No Fim
22 Epílogo
Notas iniciais
quando tudo começa.
apenas o postei por que ele será fundamental para se netender a segunda temporada que, a propósito, estou começando a digitar e editar e, estará pronta em alguns dias (olha a responsa!)
Boa leitura!
O ano era 1402, e a Idade das Trevas reinava. Um grito horripilante de dor cortou a noite na casa de um campônes no meio de uma floresta em algum lugar da Grã Bretanha. A testa de John suava e ele podia ver que suas mãos estavam tremendo. Apenas um longo pano encardido e um pouco rasgado estava entre ele e a sua esposa dentro de seu quarto. Ele sentia uma vontade imensa de entrar lá e ajudá-la, não aguentava ouvi-la sofrer desse jeito, mas logo tudo acavaria e eles estariam felizes novamente.
– Tenha calma, John. Elizabeth está bem. — disse aquele viajante que tinha aparecido em sua cabana no fim da tarde.
John tinha encontrado-o perambulando pela floresta, o viajante se encontrava perdido e como educação, ofereceu uma noite em sua humilde, mas, digna cabana. Pelo menos, até que aquela tempestade passasse.
– Isso, querida. Empurre novamente. — dizia a parteira que estava com o casal há 4 luas especialmente para aquele momento.
A chuva batia com força nas paredes frágeis de madeira e peles da cabana e, o vento quase levava consigo o telhado de palha. Estava frio. John podia sentir as rajadas fortes de vento entrando em sua cabana e vindo diretamente à ele, sentado em um tronco ao lado dele. Seus rosto estava queimado pelo frio intensso que fazia.
Eles não tinham muitas peles para se aquecer mas, John caçou os últimos dias apenas para conseguir pele para aquecer o seu filho que estava chegando. Sentia-se muito aturdido, pois a ideia de que algo de ruim iria acontecer em breve não saía de sua cabeça. Levou as mãos às temporas em um gesto desesperado de tentar botar a cabeça no lugar e esquecer dos gritos de sua esposa.
Tudo estava tão perfeito àquela tarde. As nuvens cobriam o céu e as folhas secas caiam quase que a todo momento, mas, mesmo assim, tudo estava em seu lugar. Sua esposa, Elizabeth, colhendo verduras da pequena horta que tinha ao lado da cabana.Mas, com essa chuva, não existia mais horta. Seu cachorro correndo pela floresta, divertindo-se sozinho, e ele mesmo parando às vezes, enquanto tentava encontrar alguma lebre nas redondezas, para admirar a beleza de sua esposa e como ela ficava ainda mais linda esperando um filho seu.
Um arrepio correu pela sua coluna e seu cachorro, Bored, que estava deitado dormindo aos seus pés, levantou-se e se pôs a latir furiosamente apontando para a porta da cabana. Estava muito escuro e John não podia ver o que estava lá fora que deixara seu cão tão bravo.
– O que foi garoto? — perguntou John ao cão.
– Essa não. Malditos conselheiros! — exclamou o viajante pondo-se de pé e saindo atrás do cachorro na noite tempestuosa e gelada.
John seguiu-os atento ao que acontecia. Lá fora pode notar as grandes sombras se aproximando junto com trotes abafados pela lama formada na floresta. Seu cão latia furiosamente e o viajante que estava em sua casa parecia nem se importar com a chuva de gelar os ossos que caía sobre ele. Ambos estavam em forma de ataque o que teria feito John rir se a atmosfera do individuo que se aproximava não tivesse o deixado apavorado.
– O que vocês querem aqui? Deixem-a ela pertence a mim! — gritou o viajante.
– Não queremos brigar Chefe, acalme-se. — falou uma voz femenina ao longe.
Dois trovões seguidos poderam deixar John ver que vários cavalos elegantemente ornados surgiram das sombras das árvores mostrando seus cavaleiros, sobre eles, usando capas minuciosamente bordadas com fios de ouro. Ao estar bem proximos deles, o cavaleiro do centro da tropa desceu de seu cavalo e, os outros o imitaram. O mais próximo segurando as rédeas do cavalo do primeiro para este se aproximar do viajante.
– Será que podemos conversar dentro da cabana? — perguntou a voz femenina vindo do individuo encapuzado que comandava todos os membros ali.
O viajante ficou meio irritado com o pedido, como pôde ver John ao se virar e entrar em sua cabana com a mulher e mais dois encapuzados. De dentro da cabana veio mais um longogrito de Elizabeth. Não era a hora apropriada para visitas.
– Será que a senhora poderia me dizer a vossa graça? — perguntou John tentando manter a educação.
– Não tens que saber de tal informação. — ela disse tirando baixando o capuz. Pondo a mostra seus belos cachos loiros que casavam perfeitamente com seus olhos verdes esmeralda. — Queremos a criança para proteger o escolhido. — ela disse para o viajante.
– Não podem protegê-lo vocês mesmos? De que adianta todos aqueles soldados se não podem usar nenhum para uma simples missão?
– Mostre respeito comigo! Não é por que tu tinhas um cargo de confiança do último rei que tens direito a falar. — a mulher usou um tom de voz que fez John encolher-se no canto em que estava — Queremos a criança por que achamos que era o melhor a se fazer. Ninguém pode passar por cima de nossa decisão!
– Ela ainda nem nasceu, mas foi concedida a mim. Tenho meu direito de treiná-la e quero-a muito.
– Se queres-a tanto assim, pode levá-la consigo. Mas, não pense que isso fará mudarmos de ideia. Vamos invocar um protetor e ela será o recipiente. Você quer treiná-la? Então treine-a, mas, terá que ser do nosso modo.
– Com licença, — John interropeu novamente — mas, o que está acontecendo?
A mulher deu um longo suspiro e respondeu com uma voz cansada:
– Rei Stuart faleceu ao crepúsculo e, estamos protegendo o herdeiro até que ele seja apto a tomar o trono.
Mais um grito e o inconfudível choro de um bebê surgiu do quarto ao lado e ouviram a parteira gritar.
– Nasceu! Olhe!
John poderia imaginar o grande sorriso que Elizabeth devia ter no rosto nesse momento. Então as cortinas foram postas de lado e a parteira apareceu abraçando uma criança enrolada em panos encardidos com um grande sorriso:
– É uma menina! Parab... — os olhos dela recairam sobre as pessoas que ocupavam boa parte do local e então para John.
– Dê-me a menina. — disse a mulher loira arrancando o bebê dos braços da parteira sem cêrimonia.
– Hey! — John finalmente havia saido de seus pensamentos — aonde irás levar minha filha?
– Deverias ficar orgulhoso, camponês. Sua filha a partir de agora irá sevir ao rei.
Então ela deu às costas a todos e saiu da cabana com o bebê sob a capa. O viajante seguiu todos sumindo na escuridão da tempestade, levando com eles a filha de John que ele nem pôde ver o rosto.
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Chefe estava rescostado em uma parede de pedra cheia de limo, atrás de um dos guardas. Aquele cheiro horrivel de ovo podre o sufocava, mas teria que ficar ali até o final. O salão fora conseguido de improviso, pois não tinha quase iluminação a não ser algumas tochas que alguns guardas tinhas posto nas paredes. Mesmo assim a luz que eles emanavam era pouca e ele mesmo não conseguia ver nada mais que as forma ligeiras das pessoas ali.
Tinha que esperar, foi o que a conselheira disse. Não seria uma tarefa difícil, pois paciência era sua principal virtude. Sua marca registrada (era o que seus alunos diziam). Consegueria manter a calama até o fim da sessão, para não esmagar com as próprias mãos o pescoço daquela megera.
Os conselheiros, que se encontravam em um semi-circulo na frente de um mago mandado chamar pela mulher, estavam prontos para invocar poderes dos espiritos direto para aquela criança. A menina chorava nas mãos daquele velho que a segurava. Todos repetiam algo indecifrável, mas Chefe não podia ver nada, pois estava assistindo tudo por trás do grupo de conselheiros e das pessoas a mais que estavam ali. Derrepente uma forte luz branca surgiu do centro da roda. A curiosidade tomou conta de seu corpo. Ele tinha que ver de onde vinha aquela luz.
Se aproximou da roda mas, não podia ver o que acontecia no centro. Colocou-se nas pontas dos pés e seus olhos arderam. A luz vinha da conexão que a mão do mago tinha com a cabeça da criança. Ao poucos o choro da menina foi cessando e logo aquilo tudo acabou. Todos se dispersaram pelo salão, aparentemente cansados de alguma forma. A mulher loira veio carregando a menina em seus braços, a criança dormia profundamente, provavelmente cansada também.
– Agora você pode levá-la, mas, terás que obedecer as nossas condições.
– Sim, senhora. — Chefe aboixou a cabeça.
– Queremos vê-la no minimo uma vez ao ano, e julgaremos se a educação que dará a esta garota é apropriada. Se não gostarmos, você perderá o direito de treiná-la, ouviste?
– Sim.
Chefe tomou a menina nos braços e saiu daquele lugar que o deixava com claustrofobia. Seus pés poderiam se apressar mais, mas, aquele piso de pedra era escorregadio e ele poderia se desequilibrar e machucar a criança. Chegou aos corredores inclinados e sem ar que o levaria para fora daquela masmorra e poderia seguir em paz até em casa.
A partir daquele momento seria apenas ele e a bebezinha em seus braços. Dedicaria sua vida a moldar a mais perfeita das criaturas. Ensinaria a seu mais novo aluno a cuidar dela quando ele mesmo não pudesse. Tudo sairia bem, teria que sair bem. Não pelo o que os conselheiros achavam como deveria ser, mas por que ele esperava por essa menina há muito tempo e tinha muitas expectativas para ela.
Qual era mesmo o nome que John disse que poria em seu bebê se fosse uma garota? Jennyffer, não é mesmo? Sim, aquela garotinha se chamaria Jenniffer e daria a própria vida a um garoto que ela nem sequer ainda conhece. Michael Kenji Shinoda.
Notas finais
espero q acompanhem e segunda temporada e q esta agrade tanto como a primeira e tire todas as dúvidas calculadamente implantadas na cabecinha de vocês (eu sou má).
enfim, beijoss e, ah!
não é por que esse é o epílogo que eu não vou querer ter reviews ok?
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