New York City 2
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Obrigada a ButtahBenzo por ter favoritado. =)
POV Santana
Depois de Joseph e eu pularmos na água e pegarmos Rachel e Sidney, pulei na água novamente e peguei Quinn. Eu poderia ter deixado ela morrer ali mesmo, mas meus planos eram outros. Muitas pessoas se amontoaram em Rachel e Sidney, deixando Joseph confuso, me aproximei com Quinn nos braços e olhei para ele.
- Chame a ambulância, ligue para Sarah e depois para Nick, mas não diga nada à polícia.
- Mas...
- Não diga nada.
Ele afirmou com a cabeça, coloquei Quinn em meu carro, me aproximei rapidamente de Rachel, seu rosto estava pálido, beijei sua testa e me aproximei de seu ouvido.
- Eu voltarei para você, estrelinha.
Lhe dei um selinho demorado, entrei no carro e sai daquela multidão. Fui até Ohio de carro, a viagem foi longa e cansativa, ainda mais que eu ainda não tinha dormido, e Quinn não acordava, o que tornava a viagem mais fácil. Fui direto para um esconderijo que eu tinha, o que ninguém sabia que existia, nem mesmo Britt. Amarrei Quinn em uma cadeira, deixei as luzes acesas e me sentei em outra cadeira a sua frente. Eu estava cansada, mas não queria dormir naquele momento.
Assim que Quinn acordou, soltei um pequeno sorriso, ou melhor, Snixx sorriu.
- Santana... – ela sussurrou, ainda se acostumando com a luz.
- Você está bem, Quinn?
- Estou sim, mas... – ela olhou em volta, estava confusa.
- Rachel está bem, deve está no hospital agora, graças a você.
- Onde estou?
- Ohio.
- O que? Como...
- Cale a boca e me escute. – me aproximei dela, meus olhos ficaram mais vermelhos e ardentes. – Você é uma vadia obcecada. Não a culpo, minha estrelinha é linda, gostosa, perfeita... mas isso não te dá o direito de fazer isso com ela. Estou cheia de você e de suas loucuras, então resolveremos isso hoje, e agora.
- O que vai fazer? Me bater novamente? Se não percebeu, meu rosto está lindo como antes e...
- Cale a boca! – gritei. – Eu ainda não terminei.
Dei a volta por ela, agarrei em seus cabelos e puxei, fazendo-a gemer de dor.
- Você vai sentir dor, Fabray. Vai se arrepender de ter nascido!
Joguei sua cabeça para frente, percebi que ela começou a chorar, soltei uma risada alta, fazendo-a me encarar.
- Está chorando, Quinnie? – perguntei manhosa. – Assim saberá o quanto sofri, quando você foi atrás da minha garota.
- Santana, você enlouqueceu. Rachel...
- Rachel é MINHA, ela ME ama e não a você. – gritei.
Lhe dei um tapa no rosto, ele ficou vermelho, sorri e segurei-o.
- Olhe para mim, Quinnie. – ela olhava para os lados. – Olhe para mim, sua vadia!
Quinn olhou em meus olhos, vi os seus olhos verdes se tornarem castanhos de medo.
- Está com medo, Quinnie?
- N-não...
- Tem certeza? Pois não é isso o que seus olhos dizem. – ela desviou o olhar, soltei seu rosto e a rodeei novamente. – Me responda, como é saber que está em perigo, hum?
- Santana. – Quinn tentou dizer, mas eu lhe dei outro tapa, um mais forte.
- Eu mandei você calar a boca. Agora, quem manda aqui sou EU.
- Está bem, capitã. – ela respondeu ironicamente.
Segurei seus cabelos novamente, o puxei com força, fazendo Quinn franzir as sobrancelhas, já não parava de chorar.
- Achou que eu era uma pessoa legal? Se enganou, Quinn. Mudei por Rachel, mas ainda sou a vadia do colegial. Snixx ainda existe dentro de mim.
- Oh, Snixx... É bom ver você novamente. – ela disse, com um sorriso debochado, mesmo em lágrimas.
- Não brinque comigo, Fabray...
Soltei seus cabelos, lhe dei mais um tapa e vi sangue sair de sua boca.
- Gostou? – perguntei, apontando para sua boca. – É o que vai sentir a partir de agora.
- Acha mesmo que vai sair limpa disso, Santana? O que fizer comigo, você irá sofrer em dobro.
- Mesmo? Até agora não aconteceu nada comigo.
Me sentei na cadeira a sua frente, segurei seu rosto e sorri.
- Sabe, você até que é bonitinha. Pena que mais ninguém verá seu rosto lindo.
- Do que você está falando?
- Que já me cansei de todo esse papinho. Hora de você sofrer com as consequências.
- Santana...
Me levantei, lhe dei mais um tapa e a vi sorrir.
- Eu vou voltar, Santana.
Meu sangue ferveu mais do que podia, lhe dei um tapa bem forte, seguidos por socos. Quinn já estava quase desacordada quando parei, a ouvi gemer, a raiva ainda estava em meu corpo e em minha mente. Peguei a cadeira a sua frente, era de ferro, a levantei no alto e lhe acertei na cabeça várias vezes, fazendo-a sangrar, até não ouvir mais sua respiração.
***
Assim que entrei no hospital, vi Joseph e Nick na sala de espera. Os dois me olharam preocupados, eu estava suja de sangue.
- Santana, você está bem? Se machucou? – Nick perguntou.
- Eu estou bem. E Rachel?
- Por sorte não engoliu muita água. No momento está dormindo, mas já acordou e perguntou por você. – Joseph respondeu.
- E Sidney?
- Ela ainda não acordou. Como estava desacordada antes do carro encher, engoliu muita água. Estamos esperando ela acordar e...
Não deixei ele terminar, corri para o quarto onde Rachel estava. Ao entrar, vi Megan deitada ao lado da Rachel, as duas dormiam, Britt sentada na poltrona ao lado da maca, Sarah e Ashley em pé, ao lado de Britt.
- Santana! – Brittt sussurrou, se levantando.
- Ela está bem? – perguntei, me aproximando.
- Está sim, mas... você está sangrando!
- Não se preocupe com isso.
- Como não vou me preocupar?
Sarah colocou as mãos nos ombros da Britt, para acalmá-la, me aproximei da Rachel e lhe dei um beijo na testa, fazendo-a acordar.
- Santana?
- Sou eu sim, amor. – respondi com um sorriso.
- Você... você está sangrando?
- Não, esse sangue não é meu.
- Então... – ela se sentou assustada, acordando Megan. – O que aconteceu com Quinn?
Olhei para Sarah, ela afirmou com a cabeça, pegou Megan nos braços e elas saíram do quarto. Voltei a olhar para Rachel, seus olhos estava arregalados.
- O que eu fiz, foi por você, Rachel.
- Você... não me diz que você...
- Eu a matei, Rachel.
- Santana! – ela gritou, em seguida tampando a boca com as mãos.
- Ela merecia e...
- Você está correndo o risco de ser presa, Santana.
- Eu não ligo para isso. Quinn sofreu o que tinha que sofrer.
Vi seus olhos se encherem de lágrimas, ela fechou os olhos e eu a abracei.
- Se você for presa, ficarei sozinha...
- Você não vai estar sozinha, amor. E eu não vou ser presa, prometo.
Rachel continuou chorando, afaguei suas costas, beijei sua testa e sorri.
- Que bom que você está bem, MINHA estrelinha.
Fale com o autor