Notas iniciais
Desculpem a demora.

Dean

— Descobriu alguma coisa sobre os ataques no diario do papai?- pergunto a Sam que se encontra lendo.

— Nada ainda.-ele responde.

— Como isso é possivel? Será que não é nenhum metamorfo engraçadinho zoando com a nossa cara como da ultima vez? Lembra daquele pirado que se achava o Drácula da vida ?-falo e caio na gargalhada ao lembrar.

— Aquele sim era um louco de pedra.Porem eu não acho que seja um metamorfo. — Sammy fala.

— Cara, esse caso ta me deixando louco! Tudo o que conseguimos agora foram um monte de perguntas não respondidas. — digo irritado.

— Parece que pela primeira vez na vida Dean Winchester está impotente. Me diga Dean . Qual a sensação?- fala Sam em tom de deboche.

—Hahahaha. Desde que chegou em Mystic Falls você anda muito engraçadinho pro meu gosto.

— Não posso evitar -fala Sam. — Esse lugar me inspira.

— Idiota.

— Vou sair , não me espere.- falo pegando a jaqueta e saindo do motel.

— Traz uma torta de morango!- Sam grita.

— Vai me plagiar agora ?

— Anda logo.- fala Sam sem tirar os olhos do diário.

Entro dentro do meu impala 1967 e dirijo pela cidade sem rumo até que que começa a chover. A gasolina ja estava no no final e a chuva pra melhorar começou a aumentar.

— Droga. Não podia estar melhor.

O carro para e não anda.

—Ah não ! Baby! fala comigo. Não me abandona não.- falei e nada do carro voltar andar.

— Quem ta ai?- uma voz feminina pergunta e eu paro no luagar.

— Apareça! Eu sei que tem alguem aqui.- a voz fala novamente.

Eu sigo a voz até que dou de cara com..

— Caroline? O que você está fazendo aqui no meio do nada?

Ela toma um susto quando apareço do nada.

— Dean? O que eu to fazendo aqui? — fala Caroline ainda em choque.

— Sim. Como você veio parar no meio do nada?

— No meio do nada ? Não sei se você percebeu , mais estamos num cemitério e não no meio do nada.- ela fala .

— Eu sei. Mais é que é meio bizarro uma garota vir num cemitério sozinha e ainda mais com uma chuva dessas caindo.- falo desconfiado.

— Eu só vim ver uma pessoa . Agora eu tenho que ir.- ela fala ja correndo .

— Espera aí! — corro atrás dela.

Puxo o braço de Caroline e acabo usando muita força fazendo com que ela se desequilibre e caia em cima de mim nos derrubando. Abro os olhos e a vejo me encarando com seus olhos azuis cinzentos.

—Caroline...

Ficamos nos encarando por um tempo até estamos os dois enxarcados. Meus olhos se autodirecionaram para os lábios dela.

— Seu idiota! — ela grita.

— Por sua causa agora eu estou toda suja de lama .- Caroline diz brava.

— Calma Loira. Vem . Vamos sair dessa chuva primeiro, depois você reclama até do mundo se quiser.

Levanto do chão e a ajudei a levantar. Corremos dali e depois de 20 minutos encontramos uma casa a um quilometro dali. Entramos no lugar e o encontramos cheio de teias de aranha e poeira.

— E você? — ela pergunta.

— Eu o que?

—O que você veio fazer aqui.- ela completa.

— Eu tava andando pela cidade e acabei me perdendo, e pra ajudar a gasolina acabou.

Ela ri. Eu a encaro incrédulo e ela ri mais.

— O que foi? É engraçado. -ela fala.

— Você é meio bipolar né?- pergunto .

— Um pouquinho.- Caroline diz.

Não aguento e dou uma meia risada.

— Pelo visto vamos ter que passar a noite aqui.- falo olhando a tempestade la fora.

— Eu não vou passar a noite com um idiota como você.

— Está com medo de se entregar a tentação?- falo sacana.

— Idiota.

Começo a tirar a camisa toda molhada.

— O que você ta fazendo? — ela pergunta alarmada.

— Não ta meio óbvio? Eu to tirando essa roupa molhada. Eu não to pronto pra pegar nenhum resfriado.

Ela fica muda por um momento e mexe num baú.

— Se vira.- ela fala.

— Porque?- pergunto sem entender

— Porque eu vou me trocar.

Me viro de costas e espero ela se trocar e acabo espiando " sem querer".

— To ferrado. -falo sussurro.