Nightmare and seduction
6 Clato
Notas iniciais
Chego ao refeitório e meus olhos param direto no casal sentado a mesa mais ao canto.
Não é apenas um casal. É Clove.
Clove e outro garoto...
Moreno...
Mas que porra é essa?
Eu vou descobrir essa porra agora.
– Cato aonde você vai? – Pergunta Peeta me segurando.
– Falar com a Clove.
– Não acho uma boa ideia. – Diz Marvel com cara de “não faz isso”
– Foda-se.
Me solto de Peeta e vou em direção a Clove.
– Clove? — Ela para de encarrar o garoto e me olha.
– Sim?
– Podemos conversar?
– Claro... Cam eu... Já volto... – Ela diz e o garoto assente, ela se levanta e vem em minha direção. – Ou não.
Ela murmura enquanto nos afastamos.
Saímos do refeitório e vamos para o prédio. Por que ela esta indo até la? Não faço ideia.
Por que eu não estou no comando? Por que ela tem força para me mandar para o Tártaro se necessário.
– Okay agora fale... – Ela diz se escorando na parede.
– Quem é ele e por que está aqui?
– Ele é o Cam... E ele está aqui para me ajudar. Você tem muito ciúme Cato. – Clove diz divertida.
– Ajudar com o que?
– Andamos fazendo umas procuras, e descobrimos coisas que não gostamos. – Ela para e me olha. – E eu acho que você não esta mais seguro, bem como seus irmãos.
– O que você acha que tem acontecido?
– Olha eu não sei direito Cato... Quando eu souber eu vou te falar.
– Okay. – Digo me virando para sair porem Clove me para.
– Seu ciúme é nível máster Cato... – Ela diz sorrindo e então morde o lábio inferior. – Acho que precisamos conversar melhor...
Ela chega mais perto de mim fazendo nossos corpos ficarem colados.
– Acho que já esperamos tempo de mais... – Ela sussurra para mim.
– Para o que? – Pergunto em um sussurro de volta, e como resposta ela da uma risadinha maliciosa.
– Vem comigo.
Caminhamos em direção ao quarto dela e da meninas. Ela tranca a porta e em seguida com uma força que não sei da onde ela tirou me empurra contra a cama.
– Essa noite você é meu. – Ela diz tirando o casaco.
– Alguém pode chegar... – Digo divertido, obvio que não quero parar.
– Aposto que não... – Ela da um risinho tirando os saltos.
– Você tem certeza? Que eu saiba você não pode sentir nada... – Digo arqueando a sobrancelha.
– Cato... Toda regra tem a sua exceção... E no caso, VOCE é minha exceção. – Ela diz se livrando da calça de modo sensual.
P-U-T-A-Q-U-E-P-A-R-I-U
Ela vem para perto de mim, e fica sentada em meu abdômen.
Ai meus deuses que gostosa.
– Roupas de mais Cato... – Ela diz e começa a tirar minha camisa, aranhando conforme tira.
– Clove... Você é um capiroto de meio metro sabia? — Digo em meio a um gemido abafado enquanto ela retira minha calça.
– E você adora. – Ela diz sorrindo.
Ela retira sua blusa e fica parada ao lado da cama.
A pele branca contrasta com a luz pálida da lua, os cabelos negros bagunçados ate a cintura, e uma lingerie preta que me deixa louco só de olhar.
Não é atoa que ela caiu, ela é o pecado em forma humana.
– Acho que alguém esta animadinho... – Ela caminha até a minha direção, e para com as mãos brincando na beirada da minha cueca. – Posso? – Ela pede com os olhos cheio de luxuria.
– Anda logo. – Digo. Isso é uma tremenda tortura.
Ela abaixa a cueca e vejo ela morder o lábio inferior, ela passa a mão em meu membro ereto e eu pendo a cabeça pra trás.
PUTA QUE PARIU.
Então sinto quando sua língua, encosta primeiro na cabeça e depois começa a engolir tudo.
Ela é boa, muito boa...
Ela acelera os movimentos e eu não consigo controla os meus gemidos.
– Clove... Você.. É.. O...Demônio... – Digo entre gemidos enquanto ela apenas ri e continua seu “serviço”.
Em um movimento rápido troco as posições. Não, ela não manda aqui.
– Minha vez. – Digo sorrindo enquanto vejo as pupilas de Clove, em um negro tão profundo, e inexplicável que chega a me arrepiar.
P.O.V Clove
– Ah! Porra Cato – Gemo um pouco mais alto dessa vez enquanto Cato me chupa.
Anjos caídos não podem sentir nada. Não é como se eu sentisse. Mas quando Cato me toca, um calor me inunda, e eu só consigo pensar nas coisas mais insanas possíveis com ele.
Apesar da sensação maravilhosa, eu saio de perto de Cato o deixando com uma cara confusa.
– Chega de brincar... – Digo sorrindo, o derrubando na cama, seu membro está duro, e sinto minhas pupilas se expandirem mais ainda.
Só para brincar e torturar um pouquinho, fico brincando com sua cabeça... Dou pequenas reboladas sem de fato sentar em cima.
Ele faz caras e bocas que seriam hilárias, até que decido acabar com seu “sofrimento” e penetro tudo de uma vez. Cato larga um suspiro abafado enquanto eu subo e desço lentamente... Com o tempo começo a ir mais rápido e forte e vejo Cato se segurar para não gemer... Começo a rebolar lentamente indo até embaixo, arrancando um gemido abafado de Cato.
Sorrio vitoriosa para ele.
– Você é uma filha de Hades sabia?
– Sim... – Digo rindo enquanto mordo o lábio inferior.
Em um movimento rápido ele inverte nossas posições, em seguida começa a dar estocadas fortes, rápidas e precisas em mim.
Uma corrente elétrica percorre todo meu corpo, e em seguida um suspiro longo, como se me faltasse o ar escapa.
Cato algum tempo depois sai de cima de mim e percebo que ele chegou ao ápice..
– Você é incrível... – Ele diz rindo. Me levanto e vou procurando minhas roupas pelo quarto, as boto novamente e me arrumo. – Aonde você vai?
– Vou sair.. Não se preocupe, as meninas não vao vir aqui... – Me aproximo e dou um beijo em sua boca deixando uma mordida no lábio inferior. – Até mais.
Fale com o autor