No Amor e Na Guerra

33 Capítulo 33- Natal?


Notas iniciais
Gente, era para eu ter postado ontem, mas fiquei sem net! Tive um tempo pra escrever mais esse especial de natal, espero que gostem! Música: Hallelujah- Jeff Buckley

O que fazer quando se quer a mudança, mas o passado liga-se a nós como uma forte âncora? Há quem diga que o passado pode ser esquecido, que basta o desejo de uma nova perspectiva de vida para que ela realmente aconteça. Mas nada é tão simples assim.

Podemos mudar, mas a nova essência permanece a mesma. Podemos mudar as nossas atitudes; a maneira como nos mostramos ao mundo; mas não podemos mudar quem somos. Porém, podemos mudar SIM o nosso futuro. Podemos viver o presente, aprender com o passado e, assim, teremos um futuro talvez não próspero, mas verdadeiro, sendo quem somos e evoluindo a cada dia.


— Gold, pode sair agora, querido. Eu a coloco a par dos planos.- disse Cora. O comandante de Auschwitz saiu porta afora, sem hesitar. Regina pode jurar que ele e sua mãe tinham um passado, mas a sua presença ali era mais importante do que qualquer plano a ser tratado.

— Quando é que você vai morrer e parar de atormentar a minha vida?- questionou Regina. Por alguns segundos, ela pensou que teria sido melhor morrer, depois de ter vivido uma história inteira com Emma, do que reencontrar a mãe que acabou com outra história de sua vida e despertou o seu lado obscuro.


— Regina querida, deixa de ser mesquinha. Sou sua mãe, não se lembra?- rebateu Cora. Esta sempre teve um senso de humor apurado.


— Você não agiu como minha mãe por muitos anos. Por que esse interesse agora? Por que voltou pra minha vida? Eu pensei que tinha deixado bem claro que não a queria mais nela, depois de tudo que você fez.- Regina bufava. Tudo o que conseguia pensar era voltar para os braços de Emma e finalmente ir embora daquele inferno.


— Ouça-me, querida. Eu fiz tudo o que o meu espírito de mãe me mandou fazer para proteger você. Eu sempre quis o seu bem, entende? Assim como estou fazendo agora. Sabia que você ficou apagada por 3 dias?- seu poder de persuasão ia além de um mero conselho a ser seguido, Cora era controladora, e gostava de ter todos na palma da mão. Mas Regina não podia negar que a mãe realmente a amava, do jeito dela. Por isso, resolveu dar-lhe uma chance.


— Está bem. Eu permitirei que retorne comigo para Storybrooke. Mas apenas porque não engulo que está aqui apenas por mim, está bem? Assim que colocarmos esse seu plano em ação, seguiremos por caminhos diferentes. Eu estava muito bem mesmo, mãe.


— Deu para perceber.- a mais velha riu.- você está namorando uma menina, Regina! Uma menina judia.


— Eu sou noiva- gesticulou- noiva de uma linda menina. Não me importa que ela seja judia ou seja o que for, nem que esse seu preconceito tosco esteja presente em quase todas as nossas pessoas a nossa volta. A única coisa que importa é que eu a amo e vou passar todos os dias da minha vida ao seu lado.


— Está bem, faça o que quiser. Nosso acordo ainda é válido, mesmo que esteja destruindo a vida que trabalhei tanto para construir para você.- era notável a maneira como Cora conseguia manter a calma, apesar do clima tenso que a conversa levava.


— Já que você diz que o que me tornei é tão bom, eu adoraria se compartilhasse comigo o plano que não acabe com as nossas vidas. Não que eu me preocupe com a sua, é claro.- Regina retrucou. Ela sabia que sua mãe jamais iria mudar, exatamente pelo fato de ela achar que não havia nada errado no que estava fazendo. Aos olhos de Cora, tudo de ruim que provocou na vida da filha era para um bem maior.


— Acho que pode perceber os bombardeios de ontem, não é?- Regina assentiu. Afinal, era o motivo que havia feito com que ela se despedisse de Emma e se sacrificasse para dar-lhe um futuro.- Bem, não são os russos, ainda. É o exército alemão.


— Você está dizendo que o próprio exército está atacando os campos e seus membros da SS e da gestapo?- Regina parecia perplexa, não fazia sentido.


— Uma das poucas coisas que você disse hoje faz sentido, Regina. Hitler está caindo, e o Terceiro Reich não vai durar mil anos. Por toda a Alemanha o exército está colocando em pratica a operação Valquíria. O plano é começar atacando os campos e seus oficiais, e libertando os prisioneiros. Assim, todo o alto escalão pensará que são os russos que estão nos atacando. Acontece que ele tomou um rumo muito maior do que imaginávamos: os oficiais, salvo exceções como o tenente que derrubei ali, acham que é necessário derrubar o nosso Fuhrer e que nós tomemos o poder.


— Mas papai era da Gestapo, um braço direito do Fuhrer. Por que você está fazendo isso? Não acha que, alguma hora, a sua busca por poder precisa ter fim?- Rebateu Regina. O plano parecia ótimo, mas eram várias as razões pelas quais ela desconfiara de Cora.


— Regina querida, você pode não acreditar, mas eu concordei com tudo isso por você. Se a operação seguisse como deveria, você teria sido morta.


— Não, eu teria me juntado a causa. Eu lutarei, mamãe, porque, diferente da senhora, eu me preocupo sim que um ditador desumano está no poder, matando milhares de pessoas inocentes a cada dia. Meu maior erro foi ter vindo para cá, mas foi você quem me indicou, não é mesmo? "Não é tão ruim, Regina, na verdade, é ótimo. Você poderá avançar na medicina como nunca avançou."- A morena chorava, ainda não havia se perdoado por todo o mal que causou ao vir para o campo. Ela respirou fundo e se recompôs, não queria mais mostrar qualquer tipo de "fragilidade" aos olhos da mãe.- eu quero que informe o alto escalão do plano que irei participar. No mais, não quero mais falar com você nenhum outro assunto. Mande alguém me avisar das decisões. Quando será posto em ação?


— Amanhã pela manhã, após a noite de Natal.- Regina havia esquecido completamente que era dia 24 de dezembro. Os dias não passavam de números para ela, sem significado algum.- Isso é tudo? Você vai mandar embora, mesmo que eu esteja salvando a sua vida novamente?- indagou Cora.


— Sim, isso é tudo. Que nossos malditos caminhos caminhos nunca mais se cruzem, mamãe. Adeus.- Regina saiu porta afora.

Mais difícil do que a sua ida até Auschwitz foi a volta. Mesmo que o exército estivesse interessado em libertar os campos e começar uma nova era na Alemanha, os judeus mortos devido às suas bombas continuavam caídos, cada vez mais enterrados pela neve. Não seriam prestadas condolências; nem lhes seria proporcionado um funeral digno. Tudo o que talvez aconteceria, era suas famílias descobrirem que os perderam, quando a guerra acabasse. Isso se eles ainda tivessem família alguma a se informar.

Um detendo empilhava os corpo que não tinham sido cobertos pela deve.

— Com licença, por favor!- Regina se aproximou correndo. Pela manhã, eles ainda trabalhavam, e sua liberdade ainda não lhes fora concedida. — Qual o seu nome?


— Leroy, sen... Senhora.- ele parecia boquiaberto com a gentileza, e, ao mesmo tempo, com medo de Regina.


— Pode me chamar de Regina. Leroy, poderia me ajudar a levá-los para Storybrooke? Eu posso trazer algum caminhão que os carregue. Quero lhes proporcionar um enterro, e se eles tinham alguma mulher ou filhas em Storybrooke, acho digno que lhes seja concedido dizer adeus para os seus entes queridos e desejar-lhes o melhor do outro lado nessa noite de Natal.


O homem olhou para trás, com medo de que algum guarda os estivesse observando. Mas não havia ninguém. Os detentos estavam abandonados, largados a própria sorte até que os portões fossem abertos.


— Leroy, infelizmente, eu queria poder juntar todos vocês com suas esposas, mas estou trabalhando que vocês sejam libertos, está bem? É crucial que não conte a ninguém.- disse Regina, com a voz marejada.


— Se me permite, comandante Regina, minha mulher e duas filhas desembarcaram comigo na estação. Eu poderia ficar, depois de ajudar-lhe com os meus camaradas, para tentar encontrá-las?- havia sério suplico em sua voz. Regina não conseguiria esquecer de seus olhos tristes.


— Mas é claro. Ficarei feliz em ajudar no que eu puder. Agora, vamos colocá-los no caminhão.


Os dois conseguiram resgatar até mesmo os corpos que estavam cobertos. A neve havia parado de cair por enquanto, como se quisessem que o fizessem, e, rapidamente, haviam chegado em storybrooke. Após alojar os corpos individualmente no galpão, Regina dirigia-se a casa.

A morena estava entusiasmada com o seu retorno, mas com um pesar terrível de ter dito adeus à Emma daquela maneira. Ela nunca quisera magoa-la, mas esperava que a loira a perdoasse, quando colocasse a aliança novamente no seu dedo. Depois de muito esforço, conseguiu bater na porta.

— Regina?- exclamou Zelena.- É você mesma! Eu pensei que nunca mais a veria! — a irmã a abraçou com intensidade, agarrando-na para dentro da casa. Era visível sua felicidade com seu reencontro.- Vem pra frente da lareira, você está congelando!


— É sempre maravilhoso vê-la, irmãzinha, mesmo depois de você não acreditar que eu ia voltar pra vocês.- Zelena riu.


— Amor?- a morena estremeceu. Havia certa tristeza na voz de Emma, que descia a escada com dificuldade.


— Olá, minha princesa.- sorriu Regina, tentando esconder o seu nervosismo. Sabia que tinha magoado Emma, e não esperava por um perdão imediato, mas tinha de começar por algum lugar.- guardou a minha aliança direitinho?


— Eu nunca a tiro do bolso.- exclamou a loira, aproximando-se dela.- É engraçado mas, desde que você se foi, o tempo passou diferente para mim. Não foi como da vez em que você prendeu Killian no seu laboratório, em que eu pensei que você não voltaria. Dessa vez, eu sabia que você ia voltar, mesmo que tudo indicasse que isso não ia acontecer. Os minutos se tornaram horas, todas passadas diante da janela, tentando ver a sua sombra ou algum sinal vindo de Auschwitz.- as lágrimas já escorriam do seu rosto.- mas tudo o que eu ouvia e via era o total e completo silêncio depois do bombardeio, e eu pensei... eu pensei que...- o seu choro se intensificou. Regina a envolveu em um abraço confortante.


— Hey, eu estou aqui, Miss Swan, e prometo que não vou a lugar nenhum!- a morena beijou-lhe a testa, tirando uma risada do rosto da sua noiva. Emma colocou-lhe a aliança no dedo, e os seus lábios se encostaram. Não foi um beijo qualquer, foi como se Regina tivesse renascido. Como se fosse o seu primeiro beijo com Emma, tão intenso e cheio de amor.- Eu amo você, Emma Swan!


— E eu amo você, futura Sra. Swan!


Após a grande felicidade do reencontro com Emma, Regina tinha a força que precisava para continuar. Mais cedo, tinha dado um grande passo em direção para se redimir: proporcionou que Leroy se reencontrasse com sua mulher. As duas filhas haviam morrido nas câmaras de gás, e mesmo com a terrível dor da perda, os dois não poderiam estar mais fortalecidos por terem que compartilhá-la juntos.

— Emma, eu tenho uma ideia, mas você vai ter que me ajudar.- Swan sorriu.


— Qualquer coisa, meu amor!


— Eu sei que Zelena está querendo preparar uma ceia improvisada e tal, mas e se fizéssemos mais do que isso? E se proporcionássemos uma ceia para todas as mulheres do campo? — era visível a euforia em seus olhos. Mas Regina não conseguia se desprender totalmente do passado, como pretendia fazer.- você, Zelena e Mary poderiam levar a ceia para elas no galpão...


— Mas e você, Regina?- a morena não precisou dizer, pois Emma entendeu o real sentido do seu pedido.- Você se supera a cada dia. Você me salvou, salvou ambas as minhas mães, e não mediu esforços para garantir a nossa segurança: enfrentou o Gold, Killian e, mais importante, enfrentou a si mesma, quando pensou que estava indo pelo caminho errado. Em meio à guerra, Regina, você não mediu o seu amor por mim, amando-me infinitamente. Tudo o que fez, causou-me grande orgulho. E é por isso que você deveria entregar-lhes a ceia e proporciona-las esse natal. Porque eu tenho certeza que as pessoas verão o quanto você é especial, assim como eu vi.


— Mas Emma, eu causei-lhes muito mal! Eu fiz da vida delas miserável, eu as separarei de seus entes queridos e as exporei de maneiras inimagináveis. Isso não tem perdão.- o olhar da morena tornou-se cabisbaixo.


— Tem sim e você sabe! Tudo tem perdão quando realmente se pede desculpas, Regina! E você está muito arrependida, é uma nova mulher agora. Por favor, meu amor, você não precisa ficar remoendo mais o passado. Isso vai te ajudar, sério.


— Você é o meu Porto Seguro, sabia disso? Quando eu penso que estou afundando, você vem e me levanta, Miss Swan. E é por isso que te amo tanto, entre outras coxas.... opa, coisas, é claro.- Regina sorriu maliciosamente. Toda vez que ficava longe de Emma, sentia o desejo arder dentro dela. A noite delas seria longa.

As duas iniciaram os preparativos para a ceia em conjunto com Zelena e Mary Margareth. Regina deu a ideia de que as mulheres pudessem recuperar suas antigas roupas que estavam no armazém e desfazer-lhes de seus uniformes. Em menos de uma hora, ela conseguiu mobilizar 10 oficiais, entre elas guardas e até mesmo tenentes, a participarem das festividades.

Emma e Mary organizariam todas no galpão, ao passo que Zelena e Regina cuidavam dos funerais. Ao final da noite, se tudo desse certo, todas se reuniriam.

— Emma!- gritou Regina. A noiva rapidamente subiu as escadas até o quarto. Temia que a comandante estivesse duvidando de si mesma novamente, mas o que viu a surpreendeu.- Esse vestido era da minha avó. Ela sempre dizia que a grande magia do Natal não são os presentes, a comida e as luzes, mas sim estar com quem nós verdadeiramente amamos, com a família.


— Regina, ele é lindo. E eu tenho certeza que a sua avó estaria muito orgulhosa de você.- Emma sorriu.- está pronta?- a morena assentiu

As duas caminhavam de mãos dadas até o galpão. Uma nova nova nevasca começava a cair, desta vez tranquila, formando um leve manto no chão. A decoração ficara por conta de Zelena, e o visual era incrível. Era improvisara várias lâmpadas ligadas em circuito, espalhadas por todo o salão.

— Gostou, irmãzinha?- Regina assentiu. A verdade é que não passavam um natal em família havia anos, e agora ambas sentiam que a sua família estava completa.- Nós merecemos. Venham, todas já chegaram.


— Emma, eu acho que você devia entrar primeiro. Sabe, falar alguma coisa.- disse Regina baixinho. Emma não pode deixar de sorrir com a sua timidez que se apresentava até mesmo fofa.


— Entramos juntas, pode ser? As duas deram as mãos e entraram porta adentro.


O clima era de festa. As mulheres brindavam, comiam com gosto e até mesmo gargalhavam. Era como se, por um instante, esquecessem que estavam dentro de um campo de concentração. Poder ter um pedaço de si novamente, a partir de uma refeição farta e o uso de suas próprias roupas, tinham-lhes dados a força que precisavam para continuar em frente.

— Quem a convidou?- indagou Belle, ao ver Regina. Emma se lembrava bem do passado das duas, envolvendo Gold. Mas também lembrava o quanto Belle havia sido bondosa com ela naquele dia em que Killian a jogou nos alojamentos, e tinha convicção que ela conseguiria ver o quanto Regina estava se esforçando para se redimir e proporcionar tudo aquilo para elas.


— Na verdade, essa ceia foi ideia dela. É bom ver você, Belle.- disse a loira, abraçando-na. As duas se sentaram na cabeceira na mesa, e Emma não pode deixar de notar o nervosismo de Regina.- meu amor, você consegue.- sussurrou


— Eu... Eu...- Regina indagava. Não conseguia falar.


Assassina!- ouviu-se ao longe.- Monstro!- um pouco mais perto.


— Eu queria começar dizendo que, assim como eu, todas nós já cometemos erros. Na noite de hoje, eu não pedirei que me perdoem, até porque sei que existem erros que são imperdoáveis. Mas as pessoas podem ser perdoadas. Vocês veem, desde que cheguei aqui, tornei-me, ou melhor, descobri-me uma pessoa totalmente diferente. Eu aprendi o quanto as pessoas podem ser más...


Sim, más como você!— os insultos não paravam, mas Regina aprumava-se cada vez mais.

Baby, I've been here before


I know this room and I've walked this floor


I used to live alone before

I knew you


And I've seen your flag on the marble arch


And love is not a victory march


It's a cold and it's a broken Hallelujah

Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah



There was a time when you let me know


What's really going on below


But now you never show it to me, do you?


But remember when I moved in you


And the holy dove was moving too


And every breath we drew was Hallelujah...

— Exatamente, más como eu. Porque existe o mal e o bem dentro de todas nós. A escuridão parece ser uma forte arma, disso eu sei bem. Mas não se esqueçam, tudo que precisamos nos momentos sombrios é de um pouco de luz. E é isso que espero que consigamos hoje. Espero que essa festividade resgate pelo menos uma faísca das pessoas que vocês eram antes de virem para cá e, como um passo para me redimir, eu fico grata em informa-las que amanhã, todas deixaremos esse campo. Eu não peço que me sigam na batalha que está por vir, mas quero que saibam que estou dando um grande passo na minha vida hoje, podendo jantar com todas vocês. Eu sempre acreditei, no meu íntimo, que algo dividiria a minha vida em antes de depois. O que aconteceu foi que várias coisas a dividiram, mas a principal delas foi essa campo, o que eu consegui ver da humanidade e o que eu consegui descobrir de mim mesma.- as lágrimas já brotavam no rosto de Regina, mas ela as engolia.- Feliz natal.

Algumas mulheres começaram a bater palmas, e, imediatamente, o barulho ecoou por todo o salão. Um senso de solidariedade tomou conta do ambiente. Mesmo que Regina tivesse cometido atrocidades no passado, ela também era humana. Em momentos de crise, as mentiras vão embora e o que resta é tão cru e vulnerável. É aquela agonia que podia ser vista os olhos da comandante quando ela chegou ao campo e o medo que as detentas sentiam dia após dia que permitia que todas se vissem tão expostas, que se identificassem tanto. É preciso muita confiança para se restabelecer que, para a maioria daquelas mulheres, havia sido destruída a muito tempo. Regina tinha razão, elas precisavam umas das outras, desesperadamente.

Maybe there's a God above

All I've ever learned from love

Was how to shoot somebody who outdrew you

And it's not a cry that you hear at night

It's not somebody who's seen the light

It's a cold and it's a broken Hallelujah
Hallelujah

Notas finais
Comentemmmm e até a próxima :)