Notas iniciais
Não vou dizer muito aqui, vou deixar tudo para o final!
Boa leitura e bem vindos novos leitores! *o*
Obs: CONTEM LEMOM!

POV Percy.


Estávamos em um restaurante perto do rio principal de Florença. Eu, Annabeth e o seu suposto pai. Ninguém falava nada. Minha mão estava encostada na perna de Annie, mostrando que para qualquer coisa eu estaria ali por ela. O "pai" dela não parava de olhar para ela, como se, assim que ele desviasse o olhar, ela sumiria.


Eu preciso esclarecer uma coisa antes. Na verdade, muitas coisas precisam ser esclarecidas para que vocês possam continuar lendo. Em primeiro lugar, após o desmaio de Annie eu a levei para o quarto e fiquei lá até ela acordar. Quando ela enfim acordou, contei novamente que aquele homem, Frederick, dizia ser o pai dela. Ela pareceu um pouco atordoada no começo, mas depois resolveu descer novamente para falar com o sujeito.


Ela não disse muito coisa, só pediu para ele ir embora e mais tarde, no horário do almoço, que ele a encontrasse no restaurante para o almoço. Ela lhe deu o endereço e se despediu, de forma seca, do homem. Quando enfim o horário se aproximava Annie tentou ir sem mim, mas como sou um cara insistente e muito persuasivo (e gostoso, não vamos esquecer esse detalhe), eu acabei conseguindo ir.


Annie ainda não havia falado nada e parecia que não ia falar tão cedo, então resolvi começar a falar.


- Então, como o senhor descobriu que ela é sua filha? – pensei melhor- Ou melhor, porque o senhor acha que ela é sua filha?


- Para começo de conversa ela tem os mesmo olhos da mãe. Athena tinha os olhos mais perfeitos quando a conheci... Tão apaixonantes e intimidadores. Seus olhos são iguais. – ele sorria para ela, que por sua vez continuava seria.


- Como me achou e porque resolveu aparecer só agora? – ela parecia um pouco brava.


- Um dia desses, você e seus amigos foram a um baile de mascaras e eu a vi. – Suspirou- No começo não tinha certeza se era você, mas então eu vi seus olhos e tive quase certeza que você era filha de Athena... Então fui até o dono da festa e pedi o nome dos convidados, expliquei que era por uma boa causa, então ele me permitiu dar uma olhada. Olhei a lista e então no meio dela encontrei uma Annabeth Chase. Contratei um detetive e pedi que ele descobrisse onde você estava hospedada, ele conseguiu quase que imediatamente. E caso você esteja se perguntando como eu sei que eu sou seu pai é porque seus cabelos são iguais aos meus e que eu saiba sua mãe só se relacionou, fisicamente, comigo. Pelo menos foi o que ela me disse... Ela disse que foi o único amor da vida dela.


Confesso que eu não acreditei muito na historia que esse homem estava contando e pelo o que eu pude ver Annabeth também não estava lá muito convicta com essa historia. Frederick acabou percebendo a nossa desconfiança e tirou uma pasta do paletó que ele usava.


- Essas são fotos suas que sua mãe me mandava. Ela não queria que você soubesse que eu sabia da sua existência. – Ele esticou a pasta e Annie a pegou.


Aproximei-me mais dela e comecei a olhar para as fotos e atrás delas havia algumas legendas dizendo a idade de Annie e a sua altura. Os olhos de Annie se encheram de lagrimas e eu conseguia entender pelo o que ela deveria estar passando... Deveria ser um choque e tanto ver o pai e descobrir que sua mãe sabia onde ele estava o tempo todo e ainda por cima que nem ele e nem ela contaram alguma coisa para ela.


- Eu imagino que você tenha muito o que pensar e assimilar... Então vou deixar você e o seu...


- Namorado. Eu sou namorado dela. – Ok, agora até eu fiquei surpreso.


Eu tinha um relacionamento com a Annie, mas era muito recente, e mesmo eu tendo certeza de que queria ficar com ela eu não tinha total certeza de que ela queria isso, mas ao olhar para ela e ver que ela sorria levemente para mim, percebi que talvez, e apenas talvez, ela quisesse a mesma coisa que eu.


- Ok então! Antes de eu ir, eu posso ganhar um abraço de vocês? – ele esticou os braços e eu me sentindo um pouco mal por deixar o homem ali, levantei e o abracei. Que fique bem claro que foi um abraço de homem! Nada daquelas bichisses de beijinhos e ficar balançando o corpo de um lado para o outro.


Afastei-me de Frederick e vi que Annie estava logo atrás de mim pronta para lhe dar um abraço. Sai de seu caminho e ela o abraçou.


- Eu ligo! Só preciso... De um tempo! – Ela deu um beijinho na bochecha dele e depois me abraçou.


Ficamos observando aquele homem ir embora e depois nos sentamos para finalmente almoçarmos. Estávamos famintos e por causa disso quase não nos falamos durante o nosso almoço. Mas durante a sobremesa isso não foi um problema.


- Então, quer dizer que sou sua namorada? – ela não queria falar sobre o pai, então resolvi respeitar isso. Quando ela estivesse pronta eu estaria ali para ouvir.


- Logico que é! OU você acha que vai abusar do meu corpinho sexy, ter tudo o que quer de mim e me deixar assim? – Sorri para ela.


-Era essa mesma a minha ideia, mas como eu acho que não tenho nada melhorar para achar, talvez eu fique com você! – Ela sorria abertamente.


- Talvez? Como assim talvez? Não sabe o que tá perdendo não? – Passei a mão no meu corpo de forma provocativa arrancando uma risada dela.


- Não! Quer me dar uma prova do que talvez eu vá perder? – Ela sorriu e eu me inclinei para ela, chegando mais perto do seu rosto.


- Com todo o prazer!


Juntei nossos lábios de forma leve e meiga. Queria ir devagar, fazer com que ela sentisse o que perderia, mesmo de brincadeira, eu queria que ela não quisesse ficar sem mim. Passei minha língua por seu lábio inferior e logo em seguida mordi levemente no mesmo local. Ela tentou agarrar o meu cabelo e me puxar para mais perto, mas eu não permiti. Queria que ela implorasse por mais. Minha língua dançava de forma sensual e provocativa na dela, afastando-se toda vez que ela tentava aprofundar o beijo.


- Você vai ter que implorar – Sussurrei nos seus lábios.


- Eu não vou implorar... – ela estava ofegante – Eu vou ter, e agora mesmo.


Sem eu nem imaginar Annie me puxou com tudo para perto dela, aprofundando o nosso beijo. Tentei resistir e voltar a provoca-la, mas eu não tinha um autocontrole tão bom assim. Puxei Annie para mais perto de mim, o beijo que antes era calmo agora estava quase selvagem. Nossas línguas se entrelaçavam de uma forma sensual e nossos lábios se encaixam quase que com uma perfeição quase divina. Eu sei, foi um comentário um pouco gay esse, mas os beijos de Annabeth causavam isso em mim.


- Acho melhor a gente ir embora antes que comecemos a fazer coisas inapropriadas em publica. – Disse sorrindo contra o seu lábio.


- Acho uma ótima ideia. – Ela mordeu meu lábio inferior e eu soltei um gemido baixinho sem querer.


Pedi a conta para o garçom. A conta chegou e quando peguei a carteira constatei que não possuía dinheiro algum. Eu estava liso. Não entendia como, pois quando sai de casa estava com uma quantia razoável de dinheiro, olhei um pouco assustado para Annie e ela parecer captar meu olhar.


- Annie, você trouxe a carteira? – Eu olhava um pouco tenso para ela.


- Trouxe, por quê? – Ela estava preocupada.


- Bom, porque eu fui roubado. Eu estou liso.


- Eu tenho aqui. – Ela pegou a carteira do bolso e quando a abriu ficou paralisada. – Percy, acho que vamos ter que lavar pratos.


- Pelos deuses... Não me diga que você também está lisa? – Fiquei paralisado também.


- Sim, eu também estou sem dinheiro. – Ela me olhava inconformada – Só não consigo entender como Percy. Eu tinha uma quantia razoável de dinheiro quando cheguei... AI MEU DEUS!


- O que foi Annie? – Ela só podia estar querendo me matar.


- Acho que eu sei quem roubou a gente. – ela parecia inconformada e chateada ao mesmo tempo.


- Quem?


- Meu pai. – Ela falava muito serio e eu fiquei meio chocado.


- Mas como Annie?- Eu não conseguia entender.


- Quando ele nos abraçou... Eu senti alguma coisa, mas não liguei, achei que fosse você ou que fosse sem querer. — Ela estava petrificada e eu pude ver que havia algumas lágrimas nos seus olhos.


- Calma, eu vou pensar em alguma coisa para tirar nós dois dessa. – Eu a abracei e esperei ela se acalmar um pouco.


Eu precisava tirar nós dois dali. Não queria ficar lavando pratos, muito menos ir parar a delegacia em um lugar desconhecido por nós e ainda por cima desconfiando que fosse o pai da Annie que havia roubado nós dois. Eu estava pensando em mil possibilidades quando de repente uma surgiu em minha cabeça. Talvez fosse a mais ridícula, mas era a mais provável que nós dois conseguíssemos sair dali.


- Annie, você acha que aquelas aulas de corrido no acampamento de verão foram uteis? – Eu já estava ficando de pé a ajudando a ficar em pé.


- Acho que sim, por quê? O que você tem em mente? – pude notar um sorriso arteiro sem seus lábios. Ela ficava linda com aquele sorriso.


- Bom, quando eu contar três nós corremos. – Sorri para ela.


- E depois? – Ela sorria ainda mais.


- Depois seja o que Deus quiser. – Demos risada. – Pronta?


- Pronta. – Ela apertou minha mão e sorriu.


- Então tá.- tomei folego- Três.


Saímos correndo feito louco rindo feito dois loucos e retardados. Quando estávamos quase na metade do caminho ouvi uns gritos atrás de nós. Gritos estressados e rudes. Olhei para trás e percebi que alguns garçons corriam atrás de nós.


- Annie- Eu estava ofegante.


- Oi? – Ela estava tão ofegante quanto eu.


- Fodeu! É melhor você começar a correr bem mais rápido. – Eu puxei sua mão.


Ela olhou para trás e começou a correr mais rápido. Ao mesmo tempo em que o perigo aumentava seu sorriso também aumentava. Quando olhamos para trás havia os garçons e alguns policiais também. Olhei para frente e tive uma ideia.


- Annie, você confia em mim? – olhei de canto de olho para ela.


- Claro que sim. Por quê? – Ela deu um sorrisinho.


- Bom, o que você acha de pularmos naquele rio que está bem ali?


- Olha, eu não acho uma ideia muito boa, mas como essa é a única ideia acessível... Vamos lá. – Ela segurou minha mão mais forte e saímos correndo ainda mais rápido. Quando chegamos perto da margem do rio simplesmente pulamos. Não desgrudei da mão dela nem por um minuto. Quando emergimos percebi que havíamos despistados os guardas e os garçons do restaurante. Levei Annie para a margem do rio, que por sinal não era lá muito limpo, e a abracei para que ela parasse de tremer um pouco.


- E... E agora Percy? – Ela batia um pouco os dentes.


- Bom, agora nós temos que ir para casa. – Sorri um pouco e lhe dei um beijo na testa.


- Mas como? – Ela deitou acabeça no meu peito.


- Ora é simples. Pedimos um taxi e quando chegarmos a casa pagamos. O que acha?


- Eu acho a ideia perfeita!


Sorri para ela e levantei a ajudando logo em seguida. Pedimos um taxi e fomos para a casa. Quando chegamos lá pedi para que Annie esperasse ali no taxi enquanto eu subia e pegava dinheiro. Paguei o taxista e finalmente entrei com Annie. Explicamos o que havia acontecido para o pessoal que estava ali e depois subimos, cada um para o seu quarto, para tomar banho.


Estávamos exaustos, mas como eu não conseguia dormir sem ter o corpo de Annie perto ao meu, fui para o quarto dela e a encontrei indo deitar. Ela sorriu minimamente para mim e depois veio até mim me dar um beijo.


- Pensei que você não ia vir. – ela já estava indo deitar.


- É logico que eu vim, eu não consigo mais dormir longe de você. – Sorri e fui me deitar com ela.


A abracei por debaixo do coberto e fiquei assim por um bom tempo, apenas sentindo seu cheiro de sabonete e shampoo de frutas. Eu estava quase dormindo quando Annie se virou para mim e me beijou.


Não era um beijo selvagem, mas sim um beijo calmo e com tanta paixão que chegava a arrepiar os pelos de minha nuca. Era um beijo incrível e que conseguia deixar qualquer um animado.


- Eu te amo Annie. – Foi inevitável não deixar essas palavras saírem da minha boca.


- Eu também te amo Percy. – Ela olhou bem fundo nos meus olhos – E eu queria agradecer o que você fez por mim hoje. Por ter estado ao meu lado, por ter respeitado o meu espaço quando percebeu que eu não queria falar sobre o assunto do meu pai, obrigada por ter nos tirado daquela confusão. Mas, acima de tudo, obrigada por simplesmente existir e estar do meu lado, por ser meu amigo, o melhor deles, quando mais ninguém nesse mundo tudo conseguiria ser. Eu te amo, não pelo falto de você ser lindo e gostoso e tesudo, isso ajuda claro, mas eu te amo pelo fato de você ser a única pessoa que consegue lidar comigo, que consegue fazer eu me sentir bem mesmo quando eu não sei nem o que eu estou sentindo. Você faz com que tudo fique mais claro, faz com que as nuvens que antes cobriam o meu sol desapareçam... Você faz meu sol brilhar ainda mais. Confesso que ainda estou um pouco insegura sobre o que pode ou não acontecer com nós dois, mas saiba que eu não deixarei nada ficar entre nós e saiba também que, apesar dos meus medos, vou fazer de tudo para ter você sempre ao meu lado. Obrigada por ser simplesmente meu.


Ela estava um pouco sem folego pelo tanto que havia falado em tão pouco tempo. E eu? Bom, eu não conseguia explicar como eu estava. Imagina a garota que você mais amou a sua vida inteira, desde que você se conhece por gente, se declara para você, diz coisas que você sempre quis ouvir, mas só nos seus sonhos, imagina que fez tudo isso olhando nos seus olhos... Bom, se você consegue imaginar isso, tenho certeza que vai saber como eu estou. Coração acelerado, sorri idiota nos lábios, respiração um pouco desregulada e para acentuar tudo ainda mais, aquele estranho brilho nos olhos que eu conseguia ver refletido nos olhos de Annie. Eu não sabia o que falar, nem como agir. Minha mente parecia gelatina enquanto meu coração se tornava cada vez mais vibrante e presente no meu peito... Eu estava me perdendo cada vez mais nos olhos dela... Eu tinha que falar algo.


- Annie, eu não sei nem o que falar, mas saiba que eu te amo muito, muito mesmo. Não pense que eu sou gay ou algo do gênero por falar o que eu vou falar, porque eu não sou, mas você mexe tanto comigo que algumas atitudes minhas acabam mudando. Para começar tudo o que você disse se encaixa no que eu sinto por você... Obrigada por me aceitar do jeito que eu sou e saiba que sempre, sempre mesmo, não importa em qual momento da sua vida, eu sempre vou estar ao seu lado para quando você precisar de alguém para chorar, dividir confissões, segredos, sorrisos, felicidades, esperanças, sonhos desejos, tristezas, dores.... Não importa, eu estarei ao seu lado. Por que eu te amo e isso sem duvida alguma é um fato. Sim, um fato. Porque não existe nada mais certo do que o meu amor por você. Mas antes de tudo, eu quero te perguntar uma coisa.


Sua expressão estava igual a minha há cinco minutos. Ela nunca esteve tão linda e perfeita como agora.


- O que? – Sua voz estava um pouco tremula.


- Você promete ser sempre minha? – Eu sorria feito um idiota para ela.


- Sim, eu prometo ser sempre sua. – Sua voz era uma mistura de sussurra com excitação.


Foi impossível não beijá-la depois disso. O beijo que começou calmo agora estava esquentando. Esquentando tanto que eu já me encontrava sem camisa e em cima dela. Annie parou os nossos beijos por um minuto e me olhou bem no fundo dos olhos e disse a coisa que eu menos esperava ouvir. Mas a que eu mais desejava ouvir fazia algum tempo.


- Percy, eu quero ser sua de todas as formas. – Ela tremia um pouco, não de medo, eu pude perceber, mas de expectativa. Expectativa pela resposta.


- Então você será. – Sorri e voltei a beijá-la.

If Tomorrow Never Comes

Sometimes late at night


I lie awake and watch her sleeping


She's lost in peaceful dreams


So I turn out the light & lay there in the dark


And the thought crosses my mind


If I never wake in the morning


Would she ever doubt the way I feel about her


in my heart



Refrão:


If tomorrow never comes


Will she know how much I love her


Did I try in every way to show her every day


She's my only one


And if my time on earth were through


She must face the world withoum me


Is the love I gave her in the past


Gonna be enough to last


If tomorrow never comes



'Cause I've lost loved ones in my life


Who never knew how much I loved them


Now I lie with the regret


Thet my true feelings for them never were


revealed


So I made a promise to myself


To say each day how much she means to me


And avoid that circumstance where there's no


second chance to tell her how I feel



Refrão



So tell that someone that you love


Just what you've thinking of


If tomorrow never comes



POV Annie.



Sim, eu finalmente me entregaria de todas as formas para Percy. Foda-se o que aconteceria depois, foda-se se ele me deixaria ou se fosse cedo demais. Apenas uma coisa importava naquele momento... Eu o amava e iria pertencer a ele e somente a ele. Eu nunca estive tão certa sobre algo antes.


Ele começou a me beijar calmamente, mas eu não queria calma. Eu queria que ele fosse logo meu e eu dele... Juntos como um só. Aprofundei o beijo trazendo Percy para mais perto de mim. Mordi seu lábio inferior querendo provoca-lo e em troca recebi um gemido baixo. Quando o ar foi necessário sua boca não saiu do meu corpo, desceu até o meu pescoço e por ali ficou. Ele dava leve mordidas no meu pescoço, algumas vezes dava alguns chupões que eu sabia que mais tarde deixariam marcas. Enquanto beijava meu pescoço, fazendo com que eu respiração um pouco mais alto, as suas mãos faziam um excelente trabalho em tirar minha camiseta. Quando ele estava prestes a tirar a minha camisa pela cabeça, eu travei. Não por falta de segurança, mas por vergonha. Percy subiu até o meu ouvido e mordeu levemente o lóbulo da minha orelha.


- Annie, não precisa ter medo... Eu prometo que não vou te machucar. – sua voz estava rouca e extremamente sexy e isso fez com que um fogo, até então desconhecido, queimasse por meu corpo todo.


Levantei os braços e permiti que ele tirasse o resto da minha camiseta, revelando para ele que eu estava sem nada por baixo. Os olhos dele brilharam e com um pouco de receio ele tocou um de meus seios. Ele os estimulava fazendo com que ficassem rijos de tanta excitação. Minha respiração já havia ido para o espaço junto com o meu controle. Os movimentos de Percy se intensificaram e leves gemidos começaram a sair dos meus lábios e quando eu menos esperava a boca de Percy estava em meus seios. Ele os chupava um pouco mais selvagem do que antes e isso arrancava gemidos cada vez mais altos da minha boca. Quando não aguentava mais ficar longe da boca dele o puxei pelos cabelos para os meus lábios. Nos beijamos sofregamente, desesperadamente. Tirei a calça que Percy usava e logo em seguida ele tirou meu short, deixando-me apenas de calcinha, que foi logo tirada.


Percy estava apenas de cueca e eu aproveitei a situação para nos virar na cama e ficar em cima dele. Era a minha vez de abusar do seu corpo. Comecei beijando seu pescoço e fui descendo os beijos por toda a sua barriga e quando cheguei na linha da sua cueca voltei pelo caminho que havia feito. Quando voltei para o seu pescoço voltei a beija-lo arrancando alguns gemidos dele, então sem ele esperar coloquei uma mão para dentro de sua cueca boxer preta e comecei a estimula-lo. Seus gemidos ficaram mais altos, mas foram abafados pela minha boca na sua. Eu o estimulava cada vez mais, ora passando a mão levemente nas partes mais sensíveis, ora aumentando os movimentos.


- Annie, chega. – Ele nos virou na cama e começou a me beijar – Você... Tem... Camisinhas? – Ele perguntava enquanto não tirava os lábios dos meus.


- Tenho... Na gaveta ao seu... Aaahh... Lado! – Percy havia colocado um dedo na minha entrada, me estimulando ainda mais, fazendo com que eu gemesse ainda mais.


- Otimo. – Ele voltou a me beijar enquanto ele ainda me estimulava.


- Percy, vai logo com isso que eu não estou aguentando mais. – Eu praticamente implorava por ele.


- Prometo que não vou te machucar. – Ele me beijou mais uma vez. Saiu um pouco de cima de mim, abriu a gaveta e pegou um preservativo, colocou rapidamente e voltou novamente para mim.


- Tem certeza disso Annie? – Ele não desviava os olhos de mim.


- Sim, eu tenho – minha voz era um mero sussurro.


Após a minha frase Percy investiu lentamente na minha entrada. Foi impossível não gritar de dor e de prazer ao mesmo tempo.


- Aaaaaahh – O grito saiu tanto de mim quanto de Percy quando finalmente ele havia entrado completamente em mim.


Ele esperou um pouco para que eu me acostumasse ao seu corpo e a dor, mas eu não queria esperar, por isso comecei a rebolar embaixo dele. Percy começou a investir calmamente no começo, de forma controlada, mas quando eu comecei a beija-lo ele perdeu o controle e começou a usar um pouco mais de força.


Nossos gemidos e gritos eram abafados pelos nossos beijos e a dor que antes era presente deixou de existir no momento em que nossos corpos entraram em um ritmo perfeito. Não havia mais anda a minha volta, apenas os olhos de Percy nos meus e eu finalmente estando entregue totalmente a ele.


Em algum momento os movimentos de Percy aumentaram assim como os nossos gemidos e gritos. Uma onda de calor percorreu meu corpo e pequenos arrepios passaram por todo o meu corpo, uma sensação gostosa me possuiu e eu sabia que estava próxima a chegar ao meu clímax. Senti minhas pernas se apertarem no quadril de Percy e seus movimentos ficarem um pouco mais lentos, mas ainda assim bem fortes. Senti minha entrada o apertando e sabia que chegaria ao meu clímax. Joguei minha cabeça para trás e esperei pela onda de prazer que fez com que eu gemesse muito alto. Assim como Percy. Havíamos chego ao nosso clímax juntos.


Nossos corpos, agora suados e um pouco grudentos, ainda estava ligados, estávamos esperando nossas respirações voltarem ao normal. Assim que nos acalmamos Percy saiu lentamente de dentro de mim o que arrancou um gemido de meus lábios. Percy amarrou a camisinha levantou e a jogou no lixo.


Voltou para a cama, passou um braço ao meu redor e começou a passar a mão no meu cabelo. Estava um silencio agradável no quarto, um silencio quase magico e perfeito. Não era preciso falar para saber que tanto eu quanto ele estávamos felizes. Ele era meu e eu era dele, eu sempre seria dele, de uma forma ou de outra. O silencio junto com a mão de Percy que fazia cafuné na minha cabeça fez com que a inconsciência chegasse. Antes de dormir, sussurrei para Percy.


- Eu te amo Cabeça-de-Alga. – sorri contra o seu peito.


- Eu também te amo Corujinha! – Senti um sorriso em seus lábios quando ele me deu um beijo na testa.


Alguns segundos depois eu adormeci. Não sonhei com nada, o que foi muito bom, pois naquele momento não queria ter que enfrentar meu subconsciente e os problemas que eu sabia que nele se encontravam.

Holding On And Letting Go

Is anybody out there?


Is anybody listening?


Does anybody really know?


Is the end of the beginning


The cry a rush a one breath


Is all we waiting for


Sometimes I want my taking


Changes everyone before



It's everything you wanted, it's everything you don't


It's one door swinging open and one door swinging closed


Some prayers find an answer


Some prayers never know


We're holding on and letting go



Sometimes we're holding angels


And we never even know


Don't know if we'll make it, or we know


We just can't let it show



It's everything you wanted, it's everything you don't


It's one door swinging open and one door swinging closed


Some prayers find an answer


Some prayers never know


We're holding on and letting go


Yeah, letting go



It's everything you wanted, it's everything you don't


It's one door swinging open and one door swinging closed


Some prayers find an answer


Some prayers never know


We're holding on and letting go



It's everything you wanted, it's everything you don't


It's one door swinging open and one door swinging closed


Some prayers find an answer


Some prayers never know


We're holding on and letting go.



Notas finais
Bom meus lindos espero que vocês gostem e me desculpem pela demorada. Eu ia postar mais cedo, na sexta de tarde, mas era meu aniversario, então eu postei agora que eu consegui acabar de escrever! Mil desculpas.
Espero que tenham gostando do cpaituloooo e comenteeeemmm!
Bitocas para vocês meus delicias! ahuahauhauhuahuahau