New Vampire Diaries.
12 Davina Claire
Notas iniciais
P.O.V. Kol.
Mesmo estando ferida ela se recusou a beber do meu sangue.
—Eu estou bem Kol, só levei alguns pontos na testa.
—Eu morreria se te acontecesse alguma coisa.
—Mesmo vindo de um imortal, isso é fofo.
—Porque não quer beber meu sangue? Você sempre bebeu.
—A situação é diferente agora.
—Porque? O que mudou?
—Eu vou ter um bebê! E eu to muito apavorada e se eu morrer, depois que o bebê nascer... ele vai precisar de você. Além do mais e se o seu sangue vir o bebê como uma coisa ruim e me fizer perder ele?
—Mas, eu sou vampiro.
—Você é, eu não. O nosso bebê vai ser igual a Renesmee. Meio bruxo, meio vampiro.
—Você pode morrer por causa dessa coisa.
—Não chame o nosso bebê de coisa! Você não está feliz? Vamos ter um bebê! Vamos ser pais de uma criança linda Kol. É claro que eu to assustada, eu tenho dezessete anos, mas Deus mandou esse bebê pra nós.
—Eu nem sei o que faria se te perdesse.
—Mesmo se eu morrer, uma parte de mim vai viver. Eu não desisti de você, mesmo depois que... do ocorrido. Não vou desistir dele também.
—Vem, deixe-me ao menos fazer um curativo.
Enquanto eu fazia o curativo ela se desculpou.
—Porque está pedindo desculpas?
—Você sabe... o sangue.
—Está pedindo desculpas por sangrar?
—É.
—Deixa ela comigo.
Renesmee usou um de seus poderes e curou completamente Davina.
—Sabe que vai precisar beber sangue humano pra viver. Não sabe?
—Não.
—Se não beber vocês dois morrem. Vai por mim.
—Você vai ficar bem.
—Claro que vai. Ela tem a mim. Toma.
Renesmee estendeu um copo para Davina.
—Eu tenho mesmo que beber isso?
—Se quiser viver e não sofrer.
Ela começou a beber.
—O gosto não é tão ruim. É bem, bom na verdade.
—Eu sei. É o paladar do seu bebê.
—To com fome. De comida.
—E o que você quer comer?
—Sei lá. Espera, to afim de atum.
—Atum?
—Eu vou no Ocean café comer atum.
—Pode comer atum aqui.
—Eu tentei. O óleo me faz vomitar.
Ela pediu sanduíche de atum e comeu como se a vida dela dependesse daquilo.
—Adorei. O atum tava crocante.
—Devia estar estragado.
—Não tava estragado! Se estivesse eu passaria mal.
Vale ressaltar que eu tive que parar de passar perfume já que o meu perfume deixava a Davina enjoada.
Os meses foram passando e ela foi ficando maior. Descobrimos que ela teria gêmeos um menino e uma menina.
—David. O menino tem que chamar David. Como você Davina.
—E a menina?
—Kara.
—Como a prima do Superman.
—Não, como o papai Kol.
—Que doce.
Disse Rebekah com seu sarcasmo.
—Você tá é com inveja maninha.
—Inveja de que?
—De mim. Eu vou ter dois bebês e tenho um homem que me ama. E você não tem nenhum dos dois.
—Eu vou te matar!
Rebekah tentou avançar sob Davina, mas eu me coloquei entre as duas.
—Chega! Você vai encontrar o amor Rebekah.
—Sim. Ela vai. Eu nunca lhe desejei mau Rebekah, então porque deseja mau a mim?
—Você quebrou a linhagem do meu irmão!
—Pra trazer Kol de volta! Ele me matou Rebekah! Kol me matou, e eu perdoei ele.
—Ele o que?
—Você nunca contou?
—Não. Eu me envergonho daquilo, me dilacera por dentro.
—Não foi culpa sua. Não estava no seu juízo perfeito, estava sendo controlado.
—Você é um anjo.
—Eu te amo.
—Eu te amo.
—Tenho que ir ao banheiro.
Ela se levantou e caminhou desajeitadamente até o banheiro.
—Isso é muito desconfortável.
Como ela estava grávida de gêmeos vão fazer cesariana para garantir que não haja nenhum risco.
A cirurgia será realizada daqui á alguns meses. E Davina está desaparecida, ela e Rebekah foram atacadas.
—Onde ela está Rebekah?
—Eu não sei. Eu tinha uma flecha no meu coração quando a levaram.
—Ouviu isso?
—Ouvi.
Nós saímos e demos de cara com uma Davina com as roupas todas rasgadas, esfarrapadas.
—Davina, o que aconteceu? Me diz o que aconteceu?
—Eu não sei, eu não consigo lembrar.
—Está completamente curada. Sem nenhum arranhão.
—Meu corpo todo dói mas, estou viva. Eu nem sei como estou viva.
E a resposta veio de Rebekah:
—O seu próprio filho curou você. Você tem o sangue do seu bebê dentro de você, o sangue do Kol.
—Inacreditável. Ei, então será que podemos ir pra casa agora. Eu realmente gostaria de dormir por algumas semanas.
Ela estava sentada e quando se levantou cambaleou.
—Uou!
—Eu peguei você meu amor. Eu peguei você.
Eu levei uma Davina inconsciente pra casa.
—Como ela está?
—Inconsciente.
—Pelo que pude notar não há nada fisicamente errado com ela, mas teremos que observar.
—Ela vai ficar bem não vai?
—Vai.
Felizmente Davina ficou bem e deu á luz aos gêmeos algumas semanas após o ataque.
E o sangue dos gêmeos a fez uma híbrida. Meio bruxa meio vampira.
Kara e David nasceram saudáveis e a parada cardíaca que Davina sofreu após o nascimento foi decisiva para sua transformação.
—Eu amo os meus bebês. Amo você também Kol.

Fale com o autor