Presa em enigmas. Ela flutuava. Quais seriam as respostas?

Caminhos e rotas erráticas, todo o seu percurso era labirinto sem saída. Observadores poderiam ajudar, mas nada se compara a estar dentro. Nenhum mapa. Nem mesmo um objetivo.

Quem sabe?

Amontoado de reações químicas desbalanceadas, controvérsias disfarçadas. Dores causavam e resultavam em sorrisos e lágrimas. Medos falavam mais por ela do que ela mesma. Nem todos os textos do mundo descreviam uma explicação.

Vacilando entre momentos de hirto e descontrole. Poderia ser mais que uma singular falha a ser apagada com apenas um clique? Quando se sentiria areia, oceano, poeira estelar?