Notas iniciais
AGORA É OFICIAL! ÚLTIMO CAPÍTULO DA NT!

Caitlin:


Naquela semana em que o Corey estava em um estado mórbido de sonolência profunda num leito hospitalar, muitos fatos difíceis teriam sido para mim e principalmente para a minha irmã Frienny. Perder a Lindsey fora desagradável tanto para mim quanto para ela. Eu compreendia que o meu namorado não era o culpado pela morte dela, mas a Frie não compreendia, aliás, ela não sabia de nada do que houvera antes da Lindsey e da Debby morrerem, pois eu não havia explicado para a sua segurança. Até arrisquei em tocar no assunto, mas minha irmã sempre dialogava rudemente, como:

— O Corey é um assassino. Não quero saber de nenhum assunto relacionado à ele.

— Acho que você está sendo muito imatura. Pelo menos ouvia a versão dele.

No dia da alta do Corey, ficamos numa pequena sala de espera no hospital. Frie estava extremamente contrariada pelo motivo de olhá-lo depois de tudo o que houve. Quando ele chega no local em que estávamos, deparamos que o Corey usava uma muleta para se apoiar. Ele não é bem recebido pela minha irmã por estar tão rude. Já no táxi para voltarmos a minha casa, o ajudo a entrar no carro.

Já em casa, ajudo o Corey a sair do táxi e a se sentar no sofá da sala. Não deu muito certo, terminei caindo em cima dele naquele imóvel tão confortante. Frie sai para adquirir a refeição daquela tarde.

— Por que não me levou de volta a minha mansão? — Sinto aquele hálito quente perto dos meus lábios.

— Porque aquela mansão tem recordações da sua família que é melhor não recordá-las. Não por enquanto.

— Mas... As recordações emergirão na minha mente sem precisar estar lá. Não fará nenhuma diferença.

— Fará sim. Será pior. Você se sentirá solitário. Também lhe trouxe aqui porquê...

— Porque ainda me ama? — Oscilo a cabeça em afirmativa. Saio de cima dele e fico ao seu flanco no sofá. Ele parece recordar de alguma coisa e fala imediatamente: — Hoje eu sonhei com minha família. Debby, Yan e Shelby. Eles me contaram tudo.

O Corey explica tudo sobre ele poder ter visto a sua família nos seus sonhos e só escutado a voz da Coisa. Também me explicou que posso entrar no mundo surreal quando eu quisesse. Obtive essa habilidade quando fiquei internada no hospital.

— Por enquanto não quero refletir em nada sobrenatural, já basta. — O Corey oscila a cabeça em concordância e me estica para o seu colo. Seus olhos verdes-claros se fixavam nos meus por longos minutos, seu olhar estava tão... radiantes! Abaixo a cabeça com o rosto corado. Não era nada fácil olhar para aquele rosto conhecido depois de saber que a maioria do tempo não era ele de verdade.

— Oh, Caitlin, não precisa ficar insegura. Sou eu, o Corey... O verdadeiro e você sabe disso.

— É claro que eu sei, é só que... Ainda não me habituei.

— Não há mais Coisa nenhuma entre nós. Ela morreu e estamos em paz. — Um sorriso se forma no meu rosto. O abraço apertado e sem dizer mais nenhuma palavra.

— Também quero lhe falar algo. Pattyson falou que as crianças do Camp Fun morreram do mesmo jeito em que a Debby e a Lindsey. Por um instante fiquei hesitando daquilo, aliás, as crianças haviam sido pedofiliadas. Agora entendo, elas também morreram depois disso. — Minha irmã chega com duas sacolas de comida e as coloca na mesa da sala. Ela comenta sobre a nossa conversa conosco.

— Ninguém nunca explicou como aquelas duas crianças foram pedofiliadas e mortas, mas agora só porquê o coitadinho do Corey estava em perigo, alguém finalmente abriu a boca para falar. — Seu tom permanecia frio.

— Será que dava para parar de ser tão rude com o Corey? — Grito em protesto.

— Não consigo, Caitlin. Esse estúpido assassinou nossa irmã! — Frie recruta.

— A mãe, a irmã e o pai dele também morreram pelo mesmo motivo! Não quer dizer que tenha sido ele! Antes de julgá-lo, o ouça!

— Pra mim já basta! Este estúpido é e sempre será o culpado! — Minha irmã se afasta da sala em fúrias até o seu quarto e bate a porta vigorosamente.

— Me desculpe pela Frienny. Ela só está atormentada por tantas coisas que houveram.

— Eu a compreendo. Também ficaria assim no lugar dela. — Um sorriso de compreensão se forma nos meus lábios. As semanas se passam como um borrão e agora, Maio já estava emergindo como um mês ruim. A cada dia que se passava era uma guerrilha entre a minha irmã e o meu namorado. O que você faria se estivesse no meio entre duas pessoas que você ama estão em pura rivalidade? O que você faria se tivesse que escolher entre uma delas naquele exato momento? Foi exatamente o que estava havendo comigo.

Em uma manhã de sábado, despertei com vozes gritando emergindo da cozinha. Minha primeira impressão foi de que a Coisa havia retornado, aliás, ela/ele era um ser quase imortal que sempre retornava quando menos esperamos. Quando chego no local daqueles gritos, era só a Frie berrando com o Corey e ele tentando acalmá-la. Pelo que aparentou, não deu certo. Minha irmã se aproveitou de que o meu namorado estava com uma muleta e o empurrou no chão. Corro em direção dela, dou-lhe um tapa em seu rosto que até ficou corado e imediatamente grito em fúrias:

— Você enlouqueceu?

— Lá vem a querida irmãzinha proteger o queridinho do namorado assassino. — Fala ela de modo mordaz.

— Não estou protegendo ninguém! O que você fez foi imoral, sua estúpida!

— Não fale comigo desse jeito! Eu sou sua irmã!

— Então nunca mais repita essa ação!

— Já basta, Caitlin! Não suporto mais viver nenhum dia nessa casa ao lado do Corey! Agora você que escolhe, irmãzinha: Ou eu, ou ele! — Frie aponta para ela mesma e imediatamente para o Corey. Foi exatamente assim que o meu mês de Maio iniciou. Como eu poderia escolher um deles exatamente naquele instante? Se eu fosse escolher a Frie, seria injusto com o Corey, até porquê ele não era o culpado por nada e sim a Coisa que o possuiu. Porém se eu o escolhesse, também permaneceria sendo injusto. A Frienny era a minha irmã tanto de sangue como de alma. Eu tinha várias histórias com ela. Desde pequena, nós sempre nos ajudamos, defendemos uma a outra... E principalmente quando os nossos pais morreram que ficamos mais unidas do que nunca. Então o Corey emergiu na minha vida e imediatamente a Coisa e nunca mais nossa relação fora a mesma. Maldito garoto! Mas... Não! A culpa não era dele! Eu o amava muito para deixá-lo partir desse jeito da minha vida. O Corey não tinha mais ninguém que pudesse cuidar dele, então... É, está difícil escolher um deles.

— Eu não vou escolher ninguém! Vocês que se resolvam!

— Ótimo! Eu escolho para você. Fique com esse seu namoradinho assassino e me deixe em paz! Sairei dessa casa e não ousa em me impedir! Aliás, não venha atrás de mim, não me ligue e nem me procure! — Grita a Frie em grito de desespero. Eu conhecia minha irmã muito bem para saber que aquele grito desesperador era de tristeza, decepção, mágoa...

— Você sabe que não precisa dessa drama, eu já lhe conheço.

— Me desculpe, Caitlin. — Ela abaixa o tom da voz, vai ao seu quarto e retorna para a cozinha seis minutos depois, com uma mala grande. Minha irmã me lança um olhar de rancor e vai embora sem falar nenhuma última palavra. Meus olhos se invadem por aquelas malditas lágrimas que imediatamente percorriam por todo o meu rosto. Esqueço-me do Corey jogado no chão da cozinha. Quando me recordo, corro até ele, pego-lhe pela cintura, o levo até a sala e o ajudo a sentar no sofá.

— Eu sinto muito, Caitlin. — Fala o Corey me lançando um olhar fixo.

— Não precisa sentir, a Frie vai voltar... Pelo menos espero. — Deparo que ele estava segurando a dor física que estava sentindo. — Preciso lhe levar ao hospital.

— Não precisa eu estou bem.

— Não, não está. — Ligo para um táxi, ele chega, levo o Corey até o carro e fomos novamente ao hospital. Quando chegamos, a enfermeira Violeta nos olha surpreendida.

— Vocês aqui novamente? — Oscilo a cabeça em afirmativa. Ela depara o estado do Corey e imediatamente percebe o que fazíamos ali. Violeta se afasta da sala de espera, demora alguns minutos e imediatamente retorna com uma cadeira de roda. Coloco-o na cadeira e agradeço a enfermeira. Depois voltamos para casa.

Quatro meses se passam como um borrão e a minha irmã nada de retornar para casa e nem ligar para avisar que estava bem. Comecei a ficar inquieta, porém eu respeitava o seu espaço.

Corey:


Muitas coisas se modificaram na minha vida e comigo mesmo. Por não ter mais família, tive que morar com as irmãs Vallenty o que foi repugnante para a irmã da Caitlin. Em Maio até tive uma guerrilha com a Frie que terminou nela saindo de casa. Depois disso, eu e a Caitlin ficamos quatro meses em harmonia, porém com os pensamentos avoados na sua irmã. Como e onde ela estaria naquela cidade tão grande?

No início de Agosto, um casal de adultos bateu em nossa porta. A mulher era mediana, meio gorda, cabelos curtos, morenos, lisos, seus olhos eram castanhos escuros. O nome dela era Lea. Já o homem era baixo, gordo, possuía um bigode e uma barba, ele não possuía cabelos e seus olhos eram verdes escuros. Seu nome era Wesley. Eles diziam ser pais adotivos da Lindsey que era a irmã perdida da Caitlin e da Frie. A Caitlin imediatamente os recebe de braços abertos. O casal se senta no sofá da sala.

— Desculpe virmos aqui sem avisar. — Lea lamenta.

— Não precisa se desculpar. Então é vocês os pais adotivos da Lindsey? — Os dois oscilam a cabeça em concordância. Depois de horas nos dialogando, já estava tarde. A cada dia que se passa fico refletindo em como deve estar a vida da Caitlin me empurrar para todo o lugar que eu queira ir ou até me ajudar a tomar banho ou até a manducar as refeições. Quando será que poderei a retornar a andar? Será que serei um deficiente físico para sempre? Eu não culpo a Frienny por esse fato, se eu tivesse no seu lugar acho que eu teria feito a mesma coisa. Dizendo nela... A Caitlin diz ter superado a irmã ter saído de casa com rancor, porém algumas noites ouço o seu choro baixo. As vezes ela até repetia o nome da Frie nos seus sonhos. Era angustiante ter que ver a pessoa que você ama sofrer e mesmo assim sorrir para mostrar que aparentava estar bem, quando na verdade seu mundo está desmoronado. Eu precisava fazer algo a respeito, não podia ficar de braços cruzados vendo-a sofrer.

Logo de manhã, numa terça-feira, saio escondido da casa com a muleta. O dia estava pluvioso e nebulado. Foi penoso andar por aquelas neves a procura da Frie, porém consegui quando me recordei que ela ainda queria muito se formar num curso de informática e foi nesse curso que a encontrei. Ela estava num canto oculto, solitária e chorando milhas. Não havia ninguém naquele lugar, exceto a Frie. Aproximo-me dela e a toco com a muleta, porém caio. Ela imediatamente me segura pela cintura e me ajuda a sentar numa cadeira.

— Obrigado por não me deixar cair. — Frie me fita séria e fala:

— Eu devia ter deixado.

— Mas não deixou. — Tento animá-la com a minha mordaz.

— Diga logo o que você quer aqui e depois vá embora. — Ela fala numa insensibilidade.

— Vim falar sobre tudo o que houvera... E antes que você diga algo, a Caitlin não sabe que estou aqui com você e nem me mandou lhe entregar nenhum recado. Vim porquê quis.

— Certo. Seja breve e claro. — Começo a explicar.

— Eu lhe compreendo que esteja tão rigorosa comigo. No seu lugar eu faria a mesma coisa depois de tudo o que houve. — No início a Frie estava desinteressada, mas depois começou a prestar atenção.

— Não tente me fazer bem que não adianta mais.

— Não estou tentando, apenas lhe compreendo muito bem. Sabe, eu não suporto mais ver a Caitlin sofrer pela sua ausência naquela casa. Vim contar a minha versão e lhe pedir mil desculpas por ter entrado na vida de vocês.

— Corey, saia daqui.

— Não! Me deixe prosseguir... Teoricamente não fui eu quem matou a Debby e a...

— Não ousa em falar o nome dela!

— Certo. Foi a Coisa. Ela na verdade é um demônio que possui habilidades sobrenaturais como possuir formatos de várias coisas.

— Deve ser por isso que ela se chama Coisa.

— Isso, mas seu nome verdadeiro é Tabby. Enfim, ela possuiu o meu corpo antes do Camp Fun e ficou enganando todos vocês até o fim do acampamento quando a Caitlin me encravou aquela estaca. Antes de tudo, tive que fazer uma transição entre almas e minha vítima fora o Justin que você deve saber quem é. Ele aceitou a transição com um acordo. Depois disso, tudo o que o "Justin" fizera, na verdade era eu que estava controlando.

— Será que dava para pular para a parte da sua culpa?

— Já estou chegando lá... Tudo o que meu corpo fazia na verdade era a Coisa, inclusive na parte do hospital. Eu sei disso porquê os meus sonhos eram tipo um aviso do que iria acontecer e quem avisava era o meu pai e minha irmã. No Camp Fun, após receber aquela reclamação do Pattyson, eu havia sido avisado de uma coisa, tudo o que a Coisa fosse sentir, eu também sentiria. O plano era a Caitlin matá-la custe o que custar, porém quando ela soube disso...

— A Caitlin desistiu de matar?...

— Isso. Você sabe o quanto ela era apegada a mim e que não conseguiria me matar. Se a Coisa morresse eu morreria.

— E por que ainda está vivo? — Hesita ela.

— Porque eu decidi fazer uma transição para o meu corpo. É aí que terminei possuindo uma voz dupla, pois era a minha e a do demônio.

— Por isso ouvi a sua voz mandando a Caitlin lhe matar.

— Isso mesmo. Eu não consegui controlar o meu corpo quando ela iria morder o pescoço da Debby e da... Lindsey. — Falo o nome da Lindsey porque já estava deparando que a Frie estava compreendendo tudo. — Elas morreram por causa da Coisa e não por minha culpa. A transição fora a melhor maneira para tentar manter todos vivos.

— Então... Se você não tivesse feito essa transição... Todos morreriam?

— Sim. Inclusive eu e a Coisa permaneceria viva e atormentando o próximo morador da mansão.

— Mas por quê? Você estava no corpo do Justin!

— É verdade que eu estava no corpo dele, mas... A estaca estava na mão da sua irmã. Daqui que eu fosse pegar a arma, a Coisa me mataria e terminaria com o corpo dele. Reflita, como ficaria a alma do Justin se o corpo dele estivesse todo molestado, sem órgão e sem nada?

— Ele morreria e a Krysta não entenderia, aí não teria ninguém para lhe explicar essa história porque todos estariam... Mortos? — Oscilo a cabeça em afirmativa. A Frie se levanta da cadeira ao lado da minha e me abraça para se desculpar. — Oh, Corey... Me desculpe! Eu não queria tê-lo empurrado para o chão.

— Não tem problema... Eu só estou... Como um deficiente físico e não sei mais quando poderei voltar a andar. Tive até que vim cambaleado. — Falo ironicamente.

— Ai meu Deu! Temos que voltar pra casa agora. A Caitlin deve está preocupada. — O tempo havia se passado depressa.

— Então... Você voltará para sempre, ou só para falar com ela?

— Voltarei para sempre. — Um sorriso se forma nos meus lábios. — Mas...Saiba que eu odeio você... Eu realmente odeio você.

— Também amo você, cunhadinha. Eu realmente amo você. — Ela me lança um olhar sério, mas logo sem seguida sorrir. Voltando para casa, a Frie me ajuda a me locomover. Quando chegamos, a Caitlin estava em pé de braços interceptados.

— Corey Lights, onde você... — Ela depara com a sua irmã e fica pálida. A Caitlin tenta falar algo, porém não sai nada dos seus lábios serenos. A Caitlin avança em cima da Frie num abraço apertado e demorado.

— Eu estava a procura da sua irmã e tivemos um diálogo muito tranquilo.

— Nem... Tanto... — Tenta falar a Frie de tão sufocada que estava com o abraço da irmã. — Caitlin,... Você... está... me... sufocando! — Caitlin se afasta da irmã e me agradece. Todos nós entramos, sentamos no sofá da sala. Expliquei que eu havia saído para procurar a Frie para que estivéssemos em harmonia e ela voltasse para casa e também expliquei que ela já estava sabendo da minha versão das mortes da Debby e da Lindsey no Camp Fun.

Caitlin:

Finalmente as coisas estavam retornando aos seus devidos lugares. O Corey e a Frienny retornaram a ser harmoniosos um com o outro e admito, um dia desses me deu uma pontada de ciúmes deles dois tão juntos. Dias se passam e meus hormônios começam a fluorescer. Eu não aguentava mais aquela atração tão grande que eu estava sentindo pelo meu namorado.

Recordo-me de um dia a minha irmã ter saído para trabalhar. Ela conseguira passar no curso! Enfim... Eu estava tomando banho de banheira e espuma quando ouvi ruídos vindo do banheiro onde eu estava. É agora, a Coisa retornou depois de tanto tempo para vim se vingar de mim, agora ela vai me matar. Penso. Porém quase grito se pavor quando deparo que era somente o Corey. Ele fecha os meus lábios com suas mãos e sussurra:

— Não grite. — Minha vontade era de rir histericamente, mas mudei de ideia quando vi o Corey fazendo stripper-tease na minha frente! Você deve estar se perguntando como ele fez isso, certo? O Corey conseguira andar normalmente depois de alguns dias só de cadeira de rodas e muleta. Vamos dizer que foi uma espécie de um milagre. Tão rápido assim... Quando ele já estava descoberto, o puxo para dentro da banheira e loucamente começo a beijá-lo. Sinto seus lábios percorrerem por todo o meu corpo umedecido com espumas. Faço o mesmo com o Corey. Agora ele penetrava seu membro na minha parte oculta. A cada toque, uma nova sensação prazerosa dominava todo o meu corpo. Agora era oficial, naquele momento era realmente o meu namorado controlando cada movimento do seu corpo, não havia dúvidas.

A Frie novamente me flagra fazendo o que não se deve. Nessa vez ela não briga, apenas sorri e volta ao seu quarto. 10 anos se passam e com eles, eu já estava grávida de 9 meses. A qualquer instante poderia nascer um bebê e foi na hora do casamento. Eu e o Corey já tínhamos 29 anos quando nos casamos. Foi igual ao mundo surreal, só que invés da Frie se casar com ele, era eu no seu lugar.

Na hora do "sim", sinto uma dor insuportável na minha barriga, já era a hora, o meu filho e o do Corey estava prestes a nascer. Era um lindo menino, seu nome era Lucca. Depois do casamento e do nascimento vieram as noites de núpcias. A partir daquele tempo, nos mudamos para o Brasil.

A Frienny seguiu o seu caminho e ainda conseguiu ter a sua própria família, a Krysta e o Justin se separaram e se reconciliaram várias vezes e ela ainda não sabia da transição entre o Justin e o Corey, só depois de muito tempo. Atualmente eles são casados com dois gêmeos meninos super simpáticos. Se lembra do Cody? Ele também vive no Brasil, é modelo e permanece solteiro... Ah! Quem eu quero enganar? O Cody é casado com duas modelos super fantásticas! A família Lights não existia mais. O Corey agora se chama Corey Vallenty e também é modelo ao lado do seu melhor amigo. A Caitlin virou escritora super famosa. Seu primeiro livro de sucesso é o Nightmares Tormentors que conta todas as suas aventuras na adolescência.

— Que história horripilante, professor! — Fala uma aluna da faculdade.

— E o que vocês aprenderam com essa história? — Pergunta o professor de matemática.

— Bem, eu aprendi que pessoas petulantes ou fúteis podem mudar com o tempo. Tipo, elas podem ser uma pessoa melhor. — Expressa um aluno com personalidades do Corey e ao mesmo tempo do Justin.

— Muito bem, Isaac!

— Mas nem sempre, professor! Conheço meninas que são vadias desde crianças. — A primeira aluna que começou a falar refere-se à sua colega do lado que se levanta para avançar em cima dela.

— Vamos parando por aqui! A nevada já diminuiu! Todos voltando para as suas casas!

— Yan, você é o professor mais foda que já tive.

— Uma dica, querida: Se algum dia você encontrar um diário abandonado, não importa o lugar e ele estiver em branco, lembre-se, você pode libertar a Coisa. E isso serve para quem ler esse livro, Nightmares Tormentors.

Notas finais
O QUE ACHARAM? ESSE FOI O ÚLTIMO CAPÍTULO! NÃO TERÁ MAIS NT! FOI BOM TER ESCRITO,MAS UMA HORA TERIA QUE ACABAR. ALGUÉM CHOROU? SE SURPREENDERAM?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!