No Amor e Na Guerra

25 Capítulo 25- Invisível aos Olhos


Notas iniciais
Heyyyy amores! Mil desculpas pela demora, isso já está se tornando algo usual né? Mas prometo que não vai ser mais assim, prometo! Hahaha mas vamos ao que interessa! Espero que gostem do hot, está muito especial!

Swan tomou o controle de imediato, segurando o rosto de Regina entre suas mãos suadas e frias ao mesmo tempo. A morena arqueou-se com o toque, enquanto Emma se aproximava de seu pescoço pausadamente entre respirações ainda aceleradas vindas dela. Nunca havia se sentido tão viva quanto nos últimos minutos. Mesmo que tenha chegado perto da morte, o sonho, o toque de Regina, misturados com a felicidade alheia, eram os ingredientes simplesmente perfeitos para o que viria.

– Diga.- disse a loira no ouvido de Regina, que já aspirava por qualquer outro contato. Queria os lábios carnudos de Swan encostando nos dela, queria sentir o calor do corpo e o suor que vinha de cada extremidade e curva do corpo dela. Emma percebia isso. Ela decifrou Regina da forma mais profunda que ninguém jamais havia feito. Rompeu barreiras que a comandante levou tempo para erguer. Para Swan, o ar de superioridade que a morena tinha não passava de uma forte característica que era usada para que ela permanecesse no controle sobre qualquer pessoa. Mas já era tarde, Emma já havia tomado as rédeas nas mãos e agora quem iria construir a sua própria barreira era ela.

– Diga, Srta. Mills. Eu sei que você me quer, eu vejo isso no fundo dos seus olhos negros que agora você tenta esconder. Eu vejo a fragilidade por entre esse seu fardo de liderança. Eu vejo uma mulher que não consegue mais de aguentar de desejo. Diga que estou errada.- continuou sussurrando no ouvido de Regina, que, rapidamente, levantou o olhar e a sobrepôs na parede, segurando o seu rosto com voracidade e aproximando-se do ouvido dela.

– Você está certa, Miss Swan. Mas estou disposta a arder em chamas até o final.- A loira arqueou o olhar, mordendo os lábios de Regina no canto superior. A envolveu até que ficasse sem ar e diminuísse a força com que a prensava na parede. As duas trombaram no carpete, enquanto Regina começava a desacelerar o ritmo da loira, beijando-lhe o pescoço devagar. Era uma jogada de mestre, mostrar que realmente estava no comando quando Emma se afobava demais. Swan gostava de mostrar voracidade misturada com paixão, enquanto Regina a torturava com toques e beijos prolongados e cheios de prazer. Não demorou até que a respiração da loira acelerasse novamente. Resolveu ceder aos encantos da morena por alguns segundos, para ver se a comandante conseguia romper a barreira dela e adivinhar o que estava prevendo.

Regina aproveitou a brecha para causar uma impressão na loira que ela jamais havia sentido, mostrando que podia muito bem reerguer a sua barreira devagar e mudar de tática toda vez que a loira tentasse derrubá-la novamente. Não se sentia confortável em ser um livro aberto nesse sentido. Fez questão que Emma entendesse o que ela queria quando começou a beijar de leve e massagear os seus seios devagar e com intensidade, ao passo que Emma começava a arrepiar cada centímetro de seu corpo e soltava suspiros que tentavam passar despercebidos.

– Você me surpreende cada vez mais, Srta Mills...- dizia, ao passo que Regina descia com os beijos e lambidas pela barriga de Emma, até tirar-lhe um verdadeiro suspiro quando a tocou. Beijou-a com paixão enquanto a sua mão fazia o trabalho e Emma retirava com movimentos tranquilos a roupa da morena. Aquilo estava errado. Roupas demais. Mas não foi capaz de interromper o momento de prazer que Regina a estava proporcionando. Estavam tão conectadas , como nunca antes. Mas precisava sentir cada extremidade da morena trocar-lhe para chegarem ao clímax final.

Quando Regina parou, esperava por uma reclamação de Swan, mas esta não veio. Muito pelo contrário. Os olhos verdes brilhavam e a fitavam profundamente, enquanto a loira mordia os lábios e recuperava a respiração ao passo que desabotoava a camisa de Regina. O tecido de seda caiu no chão sem fazer ruído algum. As mãos de Emma continuavam, abrindo o zíper do culote que Regina usava, muito colado à suas coxas e glúteos, fazendo com que cada puxada que Swan dava-lhe para tirar a calça fosse sentida em cada parte da sua perna. Em seguida, a loira abaixou-se e a fitou ainda mais fundo, com um olhar acolhedor. Passou a palma da mão pela perna lisa da morena e a outra alcançou a sua boca para mais um beijo demorado. Colocou o cabelo dela para trás da orelha enquanto beijava seu pescoço e dava leve mordiscadas.

– Amo você, Regina Mills. E nada jamais será capaz de mudar isso.- disse, tirando um sorriso singular da morena.

– E eu não vou abandoná-la nunca, Emma Swan, e vou me certificar de amá-la profundamente em cada momento da nossa vida.- completou Regina, trazendo-lhe para perto de si.

Emma foi levantando-a aos poucos, sem perder qualquer beijo e amasso que as envolviam. Não era necessário se apressar em hipótese alguma, pois não era só sexo, era amor. Amor profundo, que precisava ser sentido na alma. Cada toque, cada beijo e contato que tivessem. Sentiu as pernas de Regina se entrelaçarem nas suas costas suadas enquanto entravam juntas no chuveiro. A água caía leve e límpida, ressaltando o rosto de Regina a sua frente. Pela janela, os últimos momentos do sol faziam com que suas sombras se projetassem escuras no espelho. Era assim que queriam que fosse, algo simples e belo ao olhar, algo que iluminasse até o momento mais sombrio e fosse capaz de alegrar qualquer tristeza. Emma sorriu com aquele pensamento. Não precisava mais de nada, só da mulher incrível a sua frente, que precisava amar intensamente.

O sol se pôs, mas nenhuma das duas atreveu-se a acender a luz. Tudo estava perfeito da maneira que estava. Conheciam o corpo da outra como se fosse o seu próprio, e gostavam dessa ideia. Os suspiros de Regina iam se tornando mais intensos ao passo que Emma a tocava, e sua respiração tornou-se completamente descontrolada. Até envolveu os lábios da loira com os seus e compartilhou de sua ânsia com ela. Acariciou o rosto jovem de Emma com carinho e sorria enquanto a fitava nos olhos.

– Por que eu sempre tenho a sensação de que você não pode ser mais perfeita, Emma, e você sempre acaba me surpreendendo em todos os aspectos? Por que, quando olho nos seus olhos, eu esqueço de qualquer coisa que possa me fazer mal no mundo, pensando que a realidade na verdade é só uma coisa da minha cabeça? Por que tudo isso parece um sonho? — indagou ela.

– Porque acho que essa é a beleza de qualquer coisa que é invisível aos olhos, não é? Elas só podem ser vistas por quem realmente ama.- respondeu Emma.

Notas finais
Gostaram amores? Não esqueçam de comentar, por favor, e até a próxima!