Nightmare

8 The fake nightmare


Notas iniciais
notas finas s2

Eu estava tranqüila no meu quarto de hospital, confesso que ainda sentia muita dor, e descobri que meu braço esta quebrado, só pra melhorar meu dia. Eu escutei alguém bater na porta do quarto.

- Entra! – gritei não muito alto, meu pescoço ainda doía bastante

-é... Oi – ele disse um pouco sem graça entrando no quarto, ele estava sendo educado ou tentando, estranho muito estranho.

-ah... Oi Justin – eu disse sentando na cama

-você esta melhor? – ele perguntou sem olhar muito pra mim, não demonstrava preocupação nenhuma.

-com um pouco de dores, mais vou ficar bem- disse sorrindo fraco.

Ele se sentou perto da cama, sem falar nada apenas me olhava de um jeito esquisito, o silencio predominou, e passou um calafrio pelo meu corpo.

-é... Você pode me explicar o que aconteceu ontem? – perguntei quebrando aquele torturante silencio.

-bem, eu não sei direito, te achei caída na rua – ele disse de cabeça baixa- bom não foi bem na rua, você estava do outro lado da cerca do se vizinho – ele disse e me olhou- estava desmaiada.

Mais como assim, não foi isso exatamente que aconteceu, não é isso que eu me lembro, não mesmo.

-espera Justin, não foi isso que aconteceu e você sabe – disse me alterando um pouco- eu vi aqueles caras fortes e estranho indo atrás de mim pelo bairro, eu já não estava bem o Chaz já havia machucado meu braço- quando disse isso a expressão dele mudou, e a cor de seus olhos também- e depois eles me seguiram ate uma floresta, e me machucaram, tentaram me matar, só escutei a voz de uma garota e depois não vi mais nada- disse e olhei pra ele, eu já estava assustada e meus olhos marejaram.

-olha eu não sei do que você esta falando – ele disse seco- deve ter batido a cabeça ou algo do tipo, olha só não chora ta ok- ele disse desviando o olhar.

-na verdade eu vi mais coisas sim – eu disse com raiva, ele me olhou assustado- eu vi você despedaçando uma pessoa, eu não vi direito que era mais você arrancou um pedaço dela com a boca, e depois a cabeça com as mãos, que tipo de pessoa faz isso? – perguntei brava e confusa

-garota você é maluca- ele disse rindo um pouco- você teve um pesadelo comigo? – ele disse rindo mais um pouco- to vendo que me odeia mesmo – ele disse um pouco decepcionado e levantando.

-ei espera não vai embora – disse me recompondo – você me achou mesmo no jardim do vizinho? – perguntei derrotada com a idéia do pesadelo.

-foi o que eu disse e o que aconteceu – ele disse erguendo a sobrancelha

Nós ficamos alguns minutos nos olhando, ele realmente era bonito, agora não entendi porque tive um pesadelo com ele, parecia tão real...

-olha me desculpe pelo surto e pelo pesadelo é que... – disse e respirei fundo — você me assusta um pouco- disse num sussurro

-tudo bem- ele disse sorrindo sem mostrar os dentes — não costumo assustar garotas, você é a primeira- ele disse me arrancando um sorriso.

Logo o pequeno sorriso que estava no seu rosto desapareceu, ele me olhou serio de novo, aquele olhar me assustava mais que qualquer coisa, mais mesmo assim ele continuava lindo, seus olhos agora eram de um mel sereno e calmo, não transmitia a mesma raiva que sua expressão maldosa e rude.

-eu tenho que ir – ele disse ríspido e saiu do quarto sem ao menos se despedir.

Aquilo ainda estava na minha cabeça, e não se parecia nada com um pesadelo, era bem real, e ainda me assustava, quando eu tinha pesadelos não costumava me lembrar assim, e eram lembranças tão vivas, tão reais, mais Justin ficou tão desapontado quando disse que eu tinha tido um pesadelo com ele, acho que eu já estava ficando louca com esses garotos, acho que a raiva que eu estava se materializou no sonho, mais ele ainda era estranho pra mim, e eu não consigo digerir essa historia de pesadelo coisa nenhuma.

-ei filha – escutei minha mãe entrar no quarto e me tirar dos devaneios – ah seu amigo já foi embora? – ela perguntou meio desapontada

-é foi, ainda bem – pensei um pouco alto

-queria tanto conhecê-lo, afinal ele salvou a sua vida não é?- ela perguntou sorridente

-é eu acho que sim – respondi, com os mesmos pensamentos.

-bom adivinha quem vais estar de alta amanha de manha?- ela brincou sorridente

-ah graças a Deus, não agüento mais ficar aqui- disse me jogando na cama, na hora senti dor no pescoço e me encolhi desastrada eu? Imagina!

-mais ainda vai ter que ter cuidado com seus ferimentos e hematomas- ela disse chegando perto de mim e me ajeitando na cama- e é por isso que contratei uma baba, não vou ter tempo de ficar com você o tempo todo filha – ela disse desapontada

-mais uma baba mãe? Eu estou prestes a me formar e você coloca uma baba pra tomar conta de mim? – falei um pouco brava

-olha aqui senhorita Melissa Carter, você precisa de cuidados, e não venha me falar que sabe se cuidar sozinha porque não sabe – ela disse e eu revirei os olhos- e outra, mesmo se formando você ainda vai continuar sendo meu bebe- ela disse me abraçando.

Minha mãe é muito carente, acabei de notar uma coisa, ela precisa de um namorado, pense e ri do pensamento bobo.

(...)

Eu já estava no carro da minha mãe indo pra casa, ainda bem, faz uma semana que estou nessa cidade e já me acidentei, é por isso que minha mãe não gosta de comprar nada de vidro pra mim. Mais eu ainda estava com a historia do ‘’pesadelo’’ na minha cabeça, agora eu tenho quase certeza de que não era pesadelo nenhum, o Justin era um garoto diferente e disso eu tinha certeza. Chegamos em casa e tinha uma senhora sentada no sofá.

-filha essa é sua baba, Donna – minha mãe disse se referindo a mulher- Donna essa é minha filha, Melissa.

-muito prazer Melissa – ela estendeu a mão em minha direção

-o prazer é todo meu Donna – disse apertando a mão dela

-bom eu vou ter que ir trabalhar já que a mocinha vai ter que ficar de repouso o fim de semana inteiro – ela disse passando a mão nos meus cabelos — bom eu vou indo, e se comporte ouviu – ela disse olhando pra mim – e Donna qualquer problema é só me ligar, os meus telefones estão na geladeira – ela disse pra Donna que assentiu- tchau filha, te amo e se cuida – ela disse pra mim beijando a minha testa e saindo

Donna estava estranha, olhava pela casa toda como se houvesse algo de errado. Eu estranhei um pouco e acho que ela notou.

-bom eu vou pro meu quarto, qualquer coisa você me chama ok Donna- eu disse pra ela, ela assentiu e continuou olhando a casa

Eu subi pro meu quarto, mulher estranha, pensei. Eu entrei no meu quarto, e notei que minha mãe havia colocado uma foto do meu pai no meu cria do mudo, toda vez que olhava fotos dele o sentia perto de mim, eu gostava disso, me sentia protegida. Eu deitei na minha cama, e fiquei olhando a foto, e sem querer me lembrei da minha conversa com o Justin hoje mais cedo, aquilo de pesadelo não tinha nada haver, e eu ia provar isso pra ele mesmo.

Eu estava entediada em casa já eram oito da noite e eu não tinha nada pra fazer, pensei em ligar pra Jessie pra fazer alguma coisa, mais ela ia surtar afinal eu acabei de sair de um hospital, eu pensei em mil coisas pra fazer, ate que me veio a idéia de ‘’investigar’’ o Bieber, que sabe eu descubra alguma coisa, mais aonde eu vou começar? Pensei comigo mesmo, afinal eu não sabia onde ele morava, e eu não ia definitivamente falar com os amigos dele, um lugar onde ela freqüenta todos os dias e que guarde seus dados mais preciosos, a escola, é claro a escola.

Eu me levantei e vesti uma blusa qualquer e uma sapatilha (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=41151879&.locale=pt-br), e meu celular, ah o que aconteceu com minha mochila? Bom vamos dizer que ela ‘’apareceu’’ aqui no meu quarto.

Eu sai de fininho, Donna estava na cozinha, eu sabia que se eu pedisse ou falasse pra ela que iria ela não ia deixar de jeito nenhum, eu ainda estava com o braço engessado, e meu pescoço estava melhor mais ainda estava roxo. Eu abri a porta sem fazer barulho e sai, fui andando rapidamente ate a escola, era noite e não tinha quase ninguém nas ruas, mais não me senti ameaçada, ver a foto do meu pai me deixou confiante, eu andei um pouco mais rápido que da ultima vez.

Cheguei na escola, a porta não estava trancada, ótimo pensei. Entrei e fui andando pelos corredores, acho que não foi mesmo uma boa idéia vir pra cá sozinha, mais eu ia descobrir o que esse Bieber tinha. Eu andei em direção a secretaria e fui ate a direção, estava com a porta aberta, estranho. Abri a porta e vi umas gavetas, com certeza eram as fichas dos alunos, em cada gaveta tinha uma letra fui direto na letra J, abri e procurei e não achei nada, foi quando notei que estavam organizados por sobrenome, abri a gaveta de letra B, e logo vi a pasta ‘’ Bieber, Justin’’tirei a pasta que não era nada pequena de la de dentro, abri, e tinha o nome dele, mais não dos pais dele, estranho, tinha só o nome de uma responsável, Trisha Roodck, eu vi varias advertências, suspensões, vários trabalhos de detenção, e uma ficha da policia investigativa da cidade.

Na ficha dizia que Justin era o suspeito do desaparecimento de uma garota Cameron Montez, ele já foi investigado, mais na ficha dizia que ele era inocente. Não tinha nada de comprometedor la, só uma ficha policial boba.

Eu guardei os papeis, fechei a gaveta e escutei alguns passos.

-droga- sussurrei pra mim mesma

Me escondi debaixo da mesa da diretora e escutei a porta sendo fechada com bastante força, e não escutei ninguém entrar, eu me levantei e olhei a porta, ninguém tinha estrado suspirei aliviada.

-te achei – escutei uma voz rouca atrás de mim que me fez gelar.

Notas finais
AAAAAAWN SUAS LINDA FOFAS LINDAAAAAAAAAAAAS, eu morro com voceeeeeees, primeiramente eu queria agradecer a Bkrbiebercat pela capa linda hi *-*. E eu dedico esse capitulo pra lindas
leticiasuzi & PatinhasBieber, OBRIGADA pelas recomendações suas lindaas s2, hoje vou postar mais 2 capitulos ainda *-*