New Vampire Diaries.
5 Noite das garotas.
P.O.V. Klaus.
Aquelas loucas foram pra rua sozinhas e agora são quatro da madrugada.
Elas estão soltas por ai.
A porta se abre e ouço risadas. Elas estavam totalmente bêbadas.
—Posso saber onde as senhoritas estavam?
Caroline respondeu:
—Não.
Daí elas riram. Os sapatos de salto estavam na mão, os cabelos todos descabelados e os vestidos estavam na altura da cintura.
—Parecem duas prostitutas!
Foi a vez da namorada do meu irmão se pronunciar.
—Eles reclama, mas eles gosta.
Ela estava tão bêbada que misturava plural com singular e pra fechar com chave de ouro de tanto que riu caiu e não levantou mais.
—Eu acho que ele morreu. Mas, não tem poblema, nós bota ela no carro e joga no mato.
E a Caroline ria que nem uma louca e a Rebekah junto.
—Olhe pra si mesma Rebekah?! Parece uma puta!
—Vai se ferrar seu híbrido miserável! Foi você que matou a mamãe que eu sei. Você me mentiu, mas eu descobri.
A anos que ela já sabia disso.
—Tudo bem Rebekah, porque não vamos lá pra cima e tomamos um banho?
—Eu não sou sua namorada. Ela é que é. Leva ela.
Puxei a Caroline e ela veio.
—Ai! Tá me machucando!
Tive que colocá-la nas minhas costas e carregá-la até o quarto, depois tive que dar banho nela.
Ela caiu na cama e dormiu. Eu a vesti e ela nem ao menos se mexeu.
—Como ela tá?
—Dormindo e a Cullen?
—Dormindo.
—Teve que dar banho nela também?
—Sim. E um dos sapatos ela perdeu.
—Eu notei.
—Essas duas vão ser o nosso fim irmão.
—Um brinde a isso.
Nós brindamos e fomos nos deitar.
Na manhã seguinte estava cheio de coisas a fazer. Afinal, ser Rei não é tarefa fácil. Á noite no entanto, depois de um dia longo eu pude desfrutar do prazer que só ela era capaz de me dar. Entretanto, fomos acordados pelos gritos de agonia do oráculo que namora o meu irmão.
—O que houve? O que ela tem?
—Eu vi uma coisa. Uma coisa terrível! A pior de todas as visões, eu previ muitas mortes, mas nenhuma se compara a essa. Mais uma vez, a morte visita sua casa.
—O que?
—É você Caroline. Você é a vítima.
—Eu sou vampira.
—Você vai poder escolher. Ou você, ou...
Ela se levantou e disse tocando o ventre de Caroline:
—Eles.
—O que como assim eles?
—Eles já estão dentro de você. Eu posso senti-los.
—Vampiras não engravidam.
—Você tem algo que as outras não tem.
—Que seria?
—A primeira família é especial, eles são diferentes de todos os outros. Nenhuma outra linhagem se compara a deles, eles tem habilidades que eles mesmos desconhecem.
—Isso é bobagem. Isso não acontece. Você só teve um pesadelo.
Caroline riu.
—Vá em frente! Ria! Veremos quem tem razão.
A duplicata vestiu seu roupão que mais parecia um tapete imenso e imaculado e desceu as escadas.
—Ela percebe a diferença Caroline. Ela não é besta, é mais poderosa do que todos nós juntos. Não é sábio ofendê-la.
—Eu sou vampira Elijah. Vampiras não ficam grávidas, acredite eu tentei. E eu perdi todos, todos eles morreram.
—Sinto muito.
As lâmpadas começam a piscar, os objetos de decoração de repente começam a flutuar, portas e janelas batem descontroladamente.
—Para. Para Renesmee. Mantenha o controle.
—Com licença.
Caroline voltou ao quarto e deitou-se na cama.
—O que foi?
—Acha que é verdade?
—Se for vamos dar um jeito.
—Impossível Klaus. Ela não erra. Ela nunca errou em nada, todas as suas previsões se tornaram realidade até eu que achava que videntes eram todos charlatões acreditei nela depois de todas as visões dela se concretizarem exatamente como ela desenhou no caderno.
—Caderno?
—A Renesmee tem um caderno das visões, lá ela desenha tudo o que ela vê.
—E onde está esse tal caderno?
—Sei lá. É dela.
Fui até o quarto que ela dividia com o meu irmão e o caderno estava encima da cama, aberto.
—Ela deve ter desenhado o que ela previu.
—Sei.

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