Nightmare and seduction
28 Uma noite inesquecível
Notas iniciais
Chego ao quarto e me deparo com a visão mais linda que já tive na vida.
Clove, completamente nua, deitada na cama.
A lua refletia em sua pele pálida, e isso fez uma onda de arrepios percorrerem meu corpo.
O quarto estava opaco na luz da lua, um clima de mistério...
Clove se levanta da cama e para alguns centímetros longe de mim. Consigo sentir seu calor, e involuntariamente minha mão toca seu braço, percorrendo desde o punho ate seu ombro descoberto, sinto ela arrepiar. Nos já havíamos feito isso, mas agora é tudo diferente... Ela consegue sentir.
– Essa noite. – Começa Clove enquanto eu passo a mão por seu rosto. – Sou sua.
– Anjo... – Murmuro e a puxo para perto, a abraçando e beijando sua testa.
Ela ergue a cabeça para cima e então a beijo.
Lento, sem pressa.. Apenas aproveitando o momento.
Sinto ela arrepiar em muitos momentos.
A ergo, e a levo ate a cama, continuamos em um beijo lento e deposito meu peso em cima de seu corpo.
Minhas mãos passeiam pelo lado de seu corpo e a sinto arranhar minhas costas.
O beijo se torna mais urgente, necessitado, desesperado.
As coisas ficam mais quentes, sinto o quarto começar a ferver.
– Hey, olha a cômoda. – Clove comenta, parando um beijo. Olho para ela não entendendo e ela sorri travessa. Levanto e olho para a cômoda.
Um sorriso brincalhão brota em meus lábios.
Em cima da cômoda, estão depositadas amarras, mordaças, correntes e ataduras.
– Essa noite será muito divertida. – Comento, pegando uma algema. – Você tem as chaves? – Clove assente. – Então mãos para o alto, esta presa.
Clove começa a rir, mas não se opõem. Coloca as mãos para cima e eu prendo elas para cima, na cabeceira da cama.
– Vamos ver ... – Pego duas correntes, que tem cadeados junto, e prendo seus pés, de modo que fiquem separados. – Ah Clovinha... E agora o que eu faço com você? Tao inofensiva... – Falo e passo a mão lentamente do seu joelho, subindo ate bem perto de seu centro. Ela se contorce e fala algo baixinho. – Sem reclamar Clovinha. — Pego uma mordaça, e coloco em sua boca. – Agora sim.
Fico apenas de cueca e subo em cima de Clove, beijo a curva de seu pescoço e começo a descer.
Deposito um beijo entre seus seios, e então começo a chupar e brincar com seus mamilos, mordendo e passando a língua para aliviar a dor. Fazendo ela arquear as costas e praguejar algo incompreensível.
Vou descendo, deixando um trilho de beijos/mordidas por sua barriga, ate chegar onde eu realmente quero.
Mordo o lábio e olho para Clove antes de passar a língua lentamente em seu centro que já esta molhado.
Passo a língua lentamente, e o que eu acho que deve ser um modo torturante.
Clove arfa e se contorce.
Dou um tapa de leve em seu centro e faço um sinal de “quietinha ai”.
Começo a chupar de verdade. Passando a língua por toda a extensão, fazendo movimentos circulares e mordiscando de vez em quando.
Coloco um dedo e Clove solta um gemido tão satisfatório que soa como musica para os ouvidos e como incentivo a continuar.
Coloco mais um dedo e agora Clove já não controla os movimentos involuntários que ocorre em seu quadril.
Ela é tão doce... Tao quentinha...
– Vem pra mim Clovinha. – Falo olhando para cima, vendo a excitação do momento em seus olhos. – Deixa eu provar você.
Continuo a chupando, ate que em um suspiro fundo, sinto o gosto de Clove inundar minha boca. Limpo tudo com a língua e solto Clove do que a prendia.
Ela me empurra na cama e em um movimento rápido fica por cima de mim prendendo minhas mãos para cima.
– Minha vez professor. – Ela murmura e solta minhas mãos, descendo por meu abdômen, arranhando.
Quando chega a meu membro, abocanha tudo de uma vez.
PUTA QUE PARIU.
Um gemido involuntário escapa de minha boca enquanto Clove chupa com mais pressão e velocidade.
Agora são vários gemidos que me escapam.
Ela começa um malabarismo na cabeça, e me sinto revirar os olhos de prazer.
– Oh vem cá. – Falo e saio de perto dela com brutalidade. Clove esta de joelhos na cama, fico de pé em sua frente e seguro seu cabelo. – Agora chupa.
Ela começa a chupar e me masturbar ao mesmo tempo.
Porra, isso é muito bom.
Seguro sua cabeça, e começo a controlar os movimentos.
Essa desgraçada sabe o que faz.
Ela arranha meu abdômen e as vezes crava as unhas em minha perna.
Depois de um tempo, a coloco de modo que fique de quatro na cama e com minha mão, brinco com seu sexo que já esta molhado novamente, chupando de vez em quando... Enquanto outras vezes, apenas passo a cabeça de meu membro na entrada...
– Isso esta me matando Cato! Vai logo! – Clove choraminga baixinho e então, eu dou um a palmada, com força realmente desnecessária, em sua bunda.
Ela solta um gritinho de espanto e seguro suas mãos presas em suas costas de modo que ela não consiga fazer mais nada a não ser ficar ali parada.
– Você esta sendo uma menina muito malvada. Quietinha por que tem castigo. – Falo e dou outra palmada, do outro lado dessa vez.
Ela solta outro gritinho, mas não reclama exatamente.
Sem ela estar realmente preparada a penetro.
Quentinha... Apertada... Deliciosa.
– Gostosa. – Murmuro enquanto começo a estocar devagar, Clove solta gemidos abafados.
Solto suas mãos e ela se apoia na cama, pego seu cabelo e o puxo com força.
Começando a estocar mais rápido e forte.
Clove geme descontroladamente, principalmente quando a estimulo com a mão que não esta no cabelo.
“Mais rápido” “Mais forte” “Isso Cato” “Ah” “Mais” “Continua” “Ah”
As palavras simplesmente saem de Clove, enquanto continuo estocando.
Começo um vai e vem, retirando todo o meu membro e o colocando de volta com força, fazendo ela gemer/gritar.
Me deito na cama, e Clove vem por cima.
Cavalgando com fúria.
Ela fecha os olhos enquanto começa a ir mais rápido, pego em sua cintura e a ajudo, impulsionando para cima e para baixo, sinto seu corpo começar a tremer e então com um gritinho longo, ela cai por cima de meu peito.
Depois de segundos tentando recuperar o folego, ela ergue a cabeça e sorri.
– Aprovado? – Pergunto e ela assente.
– Você é um professor muito dedicado.
– Agora deita que o professor ainda precisa acaba.
Ela deita e eu ergo uma de suas pernas, de modo que fique em meu ombro.
Começo a estocar novamente, com velocidade e força.
Ela arranha minhas costas e morde o meu ombro as vezes.
Suor começa novamente a aparecer, e eu não paro.
Continuo mantendo o ritmo por um tempo, ate sentir os espasmos chegando e então gozo, ainda dentro de Clove.
Saio de dentro dela, e me deito ao seu lado.
Suados, cabelos bagunçados e marcas de arranhões e chupões por todos os lados, fora as roupas espalhadas pelo quarto.. Tudo isso a luz pálida da lua.
Isso é um belo jeito de terminar uma noite.
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