as pessoas, mas com os escravos ? Por favor né.

Chegamos à loja, ela não estava muito lotada por que os vestidos eram um pouco caros e nem todas as garotas da cidade tinham sorte de irem comprar um vestido novo todos os dias. Saímos da loja e entregamos as sacolas para aquele tal de Roland, voltamos para nossa carruagem e fizemos o mesmo trajeto de volta para a casa, eu queria ficar mais, porem minha mãe não gostava muito de tumulto, sempre foi mais reservada, totalmente o oposto do meu pai, ele gostava de esbanjar e de mostrar para todos, acho que puxei mais o meu pai do que a minha mãe, na realidade nem sabia como os dois tinham se casado sendo tão diferentes. Bom, acho que é isso né. Os opostos se atraem.

Notas finais
Comentem meus amores. ♥ PS: Eu ia colocar o link dos vestidos, mas como não achei vestidos os suficiente para cada capitulo a fanfic, vou apenas dar alguns detalhes, ai vocês imaginem. (((: