Notas iniciais
Peço desculpas pelo demora,tentarei postar mais rápido,podem criticar bastante nos comentários para que eu consiga deixar a fic o mais agradável possível. Amo vcs ! Bjz

Dois meses depois

09/01/1999

O dia parecia normal, Kate levantou se banhou e desceu ,sua barriga de cinco meses já estava pesando e devagar ela descia a escada .

–Bom dia mãe.

–Bom dia Katie, fiz panquecas.

–Parece deliciosas.

As duas comerem conversando assuntos diversos, Jim havia saído para um reunião e o café só ficou com as meninas da casa .

– Você está lembrando do nosso jantar em família né?

– Claro filha ! Porque esqueceria.

Kate a olhou com a sobrancelha arqueada

– Prometo que hoje não ficarei no trabalho — disse apertando o rosto da filha.

O dia passou rápido, a noite estava um pouco fria, porém agradável. Nova York a noite ficava ainda mais linda, porém em um beco escuro Johanna sentia sua vida deixa seu corpo e a dor insuportável sessando,suas pálpebra pesaram e seu último suspiro foi dado, seus últimos pensamentos foram em sua família e no bebê da sua filha , que nem o sexo ela não teve o prazer de saber.

Não muito longe da li Kate e Jim não suportavam mais a demora de Johanna, pensaram que mais um vez ela teria deixado se levar pelo trabalho. Chegando em casa eles viram um grande movimentação de policiais. Kate ficou tensa, sentiu um aperto no coração quando pensou em sua mãe.

O detetive responsável pelo caso conversou com Jim e Kate, foi um momento terrível, Kate se sentira morta junto com sua mãe, seu porto seguro tinha sido brutalmente arrancado de sua vida. Vida, como seria sua vida a partir daquele momento ?!

– NÃO, MINHA MÃE, MINHA MÃE

– Kate, por favor se acalme, por favor! — Jim estava sofrendo muito ,mas tentava se segurar, sua menina precisava dele. — Katie, pense no bebê,você tem que se acalmar.

– Bebê ! Eu não estou nem aí pra essa criança, eu quero a minha mãe, Meu Deus, por que a minha mãe?

Os policiais chamaram um médico pois Kate estava muito nervosa e em seu estado, precisava de cuidados, os médicos aplicaram um calmante em Kate, logo ela dormiu. Jim resolve tudo que conseguiu no momento e ligou para os familiares, todos ficaram chocados, era uma tragédia.

– Papai — Kate chamou da porta do quarto.

Resmungos foi o que ela obteve como resposta. Empurrando a porto ela se deparou com seu pai jogado no chão com uma garrafa de wisk ao lodo.

– Papai , o que o senhor pensa que está fazendo, eu não posso te perder também, não suportaria mais dor, não sei se ha espaço para mais dor no meu coração. — ela chorava descumpiosamente.

Dias se passaram, Kate ainda não aceitava o que aconteceu, ela não deixaria isso impune, ela não aceitou a desculpas esfarrapadas do detetive, que foi apenas briga entre gangues, ela sabia que isso era algo maior, e ela estava determinada a lutar por justiça, pegar quem fez isso com sua mãe. O ódio que ela nutria por quem quer que fosse este culpado, serviu de combustível para ela se reerguer.