New Life, New Story
5 Capitulo 5-Chegada a Cold Chain & Aniversário!
Notas iniciais
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Capitulo 5-Chegada a Cold Chain & Aniversário!
Sabem quando as vossas mães dizem que se nos divertirmo-nos o tempo passa a correr se não o tempo passa a estado de caracol molenga. Pois nessa altura o tempo estava a passo de caracol molenga. Lá estava eu no carro dos meus pais eles falavam algo sobre a minha irmãzinha e eu olhava pela janela.
Começou a chover assim que chegamos a uma grande placa que dizia “Bem-Vindo a Cold Chain”, as pequenas gotas salpicavam as janelas como lagrimas, era oque me apetecia deixar sair agora, lagrimas só lagrimas.
Paramos em frente de uma casa de madeira amarela, com uma grande macieira no jardim de trás, uma garagem e uma cerca de estacas de madeira altas da mesma cor da casa, era bonita mas não tanto quanto a antiga.
–Vamos malta! Casa nova, vida nova! –Disse o meu pai se esticando depois de 3 horas de viagem.
–Ai… -Suspirou a minha mãe.
O meu se dirigiu até a porta rodou a chave e entrou.
A casa era grande com paredes brancas e chão de madeira escura. A sala era grande com uma lareira e dois sofás com padrão de leopardo, 3 poltronas do mesmo padrão, uma mesinha baixa de madeira e interior de vidro. A cozinha tinha balcões cinzentos e brancos, um frigorifico cinzento e um fogão branco, uma mesa de madeira clara e cadeiras da mesma madeira e com uma almofada branca, também tinha uma porta que dava diretamente a sala de jantar que era dos mesmo tons que a cozinha e só tinha uma jarra com orquídeas em cima de uma mesa com cadeiras e uma TV pequena. Um escritório só com uma mesa escura, uma cadeira preta com um PC. No segundo andar tinha os quartos, os dos meus pais não me atrevo a dizer não vou entrar lá mas parece ser grande, o meu tem paredes azuis claras e chão de carpete branca, uma cama de casal azul escura, uma TV grande, umas quantas estantes de livros e uma secretaria de madeira clara com um PC em cima e uma cadeira preta, um roupeiro com portas rolantes e espelhos, tinha uma porta que dava a uma pequena varanda as portas eram de vidro.
(…NO DIA SEGUINTE…)
Acordei com os raios de sol passando pela porta de vidro fazendo o quarto ficar de mil e uma cores bonitas.
Ainda meio sonolenta, despertei logo.
–Jack! –Gritei eu. Corri até ao andar de baixo e abri a porta cheia de alegria.
Mas quando não vi ninguém reparei que a casa era nova, já não estava em Storm Lake e já não havia amigo… Corri tristemente de volta para o quarto quando a minha mãe passa.
–Elsa! Oque se passa amor? Não gostas da casa nova? –Perguntou a minha mãe se abaixando ficando na minha altura.
–Não é nada disso mãe, é claro que gosto da casa nova mas preferia a casa de Storm Lake, onde tinha amigos…podia ser só um mas era um amigo.
–Querida não faz mal! A vida está cheia de altos e baixo, e quando um obstáculo se mete a nossa frente só temos que passar por cima dele e, seguir em frente! O passado fica no passado e não vai voltar! –Nossa a minha mãe virou filosofa, não é todos os dias que isto acontece, ela levantou-se e foi até a cozinha.
(…Passado 4 anos…)
–Elsa, Elsa, Elsa! Acorda, acorda, acorda! –Sussurrava Anna saltando em cima de mim.
–Vai dormir… -Disse eu sonolenta ainda com os olhos fechados.
–Simplesmente não posso! O seu acordou, e, eu também! Nós temos de brincar! –Disse Anna se estendendo em cima de mim dramatizando tipo artista de cinema.
–Então vai brincar sozinha. –Disse eu a empurrando para fora da cama.
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Quem é a Anna? Perguntam vocês, a Anna é a minha irmã mais nova, ela nasceu 4 dias depois de nos mudarmos para Cold Chain. Ela tem cabelos castanhos arruivados, olhos azuis céu, umas quantas sardas nas bochechas uma carinha de boneca de porcelana. Ela é amigável, elétrica e nunca se deixa abater, o engraçado que ela é bastante fofinha e todos a adoram.
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–Mas eu não quero brincar sozinha! Vamos brincar! –Disse Anna saltanto na minha cama.
Levantei-me rapidamente peguei a Anna ao colo e coloquei-a na sua cama, li uma história para ela e fui dormir.
(…)
Tic…Tic…Tic…
Acordei com o raio estaparta do despertador.
–Pu… -Procurei o maldito do despertador e desliguei-o, levantei-me fiz as higienes matinais e vesti uma roupa que separei na noite anterior. Um vestido branco até o joelho com uma fita azul as bolinhas brancas atada em laço a frente, umas sapatilhas azuis, penteai o cabelo e fiz um coque. Desci e apareceu a minha mãe com um prato de panquecas com chantili e uma vela rosa acesa em cima dizia “13”.
–Parabéns fofuxa da mamã! –Disse a minha mãe me dando um abraço de urso.
–Obrigada mãe, mas…estás…a sufo…car-me… -Disse eu já vendo tudo quase preto.
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