No Brilho Dos Seus Olhos
4 04. Sentimentos
Notas iniciais
ENTRECORTE DE CENAS:
INT. APARTAMENTO DE SHELDON E LEONARD – QUARTO DE SHELDON – DIA
INT. APARTAMENTO DA PENNY – SALA DE ESTAR E COZINHA – DIA
[Trilha Sonora: “The Scientist” de Coldplay]
Sheldon entra em seu quarto e fecha a porta em seguida, trancando-a. Penny faz a mesma coisa, caminhando até a porta do seu apartamento e trancando-a também.
Sheldon anda devagar até sua cama e se senta sobre ela. Seus olhos ainda marejam enquanto ele chora de forma desenfreada. Enquanto isso, Penny caminha até a mesa de jantar, recolhendo os pratos que ela e Sheldon deixaram sobre a mesa ao terminarem de comer e levando-os até a pia.
Sheldon começa a deitar em sua cama em posição fetal, pegando seu travesseiro e o abraçando-o apertado. Penny pega a travessa de macarrão que havia sobrado e guarda-a na geladeira, tirando dela, em seguida, uma garrafa de vinho que começa a beber com uma taça que ela pega em seu armário. Ela caminha até o sofá da sala e se senta, bebendo enquanto começa a chorar.
INT. APARTAMENTO DE SHELDON E LEONARD – SALA DE ESTAR E COZINHA – DIA
Pryia está sentada no sofá da sala, encarando Leonard aflita e com um semblante irritada. Enquanto isso, Leonard está andando de um lado para o outro da sala, roendo as unhas. Seu rosto é um misto de raiva, indignação e aflição, mas seu olhar vago demonstra que sua cabeça fervilha em pensamentos agitados.
INT. APARTAMENTO DE SHELDON E LEONARD – QUARTO DE SHELDON – DIA
Sheldon continua deitado em sua cama em posição fetal, agarrado ao travesseiro que havia pegado para abraçar. Ele ainda continua chorando, contudo, parece estar mais calmo que anteriormente. Ele se levanta e caminha até uma cômoda, abrindo a gaveta para tirar uma pequena caixa de embrulho.
Com movimentos cuidadosos, ele desembrulha a caixa e tira de dentro dela um guardanapo dobrado, mas não era um simples guardanapo. Era o guardanapo que continha uma mensagem e o autógrafo de Leonard Nimoy, o Sr. Spock de Jornada das Estrelas, um presente que havia sido dado a ele por Penny no Natal retrasado. Esse guardanapo era mais que um presente para Sheldon, era um tesouro e uma prova do carinho de Penny por ele.
Com um toque delicado de suas mãos, ele acaricia o guardanapo, revivendo a memória daquele Natal. A emoção ao ver a assinatura de Nimoy no guardanapo, a louca ideia de cloná-lo quando soube que o guardanapo foi usado por ele para se limpar, mas também do perfume e do calor que vinha do corpo de Penny quando ele a abraçou pela primeira vez quando sentiu que presente nenhum no mundo compensaria a alegria que ela lhe proporcionou ao receber aquele presente dela.
INT. APARTAMENTO DE PENNY – SALA DE ESTAR E COZINHA – DIA
Penny ainda se senta no sofá com uma taça cheia pela metade em uma mão e a garrafa de vinho na outra. Ela bebe um gole e vira a cabeça para o lado, olhando para a porta. É então que ela nota a mochila de Sheldon ainda colocada sobre a cômoda ao lado da porta.
Ela se levanta e vai até a mochila dele, pegando-a e aproximando-a de seu rosto, sentindo um leve cheiro de perfume amadeirado, desodorante inodoro e suor emanando dela, o cheiro usual que tomava o corpo de Sheldon. Após inspirar o perfume dele, ela não pensou duas vezes e abraçou a mochila com carinho, encarando seu apartamento enquanto isso, admirando sua organização e limpeza em que se encontrava graças à ajuda de Sheldon nesse dia.
INT. APARTAMENTO DE SHELDON E LEONARD – QUARTO DE SHELDON – DIA
Sheldon continua a segurar o guardanapo com o autógrafo de Nimoy, mas depois de um tempo admirando e relembrando a memória daquele objeto em sua mente, ele o guardou de volta na caixa e, depois, de volta na cômoda. Ele abre uma caixa de sapatos contendo alguns papéis e retira um documento, uma intimação que ele recebeu para responder à um processo por infrações no trânsito, um caso curioso de uma das poucas vezes que ele dirigiu e, na ocasião, foi para levar Penny para o hospital quando ela se acidentou e deslocou o ombro.
Foi a primeira vez que Sheldon, de forma cômica e literal, levou uma mulher à cama, mas no caso, porque Penny estava dopada por remédios para dor e precisava de auxílio para se deitar por conta da tipoia no braço. Penny comparando-o ao Wall-e e eles juntos cantando gatinho macio; Sheldon não pode conter o singelo sorriso ao revisitar aquelas memórias.
Aquele guardanapo e aquela intimação eram apenas alguns dos poucos registros materiais que Sheldon tinha guardado como prova de todas as suas aventuras desde que Penny havia se mudado para o prédio. Sua vida anterior sempre pragmática, rotineira e constante em nada se comparava as emoções dos improvisos, loucuras e aventuras em que sua vida se transformou desde a chegada de Penny ao prédio, tornando-se sua nova vizinha.
SHELDON: — Eu não posso negar que você mudou minha vida, Penny — sussurrou ele para si mesmo.
Sheldon guardou seus papéis de volta ao lugar, fechou a cômoda e caminhou até a porta de seu quarto, destrancando-a para sair para...
INT. APARTAMENTO DE SHELDON E LEONARD – SALA DE ESTAR E COZINHA – DIA
A área conjunta da sala de estar e cozinha do seu apartamento, onde ao entrar, ele acaba por ver Leonard andando de um lado para o outro na sala, com Pryia sentada no sofá o observando. Eles notam a entrada de Sheldon na sala.
LEONARD: — Ah, resolveu sair do seu quarto finalmente!
Sheldon o encara confuso.
SHELDON: — Por que você está tão irritado?
LEONARD: — Você ainda pergunta?
SHELDON: — Eu sinceramente não entendo o motivo do seu comportamento. Você está irritado por eu sumir o dia todo e não dar notícias ou por que você viu a Penny me beijando?
LEONARD: — Qual dos dois motivos você acha que é? É claro que eu estou bravo por causa do beijo entre vocês.
PRYIA: — LEONARD!
LEONARD: — Fica quieta, Pryia! Isso não tem nada a ver com você.
PRYIA: — Nada a ver comigo? — Ela se levanta ao falar. — Você vê sua ex-namorada beijando seu amigo e se comporta como se estivesse morrendo de ciúmes. Como isso não tem nada a ver comigo?
LEONARD: — Eu já disse que a questão não é essa.
PRYIA: — E qual é a questão? Por favor, esclareça para nós, Leonard!
LEONARD: — A questão é que o Sheldon não deveria estar beijando a Penny, porque claramente ela estava o usando. Será que você não percebeu isso.
PRYIA: — Sheldon, o que você tem a dizer sobre tudo isso?
SHELDON: — Eu... Bom, eu...
Sheldon, pela primeira vez em sua vida, sentiu algo preso em sua garganta, impedindo-o de falar. Uma sensação estranha que o fazia se sentir envergonhado, vulnerável; uma sensação que o fazia sentir nervoso e confiante ao mesmo tempo.
SHELDON: — Eu... Eu disse a Penny que gostava dela, mas o modo como eu falei é que... O modo como eu falei deixava claro que o meu apreço pela Penny vai além de uma simples amizade.
Leonard e Pryia encaram Sheldon boquiabertos.
LEONARD: — Você está de brincadeira? Está me dizendo que você se apaixonou de verdade pela Penny?
SHELDON: — Por favor, Leonard, não torne as coisas mais difíceis para mim do que já estão sendo. Nem mesmo eu estou entendendo o que eu estou sentindo. Eu só sei que eu gostei muito de passar essa tarde com a Penny e quando ela me beijou, eu senti... Estranhamente, eu senti uma coisa boa aqui dentro. Aqui no meu peito! — Ele aponta com as mãos. — Pela primeira vez na minha vida, eu sinto que eu preciso estar perto de alguém para me sentir bem. Eu preciso estar perto dela para me sentir bem.
PRYIA: — Sheldon, isso... — Pryia estava surpresa, mas ligeiramente agradada com aquela situação. Não por Leonard, mas pelo próprio Sheldon. — Isso é incrível. Você está conseguindo descrever o que é estar apaixonado por alguém. Eu... Eu confesso que nunca esperaria algo assim vindo de você.
LEONARD: — Não dá força para ele, Pryia! Não está vendo que ele está confuso. Aquela Penny está manipulando ele.
SHELDON: — Hey, a Penny e nem ninguém me manipula ou ao que eu sinto. Eu verdadeiramente estou sentindo algo forte pela Penny, mas é algo que nem mesmo eu consigo explicar.
PRYIA: — Isso que você está sentindo é paixão, Sheldon. É paixão.
LEONARD: — Já falei para parar com isso! Isso é uma doença. O Sheldon não sabe o que é estar apaixonado. O Sheldon não sabe nem o que é sentir apreço genuíno por alguém. A única pessoa que ele sabe amar é a ele próprio e mais ninguém.
SHELDON: — Hey, quem você é para dizer uma coisa dessas? Eu tenho muito apreço por outras pessoas. Minha mãe, minha irmã, você... Como pode dizer isso?
LEONARD: — Não me interessa, Sheldon. A questão é que você não pode estar apaixonado pela Penny.
SHELDON: — E por que não?
LEONARD: — PORQUE ELA É MINHA... — Ele se vira para Pryia antes de continuar. — TÁ LEGAL, EU AINDA GOSTO DELA. TÃO SATISFEITOS EM OUVIR!
PRYIA: — Eu sabia... Sabia que você ainda se importava.
E se segurando para não chorar, Pryia pega sua bolsa e sai do apartamento calmamente, mas fechando a porta furiosa.
LEONARD: — Está vendo o que você fez? Você me fez brigar com a minha namorada.
SHELDON: — Mas eu não fiz nada, Leonard. Pelo contrário, você fez. Você... Você ainda gosta da Penny, mas estava usando a Pryia como muleta para sua dor emocional. Você não percebe que estava agindo de maneira errada e que isso podia magoar os sentimentos da Pryia?
LEONARD: — E quem é você para falar de sentimentos? Logo você que magoa todo mundo e não se importa com isso.
SHELDON: — Tem razão, eu magoava as pessoas, Leonard. Eu agia de forma completamente ignorante em relação às outras pessoas e aos sentimentos dela porque não dava valor as emoções, nem as minhas e nem as dos outros. Mas eu agora percebo que estava vivendo de forma errada. Nós não podemos menosprezar nossas emoções, Leonard. Elas são parte de quem nós somos, nos fazem ser quem somos e nos permitem nos conectar com outros. Eu não posso mais ignorar o que eu sinto ou ao que os outros sentem.
LEONARD: — E o que você sente, Sheldon?
SHELDON: — Eu sinto que eu preciso da Penny e que ela precisa de mim. E se me der licença, eu preciso reparar uma coisa que eu fiz.
LEONARD: — Eu não vou deixar!
Leonard corre até a porta do apartamento e usa seu corpo para bloquear a passagem.
SHELDON: — Leonard, por favor, me deixe passar!
LEONARD: — Não!
SHELDON: — Nesse caso, então, eu peço desculpas por isso.
LEONARD: — Por isso o que?
SHELDON: — Por isso.
Sheldon coloca a mão no bolso rapidamente e tira um spray de pimenta que borrifa na cara de Leonard, mas não antes de arrancar-lhe os óculos para que o spray atingisse seus olhos. Tomado pela dor, Leonard começa a cambalear pelo apartamento, se afastando da porta, permitindo a passagem de Sheldon.
LEONARD: — Onde arrumou esse spray de pimenta?
SHELDON: — Foi um presente da Penny que ela me deu para sair a noite protegido quando eu fosse comprar quadrinhos.
LEONARD: — Seu idiota! Meus olhos!
Sheldon coloca os óculos de Leonard sobre a cômoda ao lado da porta, junto das chaves de casa dele.
SHELDON: — Eu estou deixando seus óculos juntos com as suas chaves. Você só precisa ir ao banheiro lavar o rosto com água para passar o efeito.
E Sheldon sai do apartamento.
INT. PRÉDIO – CORREDOR DO 4º ANDAR – DIA
Sheldon atravessa o pequeno corredor até a porta do apartamento de Penny.
SHELDON: — (Toc, toc, toc) Penny! (Toc, toc, toc) Penny! (Toc, toc, toc) Penny!
E rapidamente, Sheldon ouve a porta se destrancar quando Penny aparece diante dele.
PENNY: — Sheldon! — Ela estava visivelmente feliz por ele estar de volta. — Está se sentindo melhor?
SHELDON: — Estou.
PENNY: — Ah, sua mochila! — Ela entra rapidamente para pegar a mochila dele e a entrega para ele, estendendo os braços enquanto a segurava.
SHELDON: — Obrigado, mas eu não vim aqui pela minha mochila, Penny. — respondeu enquanto pegava a mochila das mãos dela e a deixava no chão, ao lado da porta. — Eu vim por você!
PENNY: — Sheldon, me desculpa se eu...
SHELDON: — Penny, me deixa falar, por favor!
PENNY: — Está bem. Prossiga!
SHELDON: — Penny, eu estive analisando nossos momentos juntos hoje e eu conclui que...
PENNY: — Pode parar por aí, Sheldon!
SHELDON: — Como assim?
PENNY: — Se vai dizer alguma coisa sobre o que você sente, não quero que diga isso como se estivesse constatando um fato científico. Quero que diga o que vem de verdade do seu coração, Sheldon.
SHELDON: — Mas, Penny, eu... Eu não sou tão bom assim de expressar emoções em palavras.
PENNY: — Se quiser que eu te escute, então, tem que dizer algo que vem do seu coração. Se não, eu não vou lhe escutar.
SHELDON: — Está bem. Penny, eu... Quando eu olho nos seus olhos e você olha de volta para os meus, tudo fica... Tudo fica assim, meio fora... Meio fora do normal. Porque eu me sinto mais forte e mais fraco ao mesmo tempo. Eu me sinto eufórico e ao mesmo tempo apavorado. Aliás, eu não sei bem o que eu sinto. Eu só sei o tipo de homem que eu quero ser para você. Você me faz sentir como se eu conseguisse alcançar o inalcançável, mesmo sem estar preparado.
Enquanto recitava essas palavras, Sheldon mantinha contato visual com Penny, ainda que se sentisse nervoso e embaraçoso por estar dizendo palavras tão carregadas de emoções. Penny, por outro lado, mantinha seus olhos fixos nele, com um pequeno sorriso encorajador em seus lábios, mas à medida que as palavras eram ditas por Sheldon, seus olharam marejavam e brilhavam.
PENNY: — Sheldon, eu... Eu nem sei o que dizer. Essa é a coisa mais bonita que alguém já disse para mim. — Ela limpou uma lágrima que havia escapado.
SHELDON: — Espero que tenha sido, porque isso é do primeiro filme do Homem-Aranha.
Um sorriso bobo tal como uma tímida gargalhada tomaram conta de Penny, que não segurou o riso, deixando Sheldon levemente envergonhado e desconfortável.
PENNY: — Ainda assim, achei isso tudo muito fofo.
SHELDON: — Obrigado!
PENNY: — Mas, Sheldon, você realmente está gostando de mim? De verdade?
SHELDON: — Penny, essa é uma pergunta que, vergonhosamente, eu admito que não sei responder, porque é a primeira vez que algo assim acontece comigo. Eu só sei que eu quero muito estar em sua presença, pois você me faz me sentir bem e sem você, eu me sinto... Eu me sinto incompleto.
PENNY: — Sheldon, eu... Eu confesso que senti algo quando nos beijamos na última vez. Eu senti algo de verdade, mas eu nunca... Eu nunca pensei que você sentiria isso por mim e que eu pudesse sentir algo em resposta a isso. Eu confesso que também não sei o que está acontecendo, nem o que eu estou sentindo de verdade. Eu me sinto tão confusa e perdida quanto você. É a primeira vez que algo assim também me acontece.
SHELDON: — E o que nós fazemos quanto a isso?
PENNY: — Me diz você, Sheldon!
SHELDON: — Eu não sei, Penny. Eu nunca gostei de uma garota assim antes.
PENNY: — E eu nunca senti algo assim antes por alguém como você.
SHELDON: — Penny, você estaria disposta a tentar um relacionamento comigo?
PENNY: — Isso é um pedido de namoro?
SHELDON: — Podemos dizer que sim. Como eu disse, é a primeira vez que algo assim me acontece.
PENNY: — Mas, Sheldon, você sabe que um relacionamento envolve muitas coisas, incluindo intimidade, contato físico, sexo... Você está disposto mesmo a tentar tudo isso? E logo comigo? Nós somos tão diferentes, temos tão pouco em comum.
SHELDON: — Eu sei, Penny, mas eu... Eu quero tentar. Mesmo que isso não resulte em uma relação duradoura entre nós, eu quero ao menos tentar. Eu não quero mais fugir dos meus sentimentos e eu sinto que se eu me envolver com você, eu vou lidar melhor com eles. Então, por favor, Penny, você quer ser a minha namorada?
PENNY: — Sheldon, eu... Olha, eu não tenho muita certeza quanto a nada, mas conviver com você me fez apreciar as coisas muito mais do que elas aparentam. Há quatro anos, eu nem sequer daria atenção à um sujeito como você, mas hoje, eu aprendi com você que as pessoas são mais que aparência ou manias. Você me ensinou a enxergar as pessoas de forma mais profunda e eu sinto que se eu me envolver com você, eu vou aprender a enxergar mais além do que eu consigo hoje. Então, Sheldon — Ela se aproxima dele, quase colando seus corpos um ao outro. — Eu aceito namorar com você. Vamos descobrir tudo isso juntos, como um casal.
SHELDON: — Puxa, eu me sinto tão feliz. Eu me sinto mais feliz do que quando compro uma revista em quadrinho de uma nova edição do Flash ou tenho uma excelente noite de Halo.
Penny ri desse breve comentário.
PENNY: — Se quiser, eu posso te deixar ainda mais feliz que isso.
SHELDON: — Como?
PENNY: — Assim!
[Trilha Sonora: “Darlin’” de The Beach Boys]
Penny envolve seus braços em torno do pescoço de Sheldon e o puxa para um beijo. Sheldon se entrega ao beijo e envolve seus braços em torno de Penny, abraçando-a e puxando para mais perto dele.
Ao mesmo tempo, Howard e Raj aparecem, subindo as escadas para o apartamento de Sheldon e Leonard, tal como o próprio Leonard, que abre a porta para sair para fora. Todos eles paralisam diante da cena que testemunham: Sheldon e Penny em um longo beijo apaixonado na porta do apartamento dela.
HOWARD: — Mas que coisa é essa?
RAJ: — É como ver a Sarah Connor se entregando para o T-800.
LEONARD: — Vamos entrar! Eu não quero ter que olhar para isso!
Howard, Raj e Leonard entram no apartamento, enquanto Sheldon e Penny continuam a se beijar apaixonadamente.
FIM!
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