Notas iniciais
Está aqui mais um capítulo prontinho pra vocês.

Pov Caroline

Estava arrumando a casa quando escuto um barulho no quarto, corro para la e encontro um buque de flores e um bilhete, olhei em volta e não encontrei ninguem , peguei o cartão e comecei a ler.

Caroline, esse tempo em que estive fora refleti sobre tudo o que acontecdeu entre nos , e percebi uma coisa, que eu a quero como minha, minha para zelar, minha para mimar , minha apresentar ao mundo e minha para amar. Sei que não será fácil convence-la de que fomos feitos para ficar juntos , mais prometo te conquistar pouco a pouco.

Me espere no antigo cemitério da cidade.

Seu admirador.

Estaco no lugar ao ler aquilo. Quem será esse admirador secreto? E como ele me conhece ? Mil perguntas passam na minha mente. Dou de ombros. Que mal pode acontecer se eu so for da uma espiadinha pra mim ver quem é? Não faz mal tentar. Tomo um banho, me arrumo e saio de casa.Quando cheguei no local marcado não encontrei ninguem, fiquei esperando ate que começou a chover. Comecei a correr dali pra me proteger da chuva até que ouço um barulho de carro e logo em seguida uma voz de homem.

— Quem ta ai?- pergunto.

— Apareça eu sei que tem alguém aqui.- falo um pouco assustada.

Passos se aproximam de onde estou até que uma pessoa aparece.

— Caroline ? O que você esta fazendo aqui no meio do nada?-fala .

— Dean? O que eu eu to fazendo aqui?- falo ainda atordoada por encontrar ele.

— Sim. Como você veio parar no meio do nada?

— No meio do nada? Não sei se você percebeu, mais estamos num cemitério e não no meio do nada. – falo tentando voltar ao normal .

— Eu sei. Mais é que é meio bizarro uma garota vir num cemitério sozinha e ainda mais com uma chuva dessas caindo. – fala ele desconfiado.

— Eu só vim ver uma pessoa. Agora eu tenho que ir. – digo e saio correndo.

— Espera aí! – ele grita.

Dean segura meu braço e me puxa pra ele, acabo perdendo o equilibrio e caindo em cima dele e nos derrubando no chão.

—Caroline...- ele ssurra
Ficamos nos encarando por um tempo até estamos os dois enxarcados. Minha resoiração para no peito e seus olhos se direcionaram para os meus lábios.
— Seu idiota! — grito.

— Por sua causa agora eu estou toda suja de lama .- digo brava.
— Calma Loira. Vem . Vamos sair dessa chuva primeiro, depois você reclama até do mundo se quiser.- diz Dean
Ele levanta do chão e me ajuda a levantar. Corremos dali e depois de 20 minutos encontramos uma casa a um quilometro dali. Entramos no lugar e o encontramos cheio de teias de aranha e poeira.
— E você? — pergunto.
— Eu o que?
—O que você veio fazer aqui.- completo.
— Eu tava andando pela cidade e acabei me perdendo, e pra ajudar a gasolina acabou.
Rio. Ele me encaro incrédulo e rio mais.
— O que foi? É engraçado. -digo.
— Você é meio bipolar né?- .
— Um pouquinho.-respondo.
Ele da uma meia risada.
— Pelo visto vamos ter que passar a noite aqui.- Dean olhando a tempestade la fora.
— Eu não vou passar a noite com um idiota como você.
— Está com medo de se entregar a tentação?- fala sacana.
— Idiota. — falo
Dean tira a camisa toda molhada.

— O que você ta fazendo? — pergunto alarmada.

— Não ta meio óbvio? Eu to tirando essa roupa molhada. Eu não to pronto pra pegar nenhum resfriado.
Fico muda por um momento e mexe num baú.
— Se vira.- digo.
— Porque?-
— Porque eu vou me trocar.

Tiro minhas roupas molhadas e coloco uma camisola velha que estava no báu.

— Pronto, pode virar de volta.

— Eu vou procurar um interruptor aqui, não quero estar no escuro numa casa abandonada perto do cemitério .

—Porque Dean? Está mcom medo?-pergunto

— Eu não tenho medo de nada gata.

Reviro os olhos.

—Homens... Sempre dizem isso, mais na hora H fogem na primeira oportunidade.

— Então você não conheceu muitos homens .- ele pisca.

— Conheci o suficiente.

Ele sai tateando pelas paredes até que encontra o interruptor e liga as luzes.

— Fique aqui , eu vou ver se tem algum sinal de celular aqui.

Dou de ombros e procuro um lugar e durmo cansada.

Pov Dean

Vou andando pela casa a procura de algum sinal até que do nada ouço um barulho alto. Ando lentamente sem fazer nenhum ruido ate a origem do som. Saco minha arma e viro a esquerda ate que encontro alguna coisa agachada no chão.

—Mãos para o alto agora!- grito apontando a arma para a coisa.

— Dean?- fala.

— Bob.- falo confuso.

—Sim Dean, sou eu, o que está fazendo aqui?

— Eu vim tirar umas férias com o Sam aqui em Mystic Falls .

— Férias? Que ótimo Dean, ja estava na hora de você...- ele é interrompido e sua cabeça rola pelo chão.

— Resposta errada Ghoul, o Bob sabe que eu nunca tiro férias realmente. – falo limpando o facão enferrujado que estava no chão.

Olho toda a casa a procura de outro Ghoul e encontro tudo vazio.Pego meu celular e verifico novamente o sinal. Por um momento consigo encontrar sinal mais o celular descarrega.

— Droga de de celular! Descarrega na pior hora.

Volto para onde estava Caroline e vejo a loira dormindo.

— Até que para uma patricinha, ela enfrentou bem a situação, não deu chiquilique nem nada.- falo.

Sento no chão e espero as horas passarem enquanto vejo a chuva caindo lá fora .

—Não! Mãe! Volta , por favor. Não me deixa! – Caroline fala em meio a um pesadelo.

Ela começa a gritar. A pego em meus braços e meio sem jeito acaricio o cabelo dela.

—Ei. Acorda Loira . é so um pesadelo ruim, mais nada, não precisa ficar com medo.

Caroline acorda de subito e me abraça. De primeira, acabo ficando paralisado com a reação da dela,mais depois retribuo. Fico consolando-a até que a mesma para de chorar. A tiro dos meus braços.

— Está tudo bem?- pergunto.

Ela acena.

— Ja que você está melhor eu vou me deitar na minha”cama”.

— Não! Por favor, fica aqui, eu não quero acordar sozinha depois de um pesadelo desses.

—Tem certeza.- pergunto.

— Sim, mais saiba que nada vai mudar entre nós. Eu não ou cair de amores por você só porque tive um pequeno vislumbre de minha fraqueza.- fala ela.

— Tudo bem Loira, não se preocupe, eu não me aproveito de pobres virgens indefesas.-falo e dou sorriso sacana.

Caroline me fuzila com os olhos.

— E quem disse que eu sou uma pobre virgem indefesa?

Engasgo com minha propria saliva.

—Acho melhor irmos dormir , digo vendo o quão perto chegamos de um território perigoso.

— Boa noite.-ela diz e deita.

— Boa.

Deito ao lado dela e aos poucos sou capturado pelo sono.