No Endless Dreams
2 Closer Of The End
Notas iniciais
Marinisi POV
Ver a sua filha ser atropelada é uma cena que não possui palavras para descrever, tudo o que eu queria era estar no lugar da Vanessa.
Eu corri em direção a minha filha e Edson foi atrás do carro, que tentou fugir, mas, ainda bem que, outras pessoas conseguiram segurá-lo. A imagem da minha filha caída no chão desacordada e com muitos ferimentos nunca mais saiu da minha cabeça. Rapidamente, muitas pessoas começaram a ligar para a emergência, que chegou rapidamente e foi bem prestativa.
Socorrista POV
Assim que chegamos ao local, a polícia já estava lá e perguntamos o que havia acontecido:
— Atropelamento, o motorista não fugiu, tentou, mas não conseguiu. — informa o policial.
— ELA ESTÁ VIVA! ELA ESTÁ VIVA! — grita a outra socorrista.
Rapidamente a socorrista 2 corre para ajudar a outra.
O socorro não foi rápido, pois a vítima, identificada como Vanessa pelos pais, estava muito ferida. Era inacreditável o não-óbito da vítima. A colocamos dentro da ambulância e a sua mãe nos acompanhou muito aflita.
No caminho até o hospital, Vanessa teve uma parada cardíaca de 65 segundos, mas conseguimos recuperá-la.
Marinisi POV
Chegamos ao hospital, Vanessa foi logo encaminhada ao médico e este fez muitos pequenos exames, de repente, ela foi encaminhada para uma sala cirúrgica, de acordo com a enfermeira de plantão.
Finalmente Edson chegou ao hospital, com lágrimas nos olhos ele me pergunta:
— Ela está bem? Cadê a Vanessa? — Falou ele assustado.
— Calma, meu amor — Tá, a situação não era a melhor, com certeza não, porém ela exigia calma, pois todo o apoio era necessário. — Ela foi para a cirurgia, pois está com hemorragia interna. Ela corre risco de morte, de acordo com a enfermeira, a chance de morte é de 25% a 30%, mas a chance de sobrevivência é maior, agora é só por conta da Vanessa, ela tem que resistir, ela tem que lutar pela vida dela. — Respondi, tentando tranquilizá-lo.
— A quanto tempo ela está lá na cirurgia? — Edson pergntou.
— De acordo com as enfermeiras ela já saiu, mas está passando por um pequeno check-up, depois disso nós vamos poder visitá-la.
— Ok!
EDSON POV
Estava com medo, muito medo, Vanessa era uma menina muito frágil, muito pequenina, eu... eu... me mataria se algo acontecesse com ela.
Depois de uns 25 minutos, o médico nos chamou:
— Vocês poderiam vir aqui? Preciso dar um aviso, é sobre a Vanessa. — chamou o médico.
— Claro! — disse eu.
E fomos atrás do médico.
— Bom, o estado de saúde da Vanessa não é nada agradável, porém fora de risco, eu tenho uma notícia, a Vanessa, ela... ela... está em coma! — disse o médico, olhando bem fundo nos nossos olhos.
— Como assim, doutor? — Marinisi pergunta — Ela está em coma? Mas o estado dela é tão ruim assim?
— Bom, a senhora sabe que atropelamentos são acidentes delicados, no caso de Vanessa, ela teve sorte de não quebrar a perna, pois, com a velocidade, ela poderia ficar com as mesmas tortas, em compensação ela quebrou 1 costela, o que causou a hemorragia interna, que nós, na cirurgia, conseguimos contê-la. O estado dela é considerado grave, pois o impacto foi muito forte, e o coração dela teve um pequeno aceleramento nos batimentos, o que também causou a parada cardíaca, ela morreu por mais de 1 minuto! — disse o médico.
Marinisi caiu em cima de mim com lágrimas nos olhos, e chorosa disse:
— Nós podemos vê-la? Por favor!
— Sim — disse o médico.
Marinisi POV
Receber a notícia de que sua filha está em coma pode ser a pior notícia da vida de uma mãe, pois, quanto mais tempo em coma, menos a chance de acordar um dia.
Eu chorava. Edson me acolheu.
Finalmente chegamos ao quarto da UTI, Vanessa estava deitada na cama, com muitos cortes no braço e alguns arranhões no rosto, ela também estava roxa. Eu cheguei perto dela e sussurrei:
— Você vai sair dessa minha princesa! Eu acredito em você! — e dei um beijinho na testa dela.
De repente, os sinais vitais dela caíram e ela “morreu”. Rapidamente chegaram as enfermeiras e nos tiraram da sala. Começaram a reanimação. Depois de alguns segundos, conseguiram estabilizá-la.
O médico entrou rapidamente, fez uma observação com as enfermeiras com um olhar triste e mandou-a para a tomografia de corpo inteiro.
Nós ficamos muito preocupados.
Depois de 10 minutos, o médico passou por nós e entrou na sala de reuniões, seguido de seus assistentes, eu conseguia ver o olhar preocupante dele.
Alguns vários minutos depois, o médico vem até nós:
— Bom, a tomografia que foi feita em Vanessa foi exatamente para concluir o que ela está com um problema no abdomen. Ela está com um coágulo em uma veia, que precisa ser retirado o mais rápido possível, pois se não, ela morre. Eu preciso que vocês autorizem a cirurgia.
— Claro — eu disse, com lágrimas nos olhos.
Ela foi para a cirurgia e depois de 2 horas e meia ela saiu, foi para o quarto, finalmente ela saiu da UTI, o médico disse que a cirurgia teve um sucesso imensurável. Fomos visitá-la. Ela ainda não tinha saído do coma e isso era preocupante, cheguei no quarto e dei um beijo nela. Já estava tarde, então fui, com Edson para casa.
Todos os dias, durante 24 dias nós íamos visitá-la.
No 25º dia de visitas, ela acordou do coma.
Vanessa POV
Parecia um susto, parecia que estava respirando pela primeira vez, a escuridão foi ficando cada vez mais clara e a minha visão, menos embaçada.
Marinisi POV
Ver a sua filha ser atropelada é uma cena que não possui palavras para descrever, tudo o que eu queria era estar no lugar da Vanessa.
Eu corri em direção a minha filha e Edson foi atrás do carro, que tentou fugir, mas, ainda bem que, outras pessoas conseguiram segurá-lo. A imagem da minha filha caída no chão desacordada e com muitos ferimentos nunca mais saiu da minha cabeça. Rapidamente, muitas pessoas começaram a ligar para a emergência, que chegou rapidamente e foi bem prestativa.
Socorrista POV
Assim que chegamos ao local, a polícia já estava lá e perguntamos o que havia acontecido:
— Atropelamento, o motorista não fugiu, tentou, mas não conseguiu. — informa o policial.
— ELA ESTÁ VIVA! ELA ESTÁ VIVA! — grita a outra socorrista.
Rapidamente a socorrista 2 corre para ajudar a outra.
O socorro não foi rápido, pois a vítima, identificada como Vanessa pelos pais, estava muito ferida. Era inacreditável o não-óbito da vítima. A colocamos dentro da ambulância e a sua mãe nos acompanhou muito aflita.
No caminho até o hospital, Vanessa teve uma parada cardíaca de 65 segundos, mas conseguimos recuperá-la.
Marinisi POV
Chegamos ao hospital, Vanessa foi logo encaminhada ao médico e este fez muitos pequenos exames, de repente, ela foi encaminhada para uma sala cirúrgica, de acordo com a enfermeira de plantão.
Finalmente Edson chegou ao hospital, com lágrimas nos olhos ele me pergunta:
— Ela está bem? Cadê a Vanessa? — Falou ele assustado.
— Calma, meu amor — Tá, a situação não era a melhor, com certeza não, porém ela exigia calma, pois todo o apoio era necessário. — Ela foi para a cirurgia, pois está com hemorragia interna. Ela corre risco de morte, de acordo com a enfermeira, a chance de morte é de 25% a 30%, mas a chance de sobrevivência é maior, agora é só por conta da Vanessa, ela tem que resistir, ela tem que lutar pela vida dela. — Respondi, tentando tranquilizá-lo.
— A quanto tempo ela está lá na cirurgia? — Edson pergntou.
— De acordo com as enfermeiras ela já saiu, mas está passando por um pequeno check-up, depois disso nós vamos poder visitá-la.
— Ok!
EDSON POV
Estava com medo, muito medo, Vanessa era uma menina muito frágil, muito pequenina, eu... eu... me mataria se algo acontecesse com ela.
Depois de uns 25 minutos, o médico nos chamou:
— Vocês poderiam vir aqui? Preciso dar um aviso, é sobre a Vanessa. — chamou o médico.
— Claro! — disse eu.
E fomos atrás do médico.
— Bom, o estado de saúde da Vanessa não é nada agradável, porém fora de risco, eu tenho uma notícia, a Vanessa, ela... ela... está em coma! — disse o médico, olhando bem fundo nos nossos olhos.
— Como assim, doutor? — Marinisi pergunta — Ela está em coma? Mas o estado dela é tão ruim assim?
— Bom, a senhora sabe que atropelamentos são acidentes delicados, no caso de Vanessa, ela teve sorte de não quebrar a perna, pois, com a velocidade, ela poderia ficar com as mesmas tortas, em compensação ela quebrou 1 costela, o que causou a hemorragia interna, que nós, na cirurgia, conseguimos contê-la. O estado dela é considerado grave, pois o impacto foi muito forte, e o coração dela teve um pequeno aceleramento nos batimentos, o que também causou a parada cardíaca, ela morreu por mais de 1 minuto! — disse o médico.
Marinisi caiu em cima de mim com lágrimas nos olhos, e chorosa disse:
— Nós podemos vê-la? Por favor!
— Sim — disse o médico.
Marinisi POV
Receber a notícia de que sua filha está em coma pode ser a pior notícia da vida de uma mãe, pois, quanto mais tempo em coma, menos a chance de acordar um dia.
Eu chorava. Edson me acolheu.
Finalmente chegamos ao quarto da UTI, Vanessa estava deitada na cama, com muitos cortes no braço e alguns arranhões no rosto, ela também estava roxa. Eu cheguei perto dela e sussurrei:
— Você vai sair dessa minha princesa! Eu acredito em você! — e dei um beijinho na testa dela.
De repente, os sinais vitais dela caíram e ela “morreu”. Rapidamente chegaram as enfermeiras e nos tiraram da sala. Começaram a reanimação. Depois de alguns segundos, conseguiram estabilizá-la.
O médico entrou rapidamente, fez uma observação com as enfermeiras com um olhar triste e mandou-a para a tomografia de corpo inteiro.
Nós ficamos muito preocupados.
Depois de 10 minutos, o médico passou por nós e entrou na sala de reuniões, seguido de seus assistentes, eu conseguia ver o olhar preocupante dele.
Alguns vários minutos depois, o médico vem até nós:
— Bom, a tomografia que foi feita em Vanessa foi exatamente para concluir o que ela está com um problema no abdomen. Ela está com um coágulo em uma veia, que precisa ser retirado o mais rápido possível, pois se não, ela morre. Eu preciso que vocês autorizem a cirurgia.
— Claro — eu disse, com lágrimas nos olhos.
Ela foi para a cirurgia e depois de 2 horas e meia ela saiu, foi para o quarto, finalmente ela saiu da UTI, o médico disse que a cirurgia teve um sucesso imensurável. Fomos visitá-la. Ela ainda não tinha saído do coma e isso era preocupante, cheguei no quarto e dei um beijo nela. Já estava tarde, então fui, com Edson para casa.
Todos os dias, durante 24 dias nós íamos visitá-la.
No 25º dia de visitas, ela acordou do coma.
Vanessa POV
Parecia um susto, parecia que estava respirando pela primeira vez, a escuridão foi ficando cada vez mais clara e a minha visão, menos embaçada.
Fale com o autor