Nem Tudo É O Que Parece... -Interativa
6 Distrito 4
Notas iniciais
Eu sei que eu prometi postar ontem e tal, só que eu fiquei meio sem tempo então desculpem!!!!!!
Espero que gostem do capitulo!!!
Boa leitura!!
P.O.V. Margarett Fryder
Só foi Carl puxar o papel com o nome da futura tributo do meu distrito que de repente a minha cabeça ficou como nevoa, eu via aquelas cenas horríveis se repetirem a minha frente. Aquele dia voltar à tona. O dia que eu mais odiava.
O da colheita do meu irmão.
O passado começou a voltar a minha cabeça como fleches.
Eu de novo com sete anos observando a colheita. O meu irmão mais velho, Josh, se voluntariando. Eu e minha mãe chorando, perguntando por que ele tinha feito aquilo. O desfile dos tributos. A entrevista. A batalha na cornucópia. Ele com os outros carreiristas. Aquela flecha atravessando o seu pescoço. E então, Boom, o famoso tiro de canhão.
Volto à realidade quando, Carl o nosso representante de distrito, de pele morena, calças verdes apertadas e camisa social azul, repete o nome da garota:
-Margarett Fryder – repete ele.
Espera! Esse é o meu nome. Passo a mão em meus cabelos castanhos escuros, me recompondo e seguindo em frente.
Subo ao palco, ainda incrédula, mas sem mostrar meus sentimentos. Não acredito que isso possa estar acontecendo. Mas sei que não devo temer, sou uma carreirista, fui treinada para isso, alem do mais quando não estou treinando ajudo meu pai, pescando e montando anzóis, sei usar uma lança e um tridente muito bem, e é a minha chance de honrar o meu irmão. Ele se voluntariou para tirar a nossa família da pobreza e é isso o que eu vou fazer.
Vejo Carl tirar o nome do próximo tributo, mas quando ele vai pronunciá-lo é interrompido.
— Eu me voluntario como tributo.
Um garoto de provavelmente 18 anos, de pele levemente bronzeada, de cabelo castanho claro, quase puxando para o loiro, olhos azuis bem claros, vestido com uma camisa social branca e calça castanha, vem caminhando tranquilamente como se isso tudo fosse uma brincadeira e sobe ao palco.
-Qual seu nome, rapaz. –pergunto Carl, com seu irritante sotaque da capital.
-Rossi Delvecchio.
Nos cumprimentamos e somos levados a salas de visita pelos pacificadores.
A sala era decorada ao estilo da capital com um sofá de veludo verde posicionado ao centro da sala, me sento nele e fico aguardando os meus familiares chegarem.
Meus pais entram na sala e em seguida vem me abraçar.
-Não posso acreditar que mais um filho meu vai para a arena- diz minha mãe as prantos.
-Mãe acalme-se, eu vou voltar – digo enxugando suas lagrimas.
-Mas são 24 jovens e só um volta vivo.
-E desses 24 quem vai voltar viva sou eu.
-Filha, lembre-se de tudo que eu a ensinei, você me ajuda na pesca desde pequena e sabe muito bem como se usar uma lança e sempre treinou no centro de treinamentos é inteligente o bastante para se virar na arena, eu sei que você pode conseguir.
-E eu vou papai, vou voltar para casa, tirando nossa família da pobreza, era isso que o Josh queria quando se voluntariou e é isso o que eu vou fazer, assim honrarei a morte dele.
-Só não faça nenhuma besteira tentando se vingar. – diz meu pai por fim.
-Não farei.
Os abraço mais uma vez e logo eles são levados pelos pacificadores, me deixando sozinha.
Eu sei que posso ganhar, sou carreirista, vou honrar meu irmão, vou ajudar a minha família, eu vou voltar e não vai ser em um caixão.
P.O.V. Rossi Delvecchio.
- Eu me voluntario como tributo. – grito sem medo.
Por que estou me voluntariando?
Simples. Eu fui treinado para os jogos, fui selecionado para ser o carreirista da família, por isso treinei a minha vida inteira, de todas as maneiras, deixei minha vida social para pensar 24 horas por dia nos jogos, não só fisicamente como a maioria faz, mas como o meu treinador sempre me disse "Qualquer idiota pode matar com uma espada... Não, Rossi, para vencer os Jogos, é preciso pensar como um idealizador, e agir com a certeza da vitória" e é isso o que eu faço, eu já estudei cada detalhe das edições passadas dos jogos, sei pensar exatamente como um idealizador, apesar de que esse ano a chefe dos idealizadores ser bem peculiar, ela age de um jeito diferente e não sei bem ao certo o que aguardar, ela é inteligente e na sua ultima arena jogou bastante com o psicológico dos tributos, não é uma coisa que se vê todos os dias, vai ser um grande desafio, mas sou inteligente o bastante e um ótimo estrategista sei muito bem me virar. Não tenho medo.
Alem do mais é a minha ultima colheita, a minha ultima chance.
Vou até o palco calmamente, como disse não estou com medo, fui preparado para isso.
Depois de dizer o meu nome para o nosso representante, comprimento a minha parceira de distrito, uma garota de 16 anos de pele clara, apesar da grande exposição ao sol que o nosso distrito proporciona cabelos castanhos escuros e longos, olhos redondos e verdes, possui um nariz pontudo com os lábios bem carnudos, magra com provavelmente 1,70 de altura.
Em seguida somos levados para salas diferentes para esperarmos os nossos familiares. Logo depois meus pais e meu irmão mais novo entram.
— Que orgulho meu filho – diz meu pai me abraçando.
— Você me fez treinar para isso não foi? Agora vou aproveitar esse treinamento.
-Mas é claro, e é por isso que eu sei que você vai voltar.
- Toma cuidado, filho, mesmo com o seu treinamento, não subestime os outros tributos.
- Não farei isso, mãe.
-Boa sorte meu irmão, se cuida.
-Obrigado e se cuida você também meu maninho.
Os abraço mais uma vez e logo eles são levados pelos pacificadores, em seguida meu treinador, Joh, um cara forte que venceu os jogos há uns 15 anos atrás entra na sala:
-Esse é o meu garoto. Que orgulho.
— Com você como treinador o que a de temer.
-Eu sei que sou demais, mas lembre-se do que eu sempre digo...
-“Qualquer idiota pode matar com uma espada...
-Exatamente e jogar com a mente é uma das melhores armas -diz ele me interrompendo- e a chefe dos idealizadores desse ano é muito esperta e diferente de qualquer outro, então tome cuidado. Você é um ótimo estrategista sei que você pode ganhar.
-E eu sei que vou.
Logo ele também é levado pelos pacificadores.
Eu sei que posso ganhar, eu sei que eu vou ganhar, eu não tenho medo, sei exatamente como um idealizador pensa e sei usar muito bem as armas disposta, treinei a vida inteira para isso, eu vou voltar para esse distrito como vencedor e ninguém vai me impedir.
Notas finais
Desculpem-me na parte do Rossi é que eu precisava aumentar um pouco o ego da Victoria!!!!!
E tentar deixar vocês ansiosos para a arena!!!!!
Não sei quando vou conseguir postar o próximo, mas prometo que até o final de semana que vem sai!!!
Deixem reviews, foram poucos os que comentaram no outro :(
Bem então comentem!!!!
BJss!! Até o próximo!!!!
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