Neon

6 E no fim...


Notas iniciais
Oiii Meus biscoitinhos de gengibre com mel e gotas de chocolate! Tudo bom com vcs? Sei que demorei e nem vou tentar me desculpar, por que não importa os motivos, sei que estou errada, vou deixar vcs com esse capitulo, boa leitura.

Autora POV

Hinata passou a manhã com Koje, já que Shizune ainda estava com sua mãe no hospital. O garotinho estava contente por passar um tempo com a mãe, o que lhe deixou agitado, ele queria mostrar a ela todos os brinquedos e brincadeiras que mais gostava.
Ao meio dia ela deu comida pra ele e o arrumou para ir à creche.
—Koje pelo amor de tudo que é sagrado, para de bagunçar esse cabelo!-pede pela quarta vez seguida.
—Não mamãe. -a voz infantil fala a ela. — Não gosta. — diz depois de passar as mãozinhas nos fios loiros assanhando-os. A morena respira fundo mantendo a calma.
—Você não vai pra creche todo assanhado.-pega o pente pra arrumar mais uma vez, mais o garotinho sai correndo pela casa somente de cueca e os cabelos assanhados.-Koje! Garoto, volta aqui!- levanta da cama pra ir atrás do filho, sai do quarto e o vê parado em frente ao sofá com um sorriso nos lábios. -Chega né? Vem cá deixa eu te pentear. — ela diz. Koje nega rindo com as mãos espalmadas nas perninhas e assim que a morena dá um passo em sua direção, ele volta a correr, dessa vez ao redor do sofá.
O garoto ria se divertindo com a correria e Hinata tentava pegá-lo.
—Koje!- o chamava. Ela correu na direção contrária à que ele corria ficando de frente pra ele e antes que ele pudesse dar a volta para continuar fugindo, a morena o tira do chão.- Peguei você!
—Ah!- o garoto grita ainda rindo e tentando se soltar. — Mamãe não peleia. -fala com sua dicção errada.
—Ora não penteia. Claro que vou pentear você não vai assim. -diz sentando no sofá e o colocando em seu colo, de frente para si e começa a arrumar os cabelos do loirinho que se distraiu brincando com os cabelos azulados da mãe. Ele pegou uma mexa e levou ao nariz, sentindo o cheiro fraco e doce do condicionador, depois ficou olhando a mexa em suas mãos, passa-a no rosto e em seguida a põe na boca. -Koje não faz isso!- tira os cabelos da boca dele.
—Não pode?- ele pergunta olhando-a nos olhos.
—Claro que não, é cabelo. Não pode comer cabelo. -explica terminando de ajeitar o cabelo dele.
—Mas é gotoso.- ele tentava convencê-la.
—Não é não.
—É si. Tem celo bom... Então gotoso.
—Não é por que tem um cheiro bom que seja gostoso. Você não pode comer cabelo e ponto. -fala a ele que assente mesmo contrariado. — Vamos você tem que se vestir logo, depois de te deixar na creche vou visitar sua vó no hospital.
—Vovó hispital?
—É, sua vó, no hospital. -responde e coloca o garoto no chão. Ele assente e vão juntos para o quarto. Ela o veste e termina de arruma-lo. Sai de casa segurando a mão do garoto que tinha um robô na outra mão e uma mochilinha nas costas.
Pegam o ônibus que parava mais próximo de onde era a creche de classe média que o loirinho estudava. Ela o entregou a professora e pegou outro ônibus até o hospital. Chegou por volta de 13:15 e se dirigiu até a recepção. Pegou as informações necessárias e o crachá de visitante e então seguiu na direção mostrada até encontrar o quarto em que sua mãe estava.
Entrou sem nem bater na porta, Shizune estava sentada em uma cadeira e conversava com Naruto, que estava em pé na frente da mulher, vestido de branco como sempre mas dessa vez vestia seu jaleco impecavelmente branco e bem passado, os botões abotoados e suas mãos dentro dos bolsos da vestimenta.
Ambos viraram o rosto em sua direção assim que ela abre a porta.
—Boa tarde Hinata.- o loiro cumprimenta e ela acena em resposta.
—Como ela tá? — pergunta olhando a mãe dormindo no leito, pálida, cansada, respirando com ajuda de aparelho.
—Do mesmo jeito... isso se não tiver um pouco pior.- Shizune responde.
—Ela está bem cansada... estão fazendo o possível para que ela melhore. -diz Naruto. Hinata mais uma vez assente.
—Vai pra casa Shizune, você tá quase caindo de sono aí... eu fico. -a morena fala. Shizune estava tão cansada que nem pensa em recusar.
—Me liga se acontecer alguma coisa?- ela pergunta.
—Hunrum.
—Ok... Volto mais tarde pra que você vá buscar Koje na creche.- diz enquanto juntava seu casaco e bolsa. Vai até a mãe de Hinata e beija a testa da mulher que ela considerava uma irmã. Em seguida sai do quarto.
Hinata senta na cadeira em que antes Shizune estava sentada. Naruto anda até a morena e se abaixa na sua frente para poder olhá-la.
— O meu turno acabou... Eu tenho que ir encontrar um amigo, você ficará bem, aqui sozinha?- pergunta com as mãos apoiadas nos joelhos da Hyuuga.
— Claro. Por que não ficaria?- o olha seria, com sua expressão vazia de sempre.
— Se você diz...- o loiro suspira e pega um bloquinho de papel e uma caneta no bolso do jaleco, escreve algo nele e põe na mão dela.- Se precisar de alguma coisa, qualquer coisa, me ligue, tudo bem?- ela assente sem mesmo encará-lo. Naruto suspira mais uma vez e dá um beijo na testa dela, que faz uma careta. Depois o loiro sai do quarto e vai ao vestiário. Pega suas coisas, guarda o jaleco e sai do hospital.

Hinata fica sentada naquela cadeira por algumas horas, mexia no celular e vez ou outra ficava observando sua mãe dormir. O quarto em que elas estavam só tinha uma paciente, a mãe de Hinata, os outros três leitos estavam vazios.

—Odeio hospital.- murmura desviando os olhos das camas vazias e olhando para sua mãe e a vê acordada, tentando tirar a mascara de oxigênio do rosto.- Mãe...- levanta da cadeira que estava e anda até a cama em que sua mãe estava.- Não, a senhora não pode tirar isso.- põe a mascara de novo, afastando a mão de sua mãe. A mulher nega, com um movimento lento e volta a tirar a mascara.- Mãe!

—Hi-Hina... eu pre-preciso... eu preciso...- a voz era fraca e cansada, seus olhos estavam semiabertos.

—A senhora precisa ficar com a mascara de oxigênio.

—Não, não...- para um pouco pra respirar profundamente.- Eu preciso falar... com você.

—O que? Agora? Mãe, deixa pra depois.- diz tentando colocar a mascara no lugar, mas foi impedida.

—Por favor... filha.- o tom de voz da Hyuuga era baixo, como se fosse difícil por as palavras para fora.

—Ok. Tudo bem, mas não force muito.- Hinata se dá por vencida, sua mãe era tão teimosa quanto ela mesma.

—Hum... preciso que você me prometa... me prometa que vai cuidar do Koje. — arfa.- Cuide... cuide do seu filho, Hinata, ele é uma criança in-incrivel.

—Mãe, por que está falando essas coisas?

—Só me prometa, querida... por favor.- diz ofegante.

—Ta, eu prometo, mas...

—Shizune vai te ajudar.- interrompe a fala da filha.

—Hunrum, eu sei. Mãe...

— Pro-prometa que cuidará também do seu pai... ele pre-precisa de ajuda, Hina. E-eu sei que você o culpa por muitas coisas que te a-aconteceram, ma-mas, por favor, não o abandone. — respira profundamente, sentindo seus pulmões falharem. Hinata não fala nada, só assente, sentindo seus olhos arderem.- E por fa-favor, filha... a-arrume outro trabalho, você é uma menina tã-tão linda e inteligente... você merece mais do que...

—Como a senhora sabe?- a interrompe

—E-eu sou sua mãe... mães sempre sabem.- sorri fracamente.- Eu te amo tanto, Hinata...- uma lagrima desce pelo rosto pálido de Kumiko e outra escorre dos olhos de Hinata. -Amo você, Neji e Koji... vo-vocês são...- ofega.- São as coisas mais importantes no mundo pra mim. Me perdoe por... me perdoe por deixar tantas responsabilidades nas suas costas, você é tão novinha, minha filha. –puxa ar pela boca.- Mas sei que você vai dar um jeito.

—Mãe, para de falar essas coisas e põe a mascara de oxigênio de novo, você não pode se esforçar tanto. –diz com a voz tremula de quem queria chorar, mas ela não choraria na frente da mãe. Hinata põe a mascara no rosto de Kumiko, que dessa vez não a impede. — Durma, a senhora precisa descansar, quanto mais descansar mais rápido fica boa e mais rápido saímos desse hospital, e a senhora sabe que eu odeio hospital.- a outra Hyuuga ri fracamente e vai fechando os olhos, cansada.

Hinata fica ali em pé por mais algum tempo, até ter certeza de que sua mãe estava dormindo, e então solta um suspiro e vai sentar na cadeira que antes estava. Se recosta na cadeira, mas não fica ali por muito tempo, o barulho agudo que vinha de um dos monitores ligados a sua mãe lhe tirou da cadeira, a tela do monitor mostrava uma linha branca e reta, que passava por toda a sua extensão. A morena levanta e sai do quarto, em busca de algum enfermeiro ou médico, e pela primeira vez em muito tempo, ela rezava para que não acontecesse o pior.

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Depois de sair do hospital Naruto segue até onde tinha marcado de encontrar Sasuke, entra no enorme prédio de janelas de vidro e segue até a recepção.


— Boa tarde...- sorri para a recepcionista.- É, você poderia me dizer onde posso encontrar Sasuke Uchiha?
— Senhor Uzumaki?- ela pergunta e o loiro assente. A recepcionista acena para uma outra mulher que vai até ela.- Aline vai lhe levar até o Delegado, Senhor Uzumaki.- disse simpática. O loiro assentiu e seguiu a dita mulher pelo prédio. Entraram no elevador, andaram por alguns corredores até chegarem a uma porta preta que estava fechada.
—Delegado Uchiha?- chama depois de bater na porta e abri-la um pouco.- O senhor Uzumaki chegou.- abre mais a porta e da espaço para que o loiro entre.
—Naruto!- Sasuke fala levantando da cadeira e indo até o amigo que estava próximo a porta.- Quanto tempo cara!
— Muito mesmo Sasuke.- ri cumprimentando o moreno.- Então virou delegado da Polícia Federal... Fico feliz por você, amigo.
—Pois é. Anda senta aí. — aponta uma cadeira para o loiro sentar.- Me conta o que anda fazendo da vida.
—Ah...- bagunça os cabelos sentando.- Eu tenho trabalhado bastante.
— E...?
—E o que? -pergunta confuso.
—O que mais tem feito? Não é possível você só tenha trabalhado.
—Bom... não. Na verdade eu também tenho tentado lhe dar com alguns problemas.
—Problemas?- pergunta indo sentar em sua cadeira.
—É... esses anos em que eu passei longe...-suspira- Aconteceram muitas coisas com alguns conhecidos.
—Coisas sérias?
—Coisas inimagináveis. -suspira de novo e bagunça mais os cabelos- Eu tenho um sobrinho, sabia?
—Um sobrinho? Como assim?
—Lembra do Deidara?- pergunta. Sasuke faz uma careta e começa a prestar atenção.- Ele envolveu-se com uma garota... ela é menor de idade, Sasuke. Eu vi essa menina nascer, eu a segurei nos braços, foi um choque descobrir que ela tem um filho com Deidara, mas o garoto é incrível.- sorri bobo. — Puxou a mãe em personalidade, quer dizer... puxou a ela quando mais nova.- respira fundo- E pra completar Deidara está preso. Eu sempre soube que ele acabaria preso ou morto, mas mesmo assim me sinto mal. Apesar de tudo que ele fez, é meu irmão e está preso.
—Estava.- Sasuke fala sério, com o rosto apoiado nas mãos.
—Como?- o loiro pergunta. O Uchiha se ajeita na cadeira.
—Estava. – repete.- Era sobre isso que eu queria falar com você Naruto. Eu estou com um caso grande em mãos agora. Formação de quadrilha, tráfico de drogas... tráfico humano.
—Tráfico humano?- pergunta horrorizado.
—Sim. Estamos investigando uma quadrilha... Há grande chances de eles aliciarem meninas e as traficarem para países da América do Sul e parte da Europa para trabalhar em bordéis ou até mesmo vendê-las como escravas.
—Nossa- pisca aturdido.- Isso é horrível Sasuke! Mas o que Deidara tem haver com isso? E por que você me chamou aqui?
—Calma, vou explicar. Não posso dar muitos detalhes, mas vou explicar.
—Então explica.
—Tá bom... como eu disse antes, essa quadrilha mexe com muitas coisas, tráfico de drogas é uma delas. Seu irmão foi solto ontem de manhã, está em liberdade condicional, e no mesmo dia ele foi visto com um dos nossos suspeitos. O que achamos é que Deidara esteja envolvido no fornecimento de drogas para essa quadrilha. Ele é quem pode nos levar a alguém mais importante. Te chamei aqui para saber se ele não apareceu por lá ou se há alguma movimentação estranha pela área. Qualquer coisa pode ajudar.
—Não... Deidara não apareceu por lá. Há alguns dias, Ino, minha outra irmã, foi atrás de Koje, o filho do Deidara, mas fora isso nada de estranho... Sasuke, Deidara pode ir atrás do Koje e da Hinata?
—Ele pode sim. Mas farei o possível para resolver esse caso o mais rápido possível e mandar todos para a cadeia.
—Sim, sim.- o loiro responde repentinamente preocupado com Hinata e o pequeno Koje.
—Eu quero que veja umas fotos. Quero que me diga se conhece as pessoas que se encontraram com Deidara.- pega o telefone e disca um número. -Aline, peça para a Senhorita Haruno me trazer os arquivos da Operação Yakusa.- depois da resposta da mulher do outro lado da linha o moreno desliga.
—Operação Yakusa?- Naruto pergunta arqueando uma sobrancelha.
— Não me olha assim, não sou eu quem cria esses nomes.-ri.
Logo a porta é aberta e por ela entra uma mulher alta de estranhos cabelos rosa.
—Aqui Uchiha, as fotos do caso.- põe os arquivos em cima da mesa.
—Obrigado Haruno. Este é Naruto Uzumaki, meu amigo. Naruto essa é Sakura Haruno, meu braço direito aqui dentro. -sorriu para a rosada.
—E as vezes a cabeça dele também... ele não costuma usar muito a dele.- a rosada provoca.
—Sasuke sempre foi assim.- Naruto ri.- Prazer Sakura.- estica a mão pra ela.
—Prazer Naruto.- aperta a mão dele.
—Ótimo, apresentações feitas vamos voltar ao trabalho... Sakura mostre a ele a foto em que flagramos Deidara.
A rosada puxa uma cadeira e se senta, começando a folhear as páginas dos arquivos até encontrar a foto de um homem de longos cabelos loiros e barba por fazer apertando a mão de um de cabelos ruivo alaranjado, este tinha o rosto cheio de piercings e vestia roupas aparentemente caras.
—Você o conhece Naruto? Esse de cabelo alaranjado...- pergunta Sakura. O loiro nega olhando fixamente a imagem.
— Nunca o vi. Deidara deve ter o conhecido durante a estadia na cadeia. Ele nunca apareceu por São Luís, pelo menos não que eu tenha visto.- diz ainda olhando a foto.- Se vocês não o conhecem, como sabem que ele pertence a essa quadrilha que falaram?- Sakura pega outra foto, do mesmo homem ruivo alaranjado, mas dessa vez ele estava com outra pessoa.
—Quem é esse?- Naruto pergunta olhando para um cara alto, cabelos na altura do ombro e platinados.
—Esse é Hidan... ele foi preso em uma blitz outro dia por estar dirigindo alcoolizado. Ele quis brigar com o agente e levaram ele sobre custódia.-explicou Sasuke.
—Digamos que ele seja bem boca aberta quando está bêbado. — diz a Haruno.

—Ele falou demais, e tivemos nossas primeiras pistas. Pagaram a fiança dele e logo Hidan foi solto de novo, mas nós o seguimos e o vimos com esse cara aí.-Sasuke aponta para a foto.- Ele me pareceu ser algum tipo de chefe.- suspira.- Se você chegar a ver Deidara ou alguma movimentação estranha pelo bairro me liga, mano.
—Claro Sasuke. Lhe ligo sim.- assente.- E se... –interrompe o que falava quando Sakura, que juntava as fotos para juntar aos outros arquivos, bate a mão na mesa e derruba quase todas as fotos no chão.

—Ai desculpa.- murmura se abaixando pra juntar as fotos.

—Eu lhe ajudo, Sakura. – o Uzumaki se curva para ajuda-la, pega algumas fotos, mas congela ao ver uma em especial. Segura essa foto e põe as outras na mesa, enquanto encarava o homem na imagem.

—O que foi Naruto?- o Uchiha pergunta.

—Esse homem... Sasuke, eu conheço esse homem. — mostra a foto ao amigo.

—Conhece? De onde?- o moreno pergunta.

—O nome dele é Toneri, ele é um motel e o usa pra aliciar garotas para a prostituição.

—E como você sabe disso, Naruto?- Sakura pergunta curiosa.

—Hãn... Hinata é uma dessas garotas aliciadas.- o loiro diz depois de um suspiro.

—Hinata? A mãe do seu sobrinho? A que é menor de idade?- Sasuke pergunta.

—A própria. Eu disse que aconteceram coisas inacreditáveis durante esses anos.

—Caramba, Naruto! Esses caras precisam ser parados, e talvez essa menina possa nos ajudar, talvez ela tenha alguma informação importante.

—Não sei, Sasuke, não seria perigoso colocar Hinata no meio dessa investigação?- o loiro pergunta.

—Não vamos coloca-la no meio da investigação, ela só seria uma testemunha.

—Hum, tudo bem, irei falar com ela assim que...- o loiro interrompe sua fala ao sentir seu celular vibrar no bolso de sua calça.- Alô?

—Naruto...?- dava pra reconhecer a voz de Hinata, apesar de estar abafada e tremula.

—Hinata? Tudo bem?

—Não.- ela faz uma pequena pausa, como se para puxar mais ar.- Minha mãe morreu, Naruto...

“O tempo é uma coisa valiosa

Assista-o voar como o balançar de um pêndulo

Observe a contagem regressiva até o fim do dia

O relógio faz a vida passar.”- In the end, Linkin park.

Notas finais
E então, o que acharam? Tava com medo do que vcs iriam falar depois do que eu fiz nesse capitulo. Ele não ficou muito bom, eu imaginava bem melhor, mas não consegui fazer de outra forma. É um capitulo importante, e como vcs viram é cheio de informações, espero que tenham gostado e até o próximo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.