Night Of Vampires
2 Capítulo 2
Notas iniciais
A noite anterior foi longa, fui atrás daquele garoto que deixou seu amigo para trás, seu gosto era horrível, mas não suporto tipos como aquele.
Eu estava tão cansado que acabei por dormir na casa de Tsuki, de começo ele foi contra, mas de tanto falatório acabei dormindo sem notar no sofá e então ele me deixou em paz vendo que não havia como discutir.
De manhã me levantei assustado com o barulho de algo caindo no chão, me levantei rapidamente e fui em direção de onde o barulho veio.
Era a cozinha, e lá estava Tsuki se agachando para pegar uma panela que havia derrubado, parei na porta e fiquei observando aquele ser belo... acho que estou ficando doido, que pensamentos são esses, droga, esse garoto vai me enlouquecer.
- O que você quer? – Ele me perguntou ao ver-me parado na porta.
- Nada, apenas vim ver o que havia acontecido.
- Já que está aí parado o que acha de vir me ajudar? – Ele me olhou de canto, parecia irritado.
- Não gostei muito da idéia... – Respondi imaginando que ele iria reclamar.
- Então vá para a sala e fique quieto. – Ele estava realmente mal humorado, mas estava tão lindo.
- Também não quero. – Adentrei a cozinha e me sentei em uma das cadeiras envolta da mesa que ficava no centro da cozinha.
- Ah! Foda-se, não vou mais discutir com você. – Acho que o irritei mais ainda, tive de segurar a risada, a expressão furiosa dele era tão fofa...
Fiquei observando-o cozinhar, acho que estava fazendo panquecas, não gosto muito de cozinhar, não sei nem fazer um café, afinal, vampiros não se satisfazem com tais coisas, só sentimos o gosto de ferrugem ao comer algo.
Enquanto ele fazia as panquecas eu fui até meu sobretudo, que estava jogado no sofá e peguei três frascos contendo um líquido vermelho dentro, voltei para a cozinha e coloquei-os na mesa que já estava posta, para mim e para ele, estranhei, não achei que ele iria me servir, mas foi o que ele fez.
- O que são esses frascos? – Me perguntou.
- Sangue.
- Para que?
- Para que você não ataque pessoas durante o dia.
- Aonde você os pegou?
- O Conselho que nos fornece, para evitar um desequilíbrio muito grande, o que você acha que aconteceria se todos os vampiros tivessem de matar para saciar sua sede? – Falei e logo depois comecei a comer, vampiros na verdade só tomam sangue, mas eu quis experimentar a comida desse moleque, porém não tinha sabor, apenas o gosto de ferrugem.
- Não existiriam mais pessoas? – Ele me respondeu com uma pergunta.
- Exatamente.
Após isto o café da manhã prosseguiu em silêncio, ao terminar me levantei e por estar na casa de outra pessoa resolvi lavar meu prato, me senti estranho, odiava fazer qualquer favor que não fosse para benefício próprio, lavei o prato, olhei para Tsuki que acabara de se levantar da cadeira.
- Não se esqueça dos frascos, não quer que aconteça um incidente néh?
Pisquei para ele com cara de pervertido, não que eu fosse, ainda mais porque sou heterossexual, mas queria ver a expressão dele, que foi cômica, ele olhou-me com cara de assustado e deu alguns passos para trás batendo no balcão da pia quase deixando o prato cair.
- Seu idiota! Olha o que quase fiz por sua culpa! – Gritou irritado.
Comecei a rir, minha barriga começou a doer. Quando finalmente parei, me dirigi até meu sobretudo que estava sobre o sofá e fui até a porta.
- Vou para a aula, até mais tarde. – Gritei para que Tsuki pudesse ouvir.
- Você estuda?!? – Apareceu na porta e me perguntou incrédulo.
- Lógico, não perderia aquelas preciosidades por nada. – Sorri maliciosamente.
- Seu maluco por sangue. – Ele falou baixo, estava indignado eu acho, ainda bem que minha audição era superior e então pude ouvir claramente.
- Não sou maluco por sangue, apenas gosto de procurar por sangues puros, odeio o gosto de cigarro e coisas do tipo. Agora vou indo. — Estava quase saindo quando Tsuki me chamou.
- Ei! Mjou, me espere, vou junto com você! – Gritou correndo até onde eu estava.
- Você nem sabe onde eu estudo.
- Não tem problema, saberei agora, onde você estuda? – Ele me mostrou um sorriso tão belo que não pude dizer não.
- Perto da sua escola, umas duas quadras depois.
- Qual o nome de lá?
- ... – Fiquei em silêncio, não sabia o nome daquela escola, eu só ia e ficava no pátio o dia inteiro conversando com a galera, acho que esse ano não entrei em uma aula sequer.
Ele me olhou nos olhos, corei um pouco com aquele olhar penetrante, dei um passo para trás e ele quase subiu em mim.
- Não me olhe assim! – Gritei incomodado com o olhar.
- Você... não sabe o nome..? – Deu para ver que ele segurava o riso.
- Não... – Respondi timidamente enquanto ele ria da minha cara.
- Meu deus, como pode?! – Ele ria sem parar e aquilo começou a me irritar, até que o riso cessou.
- Eu nem sequer entro nas aulas...
- Você quer reprovar? – Perguntou inconformado.
- Já disse que vou para escola para observar minhas futuras presas, droga! – Gritei irritado.
- Certo, mas não se irrite... Mestre. – Sussurrou esta ultima palavra.
Ele me chamou de mestre? Estou ouvindo direito? Botei minhas mãos na cabeça, uma de cada lado e comecei a bater de um lado como se estivesse tentando tirar água dos ouvidos, mas nada saia, é, eu estava escutando perfeitamente bem. Sorri felizmente. Não entendo porque tanta felicidade saia de mim quando estava perto daquele garoto.
- Não estou irritado. – Eu ainda estava sorrindo igual bobo.
- Pare de sorrir assim pra mim! Ah, veja já estamos chegando. – Ele parecia estar corado, era tão lindo, ele apontou para a escola dele, já estávamos na frente.
- Não se esqueça de tomar o frasco caso esteja com fome. – Avisei-o antes que ele entrasse.
- Não se preocupe, estarei bem. – Gritou virando-se para mim correndo de costas para dentro do colégio.
- Não estou preocupado com você... – Falei para mim mesmo, pois ele já tinha sumido entre os demais alunos.
Andei até minha escola e adentrei nela, na escadaria estavam Kim e Kai, como sempre Kai estava abraçando Kim por trás, eles sempre estavam assim, eram gêmeos quase idênticos, se não fosse por algumas pequenas diferenças, ninguém os reconheceria, ambos tinham cabelos longos, bagunçados e pretos, olhos castanhos escuros e corpos bem definidos, gostavam de usar preto como a maioria, fui direto até eles, e já começaram a tirar sarro da minha cara, meu ódio por aquele pirralho voltou, mas que droga, um dos vampiros mais temidos agora virara piada entre os demais, como podia ser possível?
- Vocês não me darão paz mesmo, néh? – Falei me controlando, porém já estava muito irritado.
- Não! – Falaram os dois em uníssono, rindo.
- Maldição! Vou matar aquele pirralho maldito!
- Então você irá contra as normas do CN? – Questionou Kim ainda rindo.
CN, era assim que gostávamos de chamar o Conselho, um nome engraçado, mas era melhor que falar Conselho para lá e para cá.
- Maldito CN! – Esbravejei.
- Se acalme, em torno de um mês ninguém mais se lembrará que você deixou um garoto de 14 anos fugir. – Kai riu divertidamente.
- A culpa é sua por espalhar! – Gritei. – E ele tem 16 anos. – Falei mais calmo.
- Hum... Vejo que este garoto lhe interessa.. – Insinuou Kim.
- Estou morando na casa dele, apenas isso.
- Morando? Sei... Porque o mais rico vampiro de Moskau moraria com um garoto de 14 anos se não for por algum interesse? – Insinuou Kai.
Aqueles gêmeos, às vezes me custavam os nervos agüentá-los, porém em outras me divertia muito junto deles.
- 16! E não tenho interesse nele, apenas quero me certificar que ele não faça nada errado para que eu não seja punido! – Esbravejei.
- Certo, 16, 14, quem liga? – Falou Kim.
- Eu ligo. – Falei olhando com raiva para Kim.
- Oh, certo, mas não mate meu irmão com esse seu olhar maldoso. – Falou Kai meio meloso abraçando Kim mais forte e acariciando a cabeça do mesmo.
- Oh, desculpe madame se lhe assustei. – Fiz uma reverência sarcástica para Kim.
- Sabe que odeio quando me chama de madame Mjou, porque ainda continua com isso? – Perguntou Kim um pouco entristecido, dava para ver no olhar dele.
É, Kim era apaixonado por mim, já se declarara há algum tempo, porém sabe... sou hetero poxa, recusei os sentimentos dele, foi triste ver meu amigo chorar mas eu não ficaria com alguém que não gosto.
- Oh, você vai o fazer chorar! Mjou cruel, muito cruel! Oh, Kim, não escute ele. – Falou Kai dramaticamente movendo os braços e logo depois voltando a abraçar Kim.
- Ah, desculpe Kim, sabe que sempre me esqueço. – Sorrio sem jeito.
- Não se preocupe ‘Mijão’. – Riu Kim divertido sendo seguido por Kai.
- Então essa é sua vingança néh? – Ri junto deles, apesar de que odiava quando me chamavam assim.
- Tão afim de entrar hoje? – Perguntou Kai se referindo as aulas.
- Nem. – Respondi juntamente com Kim em uníssono, não nego que nos parecíamos bastante, mas não queria nada com ele.
- Esse ano não entramos em nenhuma aula, ou entramos? – Perguntei.
- Acho que não... – Respondeu Kim.
- Entramos sim, no dia da prova de história já se esqueceram? – Falou Kim.
- Aquela sobre o Conde Drácula? – Perguntou Kim.
- Sim. – Respondeu Kai.
- Ah, me lembro, foi uma prova divertida, apesar de que tiramos zero, pois não respondemos nada e ainda falamos pro professor que ele devia aprender mais sobre o assunto antes de administrar uma prova. – Falei enquanto ria.
- Verdade, o professor ficou furioso. – Completou Kim também rindo.
- Só porque falamos a verdade e o chamamos de burro. – Recordou Kai.
- Mas não precisava ter gritado, a sala toda riu e tomamos advertência. – Eu ria cada vez mais alto, adorava recordar as nossas travessuras.
- Realmente Kai... – Dizia Kim antes de ser interrompido pelo mais velho.
- Vocês não podem falar nada! Foi Mjou quem começou com isso e Kim quem disse para ele estudar mais! – Disse Kai fazendo bico ainda abraçado ao seu irmão.
- Não fique assim. – Disse Kim sorrindo e colocando suas mãos para trás em volta de Kai.
O dia passou-se nisso, recordações e mais recordações, rimos muito até a hora de ir embora.
- Vou para casa, nos vemos mais tarde no lugar de sempre certo? – Perguntei aos gêmeos.
- Com certeza Mjou. – Falou Kim sorridente.
- Vamos junto de você. – Disse Kai se levantando e puxando Kim junto.
- Então vamos. – Apressei-os.
Kai ainda estava abraçando Kim por trás, mesmo andando eles continuavam colados.
Saímos do portão e fomos em direção à escola de Tsuki, por alguma razão eu sentia algo ruim quanto a ele e resolvi ir buscá-lo.
Chegando em frente ao colégio vimos uma grande bagunça, todos os alunos amontoados em cima de dois garotos que pareciam estar prestes a brigar.
- Venha cá seu mestiço de merda! – Gritava um garoto musculoso, parecia ter uns 15 anos, tinha cabelos curtos e espetados de cor azul.
- Quem é você? – Perguntou o garoto que estava sendo ameaçado sem mudar a expressão séria que ele tinha.
Quando ouvi a voz e notei que o garoto era Tsuki, fui até o homem que o ameaçava e agarrei seu pulso, ele se debatia tentando soltar perguntando o que eu estava fazendo, o puxei para fora da multidão fazendo com que Tsuki e os gêmeos me seguissem.
- Se alguém ousar me seguir, morrerá! – Gritei me dirigindo para fora da multidão curiosa.
Levei o garoto até uma rua deserta próxima dali, Tsuki, Kim e Kai pararam um pouco longe de mim, os gêmeos sabiam que o melhor no momento era ficar longe de mim e seguraram Tsuki perto deles.
Virei para o garoto que tremia em minhas mãos, parece que aquele mestiço finalmente notou que eu era puro sangue, agarrei seu pescoço e o levantei, tirando-o do chão.
- Quem é mestiço de merda agora... Subordinado de Tiem?
Sim, Tiem, odiava aquele cara, não havia como me enganar, meu ódio por Tiem era tão grande que seu cheiro não saía da minha mente, aquele era o cheiro de Tiem sem dúvida.
- ... – O garoto permanecia em silêncio.
- Qual seu nome? – Perguntei enquanto apertava mais seu pescoço fazendo com que ele botasse suas imundas mãos em cima das minhas tentando se soltar. – Responda!
- Yohan! Meu nome é Yohan! – Gritou. – Agora me solte, por favor! – Ele se debatia como um inseto, eu amava aquilo, isso simplesmente me satisfazia.
Ele estava desesperado, acho que me responderá tudo que eu quiser.
- Assim que você me responder onde Tiem está. – Falei calmamente ainda o segurando fortemente pelo pescoço.
- Eu não sei! Ele apenas me encontrou nas ruas e me deu esta missão! – Ele chorava desesperado.
Muitas pessoas que se tornam vampiros apenas queriam ser normais, não queriam receber ordens e nem ter que matar, acreditei no desespero dele e o soltei, deixando que caísse no chão com a boca aberta tentando respirar.
Virei-me de costas para Yohan indo lentamente em direção aos meus amigos que já iam embora, virando a esquina e sumindo, parei depois de alguns passos continuando de costas.
- Avise-o que quando eu o encontrar não terei piedade, e se ele causar um arranhão sequer em meus amigos ele terá uma morte agonizante... – Disse abrindo um sorriso maligno.
- Certo. – Respondeu ele.
Enquanto eu saía pude sentir que ele sorria pelas minhas costas, ele havia mentido! Para mim! Inaceitável!
- Então adeus. – Me despedi e andei lentamente.
Quando Yohan estava se levantando do chão me virei e rapidamente fui até ele mordendo seu pescoço em uma velocidade incrível que só pude ser visto quando eu já estava a sugar seu precioso líquido vermelho.
- P-p-porque? – Sussurrou Yohan sem forças para se manter em pé, caindo nos meus braços.
- Por ter mentido. – Falei quando soltei seu pescoço, observando-o até virar pó em meus braços, sobrando apenas suas vestes.
Após isso corri até meus amigos que brigavam logo depois de virar a esquina, ninguém merece, mal o tiro de uma briga e esse pirralho já se mete em outra.
- Você não tem o direito de viver com ele! – Gritava Kim sendo abraçado por trás por seu irmão.
- Eu vivo com quem eu quiser, você não manda em mim! – Retrucava Tsuki.
- Não fale assim com meu irmão! – Gritou Kai defendendo Kim.
- Crise de ciúmes agora Kim? – Disse sorrindo enquanto me aproximava deles andando calmamente.
- Foi ele quem começou! – Falaram os três ao mesmo tempo, Kim e Kai apontavam para Tsuki e Tsuki apontava para Kim.
A cena foi tão engraçada que foi impossível de segurar o riso, os três ainda apontando um para o outro se entreolharam surpresos, ou talvez, confusos seria um termo melhor, eu ri seguido pelos outros três.
- Agora vamos embora ou vão continuar a briga? – Perguntei divertido.
- Vamos embora. – Responderam os três juntos que causou outro ataque de risos.
Foi uma caminhada rápida, mas os gêmeos e Tsuki já haviam virado grandes amigos ao fim da caminhada. Tsuki tinha um grande carisma, era impossível odiá-lo.
Chegando em frente da casa de Tsuki nos despedimos, Tsuki entrou na frente pois precisava fazer algumas coisas e já passava das 16h, eu entrava logo atrás.
- Mjou, espere! – Gritou Kim me chamando.
- Diga. – Virei para ele e o olhei nos olhos.
- Agora... agora entendo porque está com ele... não vá perdê-lo. – Ele disse sorrindo, porém era obvio que estava sofrendo com tais palavras, parecia querer chorar, aliás, era a primeira vez no dia que Kai estava ao seu lado em vez de abraçando-o.
- M-m-mas... eu não gosto dele. – Falei em um tom alto, porém sem gritar.
- Bem, negue se quiser, mas está na cara que gosta. – Ele sorriu e virou de costas, Kai o abraçou por trás e foram embora.
Fiquei parado ali, acho que naquela hora estava com cara de bobo, como ele podia achar que eu gostava de um garoto? De 16 anos?! Impossível, definitivamente é impossível. Inaceitável.
Virei-me e entrei em casa, digo, na casa do Tsuki, acho que estou me acostumando com aqui, até estou chamando de casa já, procurei por Tsuki, ele estava na cozinha, vinha um cheiro muito bom de lá, fui ver o que ele fazia, porém antes que eu visse, ele tampou meus olhos com suas mãos. Elas eram tão macias, tão delicadas...
Quando ele tirou as mãos dos meus olhos, a panela já havia sido tampada e não pude ver o que ele fazia.
- Sente-se ali. – Ele apontou para a mesa.
- O que você está cozinhando aí? – Perguntei indo me sentar.
- Quando estiver pronto você saberá.
- Droga, odeio surpresas. – Eu disse colocando o cotovelo na mesa e apoiando minha cabeça com a mão.
- Não perguntei nada.
- Chato. – Virei meu rosto ainda apoiado pro lado e fiz bico.
- Mjou... – Ele me chamou ainda de costas.
- Diga.
- Depois que virei um mestiço não consigo mais sentir o sabor das minhas comidas favoritas... porque? – Ele me perguntou.
- Você é um vampiro oras, a única coisa que irá lhe satisfazer será sangue.
- Você nunca sentiu o sabor? – Ele finalmente virou-se para mim e me encarou.
- Nunca. – Respondi meio sem jeito.
- Você devia ter avisado, estou cozinhando a toa. – Ele disse me encarando com raiva e desligando o fogão.
- Pare de me olhar assim! – Falei em tom alto incomodado com o olhar.
- A culpa é sua.
- Ah droga, vamos sair venha.
Fui até Tsuki e segurei em seu pulso puxando-o, passamos pela sala e peguei meu sobretudo que havia jogado em cima do sofá e o levei para fora, já passavam das 19h.
- Vamos encontrar Kai e Kim, e vamos fazer uma refeição noturna. – Falei olhando-o com uma cara maliciosa.
E assim foi a noite, nos encontramos com os gêmeos e fomos à caça, depois de satisfeitos fomos para nossas casas, esse dia havia sido longo, mas muito divertido...
Deitei no sofá fechando os olhos e Tsuki jogou um colchão ao meu lado e dormiu lá, fiquei o observando por um tempo até que dormi também.
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