New World

1 Capítulo 1 - Novo Estágio


Notas iniciais
Só pra avisar, imagem temporária. Depois pretendo desenhar ou pedir a algum amigo que desenhe algo mais relacionado a fic.

Noite fria e chuvosa. Debruçado sobre sua janela, observava os pingos vindos do céu e molhando todo o asfalto de sua rua. Aquele seria um dia comum. Já era de lei passar noites acordado, pensando sobre a vida enquanto admirava a chuva. Claro, se por algum motivo desconhecido ele não avistasse um enorme clarão vindo do céu. E o pior, – ou talvez não – era perto de sua casa. Talvez umas três ou quatro quadras até chegar ao local em que podia ver aquele enorme fecho de luz vindo lá de cima, e tocando o chão, escondido por de trás aos prédios e casas da redondeza. Pensando bem, sua mãe e seu irmão menor poderiam ficar preocupados... Bom, que se dane. A vida estava um saco mesmo. Era sempre a mesma coisa. Acordar cedo, ir pra escola, fazer suas tarefas em casa... Aquilo já estava enchendo. Pensando assim, o garoto abriu a janela. Ah sim, claro... Não podia sair pra rua de pijama, por mais que já fossem 3 da manhã. Foi até o armário, pegou um casaco preto. O mesmo tinha estampas de labaredas nas costas. Vestiu uma calça jeans comum, rasgada nos joelhos, por sinal. Normal pra ele, afinal, seu estilo era assim. Parecia um relaxado. Na verdade, era um. Não se importava com nada. Nunca. Após vestir-se, parou pra refletir mais uma vez. Já era tarde bem tarde. Por mais que sua cidade fosse pacata, poderia ser perigoso. Olhou pra parede do seu lado direito. Podia ser ridículo, mas... Não custava nada se prevenir. Na parede, estava um presente que ganhou de seu pai. Uma katana legítima, com o fio de corte em perfeito estado. Seria mais um enfeite, já que nunca poderia usar aquilo. Pra falar a verdade, não sabia nem como se combater com aquilo. Mas já serviria para duas coisas... Ou bater com a bainha na cabeça de alguém, ou botar medo em algum menino de rua que tentasse qualquer coisa. Pensou até em pegar sua mochila e levar algumas roupas, mas... Pra quê? Não era uma viagem, muito menos pretendia fugir de casa. Só iria verificar o que era aquela curiosa luz. Finalmente, foi em direção a janela e pulou. Caiu em pé, sem dificuldade, uma vez que o segundo andar não era tão alto assim. Começou a correr, com toda velocidade que podia. Tinha medo de ser alvo fácil nas ruas desertas. Ainda mais por escutar alguns ruídos e gemidos bem assustadores. E o mais estranho, é que só conseguia ver vultos, como se alguém passasse correndo. Aquilo já atormentava o pobre garoto a quase três anos. Já estava até se acostumando. Até que enfim. Depois de tanta correria, estava de frente com aquela iluminação intensa. Parecia até sólido, pela forma cilíndrica perfeita, e tamanha imensidão. Ficou alguns minutos ali, observando sem entender o por que.

- Hey, garoto! Também achou estranha essa luz, né?

Quase infartou. Deu um pulo de susto, quando ouviu aquela voz vir de suas costas. Um ladrão? Tinha medo até de virar para ter certeza. A espada estava em sua cintura. Não hesitou em dar um pulo pra frente, ao mesmo tempo em que virava e encarava o desconhecido, já com a arma nas mãos, empunhada para frente.

- Que foi cara?! Tem alguém atrás de mim?! Guarda essa espada aí, ta me assustando!

... Não era nada demais. Apenas outro garoto curioso. Por sinal, aparentava ter a mesma idade que ele. 15 anos, ou um pouco mais, quem sabe. Loiro, com olhos verdes e um cabelo de um penteado diferente. Tinha uma franja que não chegava a cobrir os olhos, ao mesmo tempo em que tinha atrás, o cabelo preso a um curto rabo de cavalo. Embainhou a espada mais uma vez, guardando-a na cintura.

- Perdão, tomei um susto. Você também aparece do nada, né! São 3 da manhã, não tem como não ficar assustado à uma hora dessas. – Exclamava o moreno, com olhos igualmente esverdeados. -

- É, tem razão... Então, o que acha que pode ser essa coisa enorme aí?

- Pra ser sincero, não faço idéia, mas é bem esquisito... Por sinal, eu sinto uma sen-...

Foi interrompido pelo ‘colega’ antes mesmo de terminar a frase.

- Me deixa adivinhar, você sente um tipo de energia forte vinda daí de dentro, estou errado?

Imediatamente o dono da espada arqueou uma das sobrancelhas. Como ele sabia? Bom, duas possíveis deduções. Ou ele estava zombando de sua cara, ou ele podia sentir a mesma coisa. Apenas afirmou com a cabeça, voltando o olhar para a luz mais uma vez. O que será que tinha lá dentro? Valeria a pena descobrir? Tinha um lado bom, pelo menos não estava mais sozinho naquele lugar vazio.

Notas finais
Bom... Simplesmente deu vontade de escrever uma história. Não precisam me matar. '
Se tiver um resultado positivo, eu pretendo continuá-la. Por isso, preciso da opinião de vocês! o/
Bom... Boa leitura, e espero agradar pelo menos a alguns. >.<'