New Fairy Tail

3 Equipe Desastre, atacar!


Notas iniciais
Oeee coisinhos ^o^)/ Minha intenção era terminar e postar o capítulo o quanto antes, mas minha saúde mental não anda lá essas coisas (vou virar uma velhinha gagá aos 16 anos '-'). Enfim, eu reescrevi esse troçinho umas três vezes então espero que gostem ;b Boa leitura!

Com certeza não era um dia normal. Onde estavam as brigas, a gritaria, as explosões, as risadas? Oque aconteceu com aquela aura festiva e alegre que só a Fairy Tail tem?

Resumindo: trabalho, muito, muito trabalho a ser feito.

Chegou aquela época do ano em que missões requisitadas – que especificam quem deve fazê-las – chegam a todo momento pelo correio mágico. Praticamente todos os magos da guilda estão com a agenda cheia, principalmente os mais famosos. Para os novatos, porém, é apenas descanso. Entretanto, isso está prestes a mudar.

— Ei, ei, Azumi-chan – chama Aoi, se aproximando da azulada.

Esta, em puro descaso, levanta-se e vai sentar do outro lado da mesa sem nem dirigir o olhar ao moreno.

— Hum, talvez não tenha escutado – concluiu, com a mão no queixo.

— Você é muito ingênuo Fullbuster.

— Quieto Aki! Não estrague minha diversão – a rosada finalmente se pronuncia, curtindo toda a cena.

— Não me diga o que... Ah! – Ele para de súbito dando um gritinho fino ao notar algo acima de si, quase cai da cadeira com o susto.

Elizabeth chega a lacrimejar de tanto rir ao ver do que o amigo sentiu tanto medo: um papel com asas feitas de luz(?) fazia círculos e mais círculos ao redor da mesa em que se encontravam. O Redfox presente pegou-o irritado, fazendo as asas do mesmo se desfazerem em um piscar de olhos.

— E aí, oque é? – O mago da água debruçou-se sobre o outro, curioso.

— Parece uma missão – disse atraindo também a sadista de olhos castanhos para perto. – E é para nós quatro!

Com isso Azumi dispara um olhar de “isso não pode estar certo” a eles e estende a mão, fazendo a folha ser teletransportada para si. Franze o cenho ao constatar que ele não estava errado.

— Nossa primeira missão em equipe! Isso vai ser tão divertido! – Aki sai saltitando pelo salão, eufórico.

— Não...

— Ah! Já estava ficando sem dinheiro mesmo. Vamos nessa, baixinho!

— Eu não...

— Pare de me chamar assim sua maldita sadista!

— Eu não vou! – A azulada perde a paciência e grita mais alto que todos. – Eu seria mais do que suficiente sozinha para essa missão! Uma equipe só vai atrapalhar as coisas! E vocês...

— Oque está fazendo? – Uma voz severa vinda da porta de entrada a silencia. – Não se pode recusar uma missão designada. E qualquer besta saberia o quanto trabalhar em conjunto é eficaz. Então por que está dizendo isso? – A Scarlet mais velha atira essas palavras como se fossem facas em direção à filha. – Ela irá. Falem com a Lissana e saiam o quanto antes.

Após Erza passar para o andar de cima, todos direcionaram o olhar para a jovem de olhos dourados que trincava os dentes com o punho cerrado, quase pulverizando aquilo que tinha em mãos. Após alguns segundos ela recupera a expressão indecifravelmente séria de sempre e lhes devolve a folha.

— Cuidem disso, vou pegar o necessário. – E também se retirou do recinto, na direção oposta à mãe.

***

O quarteto fantástico se dirigia a casa do cliente – que Lissana informou depois de uma rápida lida ser não muito longe de Fujima, onde se localizava a cede da Sabertooth – de trem. Todos permaneceram quietos durante toda a viajem, a tensão os consumindo por conta da cena que viram anteriormente.

O que foi aquilo? Não parecia uma mãe falando com a filha, seria facilmente confundido com um general punindo um mero soldado. Erza aparentava não ter nenhum sentimento pela garota. Ela era mesmo sua mãe?

— Se continuarem assim vou jogá-los pela janela – pronunciou-se a maga da “invocação” ao pisar fora da locomotiva.

— Mas Azumi-chan... – Começou Aoi, com todo o cuidado que conseguiu.

— Vamos deixar claro: — começou, ríspida, encarando-os – eu não tenho nenhum trauma de infância, minha mãe é assim desde que me lembro – Em seus olhos um lampejo de angustia quase imperceptível clamava por atenção. – E eu não dou a mínima para isso— concluiu pausadamente para em seguida sair andando, declarando o fim daquela conversa, mostrando o tamanho de sua indiferença que aparentava ter para com o carinho que deveria receber da figura materna.

***

Proteger e transportar um carregamento de lacrimas era sua missão. Pelo visto eram muito frágeis até mesmo para aguentar os solavancos de algum transporte – e muito caros para que uma equipe de entregas comum os levasse.

Com mochilas especiais para o ato, puseram-se a dividir as cento e doze “bolas de cristal”. A proposta é que fosse justo para cada, mas Elizabeth contrapôs não poder fazer muito esforço e pegou somente dezesseis. Foi até aceitável, já que a maga das chamas era totalmente instável e, em certos estágios da raiva, insana.

— Hey Akki-chan! Você escutou aquelas tiazinhas fofocando no trem?

— Não me interessa – cortou o moreno mais baixo. – E não me chame assim idiota!

— Eh? Por que Akki-chan­?– Prolongou o apelido feminino até ficar sem ar nos pulmões, agarrando-se ao braço do outro, que o distanciou com um chute. – Não está com medo dos sequestradores de magos?

Ao ver uma a expressão assustada do outro, Aoi acha um entretenimento em seu trabalho chato.

— Eu escutei que eles atacam jovens magos que ainda não tem experiência e sugam cada gota de sua magia, levando só os que ainda permanecem acordados, deixando os outros para morrer – completou com sua melhor expressão séria.

— Oi, duas mariquinhas. Parem de fazer tanto barulho, estou me esforçando de mais com essa abominação! – Eliza se recusa a colocar a mochila nas costas, preferindo levada em uma das mãos bem longe do corpo.

— Você deixou o maior peso para nós sua sádica! – Aki aponta para ela acusadoramente.

— A culpa não é... – De repente uma cortina de areia é erguida no caminho, como se alguém tivesse passado correndo por ali.

A mochila de Eliza some quase no mesmo instante em que o Redfox é atirado vários metros à frente, quase colidindo com Azumi.

— Mas que merda é essa?! – Senta-se embasbacado a tempo de notar a criança de longos cabelos castanhos e olhos de um tom rosa esbranquiçado trajando um quimono vermelho sangue.

Seria adorável se não tivesse uma expressão assassina e não viesse em sua direção, rápida como um raio.

Antes que pudesse pensar qualquer outra coisa, a pequena se aproxima e põe um dedo em sua testa, fazendo-o gritar de dor antes de adormecer. A azulada ao lado faz aparecer uma parede de pedras entre ambos e a garota a olha como um leão prestes a destroçar um rato.

— Como se atreve sua fedelha?! – Com os punhos em chamas, a Heartphilia vai em direção à morena. Porém a outra rapidamente desaparece, com outra cortina de poeira deixada para cega-los.

— Elizabeth! – Azumi grita. – Quero que cubra seu corpo com chamas! Deixe o mais quente possível, ela não vai conseguir te pegar!

Mesmo relutante, obedeceu a ordem com tamanha eficácia que o ar ficou mais quente.

A maga da “invocação” logo se põe a ditar ordens também para Aoi, contudo, sua resposta é algo jogado contra si – o corpo inerte de Aoi. Pôs seu companheiro de lado e tentou ir para perto da zona segura que Eliza criara, sendo impedida por um forte chute no estômago. Como por um reflexo, segura a perna da agressora.

— Ordeno que venha a mim... – começou a recitar sua magia. – Bomba!

Ambas são pegas na explosão repentina e jogadas há vários metros de distância.

— Acha mesmo que isso vai funcionar contra mim? – oculta nas diversas massas de poeira criadas pela própria, a olhos rosados ri divertida.

— Elizabeth, jogue o máximo de chamas para frente, agora!

Por impulso, fez exatamente o que lhe foi mandado, contudo, seu poder arremessado some. A mesma vira a tempo de ver Azumi segurando a pequena morena pelos cabelos enquanto a maciça rajada de fogo vai ao seu encontro

***

—... E isso além de perderem todo o carregamento de lacrimas e darem um prejuízo de 1.300.000 Jowels para a guilda! – Gray, que ficou no comando temporário por o mestre ter assuntos para resolver agora, quebrava o recorde do maior sermão da história da Fairy Tail. – Inaceitável, totalmente inaceitável!

Massageava as têmporas em busca de uma solução para aqueles quatro sem ligar para o momento em que atirou as roupas para trás, ficando apenas de cueca a encara-los. Uma visão cômica, de fato.

— Como punição por seus atos... – Ponderou um pouco, avaliando sua sentença mentalmente. – Vocês formarão uma equipe e treinarão com o Laxus todas as sextas!

— Oque?! – disseram em uníssimo.

— Isso é suicídio! Vai estragar todos os meus sapatos! – Contestou a mais alta, indignada.

— Não me interessa, é o castigo de vocês! Agora deem o fora daqui que tenho muito trabalho a fazer – praticamente os enxotou da sala.

Quase do outro lado da porta, Aoi para de súbito, lembrando-se de algo muito importante para dizer ao pai.

— Ah! Passamos na cede dos tigres para enfaixar os ferimentos do Akki-chan e da Azuu-chan! – O Fullbuster mais velho o encara como quem diz “pirralho, oque isso tem haver?”. – Eles mandaram uma mensagem, olha! – Virou de costas mostrando o papel preso a sua camisa.

Em letras garrafais e esganiçadas estava escrito:

“SE PREPAREM CUZÕES!
BY: CAMPEÕES DA SABERTOOTH”.

— Oque eles querem dessa vez?!

Continua...

Notas finais
E aí? Muito ruim? >n<) Minha cabeçinha de pudim não conseguiu escrever nada melhor, gomen nasai! Não se esqueçam de comentar! E talvez dar sugestões do que você quer que aconteça na fic, sua escritora linda e maravilhosa anda meio acabada ;b É só isso, bye bye o/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.