Nightmare and seduction
10 Festa parte 2: Conga!!!/ Anjo
Notas iniciais
Saio da piscina meio tonto... Okay, muito tonto... E cambaleio para a sala tentando não ser acertado por uma pizza... Não faço ideia de onde foram minhas roupas depois que a Glimmer nos mandou tirar.
Chego à sala e AI MEUS DEUSES!!!
A cena que vejo me faz chorar, rir e eu sei lá o que eu to falando...
– CONGA LA CONGA... CONGA CONGA CONGA!!!! – Marvel diz cantando enrolado em um monte de plumas cor de rosa com a garrafa de vodca em sua mão.
– Marvel desce dai! – Peeta diz cambaleando de cueca ao meu lado.
– NÃO! EU QUERO SER A CRECHEN!!! – Ele para atirando bebida em nos. – CONGA CONGA CONGA!!! – Ele grita a plenos pulmões e eu escorrego na espuma? E caio rindo.
Peeta sobe no sofá junto com Marvel e os dois começam a cantar a plenos pulmões...
– CONGA!!! – Grita Peeta
– CONGA CONGA!!! EU VI UMA CONGA COBRA!!! UHUULL – Meus deuses o que eles tomaram?
– NÃO SERIA UMA COBRA CONGA? – Grita Peeta e os dois começam a rir.
– ACHO QUE ERA UMA KING COBRA! – Grita Finch saindo sei la da onde, as pessoas brotam do chão por aqui.
Caminho até a cozinha e no caminho encontro pessoas transando, se beijando...
Mas que porra todo mundo transa aqui menos eu? É isso produção?
Vou até a cozinha e como algo que parece ser hambúrguer... Parece... Não tenho certeza e volto para a piscina e la esta rolando uma guerra de chocolate?
Observo Annie por cima de Finnick, com uma perna na cara de Glimmer que esta quase sentada na barriga de Clove...
Ai eu te pergunto, por que essas porra não acontecem comigo?
Eles terminam a guerra com uma Annie sorrindo vitoriosa.
Em seguida entram na piscina de chocolate Kat, Peeta, Um cara que eu não conheço e Cam.
Nossa, Kat do jeito que é ninfomaníaca posso dizer que se deu bem.
– ATENÇÃO SEUS LINDOS ATENÇÃO! – Grita uma mulher morena na faixa de uns trinta anos..? – HORA DA ESPUMA!
Então ela liga uma maquina e um monte de espuma começa a sair de todos os lugares imagináveis...
Ai eu te digo...
Imagina se a Finch falasse que a festa era grande...
Espuma começa a cobrir a festa, luzes coloridas transformam o local em uma coisa muito louca...
Sinto uma mão em meu abdômen e vejo Clove subir no meu colo e me beijar...
Você não pode “interagir” com a Clove... Digo para mim mesmo... Nora te disse isso lembra?
– Acho que quero te mostrar meu quarto... – Clove diz/grita em meu ouvido e sorri de uma forma maliciosa...
Lembre-se do que Nora disse...
Lembre-se do que Nora disse...
Lembre-se do que Nora disse...
O que Nora disse mesmo?
Clove desce do meu colo e me leva para dentro, subindo as escadas, desviando dos corpos desmaiados no chão, das pessoas que transam nos cantos e dos bêbados que vomitam no banheiro a portas abertas...
Isso ta pior que motel.
Chegamos a seu quarto e observo uma parede preta com algo escrito, mas que não consigo ler, os lençóis da cama são pretos, não tem roupeiro, mas a duas portas no quarto.
Aposto que uma é o banheiro e outra closet...
Sinto um empurrão que me leva para a cama e uma Clove rindo na porta...
Ela tira seu sutiã e vem em minha direção..
Sua pele tem cheiro de álcool, cheiro da espuma e cheiro de chocolate...
Ela senta sobre meu abdômen e ri.
– Você ta bêbada? – Pergunto apertando sua cintura.
– Você já viu casos em que anjos ficam bêbados Cato? – Ela ri. – Relaxa só estou curtindo.
Ela desce para baixo e um segundo depois abaixa minha cueca, na mesma fração de segundo depois abocanha meu membro e eu não contenho o gemido.
Ela começa já em um ritmo rápido e eu me seguro para não me contorcer tamanho o tesão que sinto.
– Você tem que se controlar Cato. – Ela diz em um risinho indo mais rápido. Gemo/grito PUTA QUE PARIU! Cadê aquele negocio que diz que anjos são bonzinhos?
Ela para de me chupar e então de uma só vez senta em cima de meu membro já pulsante..
– Chega de brincar... – Ela sorri e começa a cavalgar forte... PUTA QUE PARIU! Dar bebida para um anjo é a mesma coisa que dar café para um gato, ele vai ficar hum.. Incontrolável?
Hora de se mexer Cato... Em um movimento rápido (Okay, não tão rápido assim por causa da bebida.) me ponho de pé pegando Clove no colo.
Levo ela, mordendo seu pescoço até uma cômoda negra em um canto do quarto. Jogo sei la o que tinha la em cima para o chão e invisto sobre ela.
Estocadas rápidas e fortes. Sinto Clove suspirar e suprimir gemidos contra meu peito, mordendo vez ou outra.
Ficamos assim por um bom tempo, e então sinto chegar ao ápice, me desfazendo sobre o corpo de uma Clove que sorri.
Caminho novamente até a cama, e vejo pela enorme janela de seu quarto que ainda está noite, olho para o relógio que esta jogado no chão que são cinco e meia da manhã.
Clove deita na cama e eu deito ao seu lado.
Respiro com dificuldade e então olho para ela.
– Você é bom... – Ela diz em meio a um sorriso. – Consegue fazer eu quase ter sensações sabia?
– E você é ótima... – Digo nem me importando do por que estava bravo com ela, do por que aceitei essa estupida proposta de Nora. – Por faz eu me sentir humano.
Clove é minha.
Sempre foi.
Por milênios eu acho.
Meu anjo caído...
Meu anjo.
Ela sorri e então se deita contra meu peito.
Talvez essa festa serviu para algo além de mim ficar chapado, doidão, bêbado...
Serviu para me mostrar que não importa o que Nora disse, eu sempre voltarei para Clove.
Meu anjo.
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