Never Let Me Go

11 Capítulo 11 - Mil anos atrás.


Notas iniciais
Oi gatitas, espero que ninguém esteja querendo me matar pela demora IAJSAIJSAISJ enfim, estou meio sem tempo, fim de ano sabe como é né ): Espero que gostem, VOCÊS NÃO COMENTARAM muito no capítulo anterior então vê se comentam agora, nem que seja por twitter: @big_bad_vampire

(KLAUS)

- Na verdade não.

- É, eu imaginei que a resposta seria essa mas agora eu voltei e vou infernizar a vida de vocês. -Henrique disse apontando pra mim e Elijah que deu um passo a frente:

- Vá embora Henrique, não há nada pra você aqui.

- Na verdade há, ver vocês sangrarem até a morte.

- Só há um problema, nós não morremos. -Eu disse ironicamente.

- Querem apostar?

- Sim, nós queremos.

(ELENA)

- Cadê eles? Ou melhor, cadê todo mundo?

- Parece que a família original está aumentando.

- Não interessa o que esteja acontecendo, temos que encontra-los. -Caroline disse aflita.

- Você sabe como é família original, brigam, empalam, colocam a mão nos corações uns dos outros quase os empurrando pela boca mas no final morreriam um pelo outro.

Caroline soltou algo como "você nunca para com as brincadeiras, Damon?" e foi embora, mas eu notei a troca de olhares entre Stefan e Damon, eles sabiam que aquilo não era uma verdade só entre os irmãos originais mas entre eles também.

- Vamos pra casa, temos vampiros pra resgatar. -Eu disse colocando os braços de Damon envolta do meu pescoço o ajudando a levantar.

- Temos que achar Bonnie. -Jeremy que carregava Anna no colo disse.

- Parece que a bruxa desistiu dos amigos. -Damon disse com aquele ar de "nada me abala" que ele sempre tem.

(BONNIE)

Já fazia tempo que eu estava afastada mas eu nunca esqueci meus amigos, tenho alguém em Mystic Falls e por isso sei de tudo o que está acontecendo lá.

- Não Bonnie, você não pode voltar agora, falta tão pouco pra que você esteja mais forte do que nunca.

- Eu preciso voltar! Você não vê o que está acontecendo Tayler? Todos lá estão em perigo!

- Se você voltar agora não será util pra nada Bonnie, me de alguns dias pra terminarmos o treinamento.

(CAROLINE)

Ouça essa música: http://letras.mus.br/vampire-diares/1722834/traducao.html

Eu tinha voltado pra casa antes do resto do pessoal, eu estava deitada em minha cama já fazia algum tempo, não podia ser verdade, eu me importanto com Klaus a ponto de borrar minha maquiagem por ele? "Droga, droga, droga de lágrimas" eu disse passando a mãos pra limpa-lás. Estou sentindo um aperto no peito sabe? Algo diferente de tudo o que eu já senti, preocupação, nervoso, medo e eu sinto uma vontade incontrolavel de chorar, de colo como uma garotinha de nove anos tem, acho que no fundo é isso que eu sou por dentro, frágil como uma criança, um pedaço de papel ou uma taça de cristal que qualquer coisinha pode quebrar, pode fazer-me em pedaços.

(Pause a música)

Ouvi a campanhia tocar, droga, quem é que poderia ser? Eu não queria ver ninguém, principalmente neste estado, coloquei só a cabeça pra fora da porta do quarto e observei Rebekah parada ali, afinal, o que ela fazia ali? Não devia estar tentando seduzir Matt?

- O que você quer Rebekah? Não estou no meu melhor humor.

- Como você está Carol? -Pera ai, deixa eu ver se eu processei bem, Rebekah quer saber como estou e ainda me chamou de Carol? Definitivamente o mundo está acabando.

- Desde quando você se importa? Sério, o que veio fazer aqui?

- Sim eu me importo, mas eu não estou aqui só por isso.

- Então conte-me, quem veio infernizar dessa vez?

- Vim salvar Klaus e Elijah de Henrique, então, não vai me convidar pra entrar?

(DAMON)

— Então, porque parece que meu quarto, meu travesseiro e minhas camisas cheiram mais a você do que a mim?

— Acho que é porque dormi no seu quarto agarrada com seu travesseiro e cheirando suas camisas. –Nós dois rimos e logo após nos abraçamos, estávamos parados no centro do meu quarto, eu encostava meu queixo na cabeça dela com um gesto de proteção enquanto ela me abraçava cada vez mais forte.

- Eu não posso te perder, nem assim por alguns dias, Damon, não posso ficar longe de você, nunca mais. –Elena disse ainda abraçada comigo, tirei a cabeça dela do meu peito, segurei sua cabeça olhando nos olhos dela:

- Você não vai, seremos nós contra o mundo Elena, sempre.

- Eu te amo.

- Eu também te amo.

Eu comecei a beija-la de forma lenta e tranquila mas a saudade dela não deixou que esse beijo continuasse dessa forma, comecei a beija-la intensamente, como se fosse a ultima vez, beijos fogosos, com vontade e quase não respirávamos, fui descendo os beijos até o pescoço dela e..

- Calma Damon, pare, temos coisas importantes a tratar. –Elena disse afastando-nos.

- Não Elena, por favor, não estrague o momento, ok? –Eu disse e voltei a beija-la como antes.

- Você vai estragar não vai?

- É, o momento exige que eu estrague. –“Desimprensei” ela da parede e me joguei na cama batendo pra que ela deitasse do meu lado.

- Sem maldade?

- É, sem maldade. –Eu disse virando os olhos.

- Mas me conte, o que eu perdi?

- Bom, primeiro um grande barraco entre Katherine e Lexi, se não fosse Stefan acho que Katherine teria matado ela.

- Mas porque? O que houve?

- Stefan e Lexi dormiram juntos.

- EU SABIA! –Eu disse rindo- Eu s-e-m-p-r-e soube que eles tinham algo a mais do que amizade, essa papo de amigos quase irmãos não coloca comigo.

Elena não pode responder, Katherine entrou no quarto sem bater.

- Desculpa, acho que estou um pouco surdo, não ouvi você bater. –Eu disse ironicamente provocando Katherine.

- Você não está surdo, eu não bati e nem pretendia, agora vocês podem por favor deixar as fofocas pra depois e descerem até a sala? Temos assuntos mais importante do que a vida um dos outros. –Ela disse e saiu.

- Acho que ela ouviu. –Elena disse rindo e levantando, quando ela chegou na porta e estava abrindo eu corri e a fechei.

- Temos coisas pra terminar Senhorita Gilbert. –Eu disse com um olhar malicioso ficando a dois dedos da boca dela, ela me puxou pra perto e me beijou por alguns segundos interrompendo o beijo com uma mordidinha no meu lábio inferior.

- Sim, nós temos, mas não agora.

- Elena, não é justo você me provocou. –Eu disse abrindo a boca me mostrando impressionado.

- Fazer o que. –Ela deu de ombros, rindo da situação em que tinha me deixado, se é que me entendem e saiu do quarto.

(KLAUS)

-Elijah, acorde.

- Klaus? Onde estamos?

- Não faço ideia, mas sair daqui será difícil. –Eu disse empurrando as barras de ferro da “jaula” onde estávamos.

- Não será difícil, Niklaus, será impossível, vocês nunca mais verão a luz do dia.

- Henrique, deixe-nos sair, não queremos mais problemas do que já temos.

- E fazer com que vocês, meus queridos irmãos, sofram o que eu sofri quando fui deixado para trás? De jeito nenhum.

- Não fizemos nada pra estarmos aqui.

- Será que o tempo dentro de um caixão afetou sem cérebro Elijah? Esqueceu que vocês me empalaram e me deixaram pra trás? Deixaram o caçula pra trás?

- O CAÇULA ERA PIETRO! –Eu disse pulando na grade que nem se mexeu.

- Ah, é verdade, tinha me esquecido de Pietro.

- Ninguém esquece quando mata um irmão Henrique.

- Ainda com essa ladainha Elijah?

- Você matou o meu irmão!

- O ritual para o feitiço exigia o sacrifício de alguém próximo, sabe como são essas bruxar, adoram complicar.

- E por isso escolheu um de nós, sua família, Henrique, seus irmãos! E pior ainda, o único de nós que não tinha condições de se defender!

- Qual é Niklaus, você nunca foi bom, nunca se preocupou com ninguém além de você mesmo.

- Pois é, mas agora eu ligo e eu acho bom você me matar porque se eu sair daqui eu juro por Deus que vou até o fim do mundo mas encontro uma forma de te jogar no pacífico.

- Calma irmão, você vai morrer, só preciso descobrir como.

- Pois é, outros tentaram.

- Eu não sou outros Niklaus, e quando eu quero uma coisa eu consigo.

(ELENA)

Alguns de nós estávamos conversando a algum tempo, mas ninguém conseguia ter uma boa ideia pra descobrir pra onde aquele homem tinha levado Klaus e Elijah.

- Olá pessoal.

- Rebekah? Maravilha, era tudo o que eu precisava, como se já não tivéssemos problemas suficiente. –Damon disse bebendo um gole de seu whisky.

- Se não querem encontrar Klaus e Elijah, tudo bem, eu encontro sozinha.

- Espere Rebekah –Eu disse dando um paço a frente- Sabe onde encontra-los?

- Talvez eu saiba, não tenho certeza, mas se for onde e com quem eu estou pensando acho melhor se prepararem, pois a guerra está só começando.

- É, vivemos em guerra, isso não é novidade. –Damon disse dando de ombros.

- Você está por fora, Damon, Henrique é algo diferente de tudo o que já ouviram falar, fora dos padrões de tudo o que vocês já lutaram contra.

- Qual é, eu já lutei com seu irmão, o que pode ser pior? Oh talvez um pé grande misturado com uma super pantera.

- Quase, o que sabem sobre homens panteras? Ou melhor, vampiros panteras?

Todos ficamos em silêncio, até Damon parou com as piadas.

- Então, não vão me servir um whisky? – Rebekah disse como se isso fosse normal pra ela.

(ALARIC)

- Então, porque não me procurou antes? Assim que voltou?

- Eu estava pensando em uma forma de fazer isso sem que você ficasse apavorada.

- Hmmm, entrar no meu apartamento enquanto eu trabalho e me esperar sentado no meu sofá bebendo minha cerveja? Acho que não funcionou. –Nós dois rimos- De qualquer forma, eu realmente senti sua falta.

- Eu também Meredith. O que acha de tomar algo comigo no grill hoje mais tarde?

- Porque não agora? Está ocupado?

- Eu tenho que ir pra casa de Damon, é importante.

- Mais problemas?

- Milhões deles. –Nós rimos de novo. As 20h?

- Te vejo lá.

Eu beijei a testa dela demoradamente e sai ansioso pelas 20 horas.

(ELENA)

Agora que estávamos todos juntos não tinha porque Rebekah continuar com o silêncio, eu iria dizer mas Damon foi mais rápido.

- Então barbie Klaus, estamos todos ouvindo.

- É uma longa história, aconteceu a 900 anos a trás, eu, Niklaus, Elijah, Kol e Finn não fomos os únicos filhos, tiveram mais Henrique e Pietro, quando Henrique tinha mais ou menos 15 anos meus pais resolveram ter outra criança, Eu, Klaus, Elijah, Kol e Finn já éramos adultos quando Pietro nasceu e logo depois nossos pais nos transformaram em vampiros, Mikael queria que Pietro se transformasse mas ele era só uma criança então minha mãe não permitiu, ela disse que só faria o feitiço se Pietro não precisasse se transformar até porque nós podíamos cuidar dele com nossos poderes, alguns anos se passaram e Henrique sempre teve inveja de Niklaus por ser diferente, por ter genes de lobo, depois de uma briga feia entre os dos Henrique procurou uma bruxa, ele queria ser diferente como Klaus era, ele queria ser um lobisomem como Klaus era mas o feitiço não foi possível porque lobisomem também é uma criatura sobrenatural, a bruxa disse que ele podiaa escolher outro animal normal, ele escolheu uma pantera, mas o ritual exigia mais, exigia o sacrifício de uma pessoa do mesmo sangue que o seu, ele sabia que não conseguiria matar a mim ou um dos meus irmãos, toda vida fomos mais fortes do que ele então como uma faca ele arrancou o coração de Pietro, quando Niklaus e Elijah descobriram foram atrás de Henrique e a mesma bruxa que o fez meio vampiro meio pantera devia mata-lo, mas Elijah não quis que isso acontecesse, não queria mata-lo porque apesar de tudo ele ainda era nosso irmão, então eles pediram pra bruxa coloca-lo para dormir e quando ela o fez nós o enterramos e partimos, não sei como ele está acordado agora.. –Não deixei Rebekah terminar de falar, logo liguei os pontos:

- É claro, uma bruxa com poderes suficientes pode derrota-lo.

Assim que terminei de falar ouvi o barulho da porta, todos automaticamente olhamos pra ver quem estava chegando..

- A bruxa vocês já tem e eu garanto que mais forte do que nunca. –Bonnie disse e não acreditei quando a vi tão mudada.

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Dicas? Elogios? Comentemmmmmmmmm ♥ @big_bad_vampire