Next To You
10 Capítulo 10 - Não aguento mais
Notas iniciais
Hehehe, eu achei esse capítulo legal! Espero que vocês gostem também! Boa leituuuura! E não esqueçam do review, por favoooooooor
O silêncio tomou conta do local, mais uma vez. Jonghyun se levantou do chão e ainda estava com as costas cobertas de neve. Virou-se de frente para Lee Joon, que não estava longe. Joon encarou Jonghyun por alguns segundos, o observando dos pés à cabeça. Riu mais uma vez, voltando o seu olhar para Jinki, que permanecia imóvel.
— Você me traiu com isso? – Apontou para Jonghyun. – Nós precisamos ter uma conversa.
— Ele não vai querer ir com você... – Disse Jonghyun, tomando a atenção de Joon por alguns segundos, enquanto Jinki ainda permanecia em silêncio. – Você não quer, certo?
Direcionou o olhar para Jinki, que olhava envergonhado para o chão, com as mãos escondidas nos bolsos do casaco grosso que usava. Ergueu o rosto. Sua franja estava caída desajeitadamente sobre seus olhos. Ele abriu os lábios, mas não saiu som. Desviou o olhar para Joon e finalmente respondeu.
— Vá para casa. – Disse para Jonghyun, que o olhou incrédulo. – Eu vou ir com ele.
— O quê?! – Jonghyun questionou e a sua expressão desnorteada torturava a mente de Jinki. – Por quê?!
Jinki o ignorou, caminhando rapidamente sobre a neve até o lado de Joon, segurando a mão dele com força e impedindo contato visual com Jonghyun.
— Nós não temos nada... – Ele disse baixo contra o ouvido de Joon, deixando Jonghyun intrigado, mas não conseguia ouvir. – Você entendeu errado, apenas isso... Vamos pra casa, por favor. Esqueça isso. Mais tarde eu tenho aula, não quero estar mal com você, amor.
— Eu entendi. – Jonghyun disse alto, enquanto buscava os olhos de Jinki, finalmente conseguindo o encarar da forma que queria. Seus olhos estavam tomados por uma dor que ele jamais havia sentido antes. Não tinha ódio, mas sim uma tristeza inimaginável aos olhos ou coração de qualquer pessoa. Ele mordeu o lábio inferior com força, mostrando a vontade que ele tinha de dizer várias e várias coisas. – Obrigado por me mostrar quem você é de verdade.
Ele ficou olhando-o por mais alguns segundos, esperando uma resposta ou um “Não vá embora”, mas a única coisa que conseguiu foi um olhar de desprezo. Virou-se de costas para ambos os homens que estavam ali e saiu andando... Os passos calmos se transformaram em uma grande corrida, da mesma forma que os sentimentos dele ficavam cada vez piores.
Next to you.
Os flocos caíam suavemente sobre a face do loiro. Em seu rosto, não havia nada mais e nada menos que uma expressão desnorteada e perdida no tempo... Seu olhar oco e seus lábios pálidos e rachados provavam o quanto ele estava mal consigo. Os galhos das várias árvores de seu quintal estavam secos, porém cobertos pela neve que insistia em cair dos céus o dia inteiro. O quão ele estava perdido por amor? O quão doía aquele pequeno coração mau acostumado com a dor da paixão não correspondida?
Key estava encostado na pequena árvore de galhos secos, tão pequena, delicada e vazia... Assim como ele mesmo estava. Isso não seria um drama? Ele nem havia o beijado, sequer uma vez... Sequer se declarado, sequer ter tido a certeza de que estava amando aquele homem tão atraente que surgiu na sua vida há tão pouco tempo... E já havia o preenchido tão rápido com todo esse sentimento intenso e confuso. Por quê?
— Eu quero você, Jong... – Disse à si, com o rosto baixo e mostrando a sua palma da mão aos céus, observando os flocos de neve caírem nela, como se beijassem delicadamente a palma da mão do loiro. – Por que o Jinki tem que ser tão mais atraente do que eu? Tão mais... Espontâneo...
Kibum não estava acostumado com rejeição, com o desprazer. Com a dúvida, com a inferioridade que sentia no momento perante a tudo. Ele sentia inveja de Jinki, o homem que sempre conseguira tudo que quisesse sem ter que insistir... Mas ele também era assim, não era? Ele também conseguia tudo o que queria e até mais rápido do que o possível.
— Vou entrar... – Suspirou.
Caminhou até a grande porta de entrada de sua casa. Levou uma das mãos até os fios de cabelo cobertos pelos flocos de neve, agitando-os para que os flocos sumissem.
Seu corpo travou. Havia alguém ali. Atrás dele. Ele tinha certeza. Pôde sentir o seu coração bater pesadamente, levando a mão fria até o próprio peito. Até que sentiu o cheiro de perfume forte... Aquele perfume que ele conhecia. Ele torceu para que fosse ele e assim que virou o rosto, era. Kim Jonghyun o encarando com os olhos cheios de lágrimas e um nariz vermelho lhe acompanhava. Era como uma criança. Haviam roubado-lhe o doce e ele correra para avisar a mãe.
— Key... – Por mais que a pronúncia do apelido fosse curta, foi interrompida por um soluço causado pelo choro que ele tanto deixava escapar. – Key, eu não estou bem...
Key poderia dizer algo, mas não sairia voz. Seu coração estava quase saindo pela boca e ele não sabia como agir. Era a primeira vez que estava presenciando as lágrimas tão tristes do homem que ele estava apaixonado.
Ele não precisou agir, não precisou se mexer e muito menos falar. Jonghyun aproximou-se dele, deitando o rosto vermelho no ombro esquerdo do maior. Ambos puderam sentir a velocidade do coração do outro. Eles batiam na mesma intensidade, com a mesma força e pareciam estar sentindo a mesma dor.
O loiro guardou o moreno com os braços finos e delicados que ele tinha. Guardou-o com paixão, enquanto sentia as lágrimas do mais velho umedecerem o fino pano do pijama verde que ele usava. Ele não queria saber o motivo das lágrimas, só queria que elas cessassem... Só queria ver um sorriso desenhado naqueles lábios tão bonitos.
— Vou te preparar um chocolate quente. – O loiro disse simplista. Levou a mão direita até os cabelos bem ajeitados do menor, deslizando os dedos longos por entre aqueles fios escuros. Jonghyun murmurou algo que foi abafado pelo pijama de Key, que estava grudado em seus lábios.
Os dois entraram, Key abandonou Jonghyun na grande e aconchegante poltrona que havia na sala, prometendo-lhe voltar logo e que prepararia o chocolate quente rápido.
Jonghyun estava com o rosto inchado, principalmente o lábio, que também havia tomado uma cor acerejada por culpa de ter chorado tanto. Ficou a ouvir os barulhos que Key fazia na cozinha enquanto o mesmo não voltava. Checou o próprio celular, com a esperança de que houvesse alguma mensagem de Jinki ou qualquer coisa do tipo. Quando Key voltou, Jonghyun guardou rapidamente o celular, afundando-o no bolso de sua blusa.
Key se sentou no sofá, com a caneca cheia de chocolate quente. Ficou observando Jonghyun, que ainda tinha um semblante tão triste em seu rosto. O loiro se sentia mal por vê-lo naquele estado e mesmo assim estar tão feliz com a sua presença, que sentia tanta falta, que desejava tanto.
— Senta aqui... – Disse ele após alguns segundos de silêncio. – Fique perto.
— Dá na minha boca... – O moreno cruzou os braços, desviando o olhar. Key deixou o sorriso mais bobo ser desenhado em seus lábios róseos, soltando uma risada baixa e sem graça logo em seguida. Levantou-se, pousando a caneca quente em cima do vidro da mesa, ficando apenas com uma caneca na mão.
Caminhou até o moreno, parando de pé na frente da poltrona e dele.
— Como eu vou fazer isso? – Riu, ainda sem graça.
Jonghyun segurou os quadris do loiro, puxando-o lenta e precisamente para si, para que não derrubasse o líquido quente que estava dentro da caneca branca. O moreno fez com que o outro sentasse em seu colo e deixou o riso escapar ao se deparar com um Key tímido, com o rosto enrubescido. O loiro não se atreveu a encarar o moreno, que estava com a mão pousada em suas costas, dedilhando-a delicadamente.
A luz invadia o cômodo pela janela. Era uma luz fraca, mas parecia marcar perfeitamente todos os belos traços do rosto de Key, que ainda não havia abandonado a timidez.
O moreno levou a mão até a mão do outro que segurava a caneca, puxando-a e levando a mesma contra os próprios lábios, erguendo-a e sentindo o quente sabor de chocolate tão doce invadir a sua boca.
— Está bom? – Perguntou o loiro, ainda não o encarando.
— Uhum. – Respondeu, deixando o sorriso fraco tomar conta de seus lábios.
— Você não está bem. – Disse Key. – Eu não quero saber o que houve... Eu só quero que você sorria. Sabe... Você não deve ficar assim... Não deve chorar. Não importa o motivo!
— Eu estou apaixonado pelo Onew. – As palavras saíram lenta e dolorosamente dos lábios do moreno aos ouvidos do loiro. – Ele namora e namora com alguém que ele ama... E ama tanto que eu não consigo entender de onde sai tanto amor.
Kibum abaixou a cabeça, encarando as próprias pernas. Respirou fundo e lutou contra si para que não deixasse as lágrimas lavarem o seu rosto.
— Acho que tudo é por que... Bem... – O outro não sabia como continuar. – Nós... Transamos uma vez.
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O garoto acabara de deixar algumas roupas e mantimentos no local, como fazia pelo menos duas vezes por mês. Ele tinha o costume de ir a hospitais frequentados por deficientes mentais ou físicos para que fizesse as doações. Estava descendo as escadas calmamente degrau por degrau, enquanto lia um mangá que havia comprado há pouco. Certamente a sua mãe o buscaria na porta do hospital, então ele esperaria em um banco perto da cantina.
Estava no corredor, porém distraído, acabou batendo de frente com alguém, ou melhor, na cadeira de rodas de alguém.
— Eu sinto muito! – Ele disse, com certo desespero.
— Está tudo bem. – O outro riu, se ajeitando na cadeira. – Essas coisas acontecem. Não se preocupe.
— Eu deveria ser mais cuidadoso! – Disse, reverenciando. – Eu estava distraído, mas eu poderia ser um doido, te derrubar e fazer com que você se machucasse!
— Mas não foi o caso! – Continuava rindo ao notar o desespero do outro.
Com poucos minutos de conversa, já estavam parados à frente da cantina e trocando experiências de vida. O mais novo tomava leite e o outro segurava apenas um copo descartável cheio de café.
— Eu nem ao menos perguntei, qual é o seu nome?
— Lu Han! – Respondeu animado. – Eu venho aqui sempre, assim como você.
— Ahhhh... – O outro se admirou. – Então você não é um paciente? E como sabe que eu venho aqui sempre? – Perguntou curioso.
— Não sou, mas já fui. Não faz tanto tempo. – Continuava sorrindo. – Sim, eu já te vi várias vezes aqui, porém nunca perto o bastante para que eu pudesse falar algo.
— Já que você não perguntou, o meu nome é Lee Taemin. – Disse, cruzando os braços e fazendo cara de desapontado, mas rindo logo em seguida. – Entendi. Podemos nos ver mais vezes, eu nunca fiz uma amizade nesse hospital.
— O seu nome é quase tão bonito quanto você. – O mais velho disse enquanto observava o mais novo enrubescer. – Adoraria te ver mais vezes, Taemin.
— Obrigado. – Fez bico e levou o indicador até o mesmo, lembrando-se de algo. – Eu vou ir ao cinema essa semana, podemos ir juntos.
Lu Han apenas assentiu com a cabeça e antes que pudesse falar qualquer outra coisa, a mãe de Taemin o chamou, os observando de longe e com um sorriso distraído no rosto. Era uma mulher muito bonita, mas já aparentava ser de idade. Taemin levantou-se com pressa do banco e selou a bochecha do mais velho.
— Eu tenho que ir agora.
— Tudo bem, Taemin. – Ele sorriu e ganhou um aceno como resposta, ficando a observar o outro correr até a mãe dele e depois de alguns segundos, sumir de vista.
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Minho se encontrava sentado em um banco mal feito, dentro de um bar qualquer, ou melhor, o bar que ele havia escolhido visitar aquela tarde. Poucas pessoas estavam dentro do lugar e as mesmas eram homens bem mais velhos do que Minho. Pediu uma dose de tequila e ficou aguardando-a chegar, enquanto seus pensamentos o levavam para outro mundo. Ele era um homem completamente desligado das coisas, por mais que fosse inteligente e tivesse um raciocínio rápido. Gostava de ler romances adolescentes e de tocar violão nas horas vagas, não que ele tocasse bem, mas era algo que ele realmente gostava de fazer mais do que qualquer outra coisa.
Morava sozinho e se afogava nas mágoas sozinho também, não havia ninguém para lhe esticar a mão e oferecer colo, muito menos ajuda. Ele era sozinho, desde quando era um adolescente rebelde e desbocado. O seu coração pertencia a alguém, mas esse alguém não participava de sua rotina, ou melhor, não completamente. Viam-se de vez enquando, mas sem toques, sem troca de olhares e ele nem ao menos se lembrava de como era o aroma do perfume que o outro costumava usar. Se era forte, fraco, doce ou amargo.
O copo de vidro foi pousado no balcão. Tinha tequila até a boca do copo e parecia estar forte, ou melhor, era. Minho sempre bebia e era o que ele mais gostava de beber. Pegou o copo com cuidado para que não transbordasse e levou até os lábios, já sentindo o cheiro forte e logo em seguida, tomando todo o líquido que estava ali dentro, sentindo a garganta queimar, assim como o seu corpo no momento.
— Você já nem precisa mais do limão com sal para que beba normalmente... – Disse o homem que lhe servira. – Você precisa maneirar mais, ainda é jovem.
— Isso não me afeta em nada. – Respondeu, enquanto ainda segurava o copo na mão e observava-o. – O único problema é que eu tenho fumado mais do que o normal.
— Então pare. Você com certeza não é um viciado. – Respondeu o velho. – Isso não é algo para alguém da sua idade fazer.
— Na verdade, não é questão de idade. Isso prejudica igualmente a todos, não é mesmo? – Apoiou o cotovelo na madeira lisa do balcão. – Me dê mais uma dose.
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— Eu não acredito. – Disse Joon. – Você realmente acha que eu sou tolo o suficiente para não saber que você está me traindo com esse cara?
— É a verdade. – Jinki respondeu, enquanto fechava a porta do próprio quarto e encostava as costas na mesma, observando o namorado que parecia calmo, mas calmo demais com a situação. – Você disse que está me ligando o dia inteiro e que estava vindo à minha casa sendo que não tem nenhuma chamada perdida no meu celular e você está com cheiro de outro homem. Eu consigo sentir sem nem ao menos aproximar o meu nariz do seu pescoço e da sua roupa, Joon.
Lee Jinki cruzou os braços, ainda com o corpo escorado na porta e observando a reação surpresa do namorado. Joon subestimava a inteligência da pessoa que ele menos devia subestimar.
— Eu liguei. Se não constou como chamada perdida, a culpa não é minha. – Mentiu e isso foi óbvio para Jinki. Nunca havia acontecido antes, porque só aconteceria agora? Joon com certeza estava com outro homem e isso estava estampado em seu rosto. Era tão claro que chegava a ser ridículo o fato de ele querer esconder isso.
— Aí você estava voltando do seu dia de foda e coincidentemente, me encontrou no caminho e resolveu fazer o teatro todo. – Riu debochado, ainda encarando o outro. – Você é tão previsível e mentiroso. Sempre foi um mentiroso.
— Eu que fiz teatro? Você estava em cima de um cara, no meio da calçada em uma rua pouco movimentada, mas que tinha gente com os olhos curiosos em cima de vocês dois. Você mente o tempo inteiro, mente para todos, mente para si mesmo e vem querer mentir para mim também? Você não me engana, desde o princípio, eu sabia que você me traía sempre que podia. – Se aproximou de Jinki, segurando o seu braço esquerdo com certa força. – Você não vale nada. A sua mãe vai morrer logo e eu espero que você sofra muito e se foda, Onew.
Ao ouvir a última frase que o namorado disse, Jinki não se controlou. Segurou os fios de cabelo do outro e os puxou com força para trás, enquanto a outra mão acertava-lhe um soco forte na maçã do rosto. Ouviu um gemido de dor, mas não se segurou em continuar. Soltou os cabelos, porém acertou-lhe outro soco com essa mesma mão, agora atingindo quase toda a extensão do maxilar dele.
Lee Joon caiu para trás, batendo as costas na beira da cama de Jinki. Sentiu o gosto amargo de sangue tomar conta do paladar e levou a mão até o local golpeado, sentindo a dor percorrer toda aquela extensão atingida.
— VOCÊ É UM LIXO, LEE JON. – Ele gritou o mais alto que pôde, sem se importar com o fato de que a sua mãe estaria escutando. – Eu tenho NOJO de você e eu sinto PENA de você. – As lágrimas escaparam e não foram poucas. – Eu não amo você, eu não sinto nada por você, eu quero que você suma da minha frente. Eu não sei como pude te aguentar por tanto tempo... Eu não sei como eu pude aguentar as suas humilhações, eu ainda não esqueci o dia que você me traiu... Era o nosso dia, Joon. Como você pôde fazer isso comigo? O que eu fiz para você?
Jinki soluçava e cobria os olhos, tentando impedir as lágrimas de escorrerem tão facilmente pelo seu rosto redondo e de pele tão macia.
— Eu não quero que a minha mãe vá embora... – Ele disse entre os soluços, diminuindo o tom de voz a cada segundo que passava. A dor no seu peito era grande e ele realmente estava passando mal. – Não deseje isso para mim, por favor...
— Eu vou embora. – Disse após se levantar. Seus lábios estavam inchados e cobertos pelo sangue pisado. Passou por Jinki, abrindo a porta e saindo do quarto.
O outro ficou por ouvir os passos de Joon pela casa, até finalmente ouvir o grunhido do portão se abrindo e finalmente o outro havia deixado aquela casa.
Limpou o rosto, saindo do quarto logo em seguida. Abriu a porta do quarto de sua mãe, ela estava deitada e lendo uma revista qualquer. Com certeza ela tinha escutado toda aquela discussão desnecessária. Pelo menos havia sido a última.
— Vai sair? – Ela perguntou.
— Eu preciso conversar com alguém importante. – Ele disse. – Eu sinto muito, mãe...
— Podemos deixar os filmes para mais tarde. – Ela sorriu, acenando para ele. – Cuide bem de quem é importante para você agora. E você já cuidou o suficiente de mim, Lee Jinki.
Next To You.
Jinki corria desesperadamente pelas ruas, já estava escurecendo e ele ainda precisava ir à faculdade, mas não se importava com isso no momento. Ele precisava dele. O seu coração precisava dele. A sua alma. Ele iria pedir desculpas, implorar o perdão e fazer qualquer coisa para que Kim Jonghyun o perdoasse. A cor alaranjada do pôr do sol beijava a pele clara de Jinki enquanto ele corria. Seu fôlego estava começando a ir embora e estava suando frio, mas isso não importava.
O seu corpo se chocou com o de alguém, o choque entre os dois corpos foi forte. Caíram ao chão, Jinki cerrou os olhos com certa força, já se preparando para a dor, mas ela não veio. Apenas sentiu aqueles braços segurarem os seus e quando abriu os olhos, chocou-se.
— Onew?!
Notas finais
Deixem review, eu fico triste por ter tantos leitores e poucos deles deixarem review!
Posto o próximo com 100 reviews. ^^
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