Never Let Me Go

6 Capítulo 6 - Estava tudo mundo bom pra ser verdade


Notas iniciais
Ta ai gente, desculpa por não ter postado ontem viu? É que não deu tempo :/ Gente ficou como link e quando clica vai direto pra uma música, me desculpem por isso mas é a 02726338552 vez que eu digito e sempre apago ou alguém fecha a aba quando eu saio ou eu tenho que sair antes de terminar e eu to moida então n vai dar p arrumar agora, mas ignorem isso, só liguem a música na parte que diz pra ligar e são duas músicas diferentes ok? Desculpem :/

(DAMON).

Confesso que quase afoguei quando Klaus disse sobre trazer Alaric de volta, digamos que ter um amigo era bom e não era qualquer um que iria querer ser meu amigo, me aguentar não é pra qualquer um, perdoas as vezes que eu te mate não é pra qualquer um, mas eu não podia acreditar em Klaus.

– Tudo bem, Klaus, digamos que acreditemos, que preço teriamos que pagar?

– Nenhum, Damon, apenas aceitariam minha presença em mystic falls, não tentarem mais me matar.

– E quando trará a bruxa?

– Assim que Elijah aparecer, digamos que era ele quem cuidava dessas coisas pra mim.

Nós jantamos como pessoas civilizadas e Klaus não tentou nenhuma gracinha assim como eu também não. Elena estava roussando seu pé na minha perna por baixo da mesa e me olhando fixo, era incrivel como ela gostava de me provacar e como eu aceitava as provocações dela com outras parecidas. Enfim, quando terminamos de jantar e tomamos um bom vinho Klaus pediu que nós deixassemos ele e Katherine a sós.

– Se ela estiver de acordo.

– Claro, porque não?! (Eu e Elena subimos pro meu quarto enquanto Stefan ia pro dele).

– O que achou dessa mudança de Klaus?

(DE PLAR NA MÚSICA .- http://www.youtube.com/watch?v=kPBzTxZQG5Q ).

– Ele foi bem convincente. (Eu disse deitando na cama e observando Elena sentar do meu lado).

– E isso dos fantasmas de volta a terra?

– Resolvemos isso depois. Eu disse beijando a bochecha dela e indo até as orelhas.

– É, acho que devemos falar com Bonnie. (Eu virei ela na cama a deixando embaixo de mim, sorri pra ela maliciosamente).

– Pare, não é hora disso.

– Digamos que na mesa não era hora de disso também.

– Mesa? O que eu fiz na mesa? (Elena disse sorrindo se fazendo de desentendida).

Eu a beijei, quando eu estava com ela era como se fosse só nós dois, come se o mundo não existisse, eu não era capaz de pensar em outra coisa quando estava com ela a não ser o quanto eu a amava e droga, como eu estava mudado, esse tipo de pensamento de adolescente apaixonado nunca passou ela minha cabeça antes.

– Tenho medo de ser apenas um sonho.

– Se for um sonho, Damon, nós dormiremos pra sempre.

– E se você muda de idéia?

Ela colocou dois dedos na minha boca,"xiu", foi o que ela pronunciou baixinho com uma voz doce..

– Eu não mudarei, seremos nós contra o mundo, always and forever.

Eu não consegui responder, eu só a beijei com uma intensidade fora no comum, como se fosse a ultima vez que eu fosse ver ela. Estavamos tão próximos e eu a puxava pra mim cada vez mais, como se fosse me embutir nela e se eu pudesse passaria a eternidade ali, nos braços dela. Foi o melhor momento dentre todos os que eu vive nesses cento e alguma coisa anos, ela ali, nos meus braços, a mulher que eu amava me amando da mesma forma, sendo minha como eu era dela. Eu queria que o tempo parasse ali, que aquele momento nunca acabasse e sempre que eu olhava dentro dos olhos dela eu tinha mais certeza de que a amaria pra sempre, de que a protegeria de tudo e todos, de que ela seria sempre a minha prioridade.

PARE A MÚSICA.

(KLAUS)

MÚSICA -> http://www.youtube.com/watch?v=kPBzTxZQG5Q

– Então Katerina, depois de 500 anos estamos aqui, no mesmo lugar, a menos de milhões de quilometros que você deixava entre a gente.

– 500 anos fugindo, Klaus, com medo de fechar os olhos pra dormir e ter minha cabeça decaptada por você.

– Estou aqui pra me redimir, nunca fui bom em pedir perdão, aliás vampiros não foram feitos pra isso, mas eu preciso do seu perdão, mesmo não merecendo.

– Eu passei 500 anos fugindo, tentando encontrar algo pra trocar pela minha liberdade, não consigo acreditar que vai simplesmente me dar assim, de mão beijada.

– É isso mesmo, descobri que não há sentido na vida se não formos livres, nós nascemos pra ser livrer e nenhum ser humano ou sobrenatural tem o direito de nos tirar ela, estou cansado, preciso me aposentar, acho que já estou velho demais pra continuar com a mesma vida de mil anos a trás.

– Tudo bem, Klaus, você tem meu perdão e te agradeço por ter me dado minha liberdade se é que isso é mesmo verdade.

– E é verdade, então vai pensando em quem trará de volta.

– Confesso que não faço a minima ideia (Katherine sorriu pra mim), nunca fui de muitos amigos, pra falar a verdade a maioria eu tive que matar.

– Acho que somos dois (Eu disse também sorrindo). Enfim, diga a todos que desejei boa noite e que depois nos encontraremos pra descutir mais a fundo tudo isso, assim que Elijah chegar, boa noite, Katerina.

Sai por aquela porta me sentindo totalmente novo, era como se eu tivesse morrido e voltado no corpo de outra pessoa, eu me sentia bem e aquilo era novo pra mim, durante mil anos eu nunca me senti tão realizado, não sei explicar mas era aquele formigamento na barriga, vontade de sair pulando de alegria, acho que finalmente descobri o que procurei durante todos esses anos, não era quebrar uma maldição, não eram híbridos, eram pessoas capazes de sorrir pra mim sem medo, capazes de ficar comigo entre quatro paredes e não tentar fugir com as pernas bambas, era me sentir em casa como me senti com Damon, Stefan, Elena e Katerina, não era simplesmente não ficar sozinho, era ter uma família.

(KATHERINE).

Subi para o quarto de Stefan ainda em transe, ainda digerindo o fato de ainda estar viva ou de não estar enfiando uma faca nas próprias pernas como da outra vez que estive frente a frente com Klaus. Contei a Stefan tudo com detalhes, repetindo cada palavra que Klaus dizia, eu sabia que ele tinha ouvido mas era como se ele soubesse que eu precisava falar e por isso me deixou repetir tudo de novo.

– Então, o que achou?

–Acho que estou feliz por seu coração ainda estar no mesmo lugar. (Nós dois rimos).

– Vou pra pensão, nos vemos amanhã?

– Tem muitos quartos aqui, Katherine, você pode ficar em um se quiser.

– Hmm, acho que gostei da idéia, não há como negar.

Me aproximei dele provocantemente de dei nele um selinho demorado e ele foi me puxando pra mais perto, o empurrei na cama e quando ele pensou que eu ia deitar sobre ele..

– Boa noite, Stef.Saí pela porta provocando-o.

(ELENA).

Eu já estava com Damon desde que subimos, acho que precisava ir pra casa, descansar e eu sabia que Jer estaria me esperando.

– Preciso ir pra casa agora, não se acostume que ficarei aqui todos os dias ok? (Ele fez beiço me segurando).

– Não, fique comigo. (Ele fazia birra feito criança quando queria alguma coisa). Eu ri cheguei perto dele e o beijei

– Até amanhã Damon, boa noite.

Ele se soltou e ficou esticado na cama ainda com sua birra e eu sabia que se olhasse pra ele mais uma vez eu acabaria ficando então sai logo dali antes que aquele moreno, alto, bonito e sensual me convencesse a ficar. Saí e dei de cara com Katherine.

– O que ainda faz aqui? Não foi ainda pra pensão porque?

– Stef me ofereceu um quarto, eu apenas aceitei.

– Se você se aproximar de Damon mato você.

– A você mata? Tem certeza?

– Fica fácil te dar verbena agora, querida, você pode ser forte mas uma certa quantidade de verbena com certeza de derrubaria por alguns minutos que dariam tempo de eu enfiar uma estaca no seu coração.

– Só não te mato aqui mesmo porque eu e Stefan estamos nos acertando.

Katherine e eu estavamos a um centimetro uma da outra se encarando e eu estava com vontade era de faze-la saborear seu próprio intestino.

– Se cuide, Katherine. (Eu sai a ameaçando e com vontade de ficar ali vigiando a porta do quarto de Damon a noite inteira).

(DAMON)

Eu podia ouvir Katherine no quarto ao lado do meu, ela tinha roubado o melhor whisky da minha adaga e lembrei de 1864, quando eu ficava a espiando e ela sempre descobria. Deitei e fiquei pensando em tudo o que acontecerá nesse jantar, pensando em como com a transformação pra vampira Elena tinha mudado de menina a uma completa mulher e de como eu gostava disso até que ouvi um barulho lá em baixo, desci feito um vulto e me encontrei com Katherine e Stefan que também corriam pra lá, ao chegar nos deparamos apenas com uma janela quebrada.

– Acho que estamos sendo vigiados e amedrontados, rapazes.

– Não sei, é a primeira vez que dão alguns sinal. (Stefan disse olhando Katherine).

Me aproximei da janela quebrada enquanto ouvia Katherine contando a Stefan que já teve o precentimento de alguém a vigiando hoje mais cedo antes de vir pra cá.

– ELENA! (Eu e Stefan falamos juntos).

– Você deveria ir ver como ela está. (Stefan disse abaixando a cabeça).

– Eu vou. S

ubi peguei minha jaqueta e fui pra casa de Elena apressada, eu não gostava de ver que Stefan estava sofrendo, eu sabia como eram as dores do amor mas eu não podia fazer nada, largar ela por meu irmão estava fora de cogitação e ele não iria querer nem falar do assunto comigo, só me retava o de sempre e o que de melhor eu fazia, salvar a vida de Elena.

(ELENA)

Eu tinha acordado em plena 3 horas da madrugada com meu celular tocando, era Caroline tendo um ataque me contando que a janela da casa dela tinha sido quebrada e que alguém a vigiou o dia todo, eu achei que era coisa de Caroline, apenas aquele pitis de sempre então ela disse que estava com mau pressetimento e eu ouvi som de vidro quebrando lá em baixo, desci rapidamente mas nada fora do normal além da janela quebrando. Ouvi o barulho de um carro e na hora identifiquei, era de Damon mas o que ele fazia aqui essa hora?

– O que aconteceu? Perguntei a ele.

– Quebraram a janela da minha sala, observaram Katherine o dia todo e eu estava preocupado.

– Quebraram a janela daqui e da casa de Caroline que também foi observada o dia todo.

– Você precisa descansar, está com uma cara abatida, suba e durma, eu ficarei aqui e nada subirá as escadas pro seu quarto e de Jeremy.Subi e deitei ouvindo Damon fuçando nas coisas da casa, na geladeira, móveis da sala e da cozinha, provavelmente procurando algo pra beber mas pra decepção dele não tinhamos mais bebidas em casa e eu ouvi ele abrindo uma latinha de refrigerante e eu ri, Damon bebendo algo que não tivesse álcool ou muito álcool era estranho. Consegui pegar no sono rapidamente, eu estava realmente cansada, eu tinha acordado faziam alguns dias e eu podia dormir mais uns 3 ou 4 dias que eu não reclamaria, mas agora os problemas estavam se resolvendo, eu tinha certeza sobre o Salvatore que eu realmente amava e ele estava bem ali na minha sala de estar, Jeremy estava no quarto ao lado dormindo feito um bebê (eu mesma havia verificado antes de deitar), Klaus não é mais um problema e eu sou bem controlada no sentido de sangue, adotei a dieta de Damon e o sangue não me controla, tudo estava bem e tudo o que eu não queria agora era um maluco aterrorrizando os vampiros da vizinhança, enfim, amanhã era um outro dia, longo dia.

(KLAUS)

Elijah tinha chegado logo cedo, eu tinha marcado com Damon, Stefan, Katherine e Elena pra descutirmos os sobre os fantasmas, eu estava realmente muito bem depois da ultima noite a não ser por uma ligação de Rebekah as 4h da madrugada dizendo que estava se sentindo ameaçada e que até as janelas da casa dela tinham sido quebradas. Eu tinha conversado com Elijah, ele como sempre ficou desconfiado mas topou fazer qualquer coisa pra me ajudar, como ao longo dos séculos Elijah sempre esteve do meu lado, ele disse que seria difícil encontrar uma bruxa que estivesse disposta a mexer dessa maneira com o equilibrio, recussitar 4 pessoas era demais pra qualquer bruxa, mas Elijah fez algumas amizades ao longo dos tempos, algumas pessoas capazes de sofrer as consequencias.

– Entrem. (Eu disse abrindo a porta para o quarteto e notando que tinham trazido Bonnie com eles, eles entraram e Elena foi a primeira a cumprimentar Elijah).

– Então, Elijah chegou nessa manhã e vai explicar a vocês como funciona.

– Primeiro devo dizer que uma magia dessas exige muito da bruxa que estive fazendo e que tem sérias consequências.

– Sei disso, Bonnie, mas ao longo dos anos conheci bruxar capazes disso e muito mais. Você sabe que é dificil mas não impossível.

Bonnie ficou séria e só concordou com a cabeça.

– Então, o que temos que fazer? -Damon disse quebrando o silêncio.

– Vocês apenas precisam me dizer quem querer, tem que ser alguém que esteja "do outro lado" e eu vou precisar de alguma coisa dessa pessoa.

– Então, quem será? Eu disse sorrindo.

– Bom, acho que além de Alaric não tenho outra pessoa. -Damon disse por primeiro e sem pensar muito.

– Lexi. — Stefan disse também rapidamente.

– Bom, não tenho ninguém que eu relamente queira aqui, acho que Rose seria uma boa opção pois sei que ela ainda tem muito pra viver aqui. -Elena disse dando de ombros.

– Bom, eu tenho alguém, na verdade conheci ela 100 anos depois de me tornar vampira em vancouver, fiquei dois anos lá, foi o maior tempo que fiquei parada em algum lugar, nos tormamos amigas e ela acabou morrendo por causa de um caçador que tirou o anél dela e a matou queimada, ela com certeza está do outro lado, se chamava maggie, tenho uma pulseira que pertenceu a ela. -Katherine disse entregando a pulseira pra Elijah, eu desconfiava que ele ainda gostava dela e tive certeza quando ele estremeceu quando a mão dela tocou a dele.

– Jeremy quer Anna e a unica coisa que ele tem dela é uma camiseta que ela esqueceu em nossa casa. Damon você trouxe o celular de Rose?

– Sim, ela deixou lá em casa depois que (ele fez uma breve pausa), depois que ela morreu.

– A unica coisa que tenho de Lexi é um chaveiro que ela me deu escrito "stay strong" quando me encontrou, quero isso de volta quando acabar, se possível.

– Claro. -Elijah respondeu.

– Temos um problema Klaus. -Damon disse.

– Um bem grande -Katherine acrescentou.

– Digamos que tem alguém mexendo com vampiros e ele nos observa durante o dia e a noite e precisamos encontra-lo antes que minha casa fique sem janelas. –Damon disse num tom irônico.

– Estamos te contando porque sabemos que ele virá de você também.

– Daremos um jeito nele assim que ele der a cara a tapa, podem ter certeza disso. Caroline.. Ela também foi "provocada"?!

– Sim, todos nós fomos.

– Rebekah me ligou dizendo que estava se sentindo ameaçada. Vamos dar um jeito, me avisem se alguma coisa acontecer. Eles foram embora alguns minutos depois, era bom te-los.

(DAMON).

Eu e Elena estavamos na sala da minha casa conversando, eu bebendo e ela dispensou depois do primeiro gole, estava forte, como sempre, conversamos sobre tudo, sobre quando nos conhecemos, ela até me deu um tabefe no braço quando tocamos no assunto do corvo e ela disse que a assustou, eu me abri pra falar sobre Alaric com ela, nós dois estavamos explodindo de felicidade de saber que o teremos de volta. Conversa vai conversa vem ouvimos um barulho do lado de fora, saimos os dois, ela queria ir pra um lado e eu por outro pra procurarmos mais rápido, eu não quis deixar e o que ela disse foi..

– Não sou mais a pobre e indefesa Elena que precisa de cuidados e sempre está em perigo, posso me virar, qualquer coisa eu grito.

E saiu me deixando ali e indo pra um lado antes de mim, eu ri. Fui pra um lado e quando parei um homem grande, 1,93 mais ou menos, moreno com barba por fazer estava com uma arma apontada pro meu peito.

– Acho que isso não vai funcionar. -Eu disse em tom de irônia.

– Não sei você mas acho que balas de madeira machucam vampiros.

Ele atirou e eu apenas fiquei parado, antes que a bala me atingisse Elena entrou na minha frente e a bala pegou a barriga dela, se fosse um pouco mais alta tinha acertado seu coração, eu a segurei em meus braços sangrando, encarei o homem que ria em pé a poucos metro de distancia, ele correue eu me preparei pra correr a trás dele, eu estava vingativo e só queria arrancar a cabeça dele então antes de correr ouvi a voz de Elena rouca caida no chão..

– Damon, estou morrendo. — Foi só o que ela disse.

– Não, Elena, foi um tiro na barriga, não pode te matar a não ser que esteja muito muito muito fraca antes de levar o tiro.

Eu a peguei no colo como quando ela estava no hospítal e Klaus roubando o sangue dela e ela passou a mão no meu pescoço.

– Tudo vai ficar bem.

Foi só o que eu disse carregando-a pra dentro e tudo o que eu pensei era que tudo estava muito bom pra ser verdade e que eu devia saber que com certeza alguma coisa iria acontecer pra atrapalhar, enfim, aconteceu.


Notas finais
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