Ninja controlado das trevas
3 Capitulo 3
Eles sorriam se cumprimentando e saindo, cada um para um lado para ir a suas missões, Joe chegava na estrada descrita na missão olhando em volta vendo algumas arvores notando ser um bom lugar para uma emboscada, nota algo mais a frente uma pessoa de capuz, ele ia andando quando escuta.
Homem misterioso: — Ei viajante, não tem uma moeda para ajudar?
Ele parava e o analisava sentia algo estranho e falava: — Não, se você realmente precisasse eu poderia ajuda, mas a julgar pelo sangue em seus sapatos já mato e roubou gente demais.
Aquilo enfurecia o homem que se levanta tirando o capuz, mostrando usar uma corrente de outro com um broche, ele assobia e mais seis pessoas surgiam cercando o ninja.
Bandido: — E agora engraçadinho, vamos te matar e pegar tudo que tem.
Joe esboça um sorriso: — Que bom que trouxe reforços assim ira da mais graça.
Bandido irritado: — Peguem ele.
Quando eles iam para cima do mesmo, ele deixa cair uma bomba de fumaça distraindo a todos, fazendo eles tossirem e com a visão limitada e Joe já estava acostumado a isso ele rapidamente ia eliminando os inimigos um a um com cortes preciso no pescoço deles, deixando aquele que seria o líder por último, ouvindo seus companheiros gritando e caindo um a fora da fumaça ele aponta a espada para frente vendo tudo em silencio.
Bandido: — Seu maldito cadê você?
Joe surgia do topo da arvore atras dele, caído atras do mesmo em um único golpe: — Aqui. – Cortando o pescoço do mesmo e tirando o colar que levaria como prova e começa a voltar para guilda, no mesmo momento que Joe chegava na estrada Hinode estava próxima a vila que estava sendo atacada pelos javalis, andando pelo campo podia ver a manada dos mesmo vindo em direção ele consegue notar os três que seriam os alfas e se preparava correndo em direção a eles, o mesmo nota que alguns vinham em sua direção além do primeiro alfa ele saca sua espada e pulava em direção a um cortando a cabeça do mesmo fora e já mirando outro esse ele passa por baixo corando a barriga e o terceiro as pernas deixando ele vivo, o alfa se aproxima ele se defende com a espada o repelindo e em uma sequência rápida de cortes acabando com ele, limpando o sangue da espada olhava os outros dois, o encarando ele sorria.
Hinode: — Desculpe, mas cansei de enrolar, posso acaba perdendo a aposta assim. – Os dois alfas e mais três resolvem o atacar junto, com a espada na bainha ele entre em postura de saque, quando eles se aproximam ele olhava: — Caminho do samurai. – Sumindo e por um instante e surgindo de costas para eles recolocando a espada na baixo e quando encosta os javalis caiam mortos. Com os lideres mortos os outros corriam o chefe da vila se aproxima dele: — O obrigado aventureiro por nos ajudar, agora termos um bom estoque de carne.
Hinode: — Não foi nada, permita me ajudar a levar eles.
Ele ajuda o pessoal da vila a levar os javalis, voltando para a cidade sul Joe ia se aproximando da cidade notava o amigo chegando também carregando algo, parava o esperando, o samurai notava o ninja e dava um sorriso.
Hinode: — Pelo visto terminou rápido sua missão.
Joe: — Você também.
Próximos eles se cumprimentam e o ninja perguntava: — O que é isso?
Hinode: — Bem como tinham muitos eles me deram um pouco da carne para agradecer.
Joe: — É bem será uma boa prova que você concluiu.
Hinode: — Exatamente e você conseguiu?
Joe puxa de dentro do kimono um colar com um pingente: — É o que o líder usava.
Hinode: — É acho que seremos os novos rank dois da guilda.
O ninja fazia sinal de sim concordando, logo chegando eles abriam a porta e indo para o balcão e vendo Ametista, ela reparava nos dois rapazes.
Ametista: — Bem vindo rapazes como foram na missão?
Joe mostra o colar e Hinode o saco com as carnes, isso surpreendia a moça eles ouviam uma voz: — É sabia que vocês não seriam só de falar. – Eles viram para a esquerda de onde vinha a voz vendo Miranda ali parada com as mãos na cintura e sorrindo eles davam uma risada também e ela fala: — Ametista pode registrar eles no rank dois, foram aprovados com louvor.
Ametista: — Sim senhora Miranda.
Ela pega o card deles que tinha ali na guilda marcando o rank dos mesmo, eles olham seus cards e notavam que já mudava ficando felizes com isso ela pegava a carne que Hinode trouxe: — Vamos comemorar então. – Ela ia para cozinha, Joe deixa o colar com a Ametista e eles iam se sentar num canto descansando um pouco.
Hinode: — Bem uma das etapas foi concluída, agora falta mais uma.
Joe: — Sim, um local para ficar.
Hinode concorda e pensava por um momento falando: — O que acha depois de comermos irmos andar pela cidade procurando algum lugar.
Joe: — Concordo com você, assim podemos desocupar logo o quarto que estamos.
Hinode: — Concordo.
Ela chegava com a carne e bebidas para eles, Ametista dava recompensa a eles pela missão eles comiam e bebiam um pouco, mais tarde naquele dia depois de conseguirem suas credenciais eles caminham pela cidade, a procura de algum local para poderem passara a noite passando próximo a parte de comercio eles ouviam vozes de mulheres como discutisse com alguém e pedindo ajuda, se aproximando notavam cinco homens com cara de aventureiros iniciais cercando duas damas e quando notam uma delas era a raposa que eles encontraram no dia que chegaram e a outra uma de cabelo rosa curto, um dos caras agarrava o antebraço direito dela.
Aventureiro: — Ei gatinha, porque não relaxa e vem com a gente.
Iris: — Me solte seu nojento eu tenho coisas melhor para fazer.
Misty: — Senhorita quer que eu busque ajuda?
Aventureiro: — Quero ver que ajudara uma dona de um cabaré, não vê que todos estão só olhando sem fazer nada.
Ela ficava quieta virando o rosto mordendo os lábios não querendo concorda com ele, a garota que a acompanhava ficava preocupada segurando firme as coisas que compravam, os dois mais afastados ouviam aquilo, Hinode fechava a mão direita em punho e Joe o observa, parando a esquerda dele.
Hinode: — Eu vou lá.
Joe: — Não pretendo te impedir, quer que eu vá junto?
Hinode o olhando: — Não, mas se quiser dar um jeito em dois deles para darmos um sustos neles.
Joe fazia sinal de sim sorrindo sob a máscara, Hinode sorria fazendo sinal de sim, enquanto isso o cara a puxava mais um pouco falando: — Vamos pare de ser rebelde, você irá gostar. – Iris ainda se esforça para não ser puxada. – Ela não está querendo ir com você não está vendo? – Ao ouvir aquela voz, ela abria os olhos e se espantava ao ver aquele samurai que encontrou outro dia segurando o pulso do cara e o apertando, ele solta a mão dela devido ao ponto que ele pressionava e torcendo, os dois trocam um olhar rápido, mas o suficiente para fazer o coração de ambos acelerar e ela deixar escapar um sorriso, o momento era interrompido pelo encrenqueiro.
Aventureiro: — Quem você pensa que é?
Hinode o soltando ficando entre ele e a dama: — Bem a julgar pelas suas vestes deve ser um aventureiro, me dá vergonha falar que sou um aventureiro como você depois dessa sua atitude.
Aventureiro: — Eu nunca o vi por aqui, você não é desse país.
Hinode: — Oh, pelo visto sabe pensar, sim sou um recém chegado.
Aventureiro: — Então não deveria interferir nos assuntos dos outros, porque não vai caça algo simples, já que deve ser um rank cinco. – Falando rindo olhando para os companheiros.
Hinode: — Para seu azar, sou rank dois, fiz o teste e passei com louvor. – Olhando o grupo dele. – E a julgar pelo seu grupinho deve ser tudo do mesmo rank, porque vocês não vão fazer algo para melhora e deixem as damas em paz. – Ao ouvir o rank dele, tanto as duas quanto os caras se surpreendem.
Aventureiro: — Deve estar mentindo, querendo se aparecer.
Hinode: — Quer tentar? Se quiser posso lhe mostrar.
Aventureiro: — Cinco com um, não daria graça.
No momento que falava aquilo, Joe estava atras do grupo e dava cabo de dois deles rapidamente sem dar chance de reação, o samurai notava e falava sorrindo: — E que tal três, pois acho que dois estão meio desacordado no momento.
Aventureiro: — O que disse? – Ele se virava e via dois do grupo nocauteado e uma figura de preto com os braços cruzados e só os olhos de fora, a cor roxa de seus olhos fazia o cara tremer. – V-você de onde surgiu?
Hinode: — Ele é meu amigo, não é só você que anda acompanhado e que tal agora, três contra dois parece justo.
Aventureiro 2: — Chefe melhor a gente sair, se a guilda souber seremos expulsos.
Aventurei: — Pegue os dois caídos e vamos embora, hoje vocês saíram impunes.
Eles pegam os companheiros nocauteados e saiam correndo passando por Joe, ele se aproxima do Hinode e ambos se viram para as damas, ele descruzava os braços e o samurai toma a frente.
Hinode: — Você estão bem? Eles chegaram a machucar vocês?
Iris: — Não, estamos bem só foi um grupo de encrenqueiros mesmo, obrigada. – Olhando o pulso marcado onde o rapaz pegou, Hinode notava que ela carregava uma sacola pegando.
Hinode: — Permita ajudar, a desculpe não me apresentei, eu me chamo Hinode e este é meu amigo Joe. – O mesmo só levanta a mão direita.
Iris sorrindo: — Prazer, bem acho que ele não é de falar muito, me chamo Iris e está Misty.
Misty: — É um prazer e obrigada por nos ajudar.
Hinode: — Não foi nada, não ligamos para isso que eles falaram.
Iris: — Bem vocês ouviram, não é?
Joe: — Sim, mas como ele disse não ligamos, querem ajuda para levar as coisas?
Misty e Iris trocam olhares e a dama falava: — Se não for incomodo, poderiam nos escoltar até meu cabaré.
Hinode: — Não vejo problema, se importa Joe? – O mesmo fazia sinal de não, ele se aproxima da acompanhante e pegava a sacola que a Misty carregava e Hinode a da Iris eles começam a andar juntos indo para lá, Hinode e Iris a frente Misty e Joe logo atras.
Iris: — Pelo que pude ouvir, vocês são aventureiros?
Hinode: — Sim, viemos de outro continente, sou um ronin e ele é um ninja.
Iris: — Incrível, não conhecia guerreiros assim e o que faziam por essa parte da cidade? Dando um passeio?
Hinode: — Bem, acho que são poucos que saíram de nossa ilha, bem na verdade não diria passeio, seria mais procurando um local para ficarmos já que na guilda é permitido só dois dias.
Iris: — Entendi, bem se quiser. – Falava parando em frente ao cabaré. – Chegamos, é aqui. – Eles ouviam um grito vindo lá de dentro, os quatro entravam e viam várias mesas redonda espalhadas pelo salão, nos cantos alguns almofadados, o local parecia precisar de uma reforma, mas era bem agitado, as garotas trajavam maios com um terninho sobre e cada uma com um calçado, os dois notam que algumas usavam gravata e outras não a que gritava que estava sendo agarrada estava com a gravata.
Hinode: — Parece que ela está com problemas.
Iris: — Sim, eles esquecem que a regra é as de gravata são as garçonetes e não podem ser tocadas.
Encrenqueiro: — Vamos não seja difícil lindeza, só um beijinho.
Rose: — Senhor eu sou só a garçonete, por favor respeite a regra.
Encrenqueiro: — Ou o que? Vão me expulsar? Haha não vejo ninguém que possa fazer isso.
Iris suspira, Joe passa pelo amigo e a dama deixando a sacola com ele: — Ele quebrou a regra certo?
Iris: — Sim.
Joe: — Se importa se eu dar um jeito nele?
Iris: — Por favor.
Hinode sorrindo: — Onde quer que coloque isso?
Iris: — A por favor venha comigo. – Enquanto eles iam para a cozinha, Joe se aproxima do cara, torcendo o dedo que estava na cintura da garçonete e o agarrando pelo colarinho da roupa: — Ela disse não e já que não pode cumprir essa regra não tem porque ficar.
Encrenqueiro: — Quem você pensa que é?
Joe: — Alguém para ajudar. – Falando o levando para fora e surpreendendo a todos, o cara era de uma constituição forte, mas era levado pelo ninja como se fosse nada, na porta o mesmo o jogava no chão, ele nota que o mesmo estava bêbado e logo ia se levantando.
Encrenqueiro: — Você verá eu voltarei.
Só que alguns guardas pegando o bêbado o levando para longe dali, voltando para dentro a garçonete parava perto do ninja segurando a bandeja contra o corpo: — O-obrigada.
Joe: — Não foi nada, se machucou?
Ela fazia sinal de não para ele, sorrindo ele passa por ela, a mesma o olhava e deixa escapar um sorriso voltando ao trabalho, indo para onde a dama e o amigo estavam notava que ela dava um risada e o olhava sorrindo, Iris estava atras do balcão e Hinode sentando ao balcão, o ninja se aproxima e sentava a esquerda dele.
Iris: — Obrigada mais uma vez, me ajudaram duas vezes em menos de uma hora.
Joe: — Não foi nada, só não gosto de gente que causa problemas.
Hinode: — Acho que você virou um herói para aquela garota.
Joe dava só uma risada leve e a Iris também que falava: — Posso oferecer algo a vocês rapazes como agradecimento?
Hinode: — Se não for incomodo aceito e você Joe?
Joe: — O mesmo.
Hinode: — Pode ser algo que desejar, deixaremos a escolha em suas mãos.
Iris: — Bem me permita então um drink e uma refeição especialidade da casa. – Os dois concordavam, ela prendia o cabelo em um rabo de cavalo indo na cozinha e instruindo o chefe com o pedido de dois pratos iguais, voltando começa a preparar uma cerveja para eles. – O Hinode me disse que você estão procurando um local para ficar, bem eu gostaria de fazer uma proposta para vocês. – Voltando entregando a cada um uma caneca de cerveja clara e falando: — Eu tenho um quarto vago com duas camas, deixo de reserva para alguém que precise, mas pensando na situação de vocês eu queria oferecer um contrato/acordo, vocês poderia ficar com ele, eu ofereço comida e tudo mais e em troca pediria só pela segurança das meninas. – Os dois a ouvindo, Hinode se espanta por um momento Joe dando um gole na cerveja sorria olhando para o amigo, ela nota o silencio dos dois e fala olhando para uma mesa mais ao canto: — Se quiser, podem sentar ali e discutir entre vocês depois me respondem.
Hinode: — Claro, só um momento.
Joe pegava a sua caneca e ia para a mesa com o amigo na sequência, sentando frente a frente com Hinode do lado que poderia olhar a dama, tomava um gole e falava: — Eu vejo como uma oportunidade o que acha? – “Certeza que ele vai falar que não vale a pena e que seria só para eu ficar próximo a Iris.”, pensava o samurai.
Joe: — Concordo com você.
Hinode se espanta com o que ouvia se debruçando um pouco na mesa o encarando: — Você está bem? Não está bêbado não né? Ou o ato de heroísmo subiu à cabeça?
Joe: — Respondendo na ordem, sim estou bem, não estou e não, só pensei um pouco e se ficássemos sem fazer missões por um tempo como pagaríamos uma estadia em uma pousada por exemplo, aqui pelo menos podemos ajudar elas e também porque não ensinar um pouco da nossa culinária, pelo que reparei a uma pequena variedade no cardápio. – Falando olhando as mesas, o samurai o ouvindo olhava em volta também notando.
Hinode: — É você teve uma boa ideia, parando para analisar esse lado era algo que não tinha pensado, bem e sobre a comida podíamos ver sobre isso e talvez até na guilda poderíamos passar essas receitas.
O ninja fazia sinal de sim, logo eles ouviam: — Desculpe a demora rapazes, aqui está. – Ela coloca a frente de cada um, um prato com bifes de javali ao molho madeira, com tomate e cebola. – Espero que gostem, posso oferecer mais um copo a vocês?
Hinode: — Claro e nos já tomamos nossa decisão. Quer que contemos agora?
Iris: — A sim por favor.
Hinode: — Eu conto ou você Joe?
Joe: — Pode ser você.
Hinode: — Temos um acordo, seremos seus novos seguranças. – Ele estende a mão direita para ela, a mesma coloca a dela sobre a dele e ele dava um beijo nas costas da mão dela, fazendo o coração dela dar um pulsada forte e ela dava um sorriso.
Iris: — Obrigada, bem depois eu mostro o quarto a vocês.
Hinode: — Certo a e pensamos que poderíamos ensinar uns pratos de nossa terra pode ajudar a atrair clientes.
Iris mostrava um brilho no olhar: — Obrigada vou aceita, bem então temos um contrato.
Hinode: — Sim. – Logo eles ouviam algo da porta. – Onde está aquele cara, quero um acerto de contas. – Eles reparam que foi aquele encrenqueiro que estava dando em cima da garçonete, o ninja se levantava: — Já está valendo o contrato? – Perguntando a dama.
Iris: — Sim. – Dando um sorriso.
Joe: — Tem algum limite que deseja?
Iris: — Só não o mate e não destrua o local por favor, do resto pode fazer o que desejar.
Joe: — Certo. – Pondo a máscara indo em direção a ele, o mesmo nota o ninja e falava: — Ótimo que não fugiu, agora vou te dar uma lição. – Falando dando um soco, o ninja segura o punho dele e torce o braço dele: — Aqui não lá fora. – Puxando-o para fora, Hinode terminava de beber olhando: — Espero que ele acabe logo se não a comida vai esfriar. – Iris concorda pegando o copo dele e o mesmo começa a comer, achando a comida uma delícia e fazendo um sinal de joia para ela enquanto comia e ela dava um sorriso, indo encher o copo ela pensa “Acho que as meninas finalmente se sentiram mais seguras.”, depois de um tempo o ninja voltava limpando as mãos e se sentando comendo, vendo como era boa a comida. Mais a noite naquele dia, após o cabaré encerar as atividades do dia e eles tomarem um banho ambos estavam deitado na cama olhando para o teto, com a luz do luar entrando pela janela entre as duas camas e a vela na mesa entre as camas.
Hinode: — Dois encrenqueiros no mesmo dia em.
Joe: — Pois é, bem acho que não queríamos tranquilidade mesmo não é.
Hinode: — Sim, bem amanhã iremos em alguma missão?
Joe: — Acho melhor ficarmos aqui e mostrar que agora tem alguém aqui antes de sair em missão ou irmos alternando.
Hinode: — Tem razão, mas e se precisarmos ir os dois em uma?
Joe: — Bem ai não teremos muito que possa ser feito, teremos que torce para que nada de mais aconteça.
Hinode solta um suspiro: — É acho que nessa você tem razão.
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