No Corredor
5 Capítulo 4
Notas iniciais
São dois PDV's nesse cap: O do Assassino e o de Teresa.
Boa Leitura!
Eu havia cometido um erro enorme ao trazer a Cris, deveria ter matado-a assim que tive chance, mas acho que eu não conseguiria isso.
Cris estava deitada na cama juntamente com a Kendra. Elas estavam dormindo. Não sei como elas duas conseguiam, todas as garotas que viam para ficavam sem dormi ate o dia da morte delas.
-Ela morreu. – Anunciou Natalia calmamente.
-Ótimo! Menos uma, agora temos que nos livrar de três. – Olhei para a cama ocupada pelas duas.
-Mas você não acha que já devia ter dado um fim naquela professora? Ela sabe demais e não consegue manter segredos. – Natalia deu uma pequena risada maléfica.
-É verdade, mas ela ainda será bastante útil para nós. – Falei ao me aproximar da cama.
-Às vezes acho você muito sentimental. – Ela reclamou.
-Ás vezes acho você muito ansiosa. Estamos quites agora. – Reclamei.
-Você esta ficando muito ligado a essa família... Na verdade, a sua família esta ficando muito ligada a família dela. Não acha? – Natalia é muito paranóica.
Ela fechou a cara e fechou os braços. Mimada.
-Se você não ficar de cara feia deixo você matar a Kendra um pouco mais cedo. – Ela sempre teve vontade de fazer isso.
Ela me olhou desconfiada.
-Serio? – Ela nunca confiou muito em mim mesmo.
-Serio. – Falei abrindo um sorriso.
Ela saiu correndo para me abraçar.
-Te amo muito, sabia? – Ela sussurrou.
Eu afaguei as costas dela e esperei ela se desgrudar de mim.
-Acho que temos de ir. Já esta muito tarde. – Falei empurrando ela.
-Você é tão chato às vezes! – Ela falou e eu a beijei.
-Agora eu sou chato? – Perguntei.
-Nenhum pouco. – Ela ofegou.
-Eu sei. – Falei passando o braço nós ombros dela.
Eu tranquei a sala e fomos embora.
-(N/A: Como eu disse que ia deixar o cap maior, trago-lhes outro PDV, o de Terri.)-
Quando acordei eu vi que ainda estava na enfermaria e Julio estava cochilando na mesa.
-Julio, acorda! – Falei cutucando ele com o meu pé.
-Mais cinco minutos. – Ele murmurou e voltou a dormi.
-Acorda! – Gritei.
Ele se assustou e caiu da mesa.
-Mais o que? – Ele perguntou no chão.
-Eu só te acordei. – Falei inocentemente.
-Por quê? – Ele esfregou o olho.
-Por nada, só não queria ficar sozinha. – Me levantei e observei o meu braço com os esparadrapos.
-Você pode ir, só precisa tomar isso, — ele estendeu um frasco laranja para mim – quando sentir dor.
-Só? – Perguntei.
-Não, antes que saber como você conseguiu isso. – Ele apontou para o meu braço.
-Não posso contar. – Falei saindo da sala dele.
-Quando achar que pode confiar em mim. Mi conta. – Ele falou tristemente.
Ai meu Deus! Por que você só faz isso comigo?
Eu me virei e comecei a contar a historia para ele, que ficou de boca aberta.
-Meu Deus Teresa! Você precisa avisar a policia! – Ele sacudiu os meus ombros.
-Eu não posso. – Falei me afastando dele.
-Por quê? É o certo a se fazer nessas situações. – Ele tentou colocar juízo na minha cabeça.
-Mas é a vida da minha irmã! – Gritei.
-Calma Teresa! – Ele sacolejou e as minhas lagrimas transbordaram.
Ele percebeu a minha aflição e ficou calado por alguns minutos.
-Tudo bem. Você não precisa contar, mas se a policia pergunta você vai contar! – Ele me intimou.
-Claro! Claro! – Funguei.
-Ótimo. Agora vá da a sua aula. – Ele falou me empurrando para fora da enfermaria.
Eu olhei para o estado das minhas roupas e decidi da uma passada no meu quarto antes de ir para a sala de aula.
Eu tinha vestido uma blusa branca e uma calça jeans, praticamente meu uniforme na escola.
-Terri! – Ouvi alguém gritar o meu nome.
Olhei para trás e vi Alexandre e Dean — irmão mais novo de Alexandre – Correndo para me alcançar.
Dean não muito parecido com o Alexandre, tanto na aparência quanto na personalidade.
Foto do Dean:
-Oi meninos. – Os saudei.
-Oi Terri. – Eles falaram em coro.
Cada um se colocou do meu lado e seguimos para a ala das salas.
-Teresa, aonde esta a sua irmã? – Perguntou Alexandre.
-Não sei, eu não a vejo desde ontem. – Gelei enquanto falava.
-Ouvi dizer que teve uma festa ontem, ela pode ter ido. – Comentou Dean sem saber o quanto certo ele estava.
-Ela faz isso direto mesmo. – Minha voz quase não saia.
-Tudo bem Terri? Você esta muito pálida. – Dean falou.
-Sim, sim. – Respondi rapidamente.
-Então ta. – Falou Dean jogando o braço por cima do meu ombro.
Alexandre passou o braço pela minha cintura.
Notas finais
Sem Review, sem Cap! Viu!
Poxa gente! Não estou reclamando, mas só tenho uma leitora! (SOnhadora, t-dollo ta) Eu quero um pouco mais de incentivo!
Blood Kisses! E ate a proxima!
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