New York City 2
18 Capítulo 18
Notas iniciais
Ficamos muito tempo abraçadas, abri mais a porta para ela entrar, em seguida a fechei.
- O que está fazendo aqui, sua doida? – perguntei, desligando o telefone.
- Vim passar o Halloween com vocês. Soube que por aqui tem unicórnios.
- De verdade?
- Não, Santana! – respirei aliviada.
Ela olhou para Nick e sorriu.
- Sou Brittany, melhor amiga e ex-namorada da Sant.
- Sou Nickole, amiga e colega de quarto da Sant.
Elas se cumprimentaram com um aperto de mão, logo Rachel e Sarah saíram da cozinha.
- Que gritos foram esses? – Rachel perguntou, viu Britt em pé e sorriu. – Hey, Brittany!
- Oi Rachel!
As duas se abraçaram, em seguida Rachel olhou para mim.
- Por que não me disse que ela estava vindo?
- Eu não sabia.
- Não se preocupe, Rachel. Não vou roubar sua namorada. – Britt disse, me fazendo rir.
- Eu sei disso, Brittany.
- Me chame por Britt. Somos amigas, certo?
- Acho que sim...
Sarah parou atrás da Rachel e ficou um pouco acanhada.
- Britt. – eu a chamei. – Aquela é Sarah, prima da Rachel.
Britt olhou para ela, acariciou seu rosto e sorriu.
- Você é linda, sabia?
- E ela ainda tem 13 anos, sabia? – eu disse. Britt olhou para mim raivosa. – Estou brincando.
Sarah sorriu, saiu de trás de Rachel e se sentou no sofá, ao lado de Nick.
- Você é aquela garota, que era namorada da Sant, e que era líder de torcida também?
- Sim, sou eu.
- Pode animar para mim?
Britt olhou para mim com um sorriso, logo percebi.
- Não. – respondi.
- Vamos, Santana! Não deixe nossas fãs esperando.
- Não, Britt.
- Por favor, Sant... – Sarah disse carinhosa.
Revirei meus olhos, me aproximei da Britt e nos posicionamos.
Ok! Be aggressive! Be-be aggressive! B-E-A-G-G-R-E-S-S-I-V-E, aggressive. Be-be aggressive! Wool!
Terminamos com um pequeno pulo, Sarah bateu palmas e se levantou, logo puxando Britt para a cozinha.
- Meu Deus! – Nick gritou, se levantou e começou a subir as escadas. – Segure sua garota, Rachel!
Rachel sorriu, se aproximou e colocou suas mãos em minha cintura.
- Achei lindo.
- Mesmo? – perguntei cinicamente.
- Sim. Brittany e você fazem um belo par na dança.
- Mas eu prefiro dançar com você.
- O que?! – ouvimos Britt gritar, rapidamente fomos para a cozinha.
- Verdade! – Sarah disse.
- Mas que coisa absurda!
- O que aconteceu? – perguntei.
- Que história é essa de que não se pode comer doce na noite de Halloween?
- Mamãe disse que há muitos anos atrás, uma menina comeu, quando a mãe não deixou, foi envenenada e morreu. – Sarah respondeu.
Britt colocou a mão na garganta.
- Então eu vou morrer?
- Não, Britt. – respondi.
- Não quero morrer!
- Brittany, você não vai morrer. – Rachel disse, colocando as mãos nos ombros da Britt.
- Então, por que contaram essa história para a Sarah?
Eu sorri, me sentei ao lado da Sarah e olhei para Britt.
- Alice inventou a história.
- O que?! – Sarah gritou.
- Quem é Alice? – Britt perguntou.
Rachel sentou ao lado de Britt, olhou para mim, me desaprovando e depois olhou para Britt.
- Alice é mãe da Sarah. Ela inventou essa história para que Sarah não comece doces durante à noite, ou acordaria mal no dia seguinte, mas a fofoqueira da Santana disse o que não devia.
- Rachel, ela não é mais uma criança. Uma hora ela ia descobrir.
- Mas não era para ter dito. – ela aumentou um pouco a voz.
- Do que adiantaria? – fiz o mesmo. – Ela poderia comer escondido!
- Mesmo assim, Santana! – ela gritou. – Não era para ter dito.
- Que seja, Rachel. – a imitei. – Sarah não é mais uma criança, e deve ser tratada como tal.
- Santana!
Rachel ia gritar algo, mas parou assim que Britt tampou os ouvidos, começou a cantarolar algo e olhou para a mesa.
- O que está fazendo, Brittany?
- Oh! Britt-Britt, me desculpe. – eu disse a abraçando. – Eu não farei mais, está bem?
- Uhum... – ela sussurrou.
Me afastei e vi seus olhos cheios de água.
- Vá até o banheiro, é no andar de cima, seque essas lágrimas e volte aqui com um sorriso.
Ela se levantou e saiu.
- O que foi isso? – Sarah perguntou.
- Britt não gosta de violências, brigas e gritaria principalmente.
- Mas precisava disso? – Rachel perguntou.
- Ela não gostava quando Quinn e eu brigávamos, ainda mais que gritávamos coisas que não a agradava, então ela tampava os ouvidos e cantarolava uma música de qualquer filme da Disney.
Ficamos em silêncio, Nick entrou na cozinha com uma expressão de confusa.
- O que foi que aconteceu com a Brittany?
- Nada. – respondi me levantando.
Britt entrou na cozinha sorrindo, Nick, Rachel e Sarah estranharam, me aproximei e sorri.
- Onde estão suas malas?
- No hotel onde estou hospedada.
- Vai vir aqui à noite para sairmos?
- Vou sim. Você vai adorar minha fantasia!
- Estou ansiosa para ver.
Ela se virou, caminhou até a porta da cozinha e olhou para todas.
- Até mais, meninas!
- Hum... até. – Rachel respondeu, Nick ainda ficou sem ação.
- Já vai? – Sarah perguntou.
- Preciso me ajeitar no hotel. Volto à noite, está bem linda?
- Ok.
Eu a levei até a porta, ela olhou para mim e sorriu.
- O que vai usar hoje? – ela perguntou.
- Você vai ver.
Ela aproximou seu rosto ao meu, eu me afastei um pouco.
- Britt, eu tenho namorada, lembra?
- Eu sei. Mas queria dar apenas um selinho, sabe? De amigas.
- Britt...
- Não tem problema, Santana. – ouvi Rachel dizer.
Olhei para ela, Rachel parecia calma.
- Tem certeza, Rachel?
- Sim.
Olhei para Britt, ela sorriu e me deu um rápido selinho, logo foi embora. Rachel sentou no sofá, me sentei ao seu lado e olhei para seu rosto calmo.
- Está tudo bem?
- Por quê?
- Britt me beijou...
- Ela apenas lhe deu um selinho. – eu a olhei confusa. – Não tenho ciúmes da Brittany, ela é sua melhor amiga.
- Tem certeza?
- Sim. Não se preocupe, não vou bater na Brittany. Até porque ela é ótima pessoa comigo.
Eu sorri, me aproximei e lhe dei um beijo.
***
Eu já estava pronta, apenas esperando Nick e Rachel terminarem de se arrumar, Sarah já havia saído com seus amigos, vestida de líder de torcida, inspirada na Britt. Fui até a cozinha, peguei o grande pote onde continha os doces e o levei para a sala, colocando na pequena mesa ao lado da porta, assim Nick apareceu, fantasiada de diabinha.
- Por favor, eu ainda tenho muita vida pela frente! – gritei assim que a vi.
- Muito engraçada!
Me sentei no sofá, ela sentou ao meu lado e eu sorri.
- Quer conquistar alguém com essa roupa?
- Quem sabe? Talvez quando chegarmos no bar, eu possa conseguir algum homem lindo.
Eu ri, olhei para a escada e nada de Rachel descer.
- Deixe a garota se arrumar perfeitamente. – Nick disse.
A campainha tocou, me levantei, talvez seriam as crianças. Abri a porta e vi Britt com uma fantasia de anjo, era perfeita para ela, já que tinha os olhos azuis e cabelos loiros.
- Gostosuras ou travessuras? – ela gritou.
- Britt, você está...
- Sim?
- Perfeita!
Ela riu, entrou e olhou para Nick.
- Credo! – ela gritou.
- O que? – perguntei, fechando a porta.
- Santana, eu sei que você fez muita merda na vida, mas não sabia que ia morrer tão cedo.
Eu comecei a gargalhar, Nick fez cara feia e se levantou, Britt ficou sem entender.
- Isso não tem graça, Santana! – Nick disse.
- Oh! Me desculpe, Nickole. – Britt disse. – Eu não sabia que era você.
- Eu percebi.
- O que é engraçado? – ouvi Rachel perguntar da escada, nós olhamos para ela.
- Rachel! – Britt gritou.
- Onde conseguiu essa fantasia? Vou comprar uma para mim! – Nick disse.
Eu não conseguia dizer nada, Rachel usava uma fantasia de bruxa, mas que não cobria quase nada.
- Santana, você está bem? – ela perguntou.
A campainha tocou, pisquei algumas vezes e sorri.
- Os pirralhinhos chegaram. – Nick disse.
Britt foi até a porta, subi as escadas, segurei na mão da Rachel e a puxei para o quarto.
- O que aconteceu, Santana?
- Cale a boca e me siga.
Ao entrarmos, fechei a porta e olhei para ela, Rachel estava um pouco assustada, em um súbito, comecei a beijá-la.
- S-santana... nós te-temos que ajudar a-as meninas....
- Eu não consigo, Rachel. Não com você usando essa fantasia.
A beijei novamente, toquei em suas coxas cobertas pela meia calça preta e as apertei, a deitei na cama, acho que era a cama da Nick, subi minhas mãos até sua saia e tentei tirá-la, mas não consegui.
- Que droga! – murmurei.
Parei de beijá-la para tentar tirar a saia, mas esta estava presa com um nó que, Deus sabe como Rachel amarrou aquilo.
- Esqueça a saia, Santana.
Voltamos a nos beijar, parecia que nunca tínhamos feito aquilo antes. Rachel jogou seu chapéu para fora da cama, desamarrou minha capa e a jogou longe.
- Santana... temos que levantar.
- Eu sei.
Nos sentamos, passei meus braços por baixo dos seus e comecei a desamarrar seu corselet, mas demorava muito.
- Que merda, Rachel! – murmurei novamente.
Ela sorriu, abriu o zíper do meu vestido e o tirou por cima, deixando meus seios à amostra. Nos deitamos novamente, puxei sua meia calça, seguida por sua calcinha. Voltamos a nos beijar, apertei novamente suas coxas e ela apertou meus seios.
- S-santana... – ela chamou, enquanto eu beijava seu pescoço.
- Hum?
- Por favor, não demore...
- Está bem.
Beijei seu ombro, desci diretamente para suas coxas, sua respiração já não existia mais. Fiz menção de beijar seu centro, mas voltei para sua boca, desci minha mão até seu centro, acariciei seu clitóris e ela me apertou em um abraço, eu sabia que ela queria demais. A penetrei com dois dedos, seus gemidos saiam a cada movimento. Rachel apertou mais meus seios, seus olhos fechados, a boca entreaberta, não contive um sorriso.
- Rachel. – sussurrei.
- Hum?
- Abre os olhos.
Rapidamente ela os abriu, mas não duraram por muito tempo, pois logo ela os fechou, soltando mais um gemido. Quando ela apertou mais ainda meus seios, sabia que ela chegava ao seu ápice, a beijei carinhosamente e senti ela soltar lentamente meus seios.
- Santana... isso foi...
- Mágico.
- Isso...
- Foi sua magia, bruxinha.
Ela sorriu, ainda recuperando seu fôlego. Meus dedos estavam lambuzados, olhei para Rachel e os penetrei em mim mesma, dentro da calcinha.
- Santana, o que está fazendo?
- Hum... sentindo você em mim...
- Como?
- Você... em mim...
Rachel sorriu, fechei meus olhos, meu corpo ficou mole, não conseguia mais firmá-lo com um braço, deitei em cima da Rachel e senti-la puxar minha mão.
- Deixe que eu termino, amor.
Ela penetrou dois dedos em mim, lentamente e carinhosamente, afundei meu rosto em seu pescoço, percebi que ela começou a ficar arrepiada com minha respiração, prendi minha respiração e em seguida relaxei meu corpo por completo.
- Foi bom? – ela perguntou.
- Incrível... – consegui responder.
Meus olhos começaram a ficar cansados, beijei levemente seu pescoço e sorri.
- Rachel. – sussurrei.
- Sim?
- Podemos deixar o bar para ir outro dia, e ficarmos assim, abraçadas?
- Claro que sim, amor.
Aconcheguei meu corpo ao seu e dormi.
Notas finais
(qualidade horrível, mas enfim.) Não canso de ver.. :3
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