No Geral Todo Amamos os Deuses
6 a surpresa maior
Notas iniciais
espero que gostem
Eu acordei todo mundo e mandei eles me esperarem na sala.
Corri até a biblioteca e fui até uma prateleira de livros, me concentrei e mandei que se abrisse. Então os livros se moveram para os lados permitindo que uma pequena porta aparece-se. Eu entrei nela e a ouvi se fechando atrás de mim. Conjurei uma chama que ficou na palma da minha mão, desci uma série de escadas que levavam para dentro da terra, coisa que nunca entendi visto que morávamos em cima de uma fabrica abandonada. No fim da escada havia um posso, eu olhei dentro do poço bem no fundo dele eu podia ver uma luz brilhando fortemente. No entanto eu sabia que, a menos que eu fosse suicida, eu não deveria tocar naquela água. Aquilo era só uma isca para quem quer que tente pegar o que eu tinha vindo buscar. Dei a volta no poço e andei em direção a parede, chegando lá repeti o que tinha feito lá em cima, não aconteceu nada, mas eu estiquei o braço através da parede e ele atravessou. Tateei o buraco e senti três caixas exatamente iguais, eu sabia que eu tinha que pegar a certa ou meu braço ficaria preso na parede para sempre. Continuei tateando até achar uma pedra exatamente redonda a empurrei para o lado e embaixo dela havia um buraco e dentro dele estava a caixa que eu estava procurando. Tirei o braço da parede levando a caixa e a pedra comigo assim que o fiz a escada desapareceu e a parede se fechou. Eu voltei para perto do posso agachei-me e procurei pelo pequeno buraco que ficava na lateral, coloquei a pedra dentro e ela se encaixou com perfeição ouvi um estalo e um túnel se abriu as minhas costas. Eu comecei a subir rapidamente depois de pouco tempo encontrei a primeira trifurcação, fui pela direita. O túnel fazia uma curva constante até que eu cheguei a uma trifurcação igual à primeira. Fui pela direita o túnel continuava em curva até chegar a uma terceira trifurcação igual às anteriores, até eu que ajudara na construção do túnel tive a impressão de andar em círculos. Tomei a direita de novo e o túnel continuou igual os dois primeiros. No final do túnel encontrei outra trifurcação igual às anteriores dessa vez, no entanto dessa vez eu me virei e do lado do túnel pelo qual eu tinha vindo havia uma porta e eu passei por ela.
Estava de volta a sala principal e todos os alunos que estavam lá quase morreram de susto, embora realmente ver alguém surgir de baixo da estatua de Tot quando se esta sob ameaça de ataque realmente assusta. Carter, no entanto sabia da saída ele olhou para minhas mãos e quando reconheceu a caixa começou a gritar comigo
-NÃO!!!! Não Sadie nós prometemos.
Carter parecia realmente furioso assim como Bastet. Os outros, no entanto pareciam apenas confusos. Lina, uma garota de 15 anos que estava conosco a +- 7 meses disse
-pera um pouco do que vocês estão falando? O que vocês prometeram? O que é essa caixa? E por que você nos acordou?
Eu já ia explicar tudo quando eu vi o Henry. Ele estava encostado na parede atrás de todo mundo com um misto de culpa e ansiedade no rosto, ele viu que eu estava olhando e fingiu um interesse curioso. Foi ai que uma idéia começou a surgir no fundo da minha mente. Os garotos na reunião falavam do Henry como um conhecido, até como amigo. E como eles sabiam tanto sobre nós? Quer disser é claro que tinha aquela menina que tinha aquelas visões, mas eu tinha certeza que a maioria das informações tinham sido descobertas hoje. No dia em que o Henry chegou.
Eu olhei para ele e eu tive certeza. Abri a caixa e dentro tirei dois colares eles estavam quentes e brilhavam.
-Sadie, nós prometemos!!!
Carter me alertou. Eu olhei para ele e disse
- prometemos que não o faríamos se não fosse preciso. E agora mais do que nunca isso é necessário.
Joguei um pra ele que o pegou ele me olhou com uma cara de espanto então assentiu e passou o colar pela cabeça. Eu o imitei e quase instantaneamente ouvi
“e então garota sentiu saudades?”
Eu assenti e mentalmente a puis a par de tudo. Ela ficou quieta por uns estantes depois disse “concordo com sua teoria você precisa contá-la aos outros”
Eu virei para os outros e disse
-estamos prestes a receber algumas pessoas em uma missão “diplomática”. O que significa que enquanto não nos atacarem não devemos atacá-los, pois se isso se transformar em uma “briga estaremos em desvantagem.
Essa noticia espantou a todos
- mesmo que sejamos sete magos e uma deusa?
Perguntou Rafa, um garoto de 13 anos que fora nosso primeiro aluno
- mesmo que sejamos quatro magos, uma deusa, dois hospedeiros e um traidor
Essa noticia espantou mais que a anterior
- quer dizer que esses colares que vocês estão usando fazem de vocês hospedeiros
Perguntou Ethan (mesmo nome outro personagem) um garoto de 17 anos que chegou fazia uns 8 ou 9 meses
- bem, sim
Respondeu Carter
-eles são fortes o suficiente para destruir vocês dois?
Pergunto Lina
- eles têm armas para isso.
Por fim a pergunta que eu mais queria ouvir foi feita pela pequena Cindy ela tinha apenas 8 anos e chegara junto com Rafa
- mas, quem é o traidor?
Todos se entreolharam até que Henry quebrou o silencio.
-não acho justo ser chamado de traidor, pois nunca traí ninguém. Eu nunca pedi para ser seqüestrado vocês que simplesmente me trouxeram para cá e eu pedi para meus primos virem me buscar.
Explicou ele dando de ombros. Lira ficou vermelha eu achei até que ela ia socar o garoto
- sim e acidentalmente, você contou todos os nossos segredos para eles
- todos não, eu não sabia que eles eram deuses
Ele disse apontando para mim e para Carter
-é, mas eles sabem.
Eu disse o que surpreendeu os outros. Henry simplesmente deu de ombros
- alem disso- eu continuei- não o seqüestramos. Nós o trouxemos para cá, pois Carter disse que você emanava o poder de um sangue de faraó.
-na verdade, eu nunca disse que ele tinha sangue de faraó, só que ele era poderoso
Explicou Carter meio sem graça. Então eu lembrei que ele estava certo.
- olha eu já vi que vocês não são inimigos, então...
Começou Henry, mas eu o interrompi
-se você não tem sangue de faraó porque você emana essa energia quase divina?
-pois ele, assim como nós, é um meio sangue, Sadie
Disse uma vós estranhamente familiar atrás de nós.
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