Never let me go.

5 Capítulo 5 – Gajeel, não sô tuas nega./ Pouncer ladrão de sutiã/ Concurso parte 1.


Notas iniciais
E-A-E pessoal! Todos bem? Espero que sim porque, trago-lhes aqui o CAPÍTULO V! (hiuhuihuuihi) Finalmente, estou tomando coragem na cara para postar mais rápido. Espero que curtam esse capítulo! Nota: Terá diálogos em alemão heuehuehueh, muitas surpresas nessa capítulo gemt! Ah e se não estiver boa a forma de como eu deixei o diálogo em alemão, deixem duas opiniões certo? Capítulo quentinho pra vocês! E cadê os comentários do capítulo 4?? Fiquei na maió tristeza, esperando comentários e só duas pessoas comentaram, que é claro eu não podia de deixar de agradecê-las! Park Bom e Natasya Terava Tahti, muito obrigada por comentarem lindas!

Capítulo 5 – Gajeel, não sô tuas nega./ Pouncer ladrão de sutiã/ Concurso parte 1.

~LevyPovON.

Imagino como estaria a Universidade hoje, mais turbulenta do que quatro de julho. Eu sou a única que já sabia de tudo, a diretora Edwiges me avisou muito tempo antes. Tanto tempo que até gostou da minha ida de “intercâmbio” até a Alemanha, porque meu único motivo lá era terminar o curso de letras. E buscar meu primo que ainda não teve a mínina vontade de procurar um curso de inglês pra fazer! E como vocês devem estar imaginando... Sim, prazer, tradutora de alemão para o português, ou somente tradutora desse encosto chamado Laxus.

–Noch spielt Schlagzeug, Zwerg? “Ainda toca bateria, nanica?” – Esse entojo ficou me irritando desde que cheguei a Luxemburgo. Laxus terminou com uma ex muito chata, ainda bem. Estou até pensando a quem poderei apresentá-lo quando chegar em L.A... A albina deve gostar de gringos...

–Ja, immer. “Sim, sempre.” – Ele sorri. Laxus é um tipo perfeito de primo irritante, que quando pequeno puxava os cabelos e roubava seus lápis de cor. É um loiro alto e forte, que fica sério maior parte do tempo e só quer saber de dormir e tocar bateria. Ele ainda estuda assim como eu, eu sei que não têm a mínima cara de ele ter a minha idade, mas a criatura tem.

–Ernsthaft? Ich muss sein übersetzen die ganze Zeit? Kein Wort in Englisch kommt aus diesem Mund? “Sério? Eu vou ter que ficar traduzindo o tempo todo? Nenhuma palavra em inglês sai dessa boca?”– Ele nega. Eu mereço.

–Ich habe keine Schuld! “Eu não tenho culpa!” – Ah tem sim, e muita.

–“Como não? Quem vem morar em um país cuja língua materna é inglês, já devia sair falando por aí. Mas eu não intendo você! Você escuta o escambau de músicas em inglês e não sabe nem UMA palavra?” – O papo ta bom, mas já chegamos ao aeroporto Central. São 13 : 30, QUASE que fiquei fora de existência pela demora de 15 horas de viajem com aquela pessoa que “dá ânimo só de falar”...

–Warum glauben Sie, bin ich hierher gekommen? Die Fahrt? “Porque acha que eu vim pra cá? Pra passear?” — Ele debocha, mas olha Laxus... Acho que você veio mesmo.

–Zu helfen ...“Socorro...”– A aero moça começa a falar pelo microfone aos da classe econômica do avião, disse pra todos retirarem as suas bagagens e pertences da parte interna do avião. Não resisti e coloquei o strudel de maçã na bolsa, eu paguei por isso, e eu to morrendo de fome também... (Levy, eu não te ensinei isso...) Laxus colocou seus fones novamente, dificultando o nosso “super” diálogo traduzido por mim.

–Todos os passageiros a bordo do avião vindo de Luxemburgo, descer até a plataforma 43. Obrigada por voar na AirLine! – Que voz terrível aeromoça, voltou cedo da ressaca. Descemos até a plataforma pedida pela tia ressaca e esperamos a nossa carona. Ah, eu ainda não expliquei por que esse mala voltou comigo? Pois bem, ele veio porque meus tios iriam ficar um longo tempo na China fazendo compras pra casa nova. E como Laxus não queria de jeito nenhum ficar no mesmo território que sua ex, veja isso, essa coisa não têm nem um pouco de senso! E também porque ele tomou a iniciativa de sair um pouco nas férias, já que nunca se quer visitou à América antes.

–Até que enfim! – Gajeel estaciona o velho cadilac e abre o porta-malas, por incrível que pareça ela ainda nem olhou pra minha cara. Deve ser porque fora obrigado a vir me buscar pela Erza... Eu ainda pego essa ruiva.

–Oi pra você também Gajeel! – Reviro meus olhos.

–Olá nanica, quem é esse loro aí? – Ele fica sério de repente.

–“Esse loro” é meu primo, Laxus. – Laxus não entendia muito bem, apesar de que estava na cara que ele nem ao menos prestava a atenção na conversa.

–Seu primo? Nunca me disse que tinha um primo alemão.

–E quem disse que eu preciso? – Ai... Gajeel ri falsamente e finalmente vamos em direção a Universidade. No carro, Laxus toma a iniciativa e cumprimenta Gajeel, acho que ele não sabe que eu já o apresentei.

–Laxus Dreyar, freut mich, dich kennenzulernen! “Laxus Dreyar, prazer em conhecê-lo!” – Laxus simpatizando Gajeel, que olha com uma cara de “o que diabos ele disse?”

–Traduza. – Gajeel pede.

–Ele disse que foi um bom te conhecer.

–Que foda! – Ele exclama.

–Você é bilíngüe nanica?– Ele me encara pelo retrovisor.

–N-Não, ainda não. – Porque eu gaguejo tanto santo Voldemort?

–Você ta diferente... – C-Como?

–Oi? – Indago com o comentário.

–Tá menor, sei lá. – Ele cai na gargalhada.

–Ah, era pra rir?

–Não sei, era? – Idiota. Ele para de rir.

–Levy, er ist dein Freund? “Levy ele é o seu namorado?” – M-Mas o quê?! Laxus seu idiota, vai rindo loro, vai rindo...

–Natürlich nicht, du Idiot! “Claro que não seu idiota!”

–Also, was sowohl zu sprechen? “Então, o que tanto falam?” – Loro metido.

–Das geht Sie nichts an! “Não é da sua conta!” – Laxus ta passado, preciso arranjar uma namorada pra ele...

–Heiraten bald einmal! “Se casem logo!” – Agora foi a gota do toddynho, Gajeel abre a porta que eu vou jogar meu primo no asfalto.

–Halt den Mund! Blonde Torte! “Cale a boca! Loiro azedo!” – Graças a deus que Gajeel está concentrado cantando a quarta estrofe de Nothing else matters, e por não saber nem uma vírgula do que estamos falando.

–Blau Worm Bücher! “Minhoca azul de livros!” – Sem or.

– HALT DEN MUND! “CALA A BOCA!” – Eita.

–Baixinha?! – Opa.

–Que foi? Só estamos conversando!

–Não parece, não entendo bulhufas, mas isso é tudo menos uma conversa “normal”.

–Ah gajeel, dirige e fecha a boca... – É isso mesmo.

–Como? Deu a mandona agora foi? –

–Isso mesmo, eu não sou tuas nega! – Esse garoto me tira do sério.

~LevyPovOFF.

~JuviaPovON

Los Angeles- Sexta-feira- 8: 00 AM.

–Ah... Bom dia Pouncer. – Acordo esfregando meus olhos. Levanto e me olho no espelho.

–... – Eu andaria meio confusa ultimamente, nesses últimos dias eu me senti diferente. Com uma coisa estranha, agora me pergunte que tipo de coisa é essa? Não tenho a mínima. Fico às vezes, quinze a vinte minutos me olhando no espelho. Fico todo esse tempo pensando em porque eles não estão mais aqui, Deus me tirou tudo o que eu tinha. Minha mãe ainda não viu minha apresentação de Natal, meu pai não dançou valsa no meu baile de debutante que eu nem tive. Remoer tudo de novo, todas as manhãs, acordando sem ninguém além das minhas amigas. Não tenho mais minha família, meus amigos são os únicos.

–Nunca me deixe Pouncer... – Lágrimas começam a descer pelo meu rosto. Eu o solto no chão e me olho no espelho novamente, estava com os olhos inchados, a pele mais clara do que o normal. – Tenho que me arrumar gatinho... – Abro as cortinas e a janela. Tinha sol e parecia estar quente. Tirei do guarda-roupa uma saia cor creme, uma camiseta Markus Lupfer azul e estampada com um flamingo cor de rosa. Pouncer só me encarava, deve estar com sede.

–O que acha disso Pouncer? — Mostro o par de botas que comprei quando fui ao shopping com as garotas, da nova coleção Jeremy Scott. Têm um salto médio e pelo fato de serem uma vermelha e outra azul eu comprei sem dúvida. Faltou só uma coisa... Meu sutiã...

–P-Pouncer... Dê-me isso agora... – Isso só pode ser brincadeira, Pouncer tem um lado travesso desde sempre, ou desde que eu o chamei de gordo... Ele sempre acha um jeito de se vingar, ou está apenas com fome. – Vai gatinho, devolve pra mamãe... – Eu escorrego (de novo) e ele dispara pra fora do meu quarto. Eu corro atrás dele que nem uma varrida. Cai de novo escorregando em um tapete, mas não demoro pra levantar.

–Pouncer! –Gritei. Ele fica parado, por incrível que pareça ele já estava em cima do lustre. Esse gato ta passado hoje. – Me devolve!

–J-Juvia...? – *Chert!

–Ah... FECHE OS OLHOS... AGORA! – Eu estou só de calcinha, esse gato gordo! E digo de novo, gato GORDO!

–T-Tá! – Ele cora e tampa os olhos com a almofada, e vira pra o outro lado. Tampo meu corpo com os meus braços e encaro meu gato.

–Droga! – Ele não ta nem perto de querer descer dali!

–O que diabos você ta fazendo Juvia?! Esqueceu que eu também moro aqui pra ficar andando pelada por aí? – O-O que?!

–N-Não é isso seu i-idiota! Meu gato pegou meu sutiã e não me devolve mais! Cale essa boca, eu não fico andando pelada pela casa como o senhor, Gray! – Ele se vira.

–Olha aqui!...

–VIRA PRA LÁ IDIOTA! – Que completo idiota ele é, um tremendo de um baita idiota!

– D-Desculpa, esqueci! – No momento que ele disse isso, Pouncer cai no colo dele com meu sutiã de renda branco. O que faz Gray virar pro lado proibido e me olhar novamente.

–GG? – Eu... Vou... Matá-lo... Hoje.

–ENTREGA LOGO A MERDA DO SUTIÃ! — Minhas bochechas estão queimando, socorro.

–Socorro! Pega logo isso! – Ele finalmente joga o meu sutiã, saio correndo por meu quarto batendo e trancando a porta. Eu me visto num flash colocando as roupas que eu tinha separado antes, escovo meus dentes e deixo meus cabelos soltos como sempre.

–Tchau ladrão de sutiã! – Afago a cabeça de Pouncer. Pego minha bolsa.

–Espera estressadinha! Eu estou pronto. – Não quero ele como companhia por 5 minutos.

–Não, eu não ando mais com um tarado como você! – E ponto.

–Tarado? Eu? O que tem de tarado em questionar o tamanho do seu sutiã? – Que idiota, é claro que ele é um preverso.

–Tudo! Quem questiona o tamanho do sutiã de uma mulher?! – Ele fica extremamente corado, nossa conversa já se passava na calçada da rua. Nem estávamos ligando pros outros ao redor.

–Eu só comentei... É-É que você... – N-Não termine a frase por favor!

–CHEGA! – Grito forte.

–Juvia, se aquieta estamos na rua agora... – Não diga, estou gritando e tenho certeza de todos ao redor entenderão o motivo.

–Ah cale-se Gray, vamos nos atrasar! – Acelero o passo e entramos na Universidade. O teste duraria o dia inteiro, todos que se inscreveram irão não só cantar como assistir os componentes do concurso, por isso ficariam a manhã inteira.

...

8: 45 am Universidade de L.A.

O sinal toca, todos os alunos se direcionam pras suas salas e aulas. Juvia segue para o teatro com Erza e Lucy, Gray não foi porque não se inscreveu. Ficou na aula de química, que era a única com qual se dava melhor.

–Juvia, já sabe a música? – Lucy pergunta.

–Bem, não tenho certeza, mas eu ensaiei uma sim. – Digo à loira.

–Hum, eu também. E você Erza, já tem música? – A ruiva fecha o livro, e olha pra loira.

–Já, mais ou menos sei. – Ela diz balançando a cabeça.

–Todas na dúvida então? – A loira pergunta novamente.

–Sim. – Respondemos em uníssono.

–“Todos os alunos inscritos no Concurso de Vozes, comparecerem agora a sala de teatro da Universidade para começarmos as amostras de vozes, tenham suas músicas em mente, são apenas 20 vagas...” – A voz da diretora Edwiges encerra no microfone, dando o anúncio.

–Chegamos garotas... Vamos lá! – Lucy pulava de alegria nos puxando pra dentro do teatro. Nós sentamos na terceira fileira do meio do teatro. Havia muita gente, meninos e meninas de toda a universidade...

–S-Será? – Indago novamente, eu sou covarde demais, é só a primeira fase e eu já estou me borrando toda... Ai, me desejem sorte...

–Bom dia alunos da Universidade de L.A! Sejam todos bem-vindos ao primeiro Concurso de Vozes! Aqui iremos descobrir os melhores talentos que vivem escondidos nessa Universidade! Aqui vamos nós!

–... – Engulo a seco.

–E o primeiro (a) a se apresentar é... Juvia Lockser! – Essa não!

Continua!

Notas finais
Mereço comentários? Gostaram? O que acharam do nosso gringo dlç Laxus entrando em cena no capítulo V? Huhuhuh prevejo pegaçaun no futuro... (calaboc autora spoilerzuda! - ô Gurei becha kenga, seu tarado de peitos de russas! Xô daq kenga!) Na boa gemt, não deixem seus gatos "estraviarem" (isso existe? Sem or do português, acabei de te matar não?...) seus sutiãs quando vocês estão no meio de uma troca de roupa, principalmente se o Gray estiver lá, dae foi-se tudo. Enfim, xega de lero por oje, até jilós o// Lana ama tudo oceis, e ama tanto que quer uma chuva de comentários! (Se não eu vo xora - e daí autora- SAEE BECHA KENGA!) Bejos Bejos