Never let me go
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Desculpem a demora.
Dean
— Descobriu alguma coisa sobre os ataques no diario do papai?- pergunto a Sam que se encontra lendo.— Nada ainda.-ele responde.— Como isso é possivel? Será que não é nenhum metamorfo engraçadinho zoando com a nossa cara como da ultima vez? Lembra daquele pirado que se achava o Drácula da vida ?-falo e caio na gargalhada ao lembrar.— Aquele sim era um louco de pedra.Porem eu não acho que seja um metamorfo. — Sammy fala.— Cara, esse caso ta me deixando louco! Tudo o que conseguimos agora foram um monte de perguntas não respondidas. — digo irritado.— Parece que pela primeira vez na vida Dean Winchester está impotente. Me diga Dean . Qual a sensação?- fala Sam em tom de deboche.—Hahahaha. Desde que chegou em Mystic Falls você anda muito engraçadinho pro meu gosto. — Não posso evitar -fala Sam. — Esse lugar me inspira.— Idiota.— Vou sair , não me espere.- falo pegando a jaqueta e saindo do motel.— Traz uma torta de morango!- Sam grita.— Vai me plagiar agora ?— Anda logo.- fala Sam sem tirar os olhos do diário.Entro dentro do meu impala 1967 e dirijo pela cidade sem rumo até que que começa a chover. A gasolina ja estava no no final e a chuva pra melhorar começou a aumentar.— Droga. Não podia estar melhor.O carro para e não anda. —Ah não ! Baby! fala comigo. Não me abandona não.- falei e nada do carro voltar andar.— Quem ta ai?- uma voz feminina pergunta e eu paro no luagar. — Apareça! Eu sei que tem alguem aqui.- a voz fala novamente. Eu sigo a voz até que dou de cara com.. — Caroline? O que você está fazendo aqui no meio do nada?Ela toma um susto quando apareço do nada.— Dean? O que eu to fazendo aqui? — fala Caroline ainda em choque.— Sim. Como você veio parar no meio do nada?— No meio do nada ? Não sei se você percebeu , mais estamos num cemitério e não no meio do nada.- ela fala .— Eu sei. Mais é que é meio bizarro uma garota vir num cemitério sozinha e ainda mais com uma chuva dessas caindo.- falo desconfiado.— Eu só vim ver uma pessoa . Agora eu tenho que ir.- ela fala ja correndo .— Espera aí! — corro atrás dela.Puxo o braço de Caroline e acabo usando muita força fazendo com que ela se desequilibre e caia em cima de mim nos derrubando. Abro os olhos e a vejo me encarando com seus olhos azuis cinzentos.—Caroline...Ficamos nos encarando por um tempo até estamos os dois enxarcados. Meus olhos se autodirecionaram para os lábios dela.— Seu idiota! — ela grita.— Por sua causa agora eu estou toda suja de lama .- Caroline diz brava.— Calma Loira. Vem . Vamos sair dessa chuva primeiro, depois você reclama até do mundo se quiser.Levanto do chão e a ajudei a levantar. Corremos dali e depois de 20 minutos encontramos uma casa a um quilometro dali. Entramos no lugar e o encontramos cheio de teias de aranha e poeira.— E você? — ela pergunta.— Eu o que?—O que você veio fazer aqui.- ela completa.— Eu tava andando pela cidade e acabei me perdendo, e pra ajudar a gasolina acabou.Ela ri. Eu a encaro incrédulo e ela ri mais. — O que foi? É engraçado. -ela fala.— Você é meio bipolar né?- pergunto .— Um pouquinho.- Caroline diz.Não aguento e dou uma meia risada. — Pelo visto vamos ter que passar a noite aqui.- falo olhando a tempestade la fora.— Eu não vou passar a noite com um idiota como você.— Está com medo de se entregar a tentação?- falo sacana.— Idiota. Começo a tirar a camisa toda molhada.— O que você ta fazendo? — ela pergunta alarmada.— Não ta meio óbvio? Eu to tirando essa roupa molhada. Eu não to pronto pra pegar nenhum resfriado. Ela fica muda por um momento e mexe num baú.— Se vira.- ela fala.— Porque?- pergunto sem entender— Porque eu vou me trocar. Me viro de costas e espero ela se trocar e acabo espiando " sem querer".— To ferrado. -falo sussurro.
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