Never Let Me Go

23 Capítulo 23. Revelações part l


Notas iniciais
Eu estou puta com vocês, caros leitores. Tenho 81 leitores, 81 - destaquem esse número - e eu só ganho 3 reviews?! - todos são culpados menos essas três divas: MrSWade, Anne Voss e Viniaa. Tirando essas três, EU ESTOU PUTA COM VOCÊS. PORRA! EU VOU TER QUE MATAR O NICO OU A ANNABETH OU TODOS DA FIC PARA VOCÊS COMENTAREM? POIS É SÓ QUANDO EU MATO ALGUÉM QUE VOCÊS COMENTAM!! Gente, eu preciso da ajuda de vocês. Sem a opinião de vocês, eu não sei no que preciso melhorar! Não sei o quê preciso fazer para vocês continuarem curtindo a fic! Eu tenho 859 acessos na fic, 4 recomendações, 26 favoritos, e 81 leitores que clicaram em acompanhar a fic. Os 859 são os que acompanham com e sem cadastro, são aqueles que não clicaram em acompanhar. E cara, vocês me matam por dentro por não comentarem pq daí eu acho que a fic tá uma bosta e só tem poucas pessoas gostando dela. Eu estou de mãos atadas. Não posso escrever cap, e me dedicar á fic, que é uma coisa que eu amo, é praticamente a minha vida, sem vocês me derem á opinião de vocês. Se lerão até aqui, pq eu acho que tem muita gente que vai ler direto o cap, saibam que eu estou decepcionada com vocês. E vai demorar para eu gostar de vocês novamente pq vocês me magoaram muito. Eu podia ser esse tipo de escritor que demora 6 MESES para postar um mero cap, mas não, eu demoro no máximo um mês - e ainda demoro por motivos pessoas, não é porque eu quero - para postar o cap cheiro de drama e suspense para vocês. Eu realmente estou puta da vida com vocês.

POV. Strangers In Paradise

Poseidon estava em estado de choque. Sua face estava pasma. Ele olhava para o sobrinho incrédulo, sem saber se acreditava no sobrinho.

– Assim que saí do enterro de Bianca, Elliot, meu amigo da Deadly, me ligou dizendo que a Deadly estava em sérios problemas...

– Como ele descobriu? — cortou Poseidon.

– Ele me devia um favor. Então pedi para ele hackear o computador de Zeus por outros motivos. E ele, como perfeito espião e hacker, acabou descobrindo muito mais do que devia. — Poseidon se intrigou sobre o que Nico queria no computador de Zeus, mas decidiu não questionar. — Zeus foi ameaçado de perder a academia duas vezes. Uma, por telefone e outra por email, onde a ameaça foi mais específica e detalhada. A conta foi excluída, e o número de telefone foi cancelado. Zeus deveria deixar uma quantia de dinheiro em um cais, ou ele perderia a academia de uma maneira ou outra. As duas ameaças tiveram o período de intervalo de duas semanas. E é possível que haja uma terceira ameaça.

– E o quê isso tem á ver comigo? — perguntou Poseidon sério.

– Por enquanto, nada. A quantia de dinheiro pedida era muito mais do quê Zeus poderia arriscar. Se ele correr á você, saiba que a situação é séria. Pode ser uma simples ameaça de alguém inferior, mas também pode ser de alguém ao auge como vocês. Mas a academia Deadly foi ameaçada. Isso não é algo que se possa ignorar.

Poseidon pensou com cautela.

– Nenhuma ideia de quem possa ser? — perguntou Nico.

– Zeus tem muitos inimigos. Seu pai e eu concordamos não interferir nos negócios um do outro á não ser que fosse de extrema importância...

– Á menos que o risco fosse necessário. — Nico o cortou sério. Ele olhou para Poseidon. — A situação pode ser mais séria do que pensamos. Ninguém seria tolo para ameaçar Zeus, ou sua academia. A Deadly Fights, desde a última vez que estive lá, está trabalhando em massa. Espiões, assassinos e seguranças jovens altamente treinados. Elliot me alertou que havia grande interesse nas duas garotas que vieram para cá. Zeus deveria saber de alguma coisa á respeito disso. O semestre está quase acabando, em ambas academias. As pessoas importantes dos estados estão necessitando dos seus alunos. Elliot viu no computador de Zeus que havia um grande pedido de alunos que poderiam se alistar para o exército. Isso é um tipo de tráfico, Poseidon. Nunca vi tantos pedidos de alunos para tantos locais do país.

– Eu também recebi propostas do gênero. — Poseidon confessou, sabendo que poderia contar com seu sobrinho. — Recebi propostas por meus alunos, altas propostas pelos melhores. Em relação ás duas garotas, Annabeth e Thalia, nenhum dos compradores tiveram interesse nelas em nosso registro. Eu sei que algo está acontecendo. Algo importante. Essa ameaça na Deadly não deve ser um blefe, alguém deve estar tentando um golpe na academia.

– Uma guerra? — arriscou Nico.

– Não, os países em confronto amenizaram as chances de guerra. A terceira guerra mundial não acontecerá cedo. Não acredito que esses pedidos para o exército sejam por motivos de guerra. Irei ver com meus contatos sobre isso.

– Algo está para acontecer. Essa ameaça não deve ser um blefe.

– Grandes chances de ser um golpe. Não acredito que pediram essa quantia de dinheiro por nada. Zeus esperará para quê a situação se amenize, ou que algo aconteça. Eu tenho que estar atento em relação aos meus funcionários, mas preciso de sua ajuda, mesmo se não permanecer aqui na Force Academy.

– Depende do quê me pedir. — disse Nico. — Estou ouvindo o quê tem á me dizer.

– Preciso que fique de olho nos alunos. Qualquer comportamento suspeito, qualquer coisa. Eu confio em você nisso, Nico.

– Preciso de acesso as suas câmeras de segurança. — disse Nico. — Ficarei aqui até o início de Janeiro, tenho outros negócios a tratar. Além do mais, vou precisar de acesso aos seus cadastros. Se você souber de algo, eu preciso saber, isso é essencial.

– O mesmo vale para você. — disse Poseidon. — Tenho quase certeza de que Zeus irá me contatar. Fique esperto em seu pai.

– Isso você não precisa me alertar. — disse Nico, sério. — Estarei de olho em Zeus através de Elliot, mas preciso de meu Notebook.

– Sim, você terá acesso de seu Notebook. Receio que você trabalhe mais rápido assim. — disse Poseidon. — Nenhum dos alunos pode saber o quê está acontecendo. Por enquanto, a Force Academy não tem nada, nada, a ver com o quê está acontecendo com a Deadly. Thalia e Annabeth não podem saber o quê está acontecendo. Elliot não pode contar para alguém. Isso fica somente entre nós. E, em respeito ao final do trimestre, fique alerta. Ares irá treinar arduamente os alunos nas próximas semanas, assim como os professores irão pegar pesado com os conteúdos nos alunos.

– Poseidon, se eu precisasse entrar nos quartos dos alunos, você daria tal permissão? — perguntou Nico.

– O quê tem em mente? — perguntou Poseidon, se escorando na cadeira de couro.

– Nada, por enquanto. Só preciso que saiba que, o quê eu te pedir, você terá que me liberar ou permitir. Só preciso de sua confiança.

– E eu preciso saber do quê se trata. Temos um acordo?

– Eu te avisarei de tudo, e você me dará os acessos.

– Sem erros, fios soltos e mentiras.

– Dê acordo. — Nico concordou com a proposta de Poseidon.

Poseidon suspirou cansado, enquanto Nico passava as mãos em seus rosto, exausto.

– Descanse, você deve estar pior do quê um cadáver. — disse Poseidon ao analisar o sobrinho. Mal ele sabia que Nico não conseguiria dormir. Provavelmente desmaiaria de cansaço. — Vá para o seu quarto, eu te mandarei depois que descansar o quê precisa.

– Te avisarei sobre o quê descobri. — falou Nico, sabendo que seu tio estava mais cansado do que ele, mas não emocionalmente. — Elliot me mandará os arquivos do computador de Zeus, os arquivos que ele conseguiu corromper. Quem diria que Zeus tentaria esconder com todas as forças o quê tem naquele computador. — Nico conseguiu sorrir de canto, mas fora uma fração de segundo. Era só pelo motivo dele amar segredos.

Nico se levantou da cadeira e estendeu a mão para Poseidon, o qual, apertou-a com força. -Agradeço por sua ajuda, Nico.

– Sempre que precisar. — respondeu seu sobrinho e ele assentiu.

Assim que saíra da sala, Nico se lembrou de uma coisa importante.

– Poseidon? — chamou-o.

– Sim?

– Você perguntou sobre o comportamento estranho... certo? — perguntou Nico.

– O quê você sabe? — perguntou Poseidon, curioso e sério.

– Percy está de olho na Chase. — avisou Nico.

– Eu sei dos casos dele com as garotas chamadas Drew e Calipso, mas não da loira. — falou Poseidon intrigado.

– Ele tentará algo com ela. — avisou Nico. — Poseidon, eu sei o jeito que ela revida. Vi o campeonato que ela quase matou Ethan Nakamura e Lee Fletcher. E acabei descobrindo do outro campeonato, onde os dois buscaram vingança, e acabaram matando Rachel Elizabeth Dare, uma amiga dela e de Thalia. Percy não é pário para ela.

– A garota ainda tem muito a aprender. — disse Poseidon. — Assim como Percy.

– Mais ele do que ela.

– Sim, sem a menor dúvida. — concordou Poseidon.

– Os dois não irão se entender. Ele é fogo, ela é gelo. Tenha cuidado com os dois. Ela é capaz de algo que nós dois podemos duvidar.

Mas a dimensão de pensamento de Poseidon e de Nico era diferente. Nico pensava que ela era capaz de matar Percy. Já Poseidon, desejava que a garota pudesse despertar algo que para Percy, já havia morrido: amor. Ele sabia que fogo e gelo são os melhores elementos, apesar de distintos e diferentes, juntos traziam o morno, o quê amenizaria a situação. Poseidon, cegamente, confiava e tinha esperanças de que a garota poderia ser de grande ajuda e influência na vida de seu filho.

– Não duvido dela. Mas temo pelo meu filho. — disse Poseidon por fim.

– Quer que eu fique de olho? — perguntou Nico.

– Não. Se concentre no nosso plano. Deixe os dois por enquanto. Eles não são o problema agora.

Nico assentiu e saiu da sala, indo em direção ao seu quarto.

Poseidon respirou fundo. Estava apostando cegamente na garota. Ele com certeza, queria acreditar em suas esperanças. Era tudo questão de tempo.

Realmente, era tudo só questão de tempo.

[...]

Thalia não sabia como se sentia.

Em suas mãos trêmulas, segurava dois ingressos para ver o show de sua banda favorita: Green Day, American Idiot. Era a turnê que Thalia sonhava em participar desde que anunciaram que a banda iria estar em Boston, Londres, LA, Califórnia e em outras cidades que ela não se importava em lembrar naquele momento. Mas agora, parecia que esse sonho fora de quando ela tinha sete anos. A garota não conseguia pensar em nada e conseguia tudo ao mesmo tempo. Eram tantos pensamentos que a atingiam que ela só conseguiu ficar parada, segurando os dois ingressos, olhando para os mesmos.

Depois do choque, ela olho para os ingressos com raiva. Se eram de seu pai, provavelmente como se ele estivesse dizendo: Esqueça o quê aconteceu e aceite isso. Thalia não podia descrever como estava com raiva. Ela jogou os ingressos com força em cima de sua escrivaninha. Ela sabia do quê realmente precisava agora: treinar antes que ligasse para seu pai — mesmo sabendo que cairia na caixa postal — e xingaria enquanto caia na secretária eletrônica.

Thalia pegou seu celular e decidiu que iria tomar um banho para se acalmar. Foda-se, era isso que ela pensava. Foda-se tudo.

Tudo o que Thalia queria era ir para longe. Nem mesmo um show do Green Day poderia concertar o passado de Zeus com Thalia. Nada poderia concertar. Ela nunca o perdoaria. Nunca...

Notas finais
Para quem quer acompanhar a fic, saibam que no próximo cap tem uma surpresa chocante. Isso se uma grande quantidade de reviews aparecer na fic. Até.