No Happy Halloween
1 Único!
Notas iniciais
Ninguém suspeitava da força espirita maligna que nascia aos poucos sugando todas as forças que existia naquele inútil mundo considerado tão bom para poucas pessoas. A surpresa aguardava, enquanto o espírito de Halloween se alimentava de todas as ações ruins daquele povo descarado que insistia a continuar fazendo essas besteiras. Enquanto isso..
Oliver se aproveitava com mais uma das vagabundas que podia se encontrar vagando pela rua á procura de alguém que a faça feliz em poucas horas sem se importar se o serviço era grátis ou não.
Os lábios dele levemente tocaram os da loira que estava com sede do tal'ato.'presos em um beco sem saída acharam que todos estavam envolvidos na festa que acontecia não muito longe do local.
- Q..Qual..É o seu nome? P-Por..- Sua voz era falha, logo Oliver a interrompeu chocando os seus corpos na parede.
- Calada vadia. — Sussurrou no ouvido da mesma fazendo com que ela estremecesse.
O beijo que antes estava calmo incorporou em um totalmente severo sem medo de machucar um ao outro, ele rasgava a blusa que não tapava nem metade de sua barriga, apenas algumas partes do sutiã e ele estava preparado para arrancar mas ela o impediu.
- Continua sua puta se quiser eu pago a quantia que você quiser, vem logo! — O semblante de Oliver ao dizer as palavras era monstruoso ele parecia louco por aquilo.
- Agora é sério. Não me faça mal por favor. — Ela implorava ajoelha, seu estado era deplorável. — Me chamo Carrie.
- Não perguntei seu nome sua vagabunda, você anda na rua atrás de homem para domar você mas quando chega na hora amarela? Puta virgem? Já ouvi falar em muitas e fui eu que tirei. — Parecia tão frio e novamente a puxou.
- Cansei de ser boazinha e agora me escuta, querido. — A voz antes feminina calma agora estará grossa e nervosa. — Não sou nenhuma meretriz que se vê na rua tentando entregar o corpo por dinheiro! Muito pelo contrário, trabalho pelo dinheiro sou uma jovem trabalhadora e trabalho como vendedora numa loja de roupas chamadaRieffjá cansei de lhe ver lá. Me droguei hoje até não me sentir mais e ficar largada numa calçada qualquer, e sabe porque estou aqui agora? Te impedindo de besteiras. Me arrependo amargamente pelo que fiz mais cedo fui praticamente obrigada a fazer isso e os homens que juraram ser seus capangas disseram que Oliver Vonron. Não tive tempo para por alguns marmanjos na sua cola mas de longe logo reconheci.
- Vadia. — Murmurou voando como um leão atrás de sua presa, atacando-a da pior forma possível.
Carrie era uma mulher com muita agilidade e prática na luta então não havia problemas nenhum com Oliver apesar de ter ganhado mais ferimentos ela não entendia a agressividade dele. Quando os tapas ficaram mais fortes perceberam uma negatividade estranha se aproximar.
Pararam quando um passo adentrou aquele beco, estava completamente coberto por couro negro colado no corpo por fim cobrindo a face do ser que só contia os olhos acesos esverdeados amostra. Um medo percorreu pelo corpo de Oliver e Carrie causando arrepios constantes em seus corpos então ela sem alternativa se escondeu atrás de Oliver que não chegou a avistá-la.
- A diversão acabou porque? Tenho direito de saber pois cheguei aqui tudo ocorria numa boa. — A voz era feminina, rouca arrogante.
- N-Nada acabou...Senhora? Senhor? — Oliver gaguejava trêmulo pois ela era realmente apavorante.
Cada passo que a desconhecida dava era um estrondo alto, pelo seu olhar ela contia um sorriso irônico no rosto e levemente com apenas o toque do dedo a velha lata de lixo enferrujada revirou-se no chão fazendo com que o lixo se esparramasse exalando um odor horrível.
- Irão vir comigo, lindos! Ah e Carrie não se faça de santa porque conheço muito bem a sua história. — Sussurrou num tom quase inaudível gargalhando diabólica.
Ela era uma mulher carrasca bem conhecida em um mundo alternativo bem diferente mas ela sempre vigiou o mundo real para ter controle sob as coisas.
Com todas as unhas quebradas os dedos sangrando com um filete de carne viva sob um sangue seco ela veio se arrastando do inferno veio queimando soltando faíscas pelos olhos enquanto havia um garfo de três pontar afiado em suas costas. Ela estava arrependida pelos males que fizeste na antiga geração e agora estava disposta a acabar com a vida daqueles que fazem barbaridades por aí da pior forma possível! A única coisa que vinha em sua mente era: Arrastá-los ao inferno consigo, eles precisam queimar junto a ela.
Seus olhos friamente se reviravam, fez um movimento com o dedo indicador ela mordia levemente o canto dos lábios de uma maneira provocativa. Como se tivessem hipnotizados eles caminharam sem ao menos olhar para trás.
- Entrem no meu bebê. — Sorria abertamente o jogo desta sombria mulher podia ser muito mais que um jogo. Os dois sentaram no banco traseiro do veículo que tinha uma aparência diferente.
Estacionaram o carro que não havia placa só havia escrito“6Marr” eles tentavam descobrir qual era o lance dela mas tudo estava em sigilo.
- Essa é a boate onde deve se encontrar uma safada qualquer não sei se a conhece mas é uma ruivinha baixinha vestida como puta. — Piscou dando uma volta sensual em direção ao local que vinha músicas altas causando Som Round. As luzes tornava a boate mais intensa sua coloração não era visível mas podia-se notar as luzes coloridas.
A estranha desconhecida mostrou um revólver para assustá-los de que qualquer ação contra ela levaria um tiro certeiro na testa e prosseguiram até achar uma menina aparentando ter seus quinze anos dançava vulgarmente com um homem prendendo ela em seu corpo.
Sua saia era negra com babados, e seu top era da mesma coloração, porém, bem decotado parecendo que ela havia uma prótese de silicone nos seios aonde o homem musculoso acariciava.
- Olá. — Opinou por um tom sexy para retirar sua máscara esbanjando sensualidade com os fios louros dourados entretanto tinha os lábios finos macios avermelhados, ela mordia um canto numa forma provocativa. — Lembra de mim?Amiga..Marie! Sua amiga de traquinagem. Aff Melissa você continua a mesma lesada de sempre.
- Marie..Lembrei. Você é maluca eu não quero mais me aproximar de você. — Melissa estava trêmula sua voz embargada ela realmente estava assustada.
Marie sádica gargalhou sem vida alguma, ela tinha sede, uma sede incontrolável de matar. Sorriu vitoriosa e a puxou apenas com a força do pensamento. Seus olhos que antes estavam numespontâneo ar superior sensual agora estava psicótico.
- Vamos nos divertir. Nós quatro! — Os empurrou dentro do carro dirigindo em alta velocidade.
As ruas de Nova Iorque eram bem movimentadas então era normal dirigir em alta frequência numa noite de Halloween, todos dentro do carro estavam assustados pois sabiam que corriam perigo com uma psicótica ao lado.
Marie arrancou um fósforo junto a um esqueiro entre seus seios sorrindo divertida. Abriu as portas do carro saindo e pediu calma para que eles também se retirassem.
- Vadia ruiva, você tem álcool aí não tem? — Enrolava os cabelos na ponta do dedo chamando a atenção de Melissa.
- N-Não. — Negava enquanto borboletas se debatiam freneticamente em seu estômago o fazendo se revirar.
Foi como se Melissa não havia dito nada ela a pôs em frente ao carro explodindo-o exceto Melissa que não entendeu o porque disso.
Entraram em um hospital velho abandonado. A estrutura era uma das piores aquilo era assustador, Carrie se acolheu nos braços de Oliver que não hesitou.
Ela sorria satisfeita, trancando as portas deixando uma gota de lágrima ser livremente caída traçando um longo caminho úmido na face de Carrie.
- Me deixe sair eu não faço mal a ninguém. — Carrie não desistia de implorar para ela era como se uma daquelas portas fossem abertas e ela saísse correndo daquele lugar infernal.
- Quieta, Carrie por favor. Antes que as coisas piore. — Oliver afundou-a em seu peito a aconchegando.
- Vamos lá. — Sorria alegre serelepe assim como uma criança mimada.
Tocou lentamente nos traços de Oliver e o retirou dos braços de Carrie que ficava cada vez mais assustada.
Ela o obrigou a sentar numa cadeira apontando o revólver em sua cabeça. Cedendo a tudo o que ela mandará o amarra com uma corda feita a aço. Sorrir ainda mais vitoriosa retirando uma faca das gavetas mais próximas dali.
- É aí que a diversão começa! Você droga menininhas para depois transar com elas. — Murmurava enfurecida ela não tinha controle de si e esfregou a faca em seu rosto derramando vários pingos de sangue ao mesmo tempo. Ele gemia as garotas gritavam por socorro mas ninguém os ouvia.
- Eu sou um homem carente eu não sei o que faço. — Reprimiu os lábios com medo da próxima etapa.
Suas mãos com toda bravura estralou um tapa ardente na cara de Oliver deixando as marcas de seus dedos avermelhados fazendo surgir uma coceira breve.
— Não tem medo do que pode acontecer? — Indagava perplexa por fim cravando a faca em seu peito fazendo o esbugalhar os olhos e desfalecendo aos poucos.
- Oli-Oliver.. — Sussurrava Carrie se derrubando por lágrimas e mais lágrimas.
Melissa havia vomitado pela falta de ar que tinha sentido e ao ver o cadáver comoveu seus sentimentos deixando em atritos.
— Carrie, você promete que irá fazer de tudo para proteger nossas vidas? Temos que conseguir, amiga. — Melissa era sensível, seus sentimentos eram tocados facilmente.
- Mel. Sua vez amiguinha! — Marie retirava de uma sala uma maca ensanguentada para Melissa.
- Sua vagabunda deixe-me sair daqui. — Berrava Melissa tendo um forte aperto no coração.
— Irei arrancar essa merda de coração e degolar tua cabeça, entendeu porra? — Uma expressão de ódio se formava cada vez mais.
Atirou na perna esquerda da ruiva fazendo-a cair apavorada no chão ela já estava quase infartando ela estava soando muito nervosa pois tinha problemas cardíacos.
— Carrie por favor? — Melissa indignada com a atitude de Carrie de ficar assistindo se entregou. — Tudo bem, acabe com isto de uma vez.
Marie se aproximou perfurando todo seu tronco deixando rasgado, ela cada vez mais enfiava a faca trazendo emoções dolorosas mas ela fingia não sentir. O sangue jorrava em seu rosto sujando tudo que estava perto. Vagarosamente retirou algo com as próprias mãos sem nojo ou não e sim, era o coração de Melissa uma menina que só tentava afundar as mágoas em sexo, dinheiro, festas, bebidas. Logo em seguida passou a faca por sua garganta degolando-a. Um sangue estrondoso chegou aos pés de Carrie que encarava tudo na perspectiva de fugir ilesa dali.
- Ponha isso para lá. — Pedia ainda com aquela carne na mão entregando para Carrie que fez uma careta e fez o pedido.
- Isso irá assustar todos daquela boate. — Carrie apontava para a cabeça que ela fingia não ficar amedrontada.
- Vamos embora querida, nosso trabalho acabou por aqui. — Marie se levantou destrancando as portas e se retirando do local seguida por Carrie.
Carrie não sabia mas, Marie se vestiu como uma criança. Cabelos“Maria Chiquinha“ saia com babados preta, meia-calça listrada laranja com listras negras e uma blusa com mangas como a meia calça, segurava uma abobora e tinha em si uma maleta.
- Para que serve essa maleta? — Perguntou Carrie confusa observando.
- Estão todas as nossas coisas aqui, viemos do inferno mas não estou disposta a voltar. — Cinicamente balbuciava em meio as palavras.
- Vamos aproveitar a festa de Halloween bem ali, se quiser podemos nos divertir com eles também. Você com imagem de criança fofa..- Escondia uma faca entre os seios.
- Aham, mas você desta vez faz tudo. Quero ver sexo e matança. Irá ser divertido. — Gargalhou por fim seguindo o rumo das batidas eletrônicas.
- Um vestido branco cairia mal para uma morte? — Carrie prendeu os cabelos num coque indecisa.- Seria ótimovocê veria as gotas no seu vestido, aliás, você é uma ótima atriz. — Abraçou a irmã que não se contentou rindo.
- Eu sei mas eu realmente amei Oliver. — Pausou no meio do caminho e Marie a olhou assustada. — Você deveria ter me dito, ai não.
- Me perdoe! Eu te amo querida irmã.
- Eu também te amo pequena Carrie, e lembre: Se amar novamente me diga. O amor é algo sério mas eu amo você. Só que meu verdadeiro amor de paixão é a morte. Vamos dar no pé.
“Encontrado corpos de duas pessoas, ninguém sabe quem foi o assassino disso tudo mas pretendem encontrar o mais rápido possível.”
Dois anos se passaram e os documentários ainda informam que isso é um sigilo, aliás, aonde encontraremos os assassinos de Melissa Horff e Oliver Vonror?
Somos irmãs unidas, nem o amor nos separa, pois é, a morte é tão doce. Você quer provar um pouco dela?
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