No Fim

18 Um longo sono!!


Notas iniciais
OMG! qse me eskeci q tenho uma fic para escrever! rs, desculpem a demora, me empolguei ledo as fic dos outros ficwriters. uuaaaauuu. bem, aqui vai o outro cap, e daki em diante só faltam 3 caps para o fim da temporada!!

(antes q vcs leiam o cap soh para relembrarem ou para saberem: a fama é q japonês tem o "pacote" pekeno e, chester foi molestado qndo criança. bom cap!)

– Calma, calma! Sou eu. – disse Mike baixinho em seu ouvido.

Quando ele a soltou ela empurrou seus braços e rosnou:

– Da próxima vez que você fizer isso... Eu vou te bater tanto que você nem vai lembrar seu nome!

– Uau! – ele se divertia com a reação dela – Não sabia que você era tão brava!

Mesmo contrariando seus conceitos, o único jeito foi aceitar que tinha que responder às perguntas de Mike.

– Correr dá uma sede, não acha?

– Hmm – isso a dava uma idéia para acabar com a curiosidade dele – você acha que a sua sede consegue esperar mais um pouco?

– Por quê?

Jenny o levou de volta ao hotel. Em frente ao local havia uma barraca de bebidas naturais, que eles estavam antes de entrar no hotel.

– O que é isso? – perguntou Mike olhando a medida de 1 litro de um liquido expesso deixado diante de seus olhos junto com um copo.

– Garapa. – respondeu Jenny indiferente.

– É o quê?

– É só experimentar, você vai gostar.

Ela pediu a garapa para Mike e brincava com o rótulo de uma garafa de água mineral que tinha pedido para si.

– Então – começou Mike bebendo o suco pelo canudo – porque você veio para cá?

– Castigo. — não tinha que dizer de fato por fora parar ali, certo?

– O que você fez? – ele levantou as sombrancelhas incrédulo.

– Eu? Nada. Eles é que ficaram loucos!

– Por quê?

– Você! — Jenny tentava ao máximo não falar muito para evitar contar alguma coisa que não queria que ele soubesse.

– Quê? O que eu tenho a ver com isso?

– Não é para mim te ver, entendeu? – Jenny jogou a cabeça de lado, sorrindo.

Seria bom se ele pensasse que estava de castigo por um namoro proibido pelos pais. Seria melhor do que a verdade, que ela ainda não queria contar.

– Pelo visto – ele já havia tomado metade da bebida – você não segue as regras.

– Regras foram feitas para serem quebradas. Nossa, você gostou mesmo da bebida.

– Hmm, é. E não foi exatamente isso que me ensinaram sobre regras, sabe.

– É assim que eu vejo. Fazer o quê?! – ela deu de ombros.

– Não sei por quê... – ele estava com o corpo um tanto mole – mas, eu estou com sono.

# 2:11 PM, garagem do hotel #


Paul esperava aflito. Com a chegada de uma Van, da qual saltaram Dave, Joe, Rob, Brad e Chester.

– Que aconteceu? – se adiantou Joe para Paul.

– O que você acha de eu contar no caminho? Já tenho um plano para o problema.


# 2:30 PM#


Depois de discutir insistentemente com os caras da banda, um plano simples foi traçado para tirar Jenny da vida do amigo deles. O único a se opor foi Chester, por que a parte mais arriscada ficara com ele e ele não queria ir de encontro à amizade dele com Mike. No final das contas tudo acabou resolvido e eles fariam tudo o mais rápido possível.

Ao entrarem no hotel, dirigiram-se ao quarto de Mike, o qual Paul girou a maçaneta e abriu a porta e, viu algo que quase o matara de susto.

Jenny estava sentada na cama, lendo uma revista, ao seu lado, Mike babava, dormindo. Ela levou o dedo aos lábios, em um jesto pedindo silêncio.

– Oi, Paul. – ela sussurrou – Pensei que não iria vir mais.

Ela deixou a revista de lado e levantou-se.

– Que aconteceu com ele? – sussurrou Paul apontando para Mike.

– Ah, não foi nada. Só garapa, sabe? Daqui a pouco ele acorda – ela explicou saindo do quarto com o grupo abrindo caminho paar ela.

– Aonde você vai? – perguntou Paul vendo que Jenny afastava-se.

Ela virou-se, falando em português.

– Na recepção e depois embora.

– Hey, não diz tchau, não?

– E você não bate na porta antes de entrar, não?

– É que...

– Estamos quites.

Jenny voltou a andar.

– Não quer me dizer nada? – sorriu Paul.

Ela parou, novamente e, bateu o dedo aos lábios, olhando para o teto.

– Sabe aquela fama que japonês tem? É mentira. É realmente uma grande mentira.

Paul sacou na hora e, ficou encarando-a sem perceber que sua boca se abria. Ele tinha prometido!


** Flash Back On**


– Você ficou maluco Mike? Eu sei que ela não aparenta, mas ela é uma criança! Ela nem saiu do colegial!– disse Chester.

Todos estavam na sala de estar da casa de Mike e, o clima estava pesando para o lado dele.

– Não Chez, ela nem está no colegial. – Paul o corrigiu.

– Agora fudeu tudo! – disse Rob levantando as mãos.

– Tenham calma, ok? Eu sei que ela é menor de idade... – começou Mike mas, foi interrompido por Chester.

– Se você sabe por quê vai insistir nisso? Não é correto e é contra a lei!

– Olha, eu não sei como e nem porque, mas ela me atrai de uma forma que nenhuma outra mulher conseguiu fazer...

– Isso já está virando pedofilia. – interpôs Chester novamente.

Mike sabia por que Chez queria por um fim naquilo o quanto antes, mas não tinha culpa no que tinha ocorrido no passado do amigo.

– Chez tem razão – disse Brad– Eu preciso que vocês cofiem em mim. Eu não vou encostar nem um dedo nela até ela atingir a maioridade, eu prometo!

– Sei. Quero ver quanto tempo você ficará sem sexo, Mike. – disse Paul.

– Sua abstinência não vai durar muito, você sabe que poderá procurá-la quando quiser... – falou Dave que também foi interrompido por Mike.

– Eu não vou transar com ela, entenderam? Não irei encostar nela e nem deixá-la tocar em mim, satisfeitos ?

– E se acontecer?

– Essa não é a minha intenção.

** flash Back Off**


– Uh-oh, é brincadeira. Não precisa me olhar assim! Eu não sei de nada sobre isso, viu?

Era bom que fosse brincadeira da parte dela, sim. Por que não iria aturar o amigo fazer isso com ela. Não estava defendendo-a, mas sim tentando manter a sanidade de Mike.

Ela foi embora sem dar mais explicações. A turma ainda estava no corredor, torrando a paciência de Paul, querendo saber o que eles haviam conversado. Paul pegou Chester pelo braço e disse:

– Vai.

– Porque eu? – de novo a mesma discussão, não!

– Por que sim. Agora vai!

Paul o empurrou de leve, para poder ir. Sem saber o que fazer, ele parou no meio do corredor e olhou para trás. Todos faziam gestos para ele ir, ele tomou fôlego e foi até a recepção, onde Jenny conversava com o balconista.– Oi. – ele disse.Jenny virou-se, surpresa de vê-lo ali.

– Oi – respondeu.

– Não conversamos muito, não é mesmo? Será que posso conhecer a pessoa que Mike vive grudado?

O que era aquilo, agora? Será que todos resolveram querer saber mais sobre ela?

– Er... Ok.

Chester olhou em volta e notou algumas pessoa ali. Não iria fazer aquilo na frente de várias pessoas. Seu olhar assustado ao redor não passou despercebido por Jenny.

– Acho que precisamos de uma conversa em particular.

Ele a levou até o estacionamento. Nesse momento ela notou que o nervosismo dele aumentava perceptivelmente.

– Aqui ninguém vai ouvir.

Jenny o estudava, curiosa. Esperando ouvir o que ele tinha a dizer. Saber o motivo de seu medo que estava começando a deixá-la nervosa também.

– Você deve saber... Mike quer sair da banda que ele mesmo começou.

Ah, então é o medo de perder o emprego e começar do zero sozinho.

– Não mais.

– Quê?

– Já faz alguns dias que ele me disse isso, mas, eu pensei que ele tivesse abandonado a idéia.

– É já faz alguns dias, mas, ele não disse a ninguém que mudou de idéia.

– O que você quer?

– Humm? – ela tinha que ser tão direta?

– Quer que eu converse com ele?

– Não, quero que você deixe dele. – Jenny piscou aturdida. Como é?

– Por quê?

– Por causa da banda. É a vida de várias pessoas que está envolvido nisso. E, também... – Chester parou de falar com certo receio.

– Também...? – ela já estava começando a se irritar com ele.

Chester tomou uma coragem repentina.

– Por causa disso.

Chester fora alem de seus limites. Passou uma mão pela cintura de Jenny, puxou-a para junto de si e a beijou. Ela tentou empurrá-lo e ele agarrou seus pulsos.

– Pare, Chester! O que deu em você?Jenny virou o rosto para fugir da total falta de lucidez de Chester e ele começou a beijar-lhe o pescoço.

– Eu vou avisar só uma vez: se você não me soltar, eu vou gritar! – ela podia fazer bem mais do que gritar, mas se não agisse normalmente colocaria todo o plano com Mike a perder.

– Porque você não tenta?

Ele a empurrou contra a parede e tampara a sua boca. A prensara entre a parede e o próprio corpo.

– Você vai gritar?

Chester tirara a mão da boca de Jenny, que o encarara com raiva nos olhos.

– Você vai me soltar? – ela fazia o que podia para agir com calma, mas, tinha uma grande vontade de quebrar cada osso daquele que a partir daquele segundo fora seu idolo.

– Só se você prometer largar o Mike.

– Eu estou disposta a dar a minha vida por ele e você me pergunta se eu vou deixá-lo só por que um grupinho estúpido de humanos quer. A resposta é: vai se ferrar! Ai! – ops tinha falado o que não devia, sorte que Chester não tinha percebido.

Ele apertara mais o corpo contra ela.

– Resposta errada, querida. Eu não irei soltá-la tão facilmente. Se bem que eu acho que você está gostando da situação.

– Vai pro inferno!

– Por quê? Aqui está tão, tão bom!

Sua risada tinha um toque de humor negro, que acabou no maxilar de Jenny que, se debateu. Ele apertou os pulsos dela em suas mãos e, levou-os acima da cabeça de Jenny, onde eles ficaram agarrados por uma mão enquanto ele se afastou alguns mínimos centímetros. Ele procurava seus olhos, ela sabia disso, querendo uma resposta neles, talvez. Jenny sentiu a outra mão de Chester deslizar por sua perna e ela fez uma careta tentando não arrancar a cabeça dele. Ah, mas ele iria pagar caro por isso!

– Que foi? – ele riu.

– Você é doente.

– Por quê?Ahh! – ele puxou o joelho de Jenny até seus quadris.

– Ah!O grito de Jenny foi abafado por outro beijo de Chester que, voltou a se separar para encará-la.

– Você vai deixá-lo? – sussurrou.

– Nem morta! – ela respondeu em outro sussurro.

Ela deveria ter previsto. A sua resposta resultou em outro beijo. Ela tentava baixar a perna, soltar seus pulsos e empurrá-lo, mas ele era mais forte. Ninguém tinha sido mais forte que ela, isso era fato! Ela sabia que o medo de sua infância voltava mais forte a cada segundo que Chester a mantinha ali.

A cada tentativa desesperada de se soltar, Chester a apertava mais. Jenny sabia que não deveria machucá-lo, mas ele pedia por uma boa surra. Até que ela não pôde mais se segurar.

Notas finais
e agora oq será q vai contecer???
finalmente o poder de Jenny será usado contra um de seus amigos! :o